
quinta-feira, 26 de Novembro de 2009
quarta-feira, 25 de Novembro de 2009
O 'mistério' do 25 de Novembro de 1975
É sabido: no dia 25 de Novembro de 1975, no final do período revolucionário que se seguiu ao 25 de Abril, Portugal esteve à beira de uma guerra civil. Depois de um período de disputa pelo poder político-militar, que abrange todo o Verão de 1975, as forças democráticas (PS, PSD e CDS, na ala partidária, os moderados do Movimento das Forças Armadas, o MFA, liderados pelos Grupo dos Nove, e a Igreja Católica), que lutavam por uma democracia do tipo europeu, e as forças pró-comunistas (PCP, extrema-esquerda e a Esquerda Militar), que procuravam impor ao País um regime autoritário próximo do dos países comunistas, enfrentaram-se em Lisboa.
Venceram os moderados e o caminho para a democracia foi reaberto. Mas a data, isto é, o "quem é quem" e o "quem faz o quê" nos acontecimentos que levaram os radicais do MFA a marchar com a unidade pára-quedista de Tancos sobre a capital e as principais bases aéreas em seu redor, ainda permanece envolto em "mistério". E nem um simples e linear raciocínio de mediana inteligência desata, 30 anos depois, esse "mistério". O "mistério" resume-se a uma pergunta: é, ou não, o PCP, com o apoio operacional da Esquerda Militar, a organização que avança para o confronto e porquê?
Têm-se colocado dúvidas sobre a coerência (ou a "incoerência") de um plano militar "tão frouxo" como o dos revoltosos de Tancos. E, no plano político, sobre as verdadeiras intenções e acção do PCP nessa data. Em suma, perguntam os que alimentam esse "mistério": como poderia o PCP avançar para uma tentativa de mudança do poder político-militar com tal plano militar tão débil? E que quereria ele fazer, de facto, um golpe militar, tomar o poder? As respostas, mesmo com base em depoimentos que não incluem as "memórias" do PCP, são, para mim, simples.
Era o plano militar de quem comandava o 25 de Novembro frouxo? Não. Qualquer aprendiz de militar verifica que uma acção de ocupação do quartel-general (QG) operacional da Força Aérea e das suas principais bases aéreas operacionais não é um plano qualquer. É um plano inteligente e necessário para fazer de novo bascular a balança do poder para a esquerda pró-comunista. Porquê? Porque, estando a principal força de actuação - o Exército - maioritariamente dominada pelos moderados, só o desequilíbrio dos restantes dois ramos das Forças Armadas - Marinha e Força Aérea - poderiam impor ao Exército um realinhamento político-militar e impedir uma eventual acção deste para repor a ordem no País. Tomar o comando da Força Aérea e as suas principais bases significava, "apenas", subtrair ao Exército o seu principal apoio. E era também uma forma de incitar e libertar a Marinha - nomeadamente os fuzileiros - para uma acção ao lado dos radicais.
Que falhou neste plano militar? Duas coisas. Uma, e muito importante, o alinhamento do então comandante operacional do Copcon (QG operacional do MFA), general Otelo Saraiva de Carvalho, ao lado dos pára-quedistas (isto é: da Esquerda Militar). Otelo, que o PCP mais voluntarista contava como aliado e comandante militar "independente" para o golpe, foi para casa nessa madrugada, deixando os revoltosos sem um comando visível (e daí o ódio, que ainda hoje persiste, do PCP a Otelo). Outra, a acção do presidente da República, general Costa Gomes, que se opõe sinceramente a uma guerra civil e dá ordens de fidelidade hierárquica a unidades e cobertura aos militares moderados.
Que falhou no plano político? Otelo e Costa Gomes, de novo. O general Otelo Saraiva de Carvalho, comandante operacional do MFA no 25 de Abril, fora preparado, depois de Março de 1975, para ser o "grande líder" da revolução. É namorado pelo PCP e por Cuba. Tem encontros a sós com Cunhal e Fidel Castro convida-o repetidamente para visitar a ilha. Otelo acaba por lá ir em Julho. É recebido como um herói, é-lhe incentivado um papel de caudilho. Otelo regressa aparentemente convencido, diz que vai mandar os "contra-revolucionários" para a praça de touros do Campo Pequeno e é portador de uma mensagem de Fidel para Costa Gomes anunciando a intervenção cubana em Angola. Mas, depois, Otelo falha sempre: não apoia o primeiro-ministro comunista Vasco Gonçalves nem os pára-que- distas. Costa Gomes também "falha". Deixa Cuba avançar em Angola, até porque Portugal era frágil aí. Mas não dá possibilidade ao golpe do 25 de Novembro de avançar em Lisboa. Homem da Guerra Fria e estratego inteligente, deixa Angola para as superpotências e Portugal para a NATO. Um mês antes do 25 de Novembro, o líder soviético Leonid Breznev, numa conversa a sós de quatro horas, em Moscovo, explicara-lhe que a União Soviética não combateria os EUA na Península Ibérica. Por isso, a primeira preocupação de Costa Gomes, na manhã do 25 de Novembro, é falar com Cunhal e o seu braço popular (não armado, mas armável), a Intersindical. Cunhal aceita, mas ganha tempo para negociar o futuro, sem grandes perdas para o PCP.
Dir-se-ia não haver depoimentos ou provas suficientes do que afirmo. Mas há. Não se conhece tudo, mas o que se apurou, nestes anos de investigação e de recolha de relatos, é suficiente. Explicarei isso em próximo artigo. Jose Manuel Barroso em O 'mistério' do 25 de Novembro de 1975 no DN
Venceram os moderados e o caminho para a democracia foi reaberto. Mas a data, isto é, o "quem é quem" e o "quem faz o quê" nos acontecimentos que levaram os radicais do MFA a marchar com a unidade pára-quedista de Tancos sobre a capital e as principais bases aéreas em seu redor, ainda permanece envolto em "mistério". E nem um simples e linear raciocínio de mediana inteligência desata, 30 anos depois, esse "mistério". O "mistério" resume-se a uma pergunta: é, ou não, o PCP, com o apoio operacional da Esquerda Militar, a organização que avança para o confronto e porquê?
Têm-se colocado dúvidas sobre a coerência (ou a "incoerência") de um plano militar "tão frouxo" como o dos revoltosos de Tancos. E, no plano político, sobre as verdadeiras intenções e acção do PCP nessa data. Em suma, perguntam os que alimentam esse "mistério": como poderia o PCP avançar para uma tentativa de mudança do poder político-militar com tal plano militar tão débil? E que quereria ele fazer, de facto, um golpe militar, tomar o poder? As respostas, mesmo com base em depoimentos que não incluem as "memórias" do PCP, são, para mim, simples.
Era o plano militar de quem comandava o 25 de Novembro frouxo? Não. Qualquer aprendiz de militar verifica que uma acção de ocupação do quartel-general (QG) operacional da Força Aérea e das suas principais bases aéreas operacionais não é um plano qualquer. É um plano inteligente e necessário para fazer de novo bascular a balança do poder para a esquerda pró-comunista. Porquê? Porque, estando a principal força de actuação - o Exército - maioritariamente dominada pelos moderados, só o desequilíbrio dos restantes dois ramos das Forças Armadas - Marinha e Força Aérea - poderiam impor ao Exército um realinhamento político-militar e impedir uma eventual acção deste para repor a ordem no País. Tomar o comando da Força Aérea e as suas principais bases significava, "apenas", subtrair ao Exército o seu principal apoio. E era também uma forma de incitar e libertar a Marinha - nomeadamente os fuzileiros - para uma acção ao lado dos radicais.
Que falhou neste plano militar? Duas coisas. Uma, e muito importante, o alinhamento do então comandante operacional do Copcon (QG operacional do MFA), general Otelo Saraiva de Carvalho, ao lado dos pára-quedistas (isto é: da Esquerda Militar). Otelo, que o PCP mais voluntarista contava como aliado e comandante militar "independente" para o golpe, foi para casa nessa madrugada, deixando os revoltosos sem um comando visível (e daí o ódio, que ainda hoje persiste, do PCP a Otelo). Outra, a acção do presidente da República, general Costa Gomes, que se opõe sinceramente a uma guerra civil e dá ordens de fidelidade hierárquica a unidades e cobertura aos militares moderados.
Que falhou no plano político? Otelo e Costa Gomes, de novo. O general Otelo Saraiva de Carvalho, comandante operacional do MFA no 25 de Abril, fora preparado, depois de Março de 1975, para ser o "grande líder" da revolução. É namorado pelo PCP e por Cuba. Tem encontros a sós com Cunhal e Fidel Castro convida-o repetidamente para visitar a ilha. Otelo acaba por lá ir em Julho. É recebido como um herói, é-lhe incentivado um papel de caudilho. Otelo regressa aparentemente convencido, diz que vai mandar os "contra-revolucionários" para a praça de touros do Campo Pequeno e é portador de uma mensagem de Fidel para Costa Gomes anunciando a intervenção cubana em Angola. Mas, depois, Otelo falha sempre: não apoia o primeiro-ministro comunista Vasco Gonçalves nem os pára-que- distas. Costa Gomes também "falha". Deixa Cuba avançar em Angola, até porque Portugal era frágil aí. Mas não dá possibilidade ao golpe do 25 de Novembro de avançar em Lisboa. Homem da Guerra Fria e estratego inteligente, deixa Angola para as superpotências e Portugal para a NATO. Um mês antes do 25 de Novembro, o líder soviético Leonid Breznev, numa conversa a sós de quatro horas, em Moscovo, explicara-lhe que a União Soviética não combateria os EUA na Península Ibérica. Por isso, a primeira preocupação de Costa Gomes, na manhã do 25 de Novembro, é falar com Cunhal e o seu braço popular (não armado, mas armável), a Intersindical. Cunhal aceita, mas ganha tempo para negociar o futuro, sem grandes perdas para o PCP.
Dir-se-ia não haver depoimentos ou provas suficientes do que afirmo. Mas há. Não se conhece tudo, mas o que se apurou, nestes anos de investigação e de recolha de relatos, é suficiente. Explicarei isso em próximo artigo. Jose Manuel Barroso em O 'mistério' do 25 de Novembro de 1975 no DN
este é um dos poucos artigos sérios sobre o 25 de Novembro.
Este JORNALISTA, que cumpriu serviço militar como capitão miliciano na Guiné, conheceu ali a maioria dos actores dos "dois 25" e no PREC teve, como poucos, um comportamento exemplar como profissional da Comunicação Social.
Foi pena não ter continuado este artigo de Opinião...
sábado, 21 de Novembro de 2009
CDS-PP Lisboa lança outdoor contra mais contentores em Alcântara
O CDS-PP de Lisboa considera que é necessário esclarecer todo este negócio. Por isso denuncia, uma vez mais, esta situação com a Liscont lançando uma campanha com cartazes e abrindo espaço ao debate.O CDS-PP de Lisboa entende serem necessárias mais explicações e um debate mais alargado sobre este projecto de ampliação do terminal de contentores de Alcântara, no momento, em que são cada vez mais as vozes, nomeadamente de especialistas a criticarem esta opção, certo de existirem outras soluções. a) Concelhia de Lisboa do CDS-PP
é bom que não esqueçam...
a proposito disto:
Oposição avança contra contentores. CDS rói a corda
A preocupação do CDS em revogar a concessão prende-se sobretudo com a possível indemnização que Mota-Engil poderá pedir pela anulação de um contrato devidamente assinado.
…
O líder parlamentar do CDS, Pedro Mota Soares, disse a 18 de Outubro ao "Diário de Notícias" que o seu partido foi "o primeiro a fazer um pedido de aprovação parlamentar contra a adjudicação do contrato sem concurso público". por Filipe Paiva Cardoso, Publicado em 21 de Novembro de 2009 no “ i “
Oposição avança contra contentores. CDS rói a corda
A preocupação do CDS em revogar a concessão prende-se sobretudo com a possível indemnização que Mota-Engil poderá pedir pela anulação de um contrato devidamente assinado.
…
O líder parlamentar do CDS, Pedro Mota Soares, disse a 18 de Outubro ao "Diário de Notícias" que o seu partido foi "o primeiro a fazer um pedido de aprovação parlamentar contra a adjudicação do contrato sem concurso público". por Filipe Paiva Cardoso, Publicado em 21 de Novembro de 2009 no “ i “
Até Sempre Jorge

A natureza é injusta, Jorge!
Conheci-te quando eras um activo e sensato “miúdo” da JC.
Assim permanecerás na minha memória.
Assim permanecerás na minha memória.
O HOMEM DO ANO

JUIZ COSTA GOMES: HOMEM DO ANO
António Costa Gomes, juiz de instrução do processo 'Face Oculta', respondeu ao despacho do presidente do Supremo Tribunal de Justiça, afirmando que Noronha do Nascimento não tem competência para dar ordens para um processo que lhe é alheio. O juiz Costa Gomes não vai cumprir o despacho do presidente do Supremo Tribunal de Justiça, Noronha do Nascimento, que ordenou a destruição das escutas que envolvem José Sócrates e Armando Vara, lê-se no 'DN' de hoje. O mesmo jornal adianta saber que o magistrado de Aveiro já enviou uma resposta ao presidente do Supremo, na qual terá afirmado que o presidente do STJ não tem competência para dar ordens a outro juiz.
Este juiz é o HOMEM DO ANO, porque tem-os no sítio... o profissionalismo e a honra. in Jornal do Pau Para Toda A Obra
António Costa Gomes, juiz de instrução do processo 'Face Oculta', respondeu ao despacho do presidente do Supremo Tribunal de Justiça, afirmando que Noronha do Nascimento não tem competência para dar ordens para um processo que lhe é alheio. O juiz Costa Gomes não vai cumprir o despacho do presidente do Supremo Tribunal de Justiça, Noronha do Nascimento, que ordenou a destruição das escutas que envolvem José Sócrates e Armando Vara, lê-se no 'DN' de hoje. O mesmo jornal adianta saber que o magistrado de Aveiro já enviou uma resposta ao presidente do Supremo, na qual terá afirmado que o presidente do STJ não tem competência para dar ordens a outro juiz.
Este juiz é o HOMEM DO ANO, porque tem-os no sítio... o profissionalismo e a honra. in Jornal do Pau Para Toda A Obra
um "corno" do 27 de Outubro
Quando Manuel Pinho ganhou fama internacional com o seu famoso par de cornos, admiti que ele apenas se estava a dirigir aos seus primos ou irmãos da Câmara Corporativa. Afinal o homem era profeta e também me estava a colocar, a mim, na sua manada.Admito, portanto, pertencer á espécie e género a quem aquele neo-Bandarra se dirigia.
Afinal o "pusémos as contas públicas em ordem", as “centenas de milhar de novos empregos” e a “independência da justiça” eram treta.
O déficite e a suspensão das avaliações da Drª Manuela foram tretas para corno ouvir.
Para o cenário ficar completo basta que o “casamento de paneleiros e fufas” do Francisco Anacleto e o “fim do rendimento mínimo” do Paulo Sacadura passem a treta.
E, era conhecido, isso do venerando chefe do estado já era treta…
Amigos, lamento, mas tenho que me declarar um dos 5.683.967 cornos do 27 de Outubro.
O déficite e a suspensão das avaliações da Drª Manuela foram tretas para corno ouvir.
Para o cenário ficar completo basta que o “casamento de paneleiros e fufas” do Francisco Anacleto e o “fim do rendimento mínimo” do Paulo Sacadura passem a treta.
E, era conhecido, isso do venerando chefe do estado já era treta…
Amigos, lamento, mas tenho que me declarar um dos 5.683.967 cornos do 27 de Outubro.
Desculpem-me, mas sou de compreensão lenta, obviamente.
sexta-feira, 20 de Novembro de 2009
cuidado, incompetentes "á vista" ? Ou talvez não.

As escutas do processo Face Oculta não gravaram a conversa entre Armando Vara, vice-presidente do BCP com o mandato suspenso, e Manuel José Godinho no gabinete do banco, a 25 de Maio, data em que o Ministério Público alega que o gestor recebeu das mãos do empresário de Esmoriz dez mil euros.
Nem terão registado o que Godinho e vários dos arguidos no processo conversaram durante os muitos almoços vigiados pela Polícia Judiciária. Muito se falou das escutas direccionadas e dos avançados meios tecnológicos da Polícia Judiciária, mas várias fontes que consultaram o processo não encontraram qualquer referência a tais intercepções nos seus mais de 20 volumes. mais no novo oficioso PUBLICO
Cada vez mais, se percebe menos.
Até parece que também a Justiça em Aveiro também está cheia de incompetentes e que esta coisa da Face Oculta serviu apenas para vender papel e aumentar share's das TV's.
Nem terão registado o que Godinho e vários dos arguidos no processo conversaram durante os muitos almoços vigiados pela Polícia Judiciária. Muito se falou das escutas direccionadas e dos avançados meios tecnológicos da Polícia Judiciária, mas várias fontes que consultaram o processo não encontraram qualquer referência a tais intercepções nos seus mais de 20 volumes. mais no novo oficioso PUBLICO
Cada vez mais, se percebe menos.
Até parece que também a Justiça em Aveiro também está cheia de incompetentes e que esta coisa da Face Oculta serviu apenas para vender papel e aumentar share's das TV's.
Não, até me parece que foram para Aveiro porque "faziam a diferença".
quarta-feira, 18 de Novembro de 2009
...e assim começa o "Centrão"

Questionado se não houve nenhuma cedência do PSD ao PS ao apresentar um diploma que não propõe a suspensão, mas sim a substituição do actual modelo de avaliação dos professores no prazo de 30 dias, Pedro Duarte respondeu: «Nós apresentámos o nosso projecto de resolução de acordo com aquilo que sempre foi a nossa posição.».
«O PS, designadamente o primeiro-ministro, diz que vê com bons olhos a proposta do PSD. Isso, evidentemente, deixa-nos com grande satisfação até porque revela uma grande evolução do PS face às posições que sempre tinha assumido». TSF
«O PS, designadamente o primeiro-ministro, diz que vê com bons olhos a proposta do PSD. Isso, evidentemente, deixa-nos com grande satisfação até porque revela uma grande evolução do PS face às posições que sempre tinha assumido». TSF
Olhem a ternura com que ele fala.
Pensei que iriam disfarçar mais algum tempo, mas o Bloco Central começa já.
Centenas de "militantes" já estão com os pés nos tacos da linha de partida da grande corrida aos tachos que irão dividir.
Cumprir promessas eleitorais? Que deveres é que eles tem para aquela gajada que não lhes deu a maioria?
"Que se lixem, venha lá uma DG ou uma CEO que é para isso eu cá ando (e toca a correr com a Manelinha que é uma empata... e não me deixa dizer que isto é para o superior interesse nacional) "...
Pensei que iriam disfarçar mais algum tempo, mas o Bloco Central começa já.
Centenas de "militantes" já estão com os pés nos tacos da linha de partida da grande corrida aos tachos que irão dividir.
Cumprir promessas eleitorais? Que deveres é que eles tem para aquela gajada que não lhes deu a maioria?
"Que se lixem, venha lá uma DG ou uma CEO que é para isso eu cá ando (e toca a correr com a Manelinha que é uma empata... e não me deixa dizer que isto é para o superior interesse nacional) "...
terça-feira, 17 de Novembro de 2009
Desemprego e PIB aumentam
As previsões do anterior e actual Governo para 2009 apontavam para os 8,8 por cento, mas a taxa de desemprego em Portugal atingiu, segundo o INE, os 9,8 por cento no terceiro trimestre de 2009, o que representa um agravamento de 0,7 % face aos 9,1 por cento observados no trimestre anterior.
A relação com o mesmo intervalo de tempo, Julho a Setembro de 2008, mostra que o agravamento foi de 2,1 por cento num ano.
A relação com o mesmo intervalo de tempo, Julho a Setembro de 2008, mostra que o agravamento foi de 2,1 por cento num ano.
Interessante verificar que a partir de 2001 o aumento de desempregados foi sempre crescente, tanto quanto a prática dos "prémios de Gestão", a grande inovação que, no inicio do século, importámos. Uma curiosa coincidência.
Outra curiosa coincidência é que imediatamente antes e a seguir, quer o INE, quer o BdP avançam com a boa novidade que irá permitir "as boas noticias da excelente governação":
A economia portuguesa deverá sofrer uma contracção de 2,7 por cento em 2009, anunciou esta terça-feira o Banco de Portugal, instituição liderada por Vítor Constâncio, melhorando a sua expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) em 0,8 pontos percentuais desde a última previsão. TSF
Seguramente que esta boa irá "tapar" a má anterior.
O que é que interessa que a economia contraia tanto quanto o desemprego dispara?
Quem é que quer más noticias...quando o sr.Pib engordou 0,8 % ?
segunda-feira, 16 de Novembro de 2009
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