Mostrar mensagens com a etiqueta ferrorodrigues. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta ferrorodrigues. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 24 de novembro de 2020

o dia antes

Na noite de 24 de Novembro de 1975, enquanto os militantes do Partido Comunista, do Couço a Grândola enchiam as cartucheiras e aqueciam os motores das camionetas para vir participar na revolução, em Lisboa, juntamente com o Ralis, Copcon e os paraquedistas chefiados por sargentos, além dos civis a quem tinham sido previamente distribuídas armas, Eduardo Ferro Rodrigues, radical do MES, organizava os SUV (Soldados Unidos Vencerão) do Regimento de Infantaria n.º 2, de Abrantes, para rodar sobre a capital. 
Antes da meia-noite, e apesar da relação de forças favorável à instauração de uma ditadura do proletariado, o Politburo soviético ordena a Cunhal que pare e este, como sempre, obedece, com a garantia de Melo Antunes, do Grupo dos Nove, num encontro em casa de Nuno Brederode Santos (da facção moderada do MES), de que o PC não seria ilegalizado. Os russos já estavam satisfeitos com a independência de Angola, proclamada pelo MPLA em 11 de Novembro de 1975, e não queriam abrir mais uma guerra civil, de resultado provavelmente funesto. 
A aventura de criar um reduto comunista na ponta da Europa ocidental havia terminado. A embaixada soviética em Lisboa evacuou cerca de uma centena de conselheiros de inteligência e militares e Cunhal recebeu, como prémio de obediência, a Ordem de Lenine. Ferro Rodrigues, Vieira da Silva e o seu grupo (Sergio Figueiredo?), continuaram no MES, cada vez mais radicalizado, apesar de progressivamente esvaziado por consecutivas dissidências. Chegam ao PS em 1986, sem nunca terem renegado os princípios marxistas e os fins leninistas.

quinta-feira, 18 de junho de 2020

fugiu-lhes o pé pró chinelo!


Marcelo tinha estado demasiado bem nos últimos dias e horas o que lhe deu “créditos”, como num jogo qualquer, para presidir, a partir de Belém, a uma manifestação indecorosa do estado a que isto tudo chegou, com esta gente desprezível no governo e aquele neo-lusito Medina na CML. O país foi vendido aos indígenas como uma puta de sucesso, pelas televisões e em directo, a pensar no lá fora. Um país que ainda não encerrou o dossiê dos incêndios de
2017, que vai passar por mais uma crise, que não domina a pandemia, etc., ainda se permite não se dar ao respeito. Ainda bem que a maioria silenciosa tem mais que fazer do que ver telejornais subsarianos. Já estou como o videirinho do Barroso. Sei que isto um dia vai rebentar tudo. Só não sei é quando. (por João Gonçalves no FeiçeBuque)
.

Segundo o Presidente da República, Portugal é recompensado pela "situação notável que se verifica no Serviço Nacional de Saúde (SNS) em termos de internamento e de internamentos em cuidados intensivos" e pela forma como prossegue o combate à covid-19 "sem forjar números, mantendo a transparência".
"Nós mostramos tudo isto ao mundo. Não paramos o vírus de um dia para o outro, como se ele não existisse. Não paramos a epidemia de um dia para o outro, como se ela estancasse - isso não existe, mas não existe em nenhum país do mundo", acrescentou, concluindo: "Portanto, Portugal vence pelos seus méritos passados e pela sua transparência presente, ou seja, pelo mérito do SNS, dos profissionais de saúde e dos portugueses".

sexta-feira, 8 de maio de 2020

Casa Pia !

Memória pública de um episódio 'histórico' desta (des)classe política...






domingo, 10 de abril de 2011

dois em um...

O Congresso do PS é uma espécie de dois em um. Para os eleitores e país através de uma Comunicação Social dócil porque amarrada e infiltrada durante anos e para os dirigentes e militantes socialistas que vão ser induzidos a acertar discursos e cerrar fileiras em torno do primeiro-ministro demissionário.
É o lançar a campanha eleitoral que terá como ideia base o PS ter sido impedido pelo PSD de evitar a intervenção financeira do FMI.
Mas a concordância, forçada pelo que há de mais moderno em propaganda, o unanimísmo oficial em torno do líder agora chamado Zé, será real ou servira apenas eleitor ver?
Os mais atentos apercebem-se que o que conta no campeonato socialista nacional é o próximo congresso em especial se se confirmarem os estudos de opinião que, apesar das amarras, a Comunicação Social tem pago e divulgado.
E para isso começam a aparecer, pré-candidatos e respectivos aios, ainda que timidamente não vá o diabo tecê-las.
A táctica são os pequenos ataques a ministros ou a opções deste ainda governo:
Ana Gomes discorda de Teixeira dos Santos “Acho que o senhor ministro está cansado e exprimiu-se mal, como já aconteceu noutras vezes";
Guilherme Pinto apela ao "inconformismo" dos socialistas contra a coligação negativa que derrubou o Governo e ninguém lhe disse antecipadamente que a propaganda nacional socialista tinha proibido o uso da frase “coligação negativa”;
Ferro Rodrigues, o desajustado imigrante, desajustadamente veio defender que os socialistas só devem manifestar disponibilidade para o diálogo depois das eleições;
Ricardo Rodrigues afirma que prefere aliar-se ao CDS do que ao PSD. Os exemplos são muitos. Mais tarde poderão defender os seus desacordos.
Aguarda-se que o próximo congresso esteja para breve.

sexta-feira, 4 de março de 2011

agora já não há mais vida para além do orçamento?

O venerando ex-chefe de estado que lançou, já lá vão onze anos, a frase assassina do “há mais vida para além do orcamento” que derrubou Ferro Rodrigues no PS e Santana Lopes no governo, veio agora informar-nos que Portugal está em apuros
Não consegui perceber se terá sido um “mea culpa” de ateu ou apenas o mote para lançar mais uma campanha de propaganda do Partido que o acolheu após as derrotas eleitorais do seu MES, no sentido de se recrear o bloco central. Os menos atentos não terão notado a sequencia das declarações de Sampaio, Assis, Ramalho e outros se seguirão nas tv’s..., a venderem a “banha da cobra” que Passos Coelho irá comprar e que o irá levar a adjunto de Pinto de Sousa.
Algo que parece ter ficado acordado nos 43 minutos da Merkel...