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sexta-feira, 18 de março de 2022

Centeno versus Onetnec

aqui fica para confirmar um frete 
(do Centeno a quem o nomeou atropelando a ética e lei)

Se em Março se antevia um crescimento de 3,9%, agora prevê-se um aumento de 4,8% para [ 2021]
Edgar Caetano no Observador continua: ""O Mário Centeno chamou os jornalistas para uma conferência no Banco de Portugal e diz que “o perfil do crescimento económico reflecte uma reacção mais rápida do que esperado ao levantamento das restrições a partir de Março”".

quinta-feira, 14 de maio de 2020

trapalhadas!

«O senhor primeiro-ministro esteve muito bem no Parlamento quando disse que fazia sentido que o Estado cumprisse a as suas responsabilidades, mas naturalmente se conhecesse a conclusão da auditoria” ao Novo Banco, disse Marcelo Rebelo de Sousa, em declarações transmitidas pelas televisões. (in “asco” por Helena Matos)





1) Marcelo Rebelo de Sousa ligou a Centeno por causa “do equívoco” na Autoeuropa.
2) Mas mantém tudo o que disse.
3) O Presidente da República telefonou a Mário Centeno para explicar as declarações na Autoeuropa.
4) Foram “um equívoco”, disse Marcelo.
5) Mas Belém rejeita que tenha havido um pedido de desculpas.😅

terça-feira, 24 de dezembro de 2019

Portugueses!


"Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas; um povo em catalepsia ambulante, não se lembrando nem donde vem, nem onde está, nem para onde vai; um povo, enfim, que eu adoro, porque sofre e é bom, e guarda ainda na noite da sua inconsciência como que um lampejo misterioso da alma nacional, reflexo de astro em silêncio escuro de lagoa morta.
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Uma burguesia, cívica e politicamente corrupta até à medula, não descriminando já o bem do mal, sem palavras, sem vergonha, sem carácter, havendo homens que, honrados na vida íntima, descambam na vida pública em pantomineiros e sevandijas, capazes de toda a veniaga e toda a infâmia, da mentira a falsificação, da violência ao roubo, donde provem que na política portuguesa sucedam, entre a indiferença geral, escândalos monstruosos, absolutamente inverosímeis no Limoeiro. Um poder legislativo, esfregão de cozinha do executivo; este criado de quarto do moderador; e este, finalmente, tornado absoluto pela abdicação unânime do País.
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A justiça ao arbítrio da Política, torcendo-lhe a vara ao ponto de fazer dela saca-rolhas.
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Partidos sem ideias, sem planos, sem convicções, incapazes, vivendo ambos do mesmo utilitarismo céptico e pervertido, análogos nas palavras, idênticos nos actos, iguais um ao outro como duas metades do mesmo zero, e não se malgando e fundindo, apesar disso, pela razão que alguém deu no parlamento, de não caberem todos duma vez na mesma sala de jantar.
(Guerra Junqueiro, "Pátria", 1896.)

sábado, 8 de junho de 2019

só um cego é que não vê o porquê da crise da Direita!

O Couto e o Pizarro, estavam focados em convencer o Governo a alterar a lei que impedia a recondução Pontes como presidente IPO do Porto. Enquanto o Pizarro garantia que havia disponibilidade do Centeno e do Adalberto para alterar a lei, o Couto queria que o Pizarro e a Luísa Salgueiro falassem directamente com o Costa sobre o assunto durante o Congresso dos socialistas...

(bas. In “...Operação Teia” por Luis Rosa no Observador)

quarta-feira, 6 de março de 2019

à espera dos esclarecimentos da tenebrosa máquina do partido socialista!

Por mais cataplanas que o primeiro-ministro nos sirva na TV, e 
por mais explicações que o ministro das Finanças procure entreter,
foram eles que decidiram aquela venda do Novo Banco...
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Quando, em Agosto de 2014, o BES foi intervencionado, o banco bom (NB) recebeu 4,9 mil milhões de euros de capital do Fundo de Resolução. Um ano depois, no final de 2015, numa decisão que o Banco de Portugal irá lamentar por muitos e longos anos, foi decidida a retransmissão pelo NB de dois mil milhões de euros de passivos ao BES em liquidação (banco mau). Pelo caminho, entre 2014 e 2017, o banco bom (NB) registou prejuízos acumulados de 3,7 mil milhões de euros.
Deste modo, entre a resolução de 2014 e a venda ao Lone Star em 2017, o Novo Banco queimou mais de metade dos 6,9 mil milhões de euros que, entre a injecção de capital e a retransmissão de passivo (na prática, um aumento de capital implícito), o Fundo de Resolução lhe proporcionou. (in “O Novo Banco e o Retificativo” por Ricardo Arroja)

sábado, 29 de dezembro de 2018

um mentiroso e muitos ignorantes!

O Centeno foi convidado do Governo-Sombra da TVI e afirmou que a economia não estava a arrancar em 2015 e havia dúvidas em 2016. Vamos à Prova dos Nove!
Vejamos: o Costa tomou posse no dia 26 de Novembro de 2016, e o último trimestre de 2015 já é de desaceleração em relação aos três primeiros trimestres de 2105 [aos idiotas-úteis aconselho que comparem o 4º Trimestre de 2018 com o homologo de 2015 - ao tempo governo da troika]. 
Já agora,
de acordo com com os números oficiais do INE divulgados em 2017, a economia portuguesa cresceu 1,8% em 2015 e,
em 2016, no primeiro ano de governação da geringonça, o PIB diminuiu 0,2% para uns, outra vez anémicos, 1,6%. 
mais:
ao contrário do que também afirmou o Centeno, o crescimento abrandou em resultado directo das incertezas geradas pela formação do governo do PS com o apoio do PCP e BE, depois do Costa perder as eleições de Outubro para Pedro Passos Coelho e Cavaco Silva estar constitucionalmente obrigado a aceitar a geringonça. 
Note-se ainda que, em finais de 2014, já o crescimento tinha mesmo arrancado: a economia vinha a recuperar desde 2014, quando apresentou um crescimento marginalmente positivo e um acréscimo do PIB já em aceleração em 2015

segunda-feira, 29 de outubro de 2018

Se tudo correr como o esperado...

...a economia portuguesa deverá crescer 2,2%, o défice cairá para 0,2% do Produto Interno Bruto e a dívida pública baixará da fasquia dos 120% em 2019, sendo estes os principais pressupostos que vão guiar a política orçamental do Governo no próximo ano.
Mas… e se o azar bater à porta e alterações das condições externas obrigarem o Centeno a refazer as contas do Orçamento do Estado?
Por exemplo, e se os juros da dívida ou o preço do petróleo dispararem nos mercados? E se o comércio externo arrefecer por causa da guerra comercial?
aqui e aqui

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

eles são todos génios e os outros (nós) todos parvos!

Perante o que se segue, só tiro duas conclusões.
Ou o poder subiu à cabeça de todos ou todos estão a querer fazer de nós parvos.
Como não consigo escolher entre as duas possibilidades, fico com ambas.
Vejamos:
Mário Centeno. O nosso ministro acha que é melhor que qualquer outro a fazer contas. Despreza quem quer que seja que o contrarie. 
Que autoridade têm a UTAO ou o Conselho de Finanças Públicas para o questionar?
E se nem o Bloco nem o PCP se parecem importar com o logro...
Siza Vieira também se acha acima de todas as suspeitas. Apesar de ser um reconhecido jurista, nunca questionou ou procurou saber se podia gerir empresas e ser governante. Até ganhar o cognome de ministro das escusas, ainda teve o topete de comparar o seu caso ao de um ministro da Saúde ou da Justiça ser casado com um médico ou um juiz, fingindo que a sua situação era absolutamente normalíssima.
Fernando Medina também não vê contradições entre o que diz, o que pensa e o que faz. Acha que a justificação para ter entregue à gestão de privados a ex-residência do presidente da Câmara de Lisboa em Monsanto, e de, a troco de milhões, estes terem recuperado este e outros imóveis autárquicos, lhes dá todo o direito de terem transformado o espaço num alojamento local de luxo sem que isso mereça críticas
Vieira Silva também acha que está tudo mais que explicado sobre as mudanças nas reformas antecipadas. O problema não é do ministro da Segurança Social que se desdiz e contradiz em cada declaração que se multiplica a fazer. Nem da falta de explicações que continuam por dar. Nem das reformas desfeitas ou das que continuam por fazer.
O problema é de quem não o entendeu logo à primeira, parceiros da esquerda incluídos. Culpa deles!
Para que não tenhamos dúvidas quanto ao futuro, até Maria Begonhacandidata à liderança da Juventude Socialista já mente. Na idade, para se poder candidatar antes do limite permitido, e na formação académica, seguindo a boa prática de tantos outros políticos. É uma garantia de continuidade.

Sobre o António Costa, acho que não há dúvidas. Só ele não vê problemas em nomear um deputado socialista para a reguladora de energia que em boa hora renunciou depois do Parlamento chumbar o seu nome. Só ele acha normal anunciar o sempre adiado concurso para a pediatria oncológica do S. João, sem dar datas àqueles pais e crianças. Há muito que o primeiro-ministro se comporta como se só ele soubesse tudo ou fizesse tudo bem feito. Alguém duvida?! (in “Eles são todos génios e os outros todos parvos” por Filomena Martins)

sábado, 26 de agosto de 2017

palpiteiro!

o que é que a “tenebrosa máquina de propaganda do partido socialista” e a avençada imprensa a que temos direito nos estará a ocultar!
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Este “embandeirar em arco do “Runaldu” esconde que estava previsto que no trimestre anterior –e assim tem acontecido todos os anos- que o défice se agravaria por efeito dos reembolsos do IRS.
Ora, passado aquele ciclo, o mês de Julho viu uma melhoria de mais de mil milhões em relação ao homologo do ano passado devido ao enorme contributo que o Daesh e a AlQuaeda deram ao incremento do Turismo e à vinda para o nosso País de investimentos destinados às antigas rotas turísticas do Norte de África e Próximo Oriente onde eles actuam. Acrescente-se também, na Europa, a queda do PS Francês e sua politica financeira e a da incógnita fiscal de Macron, bem como as complicações politico-sociais que levaram a uma espantosa fuga de capitais do Brasil para o nosso País.
Mas (há sempre um mas!) é também previsivel que até ao fim do ano para contrariar esta “aclamada” descida da dívida, já não haverão
as receitas do perdão fiscal do Plano Especial de Redução do Endividamento ao Estado (PERES), nem o Pagamento do Fundo Europeu de Estabilização Financeira (FEEF) que tanto ajudaram a “engenharia financeira” do Orçamento de 2016.
Se juntarmos a isto o 13º mês, pago por inteiro aos funcionários públicos, pensionistas e reformados, somado á óbvia fraca receita (IMI, IRS, IRC) e à enorme despesa de tudo quanto se relaciona com os Fogos Florestais do Verão, parece que estaremos no centro de uma perfeita tempestade...

Mas como as “as vacas voam”, o “Runaldu das Financas” é um mestre ilusionista e não nos deixam aceder a muitos dos dados da economia e finanças da geringonça, até admito estar errado e ter que voltar a ouvir o “presidente do conselho” alcunhar-me de “palpiteiro”! 

sexta-feira, 7 de julho de 2017

...e, na AR, foi com “os dentes todos”

Quais foram, exactamente, os gastos que ficaram por fazer no ano passado, por causa das cativações? E em que ministérios? Estas perguntas foram repetidas pelos deputados da Assembleia da República, durante a audição do ministro das Finanças, esta quarta-feira.
No Parlamento, o Centeno remeteu a resposta para a Conta Geral do Estado, mas consultado o documento, não é fácil encontrar as verbas que acabaram por ser cortadas. São mais de 350 paginas de relatório! Apesar disto, por obrigação de oficio, os deputados tinham obrigação de as ter lido e, ao que dão a entender não o fizeram.
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Como a mentira tem perna curta afinal o Centeno não faz "orçamentos retificativos"  mas faz cativações.
É um truque.
O Centeno faz um orçamento amigo dos serviços, [...] mas a seguir vai cativando, isto é, vai retendo uma parte considerável do dinheiro. E fá-lo à revelia da Assembleia da República.
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mas

alguns jornalistas (poucos) e muitos comentadores (os das “redes sociais de direita”) foram à Conta Geral do Estado e fizeram contas 

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Como conseguiu o “ronaldo das finanças” um défice de 2,3%?

O perdão fiscal que não contava

(mas o PERES terá contribuído com pelo menos 551 milhões de euros para a redução do défice orçamental no ano passado.)

O dinheiro do resgate

(O caso mais relevante é o da devolução de 264 milhões de euros por parte do fundo de resgate do euro, de prepaid margins do empréstimo do Fundo Europeu de Estabilidade Financeira (FEEF). O empréstimo, feito em 2011, tinha uma maturidade de cinco anos e venceu o ano passado…)

A ajuda à Grécia que não o era

(este valor diz respeito a um compromisso que os países do euro fizeram em Novembro de 2012 com a Grécia. Eram 106,9 milhões de euros que o Estado não entregou à República Helénica apesar de o ter previsto no Orçamento do Estado para 2016.)

Mais uns pozinhos caídos do céu

(a venda de aviões F-16 à Roménia, uma operação avaliada em 70 milhões de euros pelo INE. Os aviões foram comprados o ano passado, por isso nem chegam a ter impacto no PIB.)

(por Nuno André Martins no Observador)

segunda-feira, 15 de maio de 2017

para mais tarde o recordar...





“iguala o valor mais elevado deste século”
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é assim que o Ministério das Finanças reage ao crescimento de 2,8% do PIB, no primeiro trimestre de 2017, conforme revelou esta segunda-feira o Instituto Nacional de Estatística.”

sábado, 15 de abril de 2017

para mais tarde o recordar”...

“iguala o valor mais elevado deste século” 
é assim que o Ministério das Finanças reage ao crescimento de 2,8% do PIB, no primeiro trimestre de 2017, conforme revelou esta segunda-feira o Instituto Nacional de Estatística.”

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

as mentiras do celeireiro da geringonça…e dos seus companheiros de Abadia!

“isto” já não é politica de políticos e tenho pena que os idiotas-úteis não o entendam! 
A verdadeira questão não é futebolisticamente de esquerda-direita! A verdadeira questão é
- Se como cidadãos, mais democratas ou menos democratas, aceitamos ou não aceitamos ficar calados perante a posição do Presidente da Republica, da esquerda e da extrema-esquerda?
e se
- Poderemos aceitar ficar “surdos, cegos e mudos”, como já começa a ser veiculado por políticos, comentadores e pela imprensa (a que temos direito) de que, talvez por “estrito interesse nacional”, teremos que aceitar que, mais uma vez, a verdade morra solteira?
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Qual é a confiança que poderemos ter nestes políticos, comentadores e imprensa (a que temos direito)? 
Isto não é futebol onde ninguém "muda de clube” por piores que sejam os resultados obtidos porque, “um dia”, os resultados foram muito bons!

o que se pode ler nas entrelinhas?

Ninguém estava à espera. Perto da meia-noite de segunda para terça-feira, Marcelo Rebelo de Sousa colocou um comunicado no site da Presidência sobre a polémica que levou Mário Centeno a colocar o seu lugar de ministro das Finanças à disposição de António Costa.
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O Presidente da República recebeu, a pedido do Senhor Primeiro-ministro, o Senhor Ministro das Finanças que lhe deu conhecimento prévio da comunicação que iria fazer ao País.
O Presidente da República:
1.º – Registou as explicações dadas pelo Senhor Ministro das Finanças, bem como a decorrente disponibilidade para cessar as suas funções, manifestada ao Senhor Primeiro-ministro.
Primeiro, Marcelo revela que o ministro apresentou a demissão, ou uma espécie de demissão, num dia em que o primeiro-ministro estava fora do país. Depois, se os ministros apenas respondem perante o primeiro-ministro, desde quando dão explicações, a sós, ao Presidente da República?
2.º – Tomou devida nota, em particular, da confirmação da posição do Governo quanto ao facto de a alteração do Estatuto do Gestor Público não revogar nem alterar o diploma de 1983, que impunha e impõe o dever de entrega de declarações de rendimento e património ao Tribunal Constitucional.
Confirmação? Então ainda havia dúvidas sobre o diploma que o PR promulgou em julho de 2016?
Posição essa, desde sempre, perfilhada pelo Presidente da República – aliás, como óbvio pressuposto do seu ato de promulgação – e expressamente acolhida pelo Tribunal Constitucional.
Se sempre foi esta a posição do PR, que dúvidas houve então sobre a posição do Governo? Que segredos ainda nos revelarão os SMS?
3.º – Reteve, ainda, a admissão, pelo Senhor Ministro das Finanças, de eventual erro de perceção mútuo na transmissão das suas posições.
O PR “reteve” a admissão do erro “mútuo”, ou seja, sublinha que o ministro admitiu que errou ao dar a Domingues uma percepção errada. Mas será que acredita que foi só isso que aconteceu? Ou está a sugerir que poderá ter mentido?
4.º – Reafirmou que a interpretação autêntica das posições do Presidente da República só ao próprio compete.
Quem será que está a interpretar indevidamente o pensamento do Presidente? Se a "interpretação autêntica" só ao próprio compete, porque não a explica melhor para evitar interpretações indevidas?
5.º – Ouvido o Senhor Primeiro-ministro, que lhe comunicou manter a sua confiança no Senhor Professor Doutor Mário Centeno, aceitou tal posição, atendendo ao estrito interesse nacional, em termos de estabilidade financeira.
Centeno só se aguenta em nome do interesse nacional, noutras circunstâncias teria sido demitido. Ou seja, já só tem a confiança do primeiro-ministro. O paradoxo é que só necessita dessa confiança para se manter no lugar, não da confiança do PR. O que significa que esta passagem do comunicado é politicamente assassina. E qual o interesse de Marcelo em deixar o ministro ainda mais fragilizado?
Palácio de Belém, 13 de fevereiro de 2017″

domingo, 12 de fevereiro de 2017

a “habilidade do Costa”

Já se percebeu, que se forem encontradas as provas da mentira, que a próxima vítima será Centeno. Um governo que elevou a mentira a método de trabalho precisa de vítimas para proteger o PM. Mas, a acontecer, a demissão de Centeno seria de certo modo injusta. O problema não é o ministro das Finanças e a sua demissão não resolve nada.
O problema é mais profundo. Entre os compromissos com a União Europeia e os acordos com o PCP e o BE, o governo precisa de esquemas, de secretismo, de mentiras. Em suma, aquilo a que muitos chamam a “habilidade de António Costa”. 

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

para memória futura !

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