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terça-feira, 3 de janeiro de 2012

a oposição será ouvida "quando for oportuno"

O presidente do Governo dos Açores, Carlos César, afirmou hoje que os partidos da oposição com assento no parlamento regional serão ouvidos no quadro das negociações para um memorando de entendimento com o Governo português quando "for oportuno". lusa 

Imaginem que onde está “Açores”, devia ler-se “Madeira”.
Suponham que onde se lê “Carlos César”, se leria “A.J. Jardim”.
De repente jornalistas, comentadores e outros politicos usariam palavras, canetas e gargantas para balir bem alto os tiques fascistas do madeirense.
Mas a noticia é do César, e o César está protegido pela “inquestionável honestidade canhota”, apesar de “césar” ser alcunha para outros “nomes” que nos venham à ideia... até  “alberto joão”.
O ridiculo irá todo para todos que apenas procuram argueiros nos olhos dos outros... devidamente selecionados, claro!  

sábado, 24 de dezembro de 2011

uma "campanha organizada" para vir um “Monti” ou um “Papademos”?

A “campanha eleitoral” continuará até 2015?
É provável porque a "oposição" não está treinada para ser oposição. Perdeu-lhe o jeito, se é que alguma vez o teve!  

Com “os políticos” contemporâneos, somos induzidos a acreditar que democracia só o é, se progressista e de esquerda, preferencialmente, marxista, lenino-estalinista, maoísta ou até Trotsquista, e, claro, em “governo”.
Essas coisas de popular, demo-cristão ou popular-democrata são fascismos para exterminar ou, benevolamente destinadas, a compor a "pintura democrática", como oposição minoritária.

Eles, “os políticos”, sabem que somos um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo do Guerra Junqueiro e que comemos qualquer bacalhau a pataco que nos seja incutido pelas tv-radio-novelas e pelo fute-jornais.
Encanastrados nestas ideias, “os políticos”, mantêm viva, meio ano depois, esta ininterrupta “campanha eleitoral” que dura desde os pec’s do Pinto de Sousa, que vende jornalismos, paga salários a comentadeiros e leva os imbecis do Junqueiro a acreditar que fizeram ponte no feriado e se “esqueceram” de votar nos que não são governo.

Já passámos por isto, lembram-se! Nos tempos da maioria absoluta do Barroso-Lopes-Portas, a constante desinformação, via comunicação – papel, áudio e vídeo -, resultou!
Mas agora, sem a bomba-atómica e o Sampaio, terá o mesmo resultado?
Tudo leva a crer que não: O Cavaco não faz dessas coisas!

Então qual o porquê desta constante campanha onde os tempos de antena daquilo que devia ser oposição, desde uma “visita” a um depósito de idosos até uma qualquer petiscada com militantes, são aproveitados para comentar as acções, apenas as já executadas, dos adversários que até são governo e nunca, nunca se fala nem daqueles nem daqueles velhos, nem dos camaradas-jantaristas? Opor, em Política, é antecipar!

Porque raio é que conselhos e comentários não são ideias novas e são inovadoras?
As decisões Merkozy para a Itália e para a Grécia podem ser a resposta!
Porque tudo nos leva pensar que eles, “os políticos”, preferem para governo os da Goldman Sachs do Monti, do Papademos e do Draghi… ou até a do Borges? Assim o quiseram as esquerdas da Itália e as direitas dos Helénicos e, desconfio, que por cá, também agradaria a alguns Silvas.

Que se lixem os eleitores de há seis meses e as escolhas sonâmbulas que eles fizeram que isto de democracia só o é se progressista e de esquerda ou dos “mercados”!
Até me apetecia acabar com: Festas Boas Senhores "Púliticos"...

sábado, 6 de fevereiro de 2010

a frase do dia...

"... é a primeira vez que estou à beira da vergonha" Maria João Avilez no Expresso da Meia-Noite - Sic Noticias -

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

PS/Açores ameaça pedir inconstitucionalidade da Lei

As alterações à Lei das Finanças Regionais foram aprovadas em comissão parlamentar com os votos favoráveis dos partidos da oposição e contra os do partido do governo e deverão ser votadas sexta-feira no plenário da Assembleia da República. A proposta foi avançada inicialmente pelo CDS, mas acabou por ser subscrita pelo PSD, Bloco de Esquerda e PCP, após um intervalo de cerca de 20 minutos da reunião da comissão parlamentar de Orçamento e Finanças, que esta quinta-feira vota as propostas de alteração à Lei das Finanças Regionais. As alterações propostas estabelecem assim um limite máximo de endividamento para cada uma das regiões autónomas de 50 milhões de euros, verba a ser inscrita no Orçamento do Estado de 2010. A proposta aprovada prevê ainda que este limite seja fixado nos orçamentos do estado de 2011, 2012 e 2013, a título excepcional. Fonte partidária anónima do PS/Açores informou a agencia Lusa que vai pedir a declaração de inconstitucionalidade da Lei das Finanças Regionais, caso o plenário da Assembleia da República aprove as alterações propostas. Teixeira dos Santos lançou um apelo aos partidos da oposição para que as alterações à Lei das Finanças Regionais aprovadas esta quinta-feira não entrem em vigor e justificou que não pode aceitar as alterações porque isso implicará um aumento do défice e, consequentemente, pôr em causa a credibilidade externa da política orçamental portuguesa. O ministro de estado e das finanças acrescentou ainda que não pode concordar com as alterações aprovadas pela oposição por uma questão de justiça e equidade entre os portugueses e disse que irá recorrer «a todos os instrumentos legais e políticos» para evitar que a alteração da lei seja concretizada. TSF

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Aljustrel: "irresponsabilidade" e "exibicionismo político"

No dia 27 de Novembro, o Parlamento aprovou medidas de combate à crise de PSD, CDS-PP e PCP, como o fim do Pagamento Especial por Conta e a imposição de o Estado antecipar para 30 dias o prazo de reembolso do IVA e de pagar juros de mora pelo atraso no cumprimento de "qualquer obrigação pecuniária". … "A isto chama-se profunda irresponsabilidade política", porque "ameaça as contas públicas" e constitui "uma forma de desenvolver uma linha política que se baseia apenas no exibicionismo político", disse José Sócrates em Aljustrel, num plenário de militantes socialistas. Publico A estranha reacção do então ainda ministro da Economia a um aparte do deputado comunista Bernardino Soares é reveladora das indefinições que têm marcado a retoma da actividade mineira em Aljustrel. A história da entrega de um cheque no valor de cinco mil euros, oferta da EDP, ao clube de futebol da terra e que envolveu directamente Manuel Pinho deixou os mineiros ainda mais cépticos em relação ao papel do ex-governante no processo. Publico O novo executivo da Câmara de Aljustrel já tem pelouros atribuídos. Ficou definido que o novo presidente, o socialista Nelson Brito, será responsável pelo desenvolvimento económico e captação do investimento, associativismo, desporto, património e urbanismo e protecção civil, enquanto que Carlos Teles, também eleito pelo PS, assumirá os pelouros da cultura, ambiente, recursos humanos e administração financeira. As pastas da educação/ formação, acção social, saúde e juventude ficarão, por sua vez, a cargo de Conceição Parreira, também do PS.
Os eleitos da CDU, Manuel Camacho e Manuel Frederico, ficam sem qualquer pelouro. CA

it's an injustice, it is!

Segundo uma simulação feita para o semanário SOL pelo escritório de advogados Miranda, os trabalhadores poderiam pagar até mais 25% e as empresas mais 40% de descontos. O Código Contributivo, em que o Governo foi derrotado na sexta-feira, previa que várias formas de remuneração acessória – como ajudas de custo ou subsídios de refeição – passassem também a ser alvo de descontos. Sol

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

A responsabilidade da oposição é: ser Oposição

no editorial do oficioso DN, “A responsabilidade da oposição”, podemos ler: “As votações da última sexta-feira na Assembleia da República foram o primeiro momento decisivo da legislatura e deixaram marcas, também, nos partidos da oposição. Hoje mesmo, no DN, quatro ex-líderes do PSD - de diferentes facções e posicionamentos ideológicos - deixam um sério alerta a Manuela Ferreira Leite: que tenha cuidado, ponderação e racionalidade na forma como posiciona o partido face à minoria socialista. A questão para Marcelo, Santana, Machete e Menezes é simples: ao maior partido da oposição cabem responsabilidades particulares - que passam também por ser prudente no que respeita a votar coligações negativas na Assembleia.
É claro que nada disto significa que o PSD não possa juntar os seus votos aos do CDS, PCP e Bloco em matérias que considere essenciais e estruturantes para o País. A questão é outra: é que a avaliação desse voto deve ser feita com pés e cabeça, e não por mera demonstração de força da oposição. Opinião - DN Claro que foi coincidência o presidente da FLAD, o pré-candidato á Presidência da Republica e os “eternos derrotados” aparecerem, a este propósito, a debitar conselhos. E ainda faltou o advogado, da maior sociedade deles. Opiniões decerto respeitáveis mas longe da leitura que deviam ter feito ás propostas eleitorais dos partidos da agora Oposição. As propostas aprovadas deles constavam e, algumas, tinham sido objecto de discussão inútil na AR perante um governo surdo ou autista. Tinham, face á responsabilidade que têm perante os eleitores, que as apresentar. E ainda existem mais algumas outras coincidências. De resto o PPD/PSD apresentou a sua proposta eleitoral, acordada com o PS, quanto á “questão dos professores” e não vi qualquer reclamação no DN. Será que o mote para editoriais se rege pelos acordos prévios do partido do ainda governo com o(s) partidos da oposição? Na realidade a questão é outra: a avaliação desse voto não deve ser feita com pés e cabeça, tem que ser feita com a cabeça e as mãos, numa urna de voto.
nota para aqueles que ainda não sabem: este é um governo minoritário...