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domingo, 7 de abril de 2013

Os “velhos”, os “jotas”, os "tês" e os "cês"...

Com algumas irritantes excepções dos que olham a Democracia como um campeonato de futebol, aos pensionistas e reformados não se aplicam partidarismos!
Na maioria dos casos foram ensinados a pensar, a interpretar. Não perderam a memória, viveram tempos dificeis e esperavam que dos partidos "viesse quem viesse".
Teriam um fim de vida confortável. Essa vida e o merecido descanso iriam ser o seu partido.
Acabo de ouvir a homilia do TóZero (transmitida em todos os canais porque para eles não existe lei da concorrencia!) repetir os soundbites que habituais, mas fixei um: Quem criou a situação que saia dela!
Interpretei que se estava a referir ao "comentador" que o Relvas admitiu na tv, mas pareceu-me que os fieis beatos e os acólitos presentes entenderam que ele se dirigia ao seu "senhor primeiro-ministro"!
Como tenho memória lembrei-me do retornado estudante de filosofia e do nosso dinheiro que ele, outros e o acima citado diacono, derreteram em obras que podiam ficar para outras épocas após petroleo do Beato.
Acabei a pensar: Que mal é nós teremos feito para ser-mos castigados com estes jotas que nem esta, nem outra, letra merecem para os classifircar-mos?
...e se julgam que a foto não tem nada a ver com texto, enganam-se!

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

alguém está a gozar com a gente…


O secretário-geral do PS recusou hoje assumir responsabilidades na execução dos cortes de quatro mil milhões de euros nas funções do Estado, dizendo que esse objectivo para 2013 e 2014 vincula apenas o Governo e a troika.

De acordo com o Seguro, citado pela tsf, «deve ser o Governo e a troika a encontrarem a resposta para o problema que eles próprios criaram e negociaram».

terça-feira, 10 de julho de 2012

Se não for pedir muito

Devia começar assim um post de Os Comediantes a que por qualquer estranha razão não consigo aceder:
Se não for pedir muito- Os senhores jornalistas podiam ter o trabalho de investigar as condições em que o dr. Pedro Passos Coelho licenciou-se em economia na Universidade Lusíad...

Este inicio sugere-me uma voz, decerto bem informada, com muito para escrever. Um oásis neste deserto de “idiotas úteis” a quem, por via da idade, foi retirada a memória. Nuns casos, por cultura ou educação made in “estado novo”, noutros por fazerem parte da massificação pós-abrilista”. Num e noutro revelam memória curta e, pior, incapacidade de pesquisa a que as recentes três décadas de internet não são estranhas. Pensarão até que antes do “www” não existiu mundo.
Realmente seria interessante investigar as condições da licenciatura de Passos Coelho na Lusíada ou a do agora Prof. Assistente da Lusófona Seguro e, por que não, dos outros, mediáticos e pouco mediáticos políticos, que passaram ou estão no Ensino Superior Privado em Portugal, pós Bolonha.

Se não for pedir muito, também tenho sugestões: os senhores jornalistas não acham estranho o silêncio do PS apesar das ligações partidárias de professores e administradores da Lusófona a este partido?
Não acham estranho que, excepção feita ao Bloco do Louçã (porque será?), ninguém dos nossos representantes tenha uma palavra a dizer sobre esta coisa das licenciaturas “honoris causa”?
Investiguem lá um bocadinho, senhores e senhoras jornalistas, afinal nós merecemos mais do que “a verdade a que tínhamos direito” do Prof. Marcelo Caetano…para deixarmos de ser os idiotas úteis” do Lenine.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

descubra as diferenças

O Secretário-geral do PSOE disse hoje em Lisboa que não se fala em resgate a Espanha nem sequer é uma ideia no horizonte político.

O Secretário-geral do PS afirma que "há vários meses" que tem dito que se Portugal precisar "de um segundo resgate, tal representará um falhanço da política do Governo".

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Comentador Seguro de "supostas intenções"

Seguro, em Vinhais, depois de ser confrontado com a suposta intenção do Governo de introduzir o plafonamento nas contribuições para o sistema público de Segurança Social, apelou ao Governo “para que deixe de "assustar" os portugueses com o futuro da Segurança Social e que esclareça "preto no branco" a que se devem os desequilíbrios no sistema público”. PMF

É habitual que o Sec.Geral comente as noticias dos jornais, rádios e tsf’s, mas esta de modalidade de comentar “supostas intenções” é nova e difícil de aceitar a um politico com a suposta intenção de poder vir a ser o nosso primeiro-ministro...

sábado, 14 de abril de 2012

o mundo às avessas

AJSeguro comentou a notícia do semanário Expresso sobre a possibilidade do do aumento da idade da reforma para os 67 anos, à margem de uma reunião com autarcas do partido socialista em Mangualde.
"Começa a ser um padrão do Governo de Pedro Passos Coelho anunciar mais medidas de austeridade”, disse e, acertando o passo com os colegas comentador da comunicação social que temos, aconselhou "é bom que o primeiro-ministro não se esconda" e explique aos portugueses o "que é que está a correr mal, qual a razão de tantas medidas de austeridade de um momento para o outro". RB.  

Quando os políticos eram estadistas, nos idos tempos do século passado, a então chamada imprensa corria às suas conferências para ouvir, relatar e, por vezes, comentar aquilo que eles diziam.
Hoje, definitivamente, o mundo está às avessas: são as “fontes próximas de” que lançam noticias, “bocas” será um termo mais preciso, qual rebuçados que se atiram aos “putos” que em molho as vão apanhar.
De seguida os possuidores da carteira, alguns até serão Jornalistas, correm ao político mais à mão e de microfone ou gravador em punho, gritam: Ó fulano, comente!
E o fulano, que não ouviu, viu ou leu, proporciona-lhes o suficiente para justificar o vencimento, quiçá o “subsídio de deslocação”.
...só que fulano é “fulano” e dificilmente poderá ser “político”, a não ser por alcunha!