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segunda-feira, 3 de julho de 2023

mais forte nos homens?

A ver se eles e nós percebemos
Sem comentários, faseadamente, vou replicar o estudo do Professor Pedro Magalhães publicado no Twitter
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Os gráficos mostram mudança, em pontos percentuais, desde 2022 em cada grupo. 
O PS perdeu entre mulheres e homens, mas mais entre elas, onde tinha sido mais forte em 2022. 
PSD sobe ligeiramente entre as mulheres. 
O Chega sobe nos dois, o que implica que continua mais forte entre os homens @PCMagalhaes

domingo, 2 de julho de 2023

...perderam muito apoio no último ano e meio

A ver se eles e nós percebemos
Sem comentários, faseadamente, vou, replicar estudo do Professor Pedro Magalhães publicado no Twitter
Entre grupos de escolaridade,

A julgar pelas últimas sondagens, e mesmo tomando em conta que votos e intenções de voto são bichos diferentes, parece claro que o PS perdeu muito apoio no último ano e meio. Qualquer coisa entre 10 e 15 pontos, dependendo das sondagens.
O PS perde menos no superior, onde já era mais fraco.
O PSD ganha um pouco onde tinha menos apoio, os menos instruídos.
O Chega sobe mais onde já era mais forte, entre os que têm o secundário (os nossos "educated left-behind") @PCMagalhaes

sábado, 1 de julho de 2023

Onde estão a acontecer estas perdas?

O PS afunda-se ainda mais onde já tinha pouco apoio, os mais jovens. Pelo contrário, apesar de continuar a não conseguir entrar no eleitorado mais velho, o Chega tem um crescimento brutal entre os mais jovens desde 2022. @PCMagalhaes

A julgar pelas últimas sondagens, e mesmo tomando em conta que votos e intenções de voto são bichos diferentes, parece claro que o PS perdeu muito apoio no último ano e meio. Qualquer coisa entre 10 e 15 pontos, dependendo das sondagens.
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O PS de Sócrates precisou de 6 anos e um resgate para perder 17 pontos. O PSD e CDS perderam 12 pontos de 2011 para 2015.
10-15 pontos num ano e meio é muito ponto. Onde estão a acontecer estas perdas?

domingo, 23 de janeiro de 2022

CDS pode ficar fora do Parlamento1

aos 13 de Janeiro de 2022 a alegada jornalista Leonete Botelho aparentemente com base numa sondagem da Universidade Católica informava que
              “na última semana, o PS voltou a subir e o PSD perdeu dois pontos percentuais, apesar de António Costa ter perdido reputação como primeiro-ministro e Rui Rio ter ganho pontos nesse campeonato. CDS pode ficar fora do Parlamento.”.
.
”O PS pode estar a três deputados de distância da maioria absoluta tão desejada por António Costa, de acordo com o melhor dos cenários previstos na sondagem do Centro de Estudos e Sondagens de Opinião (Cesop) da Universidade Católica Portuguesa para o PÚBLICO, RTP e RDP-Antena 1 feita nos últimos dias. Na última semana, o PSD liderado por Rui Rio perdeu dois pontos percentuais nas intenções de voto, aumentando para nove pontos a distância em relação ao PS, tal como acontecia em Novembro passado.”

 

terça-feira, 5 de outubro de 2021

para os resultados das autárquicas !

os conselhos do alegado director do jornal ao CDS (para conferir com os resultados da Amadora)
...e a apreciação do apoio de Ramalho Eanes a um amigo! 
ouvir AQUI

segunda-feira, 25 de janeiro de 2021

um Dia da Vergonha que muitos fizeram esquecer !

O primeiro congresso do CDS em 25 de Janeiro de 19 75 devia ser memória de toda a direita portuguesa: Confrontos, Cerco, tentativa de Invasão do Congresso, tudo isso transformou o CDS numa espécie de abrigo para todos os perseguidos pela deriva comunista do 25 de Abril e que confirmavam a dificuldade de manter um espaço político à direita no panorama político pós-abril.

O CDS ganhou, durante alguns anos, uma aura de resistência que foi a base do capital político que começou a perder com a morte de Adelino Amaro da Costa e que teve como machada final o aparecimento de Anibal Cavaco Silva que, hoje, no século XXI, charmar-lhe-íamos de “populista”. As maiorias absolutas do PPD/PSD, as lutas internas - começadas no Congresso do Hotel Lutécia que elegeu Francisco Lucas Pires e levaram alguns fundadores do CDS a formar uma tendência no Partido Socialista de Mário Soares- que até hoje perduram foram reduzindo os Democratas Cristãos à expressão actual.

(Relembrei-me do “discurso”  de Freitas do Amaral, politicamente “muito correcto” e ainda mais reverencial em relação ao MFA, que no final teve o silêncio das novas gerações (próximas da Associação Programa) e o aplauso de alguns saudosos do Estado Novo (que mais tarde enfileiraram no PPD!).

Nos dias que se seguiram, 26 e 27 de Janeiro, os principais jornais em toda a Europa davam a notícia do cerco ao I Congresso do CDS e os representantes regressados aos seus países relatavam os momentos de pânico vividos no Porto. O Times dizia que o incidente era “um mau presságio para Portugal” enquanto o Daily Telegraph sugeria que o cerco “reflectia uma técnica comunista clássica”. Em Bruxelas, Von Hassel condenou “abertamente o atentado à liberdade de expressão por parte dos extremistas de esquerda quanto ao congresso do CDS”, segundo reproduz o Comércio do Porto. Em Portugal, o PCP criticou a actuação da polícia contra os manifestantes, mas Álvaro Cunhal defendeu que o seu partido “não organizou, não participou e não apoiou as manifestações”. Já o MDP-CDE disse que o CDS não merecia “solidariedade democrática”.

O congresso só foi concluído mais de um mês depois numa sessão em que não estive! A única de todos os Congressos até ao de 1992 que marcou a minha saída do Partido e da vida Politica.

sexta-feira, 4 de outubro de 2019

eu vou votar no espírito da PAF ou da AD

Um dos maiores erros dos partidos à direita foi não promover um entendimento semelhante do actual confronto e deixar cair em esquecimento que, apesar das diferenças entre os partidos, também há um projecto político que une todos à direita.
Que projecto é esse? Travar a marcha do socialismo, a sua apropriação da sociedade portuguesa e a sua tomada do aparelho de Estado. [.]
Porquê votar no espírito da PAF ou da AD em 2019? Ora, a resposta é mais simples do que possa parecer.
É votar PSD, apesar de Rui Rio, porque o motor político da direita está no PSD e só os sociais-democratas podem travar a ascensão dos socialistas – sobretudo nos distritos que bipolarizam as escolhas entre PS e PSD.
É votar CDS nos círculos eleitorais onde este historicamente elege – porque o manifesto eleitoral dos centristas é o melhor guião para os próximos anos à direita e porque foi Assunção Cristas quem liderou solitariamente a oposição ao governo durante os últimos 18 meses.

E é votar IL (Iniciativa Liberal) sobretudo no Porto, porque nesse partido está o rosto renovado da rejeição dos alicerces do socialismo – e não poderá existir uma nova PAF ou AD que não o inclua! (in “Eu voto PaF” por Alexandre Homem Cristo)

domingo, 5 de maio de 2019

É mesmo recuo?

Cristas vem dizer que, afinal, não abdica dos requisitos que constavam da proposta original do CDS e que faziam depender o pagamento aos professores de circunstâncias como o crescimento económico e a sustentabilidade das contas públicas. Requisitos esses que foram chumbados pela esquerda (incluindo PS) no âmbito da negociação conjunta em sede de especialidade.
isto é
o CDS anuncia que, na votação final global, poderá votar contra a proposta conjunta que negociou com PSD, BE e PCP sobre o reconhecimento do tempo integral de serviço que foi congelado aos professores. (Rita Dinis e Diogo Lopes em “CDS recua e já admite votar contra proposta” )
os requisitos do CDS:
- existência de crescimento económico e garantia de sustentabilidade financeira,
- negociação do estatuto da carreira dos professores, incluindo a avaliação dos professores e
- negociação do regime de aposentações dos professores.

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

a oposição é fraca?

como o acesso ao “vimeo” lhe deve estar interdito e     
claro, com tanta viagem, tantas selfies, sempre coberto - antes pelo Costa e agora pelo Medina – e com a censurada imprensa a que temos direito ele só come aquilo que lhe dão e anda para ai a dizer que “a oposição é fraca”...
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Meu Caro Presidente de quase todos os portugueses: 
pior que o envelhecer é não o reconhecer!



sábado, 14 de abril de 2018

enorme responsabilidade!

                          (ao que transparece do cartoon deste jornal britânico)  
Enquanto os idiotas-úteis olham bovinamente para a nova “geringonça", o CDS fica de fora! 
Caberá ao CDS ser o único partido de Oposição?
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Premonição?

domingo, 11 de março de 2018

“Portugal.com Futuro” para memória futura!

O Grupo para avançar já no programa eleitoral para 2019, sob a coordenação de Adolfo Mesquita Nunes, vice-presidente do CDS e ex-secretário de Estado do Turismo, chama-se “Portugal.com Futuro”, e inclui nove membros, com idades entre os 24 e os 44 anos, incluindo dois independentes:
Nadia Piazza. Tem 39 anos, é natural do Brasil mas naturalizada portuguesa, e tornou-se presidente da Associação de Vítimas dos Incêndios de Pedrógão Grande depois de ter perdido o filho nos fogos. Não é militante do CDS, mas tem-se destacado na sociedade civil pelo seu papel na defesa das vítimas dos fogos. Ao Expresso, em Outubro, Nádia contou como viveu, à distância, o dia trágico: estava na Irlanda a trabalhar num projecto para a Câmara Municipal de Figueiró dos Vinhos, onde é jurista e consultora, e só quando chegou ao hotel é que se apercebeu das imagens que lhe tinham enviado do cenário de terror. Começou a telefonar para o ex-marido, que estava com o filho de ambos, mas sem sucesso. Veio para Portugal no dia seguinte, e aí é que se deparou com o pior.
Pedro Mexia. Escritor, poeta e consultor de Marcelo Rebelo de Sousa para a área cultural, tem 44 anos e também não é militante, apesar de estar envolvido na organização das iniciativas do CDS de preparação para as legislativas chamadas “Ouvir Portugal”.  É cronista do Expresso e integra o painel do Governo Sombra, onde comenta vários temas da actualidade.
Ana Rita Bessa. Deputada desde 2015, eleita pelo círculo de Lisboa, tem 44 anos. Foi directora da LeYa Educação entre 2010 e 2015 e é a responsável pela pasta da educação no grupo parlamentar do CDS. No congresso deste fim de semana apresentou uma moção sectorial intitulada “Cinco prioridades para a educação”, onde defende que a “construção de uma alternativa implica políticas públicas como o acesso e a qualidade das vias profissionalizantes, o combate ao insucesso escolar nos 2º e 3 ciclos, o aprofundamento da autonomia das escolas a par de um sistema de avaliação externa”. Ana Rita Bessa faz parte do núcleo mais restrito da direcção de Cristas, sendo vogal da comissão executiva, e surge neste grupo como a única deputada em funções.
Francisco Mendes da Silva. Advogado, 38 anos, foi deputado à Assembleia da República durante o curto período em que Passos Coelho e Paulo Portas formaram governo pós-eleições legislativas de 2015. Francisco Mendes da Silva é dirigente do CDS, sendo vogal da comissão política nacional (órgão de direcção mais alargado), e comentador político no programa Sem Moderação, do canal Q, com José Eduardo Martins, João Galamba e Daniel Oliveira. Na altura das autárquicas fez uma publicação polémica no Facebook a criticar de forma veemente a candidatura do social-democrata André Ventura a Loures, que contava com o apoio do CDS. “Não há praticamente nada que André Ventura diga que eu não considere profundamente errado, ligeiro, fruto da ignorância e de um populismo que tanto pode ser gratuito, telegénico ou eleitoralista. Se perder, tudo bem: que nem mais um dia o meu partido fique associado a tão lamentável personagem”, escreveu. Pouco depois o CDS retirou o apoio ao candidato do PSD e anunciou um nome próprio.
Mariana França Gouveia. É um dos rostos do processo de renovação que foi conduzido por Assunção Cristas há dois anos, quando foi eleita líder do CDS e levou caras novas para a direcção do partido. Mariana França Gouveia é, tal como Francisco Mendes da Silva, vogal da comissão política nacional. Tem 43 anos, é advogada e professora de Direito na Universidade Nova. Trabalhou no Ministério da Justiça, é vogal do Conselho do Centro de Arbitragem Comercial da Câmara de Comércio e Indústria e Membro da Comissão de Arbitragem da CCI-Portugal, e, desde 2013, é vogal do Conselho de Administração da Fundação Francisco Manuel dos Santos.
João Moreira Pinto. Tem 37 anos e é cirurgião pediátrico. Fazia parte da direcção de Paulo Portas, como vogal da comissão política, mas não ficou nas mesmas funções com a mudança de liderança. Actualmente é um dos colaboradores de Diogo Feio no gabinete de estudos do CDS, que tem coordenado, segundo Diogo Feio, “vários grupos de trabalho” daquele organismo de pensamento estratégico do CDS nos últimos dois anos.
Graça Canto Moniz. Tem 29 anos e é, a par de João Moreira Pinto, uma das responsáveis pelo Gabinete de Estudos, presidido por Diogo Feio. É doutoranda na área de Protecção de Dados, depois de se ter licenciado em Direito pela Universidade do Porto e se ter tornado mestre em Ciências Jurídico-Políticas pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra.

Jorge Teixeira. É o mais novo do grupo, com apenas 24 anos. Licenciado em Filosofia e mestre em Ciência Política, é presidente da concelhia do CDS do Barreiro e foi, nas últimas autárquicas, o candidato do CDS àquela câmara. Surge neste grupo como o elo de ligação com a Juventude Popular.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

as etiquetas partidárias...

Ouço por vezes falar em "ideologias" na política portuguesa. Há até uns sábios que se assumem como guardiães dos respectivos templos.
Mas que ideologias, afinal?

O CDS reivindicou-se sempre como partido "do centro". C de centro, aliás. Mas esteve sempre à direita do centro, contrariando aliás a vontade de um restrito núcleo dos seus fundadores.
O PP de CDS/PP veio dar-lhe coerência onomástica, mas retirou-lhe o sentido democrata-cristão.
O PCP só seria comunista se fosse um partido revolucionário. Mas é um partido institucionalista, com base social no funcionalismo público a nível nacional e local. Nada tem de revolucionário.
O PSD nunca foi social-democrata. Foi - e é - um partido liberal, conservador, com matizes populistas nas suas adjacências regionais.
O PPD de PPD/PSD foi-lhe retirado quando era o que lhe dava coerencia filosófico-partidária.
O PS meteu o socialismo na gaveta ainda na década de 70. Teve sempre uma matriz dominante - a da social-democracia clássica, com erupções sociais-cristãs sobretudo no consulado de António Guterres.
O Bloco de Esquerda é vagamente "socialista" mas contemporizador com a UE capitalista, da qual não quer dissociar-se. Burguês até à medula, com representação residual junto dos segmentos mais pobres da sociedade. 
O PEV é tão ecologista como eu sou evangélico, xintoísta ou libertário. Eterna muleta do PCP, sempre foi muito mais vermelho que verde.

(por Pedro Correia in As etiquetas partidárias )

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

até a troika voltar com maioria absoluta...

…qualquer governo que resultar da negociação pós-eleitoral vai ficar mal, faça o que fizer. Se cumprir as promessas, verá a тройка regressar em breve; se tiver juízo e proceder como a situação exige, é crucificado por engano aos eleitores que não perdoarão o terrível choque quando a dureza da realidade for compreendida por um país mergulhado em ilusão.
A culpa da ratoeira é do anterior executivo, que mostrou incapacidade para realizar reformas verdadeiramente sólidas e duradouras. Mas a esquerda não se pode dizer inocente, pois sempre negou a emergência nacional e foi-se opondo violentamente até às tímidas medidas ensaiadas.
Se a coligação PSD-CDS se mantiver no poder, haverá uma certa justiça poética, sofrendo ela as consequências da sua timidez reformista. Mas a situação mais irónica é a de um governo do PS. Presidindo ao longo desequilíbrio que precipitou a crise e vendo-se forçado a pedir ajuda externa, esteve na oposição durante a execução da austeridade. Então fingiu hipocritamente opor-se às medidas indispensáveis. 
Quando a expectativa se mostrar cruelmente falsa, o governo anterior, agora na oposição, dirá credível mas hipocritamente que deixou o país em boas condições, pelo que a culpa dos sofrimentos, realmente inevitáveis, cabe toda à liderança de esquerda. A qual, por sua vez, carrega dois problemas adicionais. O primeiro é a falta de credibilidade junto de mercados e parceiros, seja pela sua aberrante composição ideológica seja pelas promessas ilusórias que insiste em apregoar. O segundo é que António Costa tem de enfrentar todas as dificuldades enquanto executa um número de verdadeiro malabarismo político. Precisa de, com as duas mãos, manter no ar, sem nunca se tocarem, pelo menos quatro bolas: PCP, BE, ala esquerda e ala direita do PS, os inimigos mais irredutíveis da política portuguesa.

Por ilusão do povo e cobiça política, estamos a entrar num período de surpresa e desilusão, até a troika voltar com maioria absoluta.  (in João César das Neves no Diario de Noticias)

sexta-feira, 31 de julho de 2015

Não, os Verdes não são o CDS...

« O debate político em Portugal conhece por vezes momentos da mais pura hipocrisia. Recentemente, assistiu-se a um desses momentos quando muitos colocaram o CDS e os Verdes no mesmo patamar, a propósito dos debates televisivos durante a campanha eleitoral. Todos sabem que são completamente diferentes, mas quase ninguém o disse. 
Mais uma vez, em nome de interesses imediatos – impedir a participação do líder do CDS nos debates televisivos – mostrou-se uma enorme falta de respeito pela história da democracia portuguesa.  
…
Em 2013, Portas cometeu o maior erro da sua vida política, quando se “demitiu” do governo de um modo completamente absurdo. Na altura, foi o CDS que o salvou, salvando-se também a si.
Quase por milagre, Passos e Portas reconstruíram a sua relação política e hoje concorrem juntos às eleições. E o líder do CDS será muito importante para a campanha. Tem um discurso articulado e simples sobre o que se passou nos últimos quatro anos. Tem igualmente ideias claras e organizadas sobre as mensagens para o futuro.
Numa eleição em que a campanha será absolutamente decisiva, a experiência e o talento oratórios de Portas serão muito importantes.

Este é um daqueles momentos em que será melhor estar ao seu lado, do que contra ele, como muito bem percebeu o primeiro-ministro. » (por João Marques de Almeida no Observador)