terça-feira, 18 de setembro de 2018

figuras que nos deixam envergonhados...

[...]Um outro facto que demonstra que os nossos políticos são uns parolos, incivilizados e que não têm nível absolutamente nenhum foi o caso do pançudo do ministro Capoulas, que numa visita oficial, apareceu ao lado do primeiro-ministro depois deste ter ido vestir um fato e gravata, em mangas de camisa e expondo a sua barriga horrível aos anfitriões angolanos. 
Houve alguém na comitiva angolana que chegou a perguntar "Quem é este?"... e um dos seguranças esteve mesmo para o prender pensando que era um meliante qualquer que queria fazer algum mal ao visitante António Costa. 
Enfim, só más figuras que nos deixam envergonhados. (in “Tristeza em Angola”por João Severino)

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

o "coiso" e o em “apresentar arma” numa “chegada informal”!


o Costa não sabia que ia ser recebido com todo aquele estadão.
Julgava que era chegar, levantar as malas, ir fazer o check in ao hotel, tomar uma banhoca no jacuzzi, dar uma palmada nas bebidas do frigo-bar que a conta é com os angolanos, papar todos os salgadinhos à mão, ligar à Nanda do fixo, espreitar os canais de tv e pôr o ar condicionado a trabalhar, e só depois já fresquinho ir ter na calma com o pessoal à recepção. (in Jorge Costa no feicebuque)

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Ao Observador, fonte do executivo esclareceu que esta não foi uma chegada com honras militares, mas sim uma “chegada informal”.
As honras militares, essas, estão previstas para terça-feira, quando António Costa se encontrar com o presidente angolano, João Lourenço, no Palácio Presidencial.
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claro que o “coiso” e os “coisos do coiso” - habituados, no máximo, “ás honras bombeirais” - não fazem ideia do que são “honras militares”
Basta olhar para os militares em “apresentar arma” para vemos que, só para uma “fonte do executivo” os militares estavam numa de “chegada informal” .

protocolo afro-indiano?




não sei quanto tempo demora a de um “pulitico”
mas consta que

a educação de uma criança começa 20 anos antes do seu nascimento, pela educação de sua mãe.” (atribuída a Napoleão Bonaparte)

ou

a educação de uma criança começa cem anos antes de ela nascer” como diz um antigo adágio chinês  

domingo, 16 de setembro de 2018

para memoria futura...

O desassoreamento do Mondego em Coimbra, iniciado em Agosto de 2017, vai evitar cheias e permitir, com outras intervenções projectadas ou já em curso, a valorização e integração efectiva do rio e suas margens na cidade, deverá ficar concluído em Setembro de 2018, prevê a empresa responsável pelo empreendimento, que reduz para metade o prazo contratualmente previsto para a execução da obra, que é de dois anos. d’Aqui e d’Aqui

sexta-feira, 14 de setembro de 2018

em Maio há Europeias...

a propósito de uma sondagem em França
vamos lembrar-nos do que por cá a imprensa a que temos direito nos quer esconder:
em Maio há Europeias...
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em França, tal como cá, as sondagens que “valem o que valem”:
LaREM, La République en marche (Macron) ainda se situa como primeiro partido da França, com 21,5% - uma descida de 8% em relação ao resultado obtido por Macron nas presidenciais de Junho de 2017-
O RN, Rassemblement National (ex FN), de  Marine Le Pen  com 21% desde o inicio do Verão subiu 4%.
Na terceira posição situam-se os Les Républicains (Direita) com 14% que perdem 13% em relação aos 27% das últimas eleições europeias de 2014.
La France insoumise (extrema-esquerda)  do Jean-Luc Mélenchon, com 12,5%, não passa da quarta posição, tal como ocorreu nas últimas eleições presidenciais.
Os aliados de Le Pen, Debout la France (DLF) de Nicolas Dupont Aignan, conseguem 6%, os ecologistas 5% e
o Partido Socialista (Hollande) continua a baixar e não ultrapassa os 4,5% das intenções de voto dos franceses.

Texto completo AQUI

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

a pobreza é uma virtude? *

Primeiro, como sempre acontece, surgiu Catarina Martins. Num desesperado esforço para usar a sua eterna superioridade moral como arma para justificar a “taxa Robles”, disparou toda a indignação que conseguiu juntar contra quem “compra e vende num curto período e faz muito dinheiro”.
A seguir, tentando mais uma vez, com sucesso, baralhar os eleitores do PSD, Rui Rio aproximou-se de um microfone para dizer que a ideia do Bloco de Esquerda “não é assim tão disparatada. E até elaborou o seu pensamento económico:
Efectivamente, uma coisa é comprarmos e mantermos durante ‘x’ tempo e outra coisa é andarmos a comprar e a vender todos os dias só para gerar uma mais-valia meramente artificial”.
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Catarina Martins e Rui Rio estão, portanto, de acordo. Ganhar dinheiro, sim — mas só se for pouco dinheiro e só se for muito devagarinho. 

* a pobreza é uma virtude?
Corrrendo o risco de considerarem um elogio, Catarina Martins e Rui Rio, “Os líderes do BE e do PSD, partilham uma velha ideia que governou o nosso país durante 41 anos: a de que a pobreza é, em si mesma, uma virtude. 
Um célebre político português do século XX anunciou um dia que “um país, um povo que tiverem a coragem de ser pobres são invencíveis”. E construiu todo um regime (por sinal, autoritário) em cima disso.
Foi o mesmo político que afirmou, com ironia: “Os homens mudam pouco e então os portugueses quase nada”.

(in “Ganhar dinheiro? Só pouco e devagarinho” por Miguel Pinheiro)

terça-feira, 11 de setembro de 2018

ainda sem palavras...

O partido das taxas imobiliárias

Apoiado por uma imprensa de jornalistas avençados e aliado do Partido Socialista do António Costa,
“O Bloco de Esquerda é mesmo o partido dos impostos imobiliários, o caça-riqueza, o salteador dos investidores. No último orçamento desta legislatura, Catarina Martins inventou um novo imposto sobre as mais-valias imobiliárias, que o Bloco classifica de “especulativas”, veremos depois o que isso quererá exactamente dizer. E, do que se sabe, o PS vai mesmo alinhar na sua aprovação, para garantir mais uns milhões que pagam as medidas populares para ganhar as próximas eleições. O imposto até já tem o carimbo de um dirigente do Bloco…

Qual é a justificação de Catarina Martins? Em primeiro lugar, a justificação escondida: O Bloco de Esquerda quer expiar o caso Robles, o vereador bloquista da Câmara de Lisboa que se dizia contra a pressão imobiliária nos centros urbanos, contra os despejos, e estava, ele próprio, a tentar vender um prédio em Alfama por mais de cinco milhões de euros. Um caso que mostrou a hipocrisia política em todo o seu esplendor, o falso moralismo de um partido que, afinal, é igual aos outros nos defeitos. As virtudes, essas, ainda se procuram… Especialmente porque, numa primeira resposta, e já com os dados necessários para uma decisão, o BE tentou dizer-nos que não havia contradições. Havia, claro, e o dirigente bloquista é agora um proscrito, que serve de mau exemplo citado nas entrevistas de quem manda no Bloco.(in “O partido das taxas imobiliárias” por António Costa)

Ministério Público investiga compra de casa de Fernando Medina...

A notícia é dada pelo jornal i desta quarta-feira, 13 de Setembro de 2017
O Ministério Público está a investigar a compra de uma casa por parte do actual presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina, a uma familiar de líderes da construtora Teixeira Duarte.
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Em causa está a compra de um duplex na Avenida Luís Bívar, em Lisboa, por Fernando Medina. O imóvel foi adquirido por 645 mil euros, por um valor inferior ao que é considerado como estando a ser praticado no mercado e dos 843 mil euros que a antiga proprietária tinha pago em 2006, remata o jornal Público.
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As primeiras notícias sobre a compra da casa, pelo Observador, davam conta de que Medina tinha declarado ao Tribunal Constitucional (TC) um sinal de 220 mil euros pelo imóvel, mas não actualizou a sua declaração de património com o valor restante da transacção quando efectivou a compra da casa em Setembro de 2016

mais AQUI


segunda-feira, 10 de setembro de 2018

o aliado do Partido Socialista do César, Costa & Rodrigues

coberto, divulgado e louvado por uma parte da imprensa a que temos direito
“o BE não gosta de quem cria riqueza, quer acabar com os ricos para ter um país de pobres onde o seu discurso alastra como uma praga. Sem perceber, ou percebendo muito bem, que o país tem pobres a mais e ricos a menos. E antes de redistribuir, é preciso criar. O ataque, o confisco, a quem acumula capital, o capital que o país tanto precisa e sem o qual não haverá investimento, até pode ter efeitos orçamentais no curto prazo, como já teve o “imposto Mortágua”. Mas vai ter consequências muito negativas a médio prazo para o país. Os portugueses não vão querer acumular, estão a ser incentivados a gastar, a consumir, os estrangeiros acabarão por deixar de ter Portugal como destino.
No final, haverá uma ‘taxa Robles”, mas não haverá receita, porque não haverá quaisquer mais-valias, especulativas ou não.
mas
A ignorância em matérias económicas é enorme, a que se junta, também, a ganância política. A economista Vera Gouveia Barros tem escrito de forma tão clara como pedagógica sobre o mercado imobiliário e as medidas que ameaçam acabar com um mercado que está a contribuir decisivamente para o crescimento económico dos últimos anos, o imobiliário.
Sobre os disparates que se dizem, como a defesa do tabelamento dos preços máximos na venda e arrendamento.