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domingo, 14 de agosto de 2016

um governo, uma maioria...um presidente!

O Presidente da República já percebeu e já começou a enviar recados. 
Os idiotas-úteis ainda não…
.
“Muita coisa aconteceu em Portugal (e no mundo) durante o último ano, e a maioria dos portugueses já terá esquecido, mas o PS passou, entre 2011 e 2015, a atacar o governo do PSD e do CDS por não fazer crescer a economia portuguesa. João Galamba, Pedro Nuno Santos e outros acusavam o governo de então de nada fazer para promover o crescimento. António Costa deu voltas e voltas a Portugal a prometer crescimento e mais crescimento. O PS, o BE e o PCP atacavam a “austeridade” acusando-a de impedir o crescimento económico. Antes das eleições, Costa criou um grupo de trabalho, cheio de economistas brilhantes, para apresentar um programa de crescimento ao país. Na campanha eleitoral, garantiu aos portugueses, um crescimento de 2,5% com um governo socialista.” 
depois
Chegou a geringonça, com a promessa de um enorme crescimento. Os portugueses acreditaram, aumentaram o consumo e gastaram as poupanças. No Portugal das esquerdas, só o défice e a dívida é que crescem”. Costa prometeu o fim da austeridade e o crescimento económico. Vai acabar com o regresso à austeridade e sem crescimento. O Presidente da República já percebeu e já começou a enviar recados. (por João Marques de Almeida no Observador)

terça-feira, 25 de março de 2014

informação para idiotas úteis!


Até mesmo àqueles que têm poucos conhecimentos de matemática é-lhes fácil notar que o “truque” está na escala que se atribui ao eixo vertical.

O que acontece no gráfico à esquerda serve apenas para “comover” os idiotas-úteis.
Também o formato e as cores da imagem manipulada são dignos de registo pelo apuramento a que já chegaram os especialistas em desinformação.

Agradeço aos blogs BLASFÉMIAS e DOTeCOMe que me chamaram a atenção para mais uma manipulação de dados com que a “opinião publicada” nos está a “brindar”.

...confesso que começo a recear aquilo em que os “especialistas” nos querem transformar! 

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

a usar os tolos!

Uma das técnicas de reportagem que “mais gosto” é a da acareação entre aquilo que foi dito ou escrito hoje, com o que foi dito ou escrito há um ou mais anos! Todos os pmmj a usam!
O difícil, porque a memória é curta, é encontrar a confrontação entre o que eles escreveram, disseram ou publicaram noutros tempos.
 
Não tenho paciência, nem tempo, para o fazer com regularidade mas, às vezes, dá-me para pesquisar coisas antigas…
 
Há um ano foi assim:
- a guerra na Palestina estava por um fio,
- o Isaltino não ia ser preso e
- entre Abril e o Setembro era inevitável haver eleições”
(também não foram esquecidos “os pobres” aconselhados a "comprar" jogos da Santa Casa e “os ricos” a adquirir relógios “ rolex’)
…e assim se vão enganando os “idiotas úteis” e vendendo o “papel“ que sustenta os intocáveis!

quinta-feira, 28 de março de 2013

“les Portugais sont toujours gais!”

Não fui espetador (à moderna) e coerente e dificilmente serei espectador (à antiga) do Pinto de Sousa.
Ouvi, depois, na SIC, os comentários (de José Gomes Ferreira), os desmentidos (de Ricardo Costa), os de defesa corporativa (do José Miguel Júdice advogado da banca e das PPP’s). "Enfiado" e sem microfone também lá esteve o Sousa Tavares.
Atentei o indefeso ataque ao Correio da Manhã. Lembrei-me da TVI, da Moura Guedes e, porque não tenho memória curta, do Pinóquio do Carlo Collodi!
Estranhei que os ainda chamados jornalistas, sempre prontos a defender a "sua" corporação, nada tenham dito em defesa dos seus "camaradas" do CM. Serão só "colegas" como se dizia na tropa do antigamente?

Após o zapping para a estranja, em imagens que a nossa opinião publicada não nos transmite, vi, vindos de Francoforte, os “blindados” a transportar as notas de euro que os bancos do Chipre precisam para distribuir aos cipriotas que há dez dias compram alimentação a crédito quando o, e a, têm.
Recordei que os “idiotas úteis”, de lá e de cá, não sabem que hoje o “dinheiro é virtual” e ainda pensam que a banca o guarda em grandes cofres como o Patinhas do Disney.
Mais um salto de canal e deparo-me com o “primeiro” que temos, talvez o único remodelável, armado em intelectual, com aquela conversa gongórica que não ultrapassa os 30 segundos sem lhe sair uma bacorada boca fora. Estranhamente, desta vez conseguiu uma boa frase: “Cada um deve assumir as suas próprias responsabilidades!”
Concluí que assim deverá ser e por este caminho a minha pensão (com mais de 40 anos de descontos) irá assumir, mais uma vez, as tais responsabilidades.
Tudo leva a crer que em breve ficaremos sem este governo, que virá um governo tecnocrático “à Monti”, com eleições três ou quatro ou seis meses depois e, claro, como no Chipre, sem dinheiro, mesmo que virtual, até chegarem os blindados com as notas de euro!
Mas, mesmo com o vazio das prateleiras dos mercados, “les Portugais sont toujours gais!”, dirão em Bruxelas e em Berlim enquanto atrasam os "dinheiritos"!
Por isso, caro leitores, comentadores, etc., espero que assumam as responsabilidades do que escrevem, postam e partilham.
Eu assumo, desde já, as minhas e não aceito ser nem comentador, nem idiota útil, como os Licenciados em Generalidades que por andam aí, mesmo quando caídos do bico de uma “cigogne parisien”  

domingo, 2 de dezembro de 2012

os idiotas úteis


Longe vai o tempo da Instrução Primária. Mais longe ficam os cadernos de “duas linhas”. Igualmente, ou mais distante, fica a palavra interpretação que já perdeu significado.
Vem isto a propósito das nãoticias que hoje aparecem sobre o Banco Alimentar.
Uma série de gentes escreve hoje que “Portugueses generosos na crise”, ou que “Banco Alimentar resiste à crise e à polémica” e que ” 38000 voluntários numa recolha igual às outras” ou ainda “Portugueses criticam Jonet mas ajudam Banco Alimentar”.
Ora bem:
- 38 mil são vinte vezes mais que os “imbecis úteis” que assinaram a petiçãozinha e dão resposta “á polémica” que foi apenas fruto da imaginação em crise daqueles que nunca tiveram oportunidade de, enquanto chavalitos, aprenderem a interpretar.
- Crise, existe, claro que existe, mas a responsabilidade colectiva é bem maior e, ainda há pouco tempo, bem se mostrou nas zonas mártires de Silves e Lagoa.
- Banco Alimentar “resiste”, pois é, resiste! Tal como a “sopa do Sidónio” resistiu enquanto fez falta, mas isso pertence a outra disciplina, a da nossa História, que as gentes ignoram.
O pior é que ao olhar para os gentes de agora me lembro dos gentes que a 26 de Abril de 1975 tiveram uma surpresa:
os Portugueses de então eram mesmo estúpidos e não foram na conversa das manchetes dos idiotas úteis do Lenine!

domingo, 17 de abril de 2011

Hoje torci um pé!

Hoje torci um pé! Este pequeno incidente “obrigou-me” a ficar sentadinho a olhar para aquilo com que as TV me entraram pela casa a dentro.
Assim, imobilizado, assisti, de seguida, ao Especial Debate da Sic Noticias, ao A Torto e a Direito da TVI e, para acabar em grande, ao Eixo do Mal.
Penso que os meus queridos leitores sabem que estamos perante uma Crise financeira, económica e também social. Acredito que as senhoras e senhores comentadores a quem as televisões pagam, dizem-me que muito bem, também se devem ter apercebido da situação em que nos encontramos.
Tenho lido por aí que em seis anos a nossa divida pública passou para o dobro e que isso nos foi sucessivamente escondido até que, com a bancarrota nacional à vista, há uns dias atrás chegaram uns especialistas da estranja para garantir que nós, caloteiros, iremos pagar o que temos gasto a crédito. Imaginem o meu espanto quando começo a ouvir as senhoras e os senhores comentadores me começarem a explicar que os culpados dos nossos gastos são, por ordem de responsabilidade, o Presidente, o
PPD/PSD/PPC, o CDS/PP e o Dr. Nobre da AMI. Acreditem que o governo, o nosso primeiro e os seus ministros que ainda temos, raríssimas vezes foram citados e, quando tal aconteceu, rapidamente desapareceram das intervenções.
Isto será natural?
Penso que não, e se, por acaso acreditasse, na teoria da conspiração, diria que as senhoras e os senhores comentadores teriam sido pagos para nos desinformarem.
Mas como não acredito naquela teoria apenas posso coloca-los na equipa dos idiotas úteis que, como nunca antes, tem surgido na nossa "comunicação".
Penso que também faço daquela equipa porque há muito tempo que me deveria ter apercebido que eramos tantos...