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sábado, 20 de setembro de 2025

O "governo sombra"

não tem quadros!
não tem militantes com experiência!
( Estas eram as comuns observações do Jornalistado e do Comentariado)
mas há
Alexandre Franco de Sá, Educação, Ciência e Inovação. É docente e doutorado pela Universidade de Coimbra, dedicando-se sobretudo à área da Filosofia Social e Política.
Fernando Silva, Administração Interna. Professor de Direito Penal na Universidade Autónoma de Lisboa e Professor Adjunto, na área de Direito, na Escola Superior de Tecnologia do Mar, do Instituto Politécnico de Leiria. É advogado e membro da Comissão Nacional de Eleições nomeado pelo Chega.
Horácio Costa, Saúde. Foi diretor do serviço de Cirurgia Plástica Reconstrutiva do Hospital de Vila Nova de Gaia e é diretor clínico do Hospital de São Francisco da Venerável Ordem Terceira de São Francisco do Porto. É o número dois do Chega à Câmara Municipal de Gaia.
Jorge Cid, Agricultura. Médico veterinário, foi bastonário da Ordem dos Médicos Veterinários durante 12 anos, oficial superior no Exército e fundador do Hospital Veterinário do Restelo.
Margarida Bentes Penedo, Habitação e Infraestruturas. Ex-dirigente do CDS, na direção de Francisco Rodrigues dos Santos. Foi eleita, em 2021, deputada municipal de Lisboa, pela coligação Novos Tempos de Carlos Moedas e desvinculou-se, tornando-se deputada não inscrita. É arquiteta e cronista do Observador.
Miguel Corte Real, Reforma do Estado. Ex-PSD com funções de vice-presidência na concelhia do Porto e conselheiro nacional, liderou a bancada do PSD na Assembleia Municipal do Porto e é o atual cabeça de lista do Porto às eleições autárquicas pelo Chega.
Nuno Simões de Melo, Defesa. É, até agora, o único deputado do Chega no governo escolhido por André Ventura. é coronel de cavalaria na reserva e coordenador da Comissão Parlamentar para a Defesa Nacional.
Rui Gomes da Silva, Justiça. Advogado, é ex-ministro dos Assuntos Parlamentares e ministro adjunto do primeiro-ministro do governo de Pedro Santana Lopes e foi deputado do PSD durante vários anos. Pertence à maçonaria, como membro da Loja do Grande Oriente Lusitano. Era uma das três pessoas que estava no avião que sofreu um acidente após uma visita à base da UNITA.
Rui Teixeira Santos, Economia e Finanças. Professor associado no Instituto Superior de Gestão (ISG), doutorado com uma tese intitulada “Economia Política da Corrupção – O Caso dos Estados Lusófonos”, foi jornalista e presidente da administração do jornal “Semanário”, nos anos 90 e esteve também ligado à criação do jornal Novo, em 2020, que fechou pouco tempo depois.
Teresa Nogueira Pinto, Cultura. Mestre em Relações Internacionais e Doutorada em Ciência Política pela Universidade Católica Portuguesa. Escritora e professora universitária.
Tiago Moreira de Sá, Negócios Estrangeiros. É eurodeputado eleito pelo Chega, foi deputado do PSD e é doutorado em Ciência Política e professor associado na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.

 

 



sexta-feira, 11 de outubro de 2024

Contra a Corrente

contra a corrente que está a tornar o Observador cada vez mais Público


quinta-feira, 3 de outubro de 2024

“uma Direita Mal-Educada”. A sorte que temos por a ter!

“Em Portugal, André Ventura é um dos poucos líderes partidários que compreendeu a ameaça cultural.
Podemos usá-lo como exemplo de como é possível dar-lhe seguimento político. Vamos ver isso olhando para dois dos assuntos mais discutidos por ele: a imigração e a segurança.

Estes dois assuntos, que escolheu e que o distinguem, acertam no coração do fanatismo woke. O debate sobre imigração desmonta a fantasia do multiculturalismo. Como é que o faz? Descendo ao concreto. Levando as pessoas a pensar: quais culturas são compatíveis com a nossa?, em que circunstâncias?, pelo turismo?, pelo comércio?, pelo trabalho? Todas estas dúvidas e possibilidades foram limitadas até à chegada do Chega e, sobretudo, até que Ventura elegesse com ele 50 deputados à Assembleia da República. Contra a força deste pequeno exército, tornou-se impossível manter a censura sobre a discussão, e o estigma sobre quem se atrevesse a duvidar. O debate sobre segurança devolve a autoridade ao Estado, tirando-a do relativismo e dos sentimentos (para onde a liturgia woke a levou e onde a pretendia manter). Por outras palavras, o debate sobre segurança reduz a autoridade hierárquica e brutal dos criminosos, e a autoridade fáctica dos grupos de pressão – ou seja, dos Climáximos, das “plataformas”, “núcleos” e “colectivos” onde a extrema-esquerda vive mal disfarçada.” (Margarida Bentes Penedo)

segunda-feira, 11 de março de 2024

da Imprensa a que temos direito!

uma Liberdade de Imprensa
A sociedade portuguesa merece discutir os assuntos nos seus próprios termos. E não a partir de uma escolha oficial muito reduzida, de assuntos tolerados pelo regime, todos abordados pelo mesmo ângulo.