Mostrar mensagens com a etiqueta rating. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta rating. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

a próxima avaliação a Portugal agendada para 29 de Abril

Estamos continuamente a monitorizar os desenvolvimentos em Portugal para avaliar se deve haver, ou não, quaisquer ajustamentos aos ratings
.
a DBRS é, para Portugal, a agência mais importante de todas, por duas razões:
Financiamento dos bancos. É graças ao rating acima de lixo da DBRS – o único – que os bancos podem apresentar dívida pública portuguesa como garantia para receberem financiamento do BCE e, sem esse rating, os bancos ficariam relegados à plataforma de emergência que usa o Banco de Portugal como intermediário (como está a acontecer desde Fevereiro na Grécia).
Compra de dívida pública. É, também, graças a esse rating que o BCE pode incluir a dívida pública portuguesa no programa de compra de títulos que está a decorrer há quase um ano e que tem tido um impacto enorme na redução dos juros de todos os países da zona euro (exceto a Grécia, que continua de fora). 
.

Sem o rating da DBRS, só um novo resgate garantiria a continuação da elegibilidade para o programa drenagem que o BCE está a fazer no mercado.

quarta-feira, 28 de março de 2012

em simultaneo com a “entrevista” a Lusa informa...

A Moody's cortou em um nível o "rating" da Caixa Geral de Depósitos, do BES e do BPI, passando-os de Ba2 para Ba3 e o Banif passou de Ba3 para B1.
O Santander-Totta sofreu um corte de dois níveis, de Baa2 para Ba1, e manteve a classificação do BCP e do Montepio. dn
coincidencias... Lusas!

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

juros a acrescentar ao empréstimo...ataque à divida de Portugal


O PSI 20 fechou a cair mais de 4% para os 5.678,12 pontos.

Os juros da dívida portuguesa estavam hoje pressionados em todos os prazos, após o corte de rating.

a Moody’s volta a atacar...

A Moody's reviu em queda os 'ratings' de Itália e Malta (de A2 para A3), Portugal (de Ba2 para Ba3), Eslováquia e Eslovénia (de A1 para A2) e Espanha (de A1 para A3), mantendo as previsões negativas em todos os casos e ameaça cortar o triplo A de França, Reino Unido e Áustria, considerando que estão expostos aos "riscos financeiros e macroeconómicos crescentes" que emanam da zona euro...

sábado, 28 de janeiro de 2012

neste dia

O que chateia é que as Agências de “rating” parece que estão imunes às acções das agências de propaganda do governo e, como de costume, quem se vai lixar é o pobre do mexilhão...
Não teria sido mais fácil e mais justo apresentar um OGE com medidas semelhantes às irlandesas em que todos contribuem, para reparar as asneiras do governo que tiveram, em igualdade proporcional?
Mas conceda-se-lhes o benefício da dúvida, porque é sabido que "sempre fizemos tudo errado para acabar por dar certo", apesar dos usuais queixumes á Calimero do ingº Sousa.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

juros a acrescentar ao empréstimo...ataque à divida de Portugal

O PSI20, fechou a subir 0,96% para 5.481,25 pontos.
O euro segue a negociar em alta face ao dólar, tendo atingido 1,3146 dólares, o valor mais alto em cinco semanas.
O Estado volta ao mercado na próxima quarta-feira para emitir entre 1250 e 1500 milhões de euros em dívida com maturidade entre os três meses e meio e os seis meses.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

juros a acrescentar ao empréstimo...

O Governo estima que o défice orçamental em 2011 ficará nos 4%
A Roland Berger Strategy Consultants confirmou hoje que está em negociações com diversos bancos europeus para criar a primeira agência de ‘rating' europeia.
A Republica Helénica vai negociar novos empréstimos com o FMI no quadro do segundo plano de ajuda concedido pela zona euro a Atenas no final de Outubro

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

A Standard & Poor's e a Fitch acabam de baixar a notação da Bélgica de AA+ para AA. Um corte apenas de um nível. O país tem visto o risco de incumprimento subir e os juros da dívida estão acima de 5%. Também a Moody's baixou o ‘rating’ belga em dois níveis, para Aa3, e manteve as perspectivas negativas.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

uma ideia genial !



A agência de publicidade BBDO Portugal decidiu enviar um saco de lixo directamente para a 175 Federal Street, em Boston, Massachusetts, USA, onde está a sede da agência norte-americana.
Os criativos portugueses gravaram um vídeo com todo o processo, que está disponível YouTube e é acompanhado da música 'Fuck You', de Cee Lo Green.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

um produto não desejado

A agência de notação financeira Moody's cortou hoje em quatro níveis o rating de Portugal de Baa1 para Ba2, colocando a dívida do país na categoria de junk, um “produto não desejado”, que rapidamente alcunhamos com o nome de “lixo” talvez por analogia com a junk food que muitos consomem e gostam.

a Moody's apresenta três argumentos:
que existe o risco crescente de Portugal precisar de um segundo pacote de empréstimos internacionais antes de conseguir regressar aos mercados no segundo semestre de 2013,
que há uma «possibilidade crescente de a participação dos investidores privados ser imposta como pré-condição» para esse segundo resgate, e
que se receia que Portugal não seja capaz de cumprir a totalidade das metas de redução do défice e da dívida acordadas com a тройка FMI, UE, BCE.

Curiosamente, ou talvez não, aqueles são também os argumentos de José Silva Lopes, entre outros, ao referirem que o empréstimo do FMI e da UE é insuficiente, sendo preciso mais que os «largamente insuficientes» 78 mil milhões de euros.
Sobre o imposto extraordinário, anunciado por Passos Coelho, Silva Lopes é categórico: “É apenas o começo de uma longa e dolorosa estrada”.

O ministério das Finanças contra-argumenta que o downgrade da Moodys’s não terá tido em devida conta o amplo consenso político que suporta a execução das medidas acordadas com a тройка e “ignora os efeitos da sobretaxa extraordinária em sede de IRS anunciada pelo Governo durante o debate do programa de Governo no final da passada semana”.

Quer a Moody's, quer Silva Lopes, conhecem bem este povo de cigarras que se recusa a reconhecer a situação e que entende que isto de “sacrifícios” é algo de necessário... desde que seja para aplicar aos outros.
O Governo dá-lhes razão, quando fecha os olhos e assobia para o ar, passando da universal “contribuição extraordinária” ao “imposto extraordinário no Subsidio de Natal” que apenas incide sobre Pensionistas e Reformados, Funcionários Públicos e nos “suspeitos do costume”: os “ trabalhadores por conta de outrem” e deixa de fora os responsáveis pela crise e que dela beneficiaram.

E a União Europeia, criada no Ocidente da Guerra Fria, na sua inconsciência de governação “à leste duma Cortina de Ferro” ainda não percebeu que se está a acabar…

sexta-feira, 1 de abril de 2011

juros a acrescentar ao empréstimo...

A agência de notação internacional Fitch cortou o 'rating' de Portugal em três níveis, de A- para BBB-, estando agora a um nível de ser considerado «lixo».

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

e se você fosse "um mercado"

Os portugueses efectuaram oito milhões de levantamentos no valor de 578 milhões de euros nas caixas automáticas da rede Multibanco, entre os dias 20 e 26 de Dezembro, informou hoje, terça-feira, a SIBS. No mesmo período foram efectuados, nos terminais de pagamento automático, 17 milhões de compras no valor de 782 milhões de euros.
Andam por ai a vocifrar contra os "mercados" que dia-a-dia aumentam os juros que nos cobram para nos emprestar o que precisamos para pagar a dívida da dívida.
Decerto pensam que "os mercados" não tem olhos e ouvidos: "três submarinos pelo Natal? E andam de mão estendida? Claro que lhes vamos subir o rating!"
...e subiram.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

O FMI chega com a Primavera ?

Para o ainda primeiro-ministro o FMI não é uma possibilidade, já que Portugal está «a fazer o que deve» para cumprir as metas do défice a que se comprometeu com Bruxelas. «Não temos nenhum problema que exija recorrer ao Fundo Monetário Internacional. O nosso problema é apenas um problema orçamental que temos de corrigir, tal como outros países têm! Quem não percebe que o que estamos a viver é uma questão sistémica, que diz respeito ao euro, não percebeu nada desta crise», disse-o numa entrevista, publicada em 11 de Dezembro no Diário de Notícias. agencia financeira Fazendo-lhe eco o candidato presidencial apoiado pelo PS e Bloco de Esquerda, Manuel Alegre, veio-lhe em auxilio e, no mesmo dia, destacou «a determinação do primeiro-ministro de querer resolver os problemas do país sem recurso ao FMI». «É uma posição correcta e que merece o apoio de todos os que preservam a autonomia e a dignidade do país», considerou o poeta. sol ~
Cavaco Silva, candidato à reeleição nas presidenciais de Janeiro, disse, uma dezena de dias depois, durante um debate na TVI que «se o Fundo Monetário Internacional entrar no país isso significará que o governo deste ainda primeiro-ministro falhou». portugal digital
Nada que não fosse previsível! Hoje a agência de notação financeira Fitch cortou o rating de Portugal de AA- para A+, justificando-o com maiores dificuldades de financiamento tanto do Estado como dos bancos desde a última revisão publicada. A Fitch sublinha que o objectivo do défice orçamental de 7,3 por cento este ano irá ser atingido, mas apenas com recurso a medidas extraordinárias que equivalem a um por cento do PIB, referindo-se às transferências dos fundos de pensões da Portugal Telecom, o que irá tornar ainda mais difícil o ajustamento do défice estrutural previsto a realizar em 2011. Por outro lado, a Fitch entende que a pressionar a consolidação que o Governo pretende fazer estará o facto de a economia entrar em recessão no próximo ano. tsf O "nosso primeiro" virá dizer-nos que a Fitch realça que "o objectivo do défice orçamental de 7,3 por cento este ano irá ser atingido" e prepara a sua antecipada reforma sem deduções.
Passos Coelho, o lider do auto nomeado maior partido da oposição, já veio hoje informar-nos que "se todos são responsáveis, o governo é-o ainda mais", usando aquele "ar importante" de futuro primeiro e executor do programa do FMI.
Alegre vai ficar calado ou dizer que a culpa é do candidato Cavaco Silva e este, já eleito, vai esquecer-se que disse "que o governo deste ainda primeiro-ministro falhou".
O FMI chegará com a Primavera do nosso descontentamento. Talvez seja a salvação do país e, se sairmos do marasmo que nos é genético, poderá abrir as portas para que se acabe com o moribundo sistema que, com 37 anos, será quase tão velho como aquele com que acabou...
Ou iremos integrar aquilo que a Isabel Católica iniciou.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

está um dia lindo! 7,02%

O valor de 7,02 por cento foi alcançado já depois de divulgada a tentativa do ministro das Finanças de convencer os mercados quanto à capacidade de Portugal cortar o défice. Teixeira dos Santos tinha garantido aos mercados que Portugal este ano vai reduzir o défice orçamental 2% do Produto Interno Bruto. tsf José Silva Lopes duvida que o país tenha de recorrer já ao FMI. publico Para Luís Campos e Cunha, ministro das Finanças no primeiro Governo de José Sócrates, a possibilidade de Portugal recorrer ao FMI é mais provável. publico João Ferreira do Amaral alerta que "a manter-se uma taxa desta ordem», as finanças portuguesas «tornam-se insustentáveis" e João Duque, defende que a única solução para credibilizar o país nos mercados internacionais é remodelar o Governo. tsf Contudo para Vieira da Silva, 7 por cento é apenas uma 'barreira psicológica', “não há nenhum limite objectivo, nem a fixação de nenhuma fronteira. A situação internacional tem evoluído muito rapidamente e as avaliações têm de ser feitas à medida que essa evolução se verifica”. tsf
Abordado pelos repórteres, na Argélia, o chefe do Governo Português apontou para o mar e afirmou que estava um lindo dia, escusando-se a falar sobre a crise. tsf
quando é que esta nossa gente admitirá que o problema é politico e só se começará a resolver com uma imensa remodulação nos lugares da politica e da administração para-pública?

6,966 %

Os juros da dívida pública portuguesa bateram hoje um novo recorde, com a taxa das obrigações a dez anos a alcançar 6,966 por cento às 10h05, com o spread face à dívida alemã a atingir também novos máximos.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Fitch ao ataque.

A cada vez mais nossa conhecida Agencia Fitch cortou o rating dos quatro maiores bancos privados portugueses, justificando a revisão em baixa com os riscos de financiamento e liquidez destas instituições financeiras embora admita que os bancos portugueses têm uma “base de depósitos estável” e se assiste a uma “desaceleração significativa” na concessão de crédito desde meados deste ano. No entanto, a situações das contas públicas em Portugal, bem como a deterioração das perspectivas económicas, "podem limitar o acesso dos bancos aos mercados de capitais e impedir os bancos de reduzir o acesso ao financiamento do BCE" O relatório daquela agência de notação financeira refere ainda que BCP, BES, BPI e Banif estão também a ser penalizados pela deterioração do seu mercado doméstico e qualidade dos activos e, assinala que "os bancos aumentaram o recurso ao BCE, desde Abril, tendo atingido um pico em Agosto, perante dificuldades acrescidas no acesso ao mercado interbancário e a outros mercados, devido aos receios em torno da dívida soberana portuguesa". Isto, aliado às consideráveis necessidades de refinanciamento de dívida a vencer em 2011 e 2012, coloca enorme pressão sobre a liquidez das instituições", acrescenta a agência. A Fitch deixou o "rating" do banco do Estado, a Caixa Geral de Depósitos inalterado em "A+". publico
Num comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), o BES refere que "o conselho de administração decidiu não renovar o contrato com a Fitch em resultado destas revisões". O Banco Espírito Santo considera que "não existe uma justificação válida para a revisão em baixa do seu rating em três níveis, em menos de quatro meses" e vai manter os contratos com as outras duas principais instituições, Standard & Poor's e Moody's.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

PIIGS em baixa...

A Moody's baixou a avaliação da Irlanda de Aa1 para Aa2, devido à crescente incapacidade de financiamento do governo e aos problemas do sistema financeiro daquele país. A Irlanda é o país com o défice público mais elevado da União Europeia (a caminho de 20% do PIB). PUBLICO uma boa noticia para as sessões de propaganda de Pinto de Sousa que, na primeira oportunidade, a irá comunicar ás dezenas de pmj que o acompanham nas re-inaugurações. uma má noticia para uma Europa, em paz há 60 anos, a quem uma história, de mais de dez séculos, ensinou que crises destas só se resolveram com guerra e revolução.
a história diz que ao "mexilhão" cabe estar atento á França e á Grã Bretanha onde tudo começa e acaba. estejamos atentos, a "rentré" é má conselheira e, como diz Berardo, "o melhor era ir tudo a zero!"

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Comparações com a Grécia são "injustas" e "desproporcionadas"

Comparar Portugal à Grécia é injusto e desproporcionado. Este Governo tem provas dadas em matéria de saneamento das finanças públicas. Já o fizemos no passado, sei como o fazer e estou determinado em fazê-lo”. Queixou-se Pinto de Sousa citado pela agência Bloomberg. mas Após apresentação do OE para 2010 as taxas de rentabilidade da dívida pública portuguesa estão hoje a subir, contrariando a queda dos últimos dias. O custo dos seguros das obrigações também aumentou, indicando um aumento na percepção de risco e manteve o "outlook" negativo para Portugal, alertando que "é maior a probabilidade de cortar o "rating" do que o contrário", isto em reacção à proposta de Orçamento do Estado para 2010, apresentada ontem, onde o Governo revelou uma projecção de défice referente a 2009 maior do que o esperado, lançando dúvidas sobre a capacidade de o Estado português reduzir até 2013 o défice orçamental de 8,3% para 3%, juntando-se ás interrogações dos analistas internacionais que seguem o mercado de dívida. Às agências de notícias internacionais afirmam que é provável novo corte de "rating" . O que chateia é que as Agências de “rating” parece que estão imunes ás acções das agencias de propaganda do governo e, como de costume, quem se vai lixar é o pobre do mexilhão... Não teria sido mais fácil e mais justo apresentar um OGE com medidas semelhates ás irlandesas em que todos contribuem, para reparar as asneiras do governo que tiveram, em igualdade proporcional? Mas conceda-se-lhes o beneficio da dúvida, porque é sabido que "sempre fizemos tudo errado para acabar por dar certo", apesar dos usuais queixumes á Calimero do ingº Sousa.