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segunda-feira, 9 de março de 2020

a nova Invasão Otomana!.

O Exército Turco ajuda os muçulmanos a atravessar a fronteira, com escavadoras, barcos, etc. O governo grego mostrou um carro blindado a atravessar a fronteira, por ironia, um veículo financiado pela UE,.
Como reportam os jornalistas, a maioria dos "refugiados" são do Paquistão, Afeganistão, Turquia, e colocam deliberadamente as mulheres e as crianças na frente, quando há jornalistas por perto, sendo activamente ajudados pelas forças turcas que cortam os arames farpados, aplanam rampas para os barcos, incentivam aos movimentos e usam escavadoras para apropriar os caminhos.

segunda-feira, 8 de julho de 2019

a morte do Syriza!


O amargo de boca dos jornalistas e comentadores cá do burgo 
(mas que tem que “escrever” para comer!)

derrota do Syriza já não é a derrota do movimento de esquerda que levou Tsipras ao poder: essa morreu no referendo de 2015, quando o partido convocou um referendo para ganhar apoio popular contra um programa de austeridade e acabou a negar os resultados e a aceitar um programa muito pior.
Foi aí que o Syriza, que chegou ao poder com um programa de recusa da austeridade, foi extinto. A Europa impôs como princípio o “não há alternativa” e a partir daí o Syriza transformou-se num partido como os outros, o “partido do Alexis”, um substituto do PASOK,  o Partido Socialista Grego. (in “a segunda morte do Syriza” por Ana Sá Lopes)

segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Grécia

A 23 de abril de 2010, George Papandreou anunciava que a Grécia não tinha resistido à pressão dos mercados e não restava outra alternativa senão pedir ajuda financeira internacional à União Europeia e ao Fundo Monetário Internacional (FMI), atirando o país para a incerteza. O então primeiro-ministro grego falava a partir da ilha de Kastellorizo. Mais de 3.000 dias, três regastes e 300 mil milhões de euros depois, há esta segunda-feira uma cerimónia simbólica naquela ilha pitoresca ao largo da costa turca para celebrar o fim de uma crise sem precedentes na democracia mais antiga do mundo que deixou a Zona Euro à beira do colapso. Findo o terceiro resgate, os gregos passam a andar pelo seu próprio pé a partir de hoje.[...]
Oito anos depois do primeiro pedido de ajuda, hoje a Grécia volta mandar nos seus destinos. Economia está a recuperar, mas dívida deixa Atenas e investidores em alerta. [...]
Para já, os investidores parecem novamente dispostos a emprestar dinheiro ao país a um preço aceitável. Os juros gregos na maturidade a 10 anos rondam os 4,322%, bem longe dos 40% observados em 2012, aquando do perdão de dívida à Grécia no valor de mais de 100 mil milhões de euros envolvendo apenas os investidores privados, bancos portugueses incluídos.

sábado, 5 de novembro de 2016

a nova direita grega...

em breve veremos um copy/paste!
(que os idiotas-úteis não deixarão de aplaudir…)


segunda-feira, 22 de junho de 2015

o Syriza não recusa um acordo, recusa o nosso modo de vida na União Europeia

Se o velho sistema político grego, corrupto, doente e ineficaz, não tivesse colapsado na sequência da crise financeira aberta em 2008, por muito talentoso que Tsipras fosse nunca conseguiria levar o seu pequeno partido da esquerda radical, que antes valia apenas 3% dos votos, até aos 36% que lhe permitiram estar hoje no poder. Nesse artigo recomendava-se que o jovem primeiro-ministro não tentasse abusar da sorte, pois ela de pouco lhe serve no tipo de negociações que tem tido pela frente.

Os radicais gregos não desejam apenas combater a austeridade – eles querem é tirar partido do descontentamento provocado pela austeridade para promoverem um tipo de sociedade radicalmente diferente da nossa. Eles não são reformistas ingénuos, são revolucionários que querem aparecer como pragmáticos. Tal como Álvaro Cunhal em 1975, eles não querem uma “democracia burguesa” – só são diferentes de Cunhal porque não sabem muito bem o que querem, pois longe vão os tempos da União Soviética.

o Syriza, ao ocupar o poder e ao colocar os seus homens nos lugares chave, está a mostrar que não é menos clientelar do que os velhos partidos gregos. Um bom exemplo disso é a forma como reabriram a televisão pública e a transformaram num instrumento de propaganda. Não que os outros não tivessem antes feito o mesmo – a diferença, hoje, é que já ameaçam os operadores privados com a cassação das suas licenças, uma ameaça “à venezuelana”.


A Grécia do Syriza no euro será sempre uma crise permanente, pois aquele partido não é apenas um PS um pouco mais radical – o Syriza é uma coligação de radicais que são convictamente contra o que os menos sofisticados, ou menos dissimulados, designam como “capitalismo” – basta ver o discurso de alguns dos manifestantes que têm saído à rua em apoio do governo. Mais: ao mesmo tempo, muitos na Grécia começam a sentir que as suas promessas foram enganadoras e que a sua agenda pode acabar numa catástrofe, e também esses já começaram a sair à rua, porque não se imaginam fora do euro ou afastarem-seda forma de vida democrática e livre da União Europeia.

sábado, 6 de junho de 2015

Grécia:quando é que a história acaba?

A Grécia tinha esta sexta-feira um pagamento ao Fundo Monetário Internacional, e esperava-se que não pagasse. Era a bancarrota, o fim da saga. A Grécia, de facto, não pagou. Mas nem por isso houve bancarrota. Mais uma vez. Nos últimos meses, o governo grego lá foi arranjando dinheiro, e os seus credores lá foram arranjando paciência. A saga continua.
O pior, para o Syriza, é que, dentro da Grécia, a sua chegada provocou a mais perigosa de todas as revoltas: a dos contribuintes e aforradores. Os contribuintes (um terço dos quais são trabalhadores por conta própria, e portanto menos vulneráveis ao fisco), começaram a deixar de pagar impostos, e os aforradores a tirar o dinheiro dos bancos
Quanto à UE, o seu problema não é a Grécia, mas a sua própria concepção do Euro. A Grécia representa 2% da economia da zona Euro, e não pesa especialmente no comércio de nenhum dos seus membros (para as exportações alemãs, a Grécia é menos importante do que o Luxemburgo).
(isto é)
Não deveria ser mais do que um problema humanitário. 

Não vale a pena tentar adivinhar os próximos capítulos. Como é típico destes processos de procrastinação e de arrastamento, quando o inevitável acontecer, será sempre uma surpresa. ( Rui Ramos in Observador.pt )

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

não há revoluções gratís!

Um excelente artigo de Opinião de Rui Ramos, para mais tarde recordar:

« No exterior, o clube de fãs do Syriza agora vai tentar fingir que este foi apenas mais um caso de prepotência alemã »  …
só que, já todos sabemos(?), o que conseguiu o Syriza: em vez da troika, passou a haver “instituições”; em vez do programa, “acordo”; em vez de credores, “parceiros”; em vez de austeridade, “condições”. …
à esquerda e à direita, já muita gente percebeu a “ilusão” encenada por Tsipras e Varoufakis. Manolis Glezos, o patriarca do Syriza, com um sentido da decência que os seus correligionários mais novos não têm, pediu entretanto as devidas desculpas ao povo grego.»
mas
neste artigo de opinião também se fala da Lei Macron na França e do “modelo” do Syrisa: a Venuzuela!
Vale a pena ler (mesmo que se não concorde como alguns troll’s que o comentaram!)

ps: a capa é do unico jornal de esquerda que não se disfarça de multi-partidário  

terça-feira, 10 de abril de 2012

juros a acrescentar ao empréstimo...

PSI 20, negativo pela 5.ª vez consecutiva, cai 1,69% para 5.266,32 pontos.
O Ibex 35,  principal indicador da bolsa espanhola, registou hoje a segunda maior queda do ano, perdendo 2,96% para 7433,60 pontos ficando ao nível de Março de 2009.
O Comércio entre a China e a União Europeia abrandou para 2,6% no 1.º trimestre.
A OCDE prevê que Economia deverá continuar a deteriorar-se em Portugal e a melhorar na Grécia e Irlanda.
O Fundo Monetário Internacional considera que os preços das matérias-primas, como o petróleo, podem descer.
A Grécia colocou hoje 1 300 milhões de euros em títulos do Tesouro a seis meses, com juros de 4,55%, inferiores aos 4,80% da última emissão de dívida semelhante, no início de Março.
Os juros da dívida soberana estão a subir em praticamente todos os prazos em Portugal, Espanha, Grécia, França e Itália, com os investidores a optarem por se refugiarem na dívida alemã.

terça-feira, 13 de março de 2012

juros a acrescentar ao empréstimo... os da Grécia baixam para metade!

O PSI 20 fechou hoje a crescer 1,60% para 5.659,38 pontos.
Os juros da dívida soberana grega a dez anos atingiram o mínimo histórico de 18,45%.
Segundo o Banco de Itália, na emissão de títulos de tesouro com maturidade a um ano foram colocados 8,5 mil milhões de euros à taxa de juro média de 1,405% e a três meses foram encaixados 3,5 mil milhões de euros a um juro de 0,492%.
O Governo espanhol aceitou o limite de défice de 5,3% do PIB exigido por Bruxelas.
Os ministros das Finanças da União Europeia decidiram suspender a entrega de 495 milhões de euros em fundos de coesão à Hungria.

segunda-feira, 12 de março de 2012

juros a acrescentar ao empréstimo...

O Psi20 perdeu 1,47%, para 5570,12 pontos.
A taxa de inflação em Fevereiro foi 3,6%.
As exportações portuguesas cresceram 10,9% e as importações caíram 7% no trimestre terminado em Janeiro, em comparação com o período homólogo (Novembro de 2010 a Janeiro de 2011). 
Os suíços recusaram, em referendo, por ampla maioria (66,5%), uma proposta para aumentar de quatro  para seis as semanas de férias anuais dos trabalhadores.
O Instituto de Estatística de Itália confirmou que o país teria entrado em recessão, com o PIB a recuar 0,7% no quarto trimestre de 2011 face aos três meses anteriores.
De acordo com os indicadores compósitos da OCDE, que apontam melhorias para a Zona Euro, a economia deverá continuar a contrair em Portugal mas poderá ter melhorias na Grécia e Irlanda.

sexta-feira, 9 de março de 2012

Grécia: uma boa noticia para o euro!

A República Helénica garantiu o perdão parcial da sua dívida pública a privados, evitando assim a bancarrota do país. 85,8% dos 177 mil milhões de euros de títulos foram trocados por obrigações de taxas de juro mais baixas e maturidades mais longas.
A operação também permite desbloquear o segundo pacote de resgate à Grécia no valor de 130 mil milhões de euros. rr 

Vamos aguardar e ter fé que, parado o ataque à divida helénica, os credores não se voltem para este País de Sol (e secas...  )

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

bons conselhos do Éire

Lucinda Creighton, Ministra de Estado para os Assuntos Europeus, afirma ser importante que os países com um plano de resgate da UE e FMI "como a Grécia, Portugal e Irlanda mostrem solidariedade entre si e uma grande compreensão em relação às dificuldades que enfrentam. Entendo que seria um erro não o fazer. É importante que nos tentemos apoiar ao máximo. Não é fácil. Temos enormes desafios nos nossos respectivos Estados membros. Mas acho que seria errado tentarmos dissociar-nos da Grécia". dn 

A “dama de ferro” irlandesa veio dizer aos nossos politicozinhos aquilo muitos de nós pensamos há longo tempo.
Já o escrevíamos em tempo do Pinto de Sousa e vai para um ano que o pregamos para do deserto de Portas e Coelho. Mas, génios NO da política, pensam que como "só acontece aos outros" nunca chegará a “nossa vez” e lá nos vão germanicamente levando para a grécia da bancarrota violência... sem perceberem que por ser tão recente e diferente da Grécia das Polis só lhe chamaram Helénica.
Mas não se convençam que é só por sermos "antigos" que alinhamos sempre no estadonovismo dos "brandos costumes"... porque ao longo da história, muitas vezes, fomos "gregos".

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

a atividade económica deverá continuar a cair

A atividade económica em Portugal deverá continuar a cair nos próximos meses, de acordo com os indicadores compósitos avançados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), ao contrário da Irlanda e mesmo da Grécia.
Aqueles indicadores, nos dados relativos a Portugal, estão a diminuir desde janeiro de 2011 completando já um ano de queda enquanto os relativos à Irlanda estão a melhorar há três meses e já se encontram acima da média de longo prazo e os da Grécia a melhoria tem vindo a melhorar consecutivamente nos últimos seis meses. 
A manchete do semanário Expresso é sugestiva:

domingo, 12 de fevereiro de 2012

a grécia que nos antecede...

O governo de coligação da Republica Helénica aprovou o Plano de Austeridade exigido pela UE e pelo FMI para desbloquear uma nova ajuda que permitirá a Atenas evitar um 'default' de pagamentos em Março, um mês antes das eleições.
O “pacote de austeridade” aprovado prevê um corte de 22% no salário mínimo, uma redução de 15% nas pensões complementares e o despedimento de 15 mil funcionários públicos, para cumprir uma meta de 150 mil reduções de postos de trabalho na função pública até 2015.
Na sequencia daquela aprovação, seis membros do Governo demitiram-se em protesto contra o acordo e o partido LAOS abandonou o executivo. 

Falta a que o “Plano” passe no Parlamento, mas 25 deputados social-democratas e 13 da conservadora ND afirmaram publicamente que não votarão a favor das severas medidas exigidas pela 'troika'.
Papandreou do PASOK e Antonis Samaras da Nova Democracia apelaram aos deputados dos respectivos partidos para respeitarem a disciplina de voto durante a votação para a ratificação do acordo obtido no governo.
O Plano de Austeridade irá passar e os gregos irão receber mais 130M de euros. 

Na rua as manifestações contra o acordo reuniram mais de 80 mil pessoas que se concentraram em diversos pontos de Atenas e outras 20 mil em Salónica. Vários estabelecimentos comerciais, três agências bancárias e dois cafés de grandes marcas, foram incendiados, além de contentores do lixo e veículos, relata a agencia EFE e as televisões gregas mostraram um grande edifício a arder. 

Em Abril haverá eleições para o Parlamento Helénico.
Fica a questão: Quem dos actuais deputados, que votaram favoravelmente o Plano, terá coragem de se recandidatar?
e depois?

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

juros a acrescentar ao empréstimo...e o brent a subir


O PSI20 fechou a crescer 1,93% para 5696,33 pontos.
Portugal diferente da Grécia mas… pode estar a caminho um segundo resgate. Portugal e Grécia são diferentes, têm comportamentos díspares e a perceção dos analistas é de que um quer cumprir as regras e o outro nem por isso. Mais à frente está a Irlanda, que conseguiu distanciar-se. Os juros das obrigações em mercado secundário espelham as diferenças, escreve Vítor Norinha hoje no OJE 
O barril do Brent, de referência para Portugal e para entrega em março, abriu hoje em alta para os 116,43 dólares, mais 0,19 dólares do que no fecho da sessão anterior.
É pouco provável que Portugal consiga voltar aos mercados em 2013, afirmam os analistas do BBVA na primeira edição do "Observatório Económico para Portugal", apresentado ontem. A conclusão seguinte, escreve o OJE, é de que Portugal necessitará de um segundo resgate internacional.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

juros a acrescentar ao empréstimo...

O PSI20 fechou a subir 1,81% para 5490,65 pontos.
A Grécia sofreu, nos dois últimos anos, uma fuga de capitais de 16 mil milhões de euros para bancos estrangeiros, um terço dos quais para instituições do Reino Unido, disse hoje o ministro das Finanças grego.
BCP, BPI e BES, os três maiores bancos privados portugueses, terminaram o último ano com prejuízos de 1098,9 milhões de euros.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Portas contra “controleiros” de orçamento

«Sem entrar em especulações, parece-me que há melhores formas de os credores verem satisfeitos os seus créditos e de os devedores cumprirem as suas obrigações». Foi assim, que em poucas palavras, Paulo Portas rejeitou a proposta da Alemanha para nomear um comissário europeu que controle o orçamento grego.

Mas aquele “sem entrar em especulações” deve ter água no bico!
Antigo jornalista, sabe que a mesma pergunta será feita a outro, porque os pmmjornalistas de hoje são de levar e trazer recados e a mínima diferença de opiniões, se existir, ou um enorme discurso para dizer o mesmo, irá vender papel porque cá no apenas uma má notícia é uma boa noticia…ou vice-versa!

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

juros a acrescentar ao empréstimo...

O Governo estima que o défice orçamental em 2011 ficará nos 4%
A Roland Berger Strategy Consultants confirmou hoje que está em negociações com diversos bancos europeus para criar a primeira agência de ‘rating' europeia.
A Republica Helénica vai negociar novos empréstimos com o FMI no quadro do segundo plano de ajuda concedido pela zona euro a Atenas no final de Outubro

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

juros a acrescentar ao empréstimo... ataque à Espanha, à Itália e à França

O PSI20 a fechou no vermelho pela segunda sessão consecutiva, ao perder 1,56% para 5.505,05 pontos.
A França a pagou mais nesta emissão a dez anos (3,29%) que na anterior (3,19%), apesar de toda a liquidez disponibilizada à banca pela LTRO do BCE.
Continua o debate sobre a Grécia, as negociações do envolvimento do setor privado com os bancos e qual vai ser o perdão de dívida, se 50 se 75%.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

juros a acrescentar ao empréstimo...e a Grécia precisa de mais 130 mil milhões

O PSI 20 a valorizou 1,60% para 5700,94 pontos.
O governo grego admitiu hoje que o país terá que abandonar o euro se não receber uma nova tranche da ajuda internacional no valor de 130 mil milhões de euros.