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sexta-feira, 10 de maio de 2019

memofante para os médicos mais jovens...

já se percebeu ao que ela veio: É a "carta" do António Luís para ganhar os votos à esquerda, para mostrar que a natureza deste PS, de braço dado com o BE e o PCP, não mudou, está apenas disfarçada, para provar que um governo do PS pode ser tão ou mais defensor da austeridade do que qualquer outro governo à direita.
[Claro que esta é mais uma “manobra à chico-esperto”, perdão, uma manobra à Santos da Costa que com uma “independente” não estraga as relações com uma parte mais antiga mas significativa do partido. Só que estes independentes são muito imprevisíveis”...!]
.
[é por via dessa “natureza que o PS tão bem oculta” desde os oligofrénicos até aos idiotas-úteis] que a “ministra” da Saúde quer reter os médicos no Serviço Nacional de Saúde durante mais tempo antes de estes optarem por sair do público para o privado. Ora bem, esse objectivo pode ser conseguido com a vinculação durante um determinado período de tempo. [.] 
.
Já agora, faz-se uma lei geral, à moda de Cuba ou da Venezuela, impondo a obrigação de todos os licenciados em faculdades públicas de trabalharem para o Estado, com um período definido em função do custo do curso. Era a forma mais fácil de acabar com o sector privado de vez, sem precisar de qualquer lei de bases. (https://eco.sapo.pt/opiniao/a-ministra-que-quer-acabar-com-a-saude-dos-privados/)

terça-feira, 18 de dezembro de 2018

já se percebeu ao que ela veio: É a carta do António Luís para ganhar os votos à esquerda, para mostrar que a natureza deste PS, de braço dado com o BE e o PCP, não mudou, está apenas disfarçada, para provar que um governo do PS pode ser tão ou mais defensor da austeridade do que qualquer outro governo à direita.
[Claro que esta é mais uma “manobra à chico-esperto”, perdão, uma manobra à Santos da Costa que com uma “independente” não estraga as relações com uma parte mais antiga mas significativa do partido. Só que estes independentes são muito imprevisíveis ”...!]
.
[é por via dessa “natureza que o PS tão bem oculta” desde os oligofrénicos até aos idiotas-úteis] que a “ministra” da Saúde quer reter os médicos no Serviço Nacional de Saúde durante mais tempo antes de estes optarem por sair do público para o privado. Ora bem, esse objectivo pode ser conseguido com a vinculação durante um determinado período de tempo. [.] 
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Já agora, faz-se uma lei geral, à moda de Cuba ou da Venezuela, impondo a obrigação de todos os licenciados em faculdades públicas de trabalharem para o Estado, com um período definido em função do custo do curso. Era a forma mais fácil de acabar com o sector privado de vez, sem precisar de qualquer lei de bases. (https://eco.sapo.pt/opiniao/a-ministra-que-quer-acabar-com-a-saude-dos-privados/)

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

boa Medicina e melhor Gestão

Uma dezena de pessoas forçou hoje a entrada no centro de saúde de Queluz, durante uma vigília organizada pela Comissão de Utentes de Saúde de Sintra contra a falta de médicos de família no concelho.
"Este centro de saúde tem 30 mil inscritos e nove mil não têm médico de família…” diz a organizadora da manif. dn
contudo
Mais de 500 médicos e enfermeiros portugueses, dos sectores públicos e privado, enviaram currículos para se candidatar a empregos em França, que se debate com uma enorme carência de profissionais em algumas áreas da saúde. cm
no entanto
Em 2005 Portugal dispunha de 3,4 médicos por cada 1000 habitantes, um valor superior às médias da União Europeia (3,2) e dos Estados Unidos da América (2,6).
Apesar destes dados o que se tem verificado é um aumento nas vagas em medicina. Num espaço de 10 anos o numerus clausus de Medicina teve um crescimento de 288%, tendo atingido, em 2008/2009, um recorde histórico de 1614 vagas. Este número excede as aposentações previstas em qualquer dos anos até 2021. De facto, entre 2000 e 2020, o excedente de licenciados corresponde a um total de 6350 médicos. por Hugo Cadavez a 14 de Nov de 2008
e, note-se,
se há um custo para os contribuintes que ascende a mais de 10000 euros por estudante de medicina por ano, ou seja, 126 milhões de euros/ano e, segundo a ANEM, há médicos em excesso
não se percebem
as razões que levam à manifestação em Queluz e muito menos, à “fuga” dos técnicos de saúde para o estrangeiro…a não ser por uma questão de organização do trabalho.
Mas, se assim o é, talvez seja realista reduzirmos uns milhões na medicina e aplicá-los na gestão.

sábado, 17 de dezembro de 2011

greve dos médicos terá consequências catastróficas ?

O bastonário da Ordem dos Médicos alertou hoje para as "consequências catastróficas" que a greve às horas extraordinárias poderá ter em serviços de saúde essenciais, como as urgências. dn 

o Estado Corporativo ainda vigora em algumas cabeças...