Mostrar mensagens com a etiqueta donaldtrump. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta donaldtrump. Mostrar todas as mensagens
terça-feira, 8 de novembro de 2022
eleiçoes intercalares nos EUA
biden, obama, clinton querem salvar a democracia (de esquerda)!
...e o que é que os americanos vão querer!
sábado, 11 de junho de 2022
once upon a time in america!
‘2000 Mules’ é um documentário criado por Dinesh D'Souza lançado nos cinemas dos EUA, no final do mês passado, que expõe a fraude eleitoral generalizada e coordenada nas eleições de 2020 nos Estados Unidos, suficiente para mudar o resultado geral.
sexta-feira, 20 de novembro de 2020
o Embaixador na UE vai "contar a história toda"?
“O embaixador dos Estados Unidos para a União Europeia vai
ser ouvido esta quarta feira na Câmara dos Representantes no processo de
destituição do presidente Donald Trump. Para o antigo procurador do escândalo
Watergate, que levou ao processo de destituição do então Richard
Nixon, esta audição de George Sondland vai ser “prejudicial” para o agora
presidente dos Estados Unidos, disse Nick Akerman à CNN.”
(“do então Richard Nixon”? Querem ver
que depois de morto mudou de nome?)
e a Sónia continua:
“Sondland vai
contar a história toda, com documentos detalhados e com muitas testemunhas a
corroborar. Não há dúvidas de que [a Administração Trump] tentou que o Governo
ucraniano anunciasse uma investigação a Joe Biden”, afirmou Akerman. Mais:
“Usaram dinheiro aprovado pelo Congresso dos EUA para fazer isso. Suborno puro”.
(mais AQUI)
domingo, 8 de novembro de 2020
quinta-feira, 5 de novembro de 2020
impeachment!
Em
18 de Dezembro de 2019, entre as 18h30 e 19h30 de Washington D.C. (23h30
e 00h30 de Lisboa), a Câmara dos Representantes deverá proceder à votação final
desta importante fase do impeachment.
É apenas a terceira vez que
acontece desde a declaração da independência dos EUA, em 1776.
Tudo
indica que uma maioria da Câmara dos Representantes deverá votar a favor da
culpabilidade de Donald Trump nos dois artigos. Esta votação será praticamente
a reflexão das duas barricadas partidárias que ali estão montadas, com os
democratas em maioria. (ler mais
AQUI)
O comício de Trump em Tulsa, Oklahoma...
Eduardo Cintra Torres
O comício de Trump em Tulsa, Oklahoma.
Foto de Jason Botsford,
The Washington Post.
um
belíssimo video-comentário de José
Manuel Fernandes no FeiçeBuque:
“O
vírus da ignorância ataca cada vez mais políticos. Lula da Silva está em estado
comatoso, quase a fazer pandã com Bolsonaro a acha que o vírus foi a melhor
coisa que aconteceu ao mundo. E aqui ao lado em Espanha também há ministras no
campeonato dos dislates. Uma delas acha que o problema de Madrid é que fica em
linha recta com Pequim e Nova Iorque...”
agora topem
estas “comentadouras” para perceberem o que eu alcunho de idiota-útil:
Conceição
Batista O vírus pode não ser o melhor do mundo... Mas se veio
contribuir para a queda de Bolsonaros e Trumps poderemos dizer
que não foi em vão de todo que ele apareceu...como dizia o outro... há males
que vêm por bem... (veio daqui)
Delfina
Paula A falta de cultura e saber ouvir é o mal destes dois
senhores, arrogância que aliada ao poder foi o desacreditar destes povos (veio daqui)
(Sexta Feira 22 de Maio às
08.29)
Eleições EUA opinião publicada
a jornalista Maria
Barbosa com tanta falta
de pontaria certamente irá, nas suas palavras, fazer “umas conferências
TED...
ou, na pior das hipóteses, um livro de autoajuda e
motivação! “
Mas duvido que continue a cozinhar "comentários politicos"
quarta-feira, 4 de novembro de 2020
América - Um acto de contrição?
a propósito da profissão de fé do Público
Se
Trump for reeleito, da mesma maneira se não for, é porque a democracia
americana funciona. Quer dizer, num caso ou no outro, e mesmo com aquele
sistema eleitoral arrevesado, que é o povo americano, através do voto livre,
que decide. O que contribui para manchar as democracias são as chantagens
contidas em títulos com este. O Público escolheu há muito o trilho do panfleto.
Mas não é qualquer um que pode ser panfletário e fazer história. Lembro apenas
Céline por ser dos “meus”. O Público lê-se em navios cheios de fantasmas. (por João
Gonçalves no FeiçeBuque) sobre um artigo do Público
sábado, 3 de outubro de 2020
segunda-feira, 3 de agosto de 2020
Quatro vias para o golpe nos EUA....
A cada novo tweet, Trump
levanta um pouco o véu sobre o golpe que está em cima da mesa da sala oval.
Vencer a pugna eleitoral respeitando as regras democrático-burguesas está, para
já, fora dos planos dos republicanos. Podem resumir-se a quatro as linhas de
ataque, possivelmente cruzadas, com que o partido republicano conjura o roubo
das eleições.
Ir a votos e não aceitar o
resultado
Trump avisou que a contagem
dos votos poderá demorar «anos». Há meses que o presidente procura
descredibilizar o acto eleitoral de Novembro lançando suspeitas sobre alegados
planos democratas para cometer uma fraude através do voto por correspondência.
O hiato entre a contagem e a publicação dos resultados pode permitir-lhe uma
jogada para se perpetuar no poder.
Incriminar Biden na véspera
das eleições
O procurador-geral, William
Barr, antecipa a divulgação dos resultados da investigação Durham para a
véspera das eleições, uma «surpresa de Outubro», que pode comprometer o
candidato democrata, Joe Biden, envolvendo-o directamente numa teia de
complexas acusações criminais.
Adiar ou suspender o
escrutínio
Trump já o pediu
publicamente: adiar as eleições por não estarem reunidas as condições de
segurança. Para fazê-lo, contudo, não basta ao presidente declarar o estado de
emergência porque os serviços postais não conseguem lidar com o voto por
correspondência: Trump precisaria de justificar esta decisão com um clima de
caos, terror e excepção. Concorre para esta via a recente decisão de reduzir o
número de testes à COVID-19, uma opção eleita depois de se concluir que a
pandemia está a afectar principalmente os Estados governados pelo Partido
Democrata. Outra solução seria um conflito internacional ou mesmo um ataque
terrorista, real ou de falsa bandeira.
Fraude no dia 3 de Novembro
O magnata-em-chefe
anunciou a criação de uma milícia com 50 mil «vigilantes eleitorais» para
policiar, intimidar e intervir nas mesas de voto que lhe são desfavoráveis.
Esta «vigilância» poderá ser a antecâmara de uma intervenção paramilitar
semelhante à que vimos nas semanas anteriores. Nos Estados governados por
republicanos, milhares de assembleias de voto estão a ser encerradas nas zonas
com mais imigrantes e negros, dificultando o exercício do voto também através
da exigência de mais documentação.
Biden débil, em todos os
sentidos
Perante a perspectiva real de
um golpe, a impotência do Partido Democrata reflecte-se na debilidade política
e cognitiva do seu candidato. Joe Biden não é apenas fraco, confuso e lento
quando fala. Também o é política e moralmente, no seu percurso tão colado às
mesmíssimas opções da administração Trump no favorecimento dos privilégios e
das desigualdades, na guerra imperialista e na recusa de conceder ao povo
estado-unidense direitos básicos de saúde, educação e habitação. O único mérito
facilmente reconhecível em Biden é não ser Trump. E só isso não basta para
impedir um golpe. (por António Santos no “Avante”)
segunda-feira, 20 de janeiro de 2020
...e o Trump continuou a ser Trump?
Pronto!
O “gajo” fez três anos como
Presidente contra os bitaites – e tavez contra a vontade – dos jornalistas a
que temos direito!
Há dois anos o João de Almeida Dias, no Observador
escrevia:
“Este foi, para Donald Trump, o resumo do ano
que passou. Porém, quando chega a altura de olhar para o ano que se segue,
os quatro especialistas norte-americanos que falaram ao Observador renunciaram
aos pontos de interrogação e prefiriram falar com reticências e, mais comum
ainda, deixando vários pontos de interrogação no ar. “
ei-los:
.
"Por agora, parece que uma boa parte dos
eleitores de colarinho azul vão continuar com Trump. Mas alguns já estão de
saída. E, se Trump fizer algo que pode ser visto por esse eleitorado como uma
traição inegável, então não vai ter vida fácil”
Henry Olsen, investigador do think tank conservador Ethics
& Public Policy Center
.
“Eu tenho familiares que votam em Donald Trump e
que dizem que se sentem envergonhados por ele. Mas ainda não chegaram ao ponto
de dizer que não votariam nele outra vez.”
Barbara Perry, diretora do centro de estudos
presidenciais no Miller Center, da Universidade da Virginia
.
“Os media têm tornado praticamente impossível
uma expansão da base de apoio de Donald Trump, mas a verdade é que também não
fizeram nada para encolhê-la. É como se continuássemos em 2016, o que é bom
para Donald Trump.”
Henry Olsen, investigador do think tank conservador Ethics
& Public Policy Center
.
“A China está obviamente a abrir as asas e a
promover influência não só na Ásia mas também em África e na América do Sul,
sobretudo a nível económico. Ao mesmo tempo, há aliados dos EUA que perguntam,
com preocupação legítima, se os EUA vão continuar a protegê-los.”
William Keylor, professor na Frederick S. Pardee School of
Global Studies da Universidade de Boston
.
agora é só ver em quanto comentadores
e jornalistas se enganaram...
Em Outubro
de 2017, uma sondagem do jornal digital Politico revelou que 46% dos norte-americanos acreditam que os media “inventam” histórias sobre Donald Trump, ao passo que
37% depositavam a sua confiança na comunicação social. Uma sondagem que Donald
Trump fez questão de publicar no seu Twitter, mesmo que tenha sido lançada por
um jornal que descreveu como “desonesto” ou “um dos sites de política mais
burros e enviesados”.
quinta-feira, 5 de setembro de 2019
passado um ano a Maia teve razão?
a Vânia Maia, a Jornalista,
quiz ser a outra Maia, a que lança cartas, e escreveu:
Poderá Trump seguir o mesmo caminho
de Nixon?
.
Os jornalistas foram fundamentais na
denúncia do caso Watergate voltam a fazer manchetes. Carl Bernstein ajudou a
revelar uma história que pode contribuir para acusar Donald Trump de obstrução
à justiça. Bob Woodward prepara-se para lançar um livro com novidades sobre a actual
administração norte-americana. Poderá Trump seguir o mesmo caminho de Nixon? [...]
Tornaram-se inevitáveis
as comparações entre o caso que derrubou a presidência de Nixon e a
investigação sobre a eventual interferência russa nas eleições
norte-americanas, com o conhecimento do Presidente eleito, Donald Trump. Mais
de 40 anos separam os dois processos, mas Woodward e Bernstein podem voltar, agora, a ser determinantes no
esclarecimento da verdade.
domingo, 23 de dezembro de 2018
quarta-feira, 7 de novembro de 2018
quinta-feira, 4 de outubro de 2018
Adiantou muito...
Temperamentos
.
Mais de 1700 professores
de Direito nos EUA assinaram uma carta a explicar que o Juiz Kavanaugh não tem
temperamento para ser confirmado para o Supremo Tribunal.
.
Isto não vos
recorda a discussão acerca de
Adiantou muito...
domingo, 29 de abril de 2018
os vira-casacas estão de volta!
lembram-se d’ “O fim do fim do mundo”!
.
«Para a narrativa dominante, no
princípio, Trump era um louco. Empurrava o mundo para a catástrofe nuclear, em
duelo de delinquência infanto-senil com Kim Jong-Un.
Agora é uma espécie de Gandhi
sobrenutrido, que pode trazer a paz aos corpos, se não às consciências. E o
tirano oriental transforma-se em autocrata iluminado, hoje, e se calhar
liberalão esclarecido, amanhã.
São só categorias para consumo das
massas. A verdade é que um dilema geopolítico de mais de 60 anos pode acabar em
tratado de paz (para já só há armistício).
O resto vê-se a seguir: levará tempo
e será arriscado. Mas pode acabar com um foco de tensão na Ásia. E retirar à
China e à Rússia uma hegemonia feita do medo ao ianque.» (in “Uma
geringonça à direita” por Nuno Rogeiro)
.
O que me chateia é que, na imprensa a que temos
direito, vamos continuar a ler, ver e ouvir os mesmos vira-casacas pagos por nós
a peso de ouro...
Subscrever:
Mensagens (Atom)















