segunda-feira, 20 de janeiro de 2020

...e o Trump continuou a ser Trump?

Pronto!
O “gajo” fez três anos como Presidente contra os bitaites – e tavez contra a vontade – dos jornalistas a que temos direito!
Há dois anos o João de Almeida Dias, no Observador escrevia:
 “Este foi, para Donald Trump, o resumo do ano que passou. Porém, quando chega a altura de olhar para o ano que se segue, os quatro especialistas norte-americanos que falaram ao Observador renunciaram aos pontos de interrogação e prefiriram falar com reticências e, mais comum ainda, deixando vários pontos de interrogação no ar. “
ei-los:
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"Por agora, parece que uma boa parte dos eleitores de colarinho azul vão continuar com Trump. Mas alguns já estão de saída. E, se Trump fizer algo que pode ser visto por esse eleitorado como uma traição inegável, então não vai ter vida fácil”
Henry Olsen, investigador do think tank conservador Ethics & Public Policy Center
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“Eu tenho familiares que votam em Donald Trump e que dizem que se sentem envergonhados por ele. Mas ainda não chegaram ao ponto de dizer que não votariam nele outra vez.”
Barbara Perry, diretora do centro de estudos presidenciais no Miller Center, da Universidade da Virginia
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“Os media têm tornado praticamente impossível uma expansão da base de apoio de Donald Trump, mas a verdade é que também não fizeram nada para encolhê-la. É como se continuássemos em 2016, o que é bom para Donald Trump.”
Henry Olsen, investigador do think tank conservador Ethics & Public Policy Center
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“A China está obviamente a abrir as asas e a promover influência não só na Ásia mas também em África e na América do Sul, sobretudo a nível económico. Ao mesmo tempo, há aliados dos EUA que perguntam, com preocupação legítima, se os EUA vão continuar a protegê-los.”
William Keylor, professor na Frederick S. Pardee School of Global Studies da Universidade de Boston
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agora é só ver em quanto comentadores e jornalistas se enganaram...

Em Outubro de 2017, uma sondagem do jornal digital Politico revelou que 46% dos norte-americanos acreditam que os media “inventam” histórias sobre Donald Trump, ao passo que 37% depositavam a sua confiança na comunicação social. Uma sondagem que Donald Trump fez questão de publicar no seu Twitter, mesmo que tenha sido lançada por um jornal que descreveu como “desonesto” ou “um dos sites de política mais burros e enviesados”.

domingo, 19 de janeiro de 2020

o Livre...

Saltou como uma pantera negra assanhada para o púlpito e desatou aos berros: que eram todos uns mentirosos, como se atreviam!...
Ricardo Sá Fernandes tentou explicar o inexplicável. Até a uma pretensa «diferença cultural» se agarrou (ah, mas afinal não somos todos iguais?); e a questões de feitio também (ah, mas afinal não é suposta a urbanidade dos congressistas, a sua educação?)
E a um canto, calado como um ratinho de coração aos pulos, o tótó da turma - o menino Rui Tavares. https://corta-fitas.blogs.sapo.pt/joacyne-no-recreio-6860919
Joacine Katar Moreira deixou claro hoje que o LIVRE a usou e que “elegeram uma mulher negra que gagueja e que deu jeito para a subvenção” e deixou no ar a ideia de que muito mais haveria para contar porque “vocês não sabem da missa a metade”.
Por outro lado, tornou também evidente de que massa é feita, ao considerar “ilegal” as críticas que lhe fazem. Ou seja, para JKM a legislação substitui a ética, a moral e a opinião livre. https://blasfemias.net/2020/01/18/joacine-poe-tudo-a-nu/
Rui Tavares é o arquétipo do brutalismo soviético, o indivíduo que para representar Trotsky num filme teria que se limitar a aparecer e repetir o guião. 
Joacine é da nova vaga de comunistas. Sem nada político a dizer, limita-se a repetir que o projecto da sociedade idealizada por estes trogloditas é uma mistela de igualdade marcada pela diferença em melanina, presença de vagina e enormes problemas de articulação. Uns mais iguais que outros. https://blasfemias.net/2020/01/19/sabado-dia-de-feira-livre/

quinta-feira, 16 de janeiro de 2020

O Sonho do Costa...


Costa que sonha pôr Portugal a fabricar os próprios comboios afirmou:
"Tenho o sonho de daqui a 10, 20 ou 30 anos (nos dele 69, 79 89 anos) podermos dizer que fazemos parte do clube de produtores automóveis e de produtores de comboios"
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Até Junho, Guifões vai recuperar cinco locomotivas eléctricas da série 2600 e 13 carruagens Schindler, da década de 1940, atractivas para a linha do Douro porque têm janelas amplas e podem ser abertas para contemplar a paisagem da região.
Até ao final do ano, também serão reparadas 14 carruagens saídas da fábrica portuguesa Sorefame.
(o texto é do Diogo Ferreira Nunes e em Junho cá lhe estarei a perguntar se ele conferiu o “sonho do Costa que está primeiro-ministro”)

segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

O que é conservadorismo?

O termo, com difícil apreensão, é um dos temas desta entrevista com o pensador, que define conservadorismo com uma analogia interessante: é como uma relação com nossos pais – reconhecemos que há questões a serem melhoradas, mas a base fundamental é um amor compartilhado.



Pode encontrar AQUI na versão “texto” a tradução em português do Brasil

Sir Roger Scruton contra o Pensamento Único


Lutou contra os policias do pensamento e da linguagem. Destruiu muitos dos mitos do "pensamento politicamente correcto" dos nossos dias tão em voga nas nossas universidades.
Em livros como o “Guia de Filosofia Para Pessoas Inteligentes” e principalmente nos “Impostores e Incendiários”, onde casa erudição com ironia, submete a uma rigorosa analise as atitudes das novas “esquerdas” Gramscianas.


Como muitos de nós também sofreu as consequências de ser um critico do “pensamento dominante” nos média e no jornalismo actuais.
Além de famoso pelas suas obras e ensaios de não-ficção e pelo seu apoio aos dissidentes do Partido Comunista da Checoslováquia nos anos 1980, Sir Roger Scruton tornou-se um nome ainda mais conhecido dos britânicos e europeus no último ano e meio, pela posição de relevo que assumiu junto do Governo do Reino Unido e pelo debate que voltou a levantar sobre o sensacionalismo presente em órgãos de comunicação social, devido a uma alegada “caça às bruxas” de que defendeu ter sido alvo.
Nasceu a 27 de Fevereiro de 1944. Morreu pacificamente no Domingo de 12 de Janeiro.  (por Gonçalo Correia no Observador )

sábado, 4 de janeiro de 2020

sexta-feira, 3 de janeiro de 2020

Quarenta! Vinte são novas!!!

nos finais de Novembro de 2019 a senhora que está ministro da Saúde anunciava:
Vinte novas unidades de saúde familiar poderão ser criadas ainda este ano e outras 20 passam a modelo B, que é o mais exigente, com maior autonomia e com mais incentivos financeiros...

Prometi vir confirmar no "final do ano" e nada aconteceu. Nem "vinte novas", nem "20 modelo B"!!! Voltarei a fazê-lo daqui a seis meses...

Lisboa, 28 nov 2019 (Lusa) – Vinte novas unidades de saúde familiar poderão ser criadas ainda este ano e outras 20 passam a modelo B, que é o mais exigente, com maior autonomia e com mais incentivos financeiros, anunciou hoje a ministra da Saúde.
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No fim do ano venho conferir e daqui a seis meses virei verificar se isto não é mais uma tanga desta Senhora que está ministro!
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mas começo a ficar preocupado por estar a ficar semelhante ao Deputado André Ventura que às Quinta-Feira chama mentiroso ao senhor que está de primeiro-ministro e à Sexta-Feira nos apresenta “as provas”

...das virtudes do novo marxismo ecocultural!

nós podemos mudar isto!
E, um dia, teremos de falar sobre a vaga de auto-censura que vai por essas redacçôes fora.
Primeiro, desapareceram os clássicos. Da Íliada a Dom Quixote, passando por Sófocles, Virgílio e Dante, a razia remeteu as obras fundadoras para os covís académicos e a insignificância pública. [...]
Arrumados os clássicos incómodos, os alvos seguintes foram os contos de fadas e o folclore literário: qualquer dia, quem contar a Branca de Neve às criancinhas arrisca uma denúncia pelos crimes de apologia do assédio sexual ou ofensa aos anões (e nestes tempos de fascismo idiomático, usar a palavra «anão» já é um risco). Conforme as teses progressistas que se propagam com celeridade nos colégios e universidades ocidentais,
- a Pequena Sereia, coitada, foi privada do seu «género» quando lhe tiraram a cauda de peixe e a substituíram por duas pernas,
- o Monstro devia estar preso por maltratar a Bela, e
- o Príncipe denunciado por importunar sexualmente a Branca de Neve.
O Lobo Mau, presume-se, está isento de julgamento por mediação das associações animalistas.
O resultado está à vista: vivemos hoje sob o ruído infernal da chamada «geração floco de neve», que se caracteriza pela ofensa fácil, intolerância às opiniões divergentes e egolatria patológica. [.]

Os filhos, hoje, chegam a ser usados como cavalos de Tróia do progressismo que tomou conta do ensino oficial: bem providos de raiva e prédicas moralistas, são enviados para casa com a missão de vigiar e evangelizar os pais que não reciclam, que não comem quinoa, que não dizem «presidenta», ou que, em geral, desconfiam das virtudes do novo marxismo ecocultural.