Mostrar mensagens com a etiqueta responsabilidade. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta responsabilidade. Mostrar todas as mensagens

sábado, 6 de novembro de 2010

PPC acertou na "mouche"!

Fernando Medina, porta voz do PS, afirma que a situação actual não se compadece de «populismos, que julgo que descredibilizam mais quem os profere e certamente não contribuem para a resolução dos problemas que a todos preocupam». Vieira da Silva, diz não perceber as palavras de Pedro Passos Coelho que defendeu o apuramento de responsabilidades civis e criminais para os responsáveis pela derrapagem de contas públicas. Antes Vitalino Canas confessava ter ficado pasmado com o que ouviu e considera que provavelmente “o presidente do PSD não sabe do que está a falar”. Parece que PPC, finalmente, acertou no alvo e deixou muita gente preocupada! Esperemos que não seja mais uma afirmação para esquecer. Esquecidos andam os socialistas que não se lembram dos politicos que têm sido julgados por responsabilidade em má gestão pública. Até agora tem sido apenas autarcas mas é altura de fazer subir a parada!

quem não deve...

A primeira reacção do partido que apoia este ainda governo à proposta de responsabilização civil e criminal por maus resultados na gestão da coisa pública foi “perplexa”. «Confesso que como jurista essas palavras me deixam algo perplexo. Não sei se o doutor Passos Coelho sabe exactamente o que é a responsabilidade civil e criminal. Concordo com a necessidade de existência de uma cultura de responsabilidade, mas em democracia o que incide sobre os políticos é sobretudo a responsabilidade política, o risco que correm de serem penalizados politicamente», advertiu Vitalino Canas. Canas não considera normal «ameaçar com responsabilidade civil e criminal nos regimes democráticos» e alerta que nas circunstâncias actuais, dado o nervosismo dos mercados, os políticos têm que ser mais prudentes no que dizem. Ora bem, ninguém precisa de se preocupar porque dificilmente o partido do Dr. Passos Coelho deixará avançar tal proposta… Ainda se estivéssemos na Islândia onde antigo primeiro-ministro e o ex-governador do Banco Central foram acusados de negligência por decisões que levaram ao colapso financeiro do país em 2008 e muitos mais se lhes foram juntando.
... mas por cá, para que tal avançasse, seriam precisos novos abris e novembros.