sexta-feira, 13 de julho de 2012

um juiz, um "politico" e um estadista...

Rui Moura Ramos, Presidente do Tribunal Constitucional, afirmou na “Antena 1” que o Governo foi precipitado na análise que fez ao acórdão do Tribunal Constitucional relativo ao corte dos subsídios para a função pública e pensionistas (mais aqui). rr 

O primeiro-ministro negou esta sexta-feira que só os rendimentos do trabalho tenham sido chamados a pagar a crise, tal como afirmou o presidente do Tribunal Constitucional.
Passos Coelho diz que estas declarações são de alguém que está de saída e que não comprometem o seu mandato.
"Podemos entender estas declarações como alguém que está de saída e não como alguém que, durante todo o tempo, não confundiu a presidência do Tribunal Constitucional com o espaço da discussão política", criticou o primeiro-ministro. rr 

Paulo Portas, na abertura do 13.º congresso do CDS/PP-Madeira, disse "recusar entrar em controvérsia" com o presidente do Tribunal Constitucional.
"Não devo responder, porque acho que um membro do Governo não deve entrar em controvérsia com o Tribunal Constitucional. Chama-se a isto institucionalismo", declarou o também ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, sublinhando: "Já basta os temas e problemas que temos de resolver, onde temos de nos concentrar, e um deles é político e económico".
"Não será comigo que Portugal vai diabolizar a função pública", garantiu Paulo Portas, considerando, no entanto: "Temos de saber e entender que, se o problema de Portugal é défice do Estado, não é justo pretender que o setor privado tem a mesma responsabilidade". i online

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