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quinta-feira, 1 de abril de 2021

Isto é só o princípio !

O jornalismo ao qual o nosso país é testemunha, tem influenciado e manipulado a opinião de muita gente em relação à covid, criando uma propaganda do medo que tem inibido a coragem e bom senso de um povo. Por quê? Porque foi pago para ajudar o “sistema”. No ano de 2020 foram 15M€ do nosso dinheiro de impostos para a comunicação social, numa altura onde quem mais lucra com a pandemia é o jornalismo, este ano vamos pelo mesmos caminho, na Lusa vão ser mais 8 milhões de euros.
O país está mais pobre, com empregos decadentes e difíceis de conseguir, os “pés de meia” das pessoas estão a terminar, milhares pessoas já dependem da segurança social ou associações de caridade para comer e viver, os bancos estão a começar a fazer pressão nos empréstimos bancários, os impostos não dão tréguas e não têm ordem de perdão e está a chegar novamente IMI e o IRS, os combustíveis pela 16ª vez (penso eu) subiram este ano consecutivamente.
As pessoas não questionam o que vêem e ouvem nas tvs, as pessoas não têm espírito crítico para criar uma opinião sem ouvir um comentadeiro qualquer no telejornal.
Vivemos a maior crise intelectual de sempre e em breve económica. O dinheiro da bazuca não vai ajudar os que mais precisam, mas sim encher o bolso aos do costume por meio de esquemas já conhecidos por todos nós! (Maria João Branquinho no FeiceBuque)

Isto é só o princípio.... mas…

Magister Populi

No passado dia 11 de Março, o Presidente da República, após ouvido o Governo e obtida a aprovação da Assembleia da República, decretou o décimo terceiro estado de emergência por causa da epidemia da Covid. Até aqui nada a dizer. As normas constitucionais e a lei foram devidamente respeitadas. Acontece que este novo estado de emergência foi anunciado como sendo o último que se pretende declarar e terminou a 31 de Março. A partir daqui, entraremos em desconfinamento gradual, lento e progressivo, que durará o tempo que o Governo de António Costa quiser, e durante o qual continuarão em vigor medidas restritivas, ou mesmo suspensivas, dos direitos, liberdades e garantias dos cidadãos portugueses.
Costa, aliás, parece ter mandado informar os Portugueses, através do jornal Expresso, que pretende «libertar-se dos decretos» e concentrar na sua augusta pessoa todo o poder necessário a essa empreitada.
Por sua vez, Marcelo Rebelo de Sousa fez saber, pelo mesmo órgão de comunicação social, que «ficou surpreendido» com a situação que se prevê para o fim do estado de emergência, receando o que daí possa resultar, por se tratar de uma «questão juridicamente delicada». Como bom constitucionalista que sempre foi, não se quer envolver nisto. Pela primeira vez das muitas em que já decretou o estado de emergência não se dirigiu ao país, preferindo apanhar um avião para Roma, cidade dos Césares e dos Ditadores da velha República, para ir visitar o Papa.
A partir de 1 de Abril (nem de propósito), António Costa fará dos direitos, liberdades e garantias dos cidadãos portugueses, cuja redução ele considere necessária ao desconfinamento, o que bem entender. Por período não determinado por nenhuma lei, com as competências que desejar e que ficarão inteiramente dependentes da sua soberana vontade. O estado de emergência será, então, o Dr. António Costa.
A partir de 1 de Abril entraremos em ditadura(por Rui Albuquerque no Observador)