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sexta-feira, 5 de maio de 2017

os DDT (donos disto tudo)

[…] Está devidamente provado e documentado  que é na ala esquerda que existe a maior intolerância a opositores. Qualquer pessoa que diverge daquelas criaturas é imediatamente rotulado de iletrado, fascista  e outros tantos mimos. Isto, os mais moderados… Porque os outros partem para a acção ameaçando quem se atreve a fazer contraditório. Foi João Soares a prometer umas bofetadas, agora é Ascenso Simões que lhe toma o gosto e segue pela mesma cartilha a um cronista. Ah!! Valentes!!  Outros preferem sugerir a demissão como Gabriela Canavilhas de um jornalista que não lhe caiu no goto ou Miguel Tiago a Teodora Cardoso por não ir na cantiga das contas do governo. Já Galamba pratica bullying com suas vítimas que vai desde gozar com a foto de perfil do Facebook até ao rebaixamento intelectual. O BE nem está com meias medidas: bloqueia no Facebook e está feito. E o Costa? Bem esse, não tem papas na língua. Quem se mete com ele leva carradas de insultos grosseiros que é para aprender a estar caladinho!! O modus openrandi desta gente é sobejamente conhecido e reproduz aquilo que a historia universal já provou: a esquerda é intolerante à democracia e liberdade de opinião a menos que…  concordemos e aceitemos tudo o que dizem. […]

terça-feira, 22 de maio de 2012

ANGOLA,UÉ

Nota politica 

No passado dia 19 de Maio (sábado) tiveram lugar em Angola, Luanda e capitais provinciais, participadas manifestações populares de rua, seguidas por comícios.
Estas manifestações realizaram-se a apelo, e sob a direcção, do maior partido da oposição angolana, a UNITA.
Foram, por toda Angola, manifestações pacíficas e ordeiras.
Reclamando, fundamentalmente, que as eleições anunciadas para este ano (2012) em Angola, sejam eleições livres.
Parece obvio aos signatários desta nota politica que essas manifestações foram factos políticos de indiscutível relevância para Angola e não só.
Qualquer que seja a interpretação, politica e social, que cada um de nós possa fazer sobre o significado e importância que as manifestações da UNITA tiveram, e terão, para Angola.
A razão desta nota, para os signatários, é a estranheza que constitui o facto de nenhuma dessas participadas manifestações ter tido a menor relevância na comunicação social portuguesa.
Os signatários desta nota não têm conhecimento de nenhuma referência significativa, em nenhum dos canais de televisão portugueses, nomeadamente na RTP que tem correspondente em Luanda.
Os signatários, cidadãos portugueses, manifestam a sua preocupação por este, inexplicável e indesculpável, “lapso” informativo da RTP. E apelam a que ele ainda seja corrigido pela RTP com imagens das manifestações em Angola.
Consideram, independentemente de simpatias ou antipatias politicas que qualquer de nós possa ter em matéria de politica angolana, que ele representa um facto grave. Que põe em causa a liberdade de informação em Portugal.
Por isso fizeram questão de redigir e divulgar esta nota politica que subscrevem.
Maria Antónia Palla
Maria João Sande Lemos
Margarida Mayer
João Barroso Soares