Quarta-feira, 29 de Fevereiro de 2012

juros a acrescentar ao empréstimo...

A taxa de inflação em Janeiro situou-se nos 3,4%, menos uma décima que em Dezembro de 2011.
A taxa de desemprego na Alemanha aumentou em fevereiro para 7,4%, o que corresponde a 3,11 milhões de desempregados.
O PSI 20 fechou a ganhar 0,04% para 5.580,52 pontos.
Os juros da dívida soberana seguem hoje pressionados em Portugal e Grécia, à espera que o Banco Central Europeu realize uma nova injeção de liquidez a três anos

Terça-feira, 28 de Fevereiro de 2012

Segunda-feira, 27 de Fevereiro de 2012

Sexta-feira, 24 de Fevereiro de 2012

O PSI20 fechou a crescer 1,12% para os 5557,74 pontos.
O Tesouro italiano colocou hoje 4.500 milhões em títulos da dívida, 1500 milhões a cinco e 10 anos indexados à inflação europeia e 3000 a dois anos com um juro de 3,013%, abaixo do leilão anterior.
Os juros da dívida soberana portuguesa foram hoje pressionados a dois, cinco e dez anos.

neste dia

Quanto é que lhes descontam no fim do mês?

Seguro 2 (em 2)
Miranda do Douro, Bragança, 24 Fev. (Lusa) - O secretário-geral do PS, António José Seguro, considerou existir uma "dupla penalização" do interior relativamente ao acesso à saúde, lembrando que o memorando assinado com a "troika" não implica uma diminuição da "qualidade da prestação dos serviços públicos". noticias.pt
Miranda do Douro 1.173 votos em 4110 
Freixo de Espada à Cinta, Bragança, 24 Fev. (Lusa) - O secretário-geral do PS, António José Seguro, discordou hoje da posição do Presidente da República relativamente a uma renegociação do programa de ajuda externa a Portugal e continua a defender um alargamento do prazo. noticias.pt Freixo de Espada à Cinta PS 646 votos 2027 

Louçã 2 (em 1)
Elvas, 24 Fev. (Lusa) - O coordenador nacional do Bloco de Esquerda (BE), Francisco Louçã, acusou hoje o Governo de promover a "selvajaria das praças de jorna" e "deitar dinheiro para a rua" com "uma facilidade assustadora", ao pretender subsidiar agências de trabalho temporário. noticias.pt Elvas 599 votos em 10177 
Elvas, 24 Fev. (Lusa) - O coordenador nacional do Bloco de Esquerda (BE), Francisco Louçã, defendeu hoje que Portugal tem que "despedir a ´troika´", que "é prejudicial à economia", e acabar com a austeridade que aproxima o país de um segundo resgate financeiro. noticias

Seguro e Louçã são deputados e hoje faltaram ao trabalho (não me venham com a conversa da treta que “estavam a trabalhar” para o seu eleitorado...porque o podem fazer ao fim-de-semana)
Pergunto:
Quanto é que lhes descontam no fim do mês?

Quinta-feira, 23 de Fevereiro de 2012

juros a acrescentar ao empréstimo...ataque à divida de Portugal


O PSI20 recuou 1,82% para os 5496,08 pontos.
A Carris fechou o exercício fiscal de 2011 com um prejuízo de 29,3 milhões de euros, uma redução de cerca de 30% face aos resultados líquidos negativos de 42,3 milhões de euros registados no ano anterior.
O Executivo admite financiar "serviços privados de emprego" que coloquem no mercado de trabalho desempregados que não recebem subsídio de desemprego.

neste dia

Quarta-feira, 22 de Fevereiro de 2012

o estadista

Francisco Assis, revendo os casos das manifestações contra o Presidente da República e contra o Primeiro-Ministro, acaba de dar uma lição, quer ao Mendes Rosas, quer a Santana Lopes, do que deve ser um político ao defender as instituições para além de que as ocupa. É um estadista, uma característica política com tendência a desaparecer e por tal, se não merecer o nosso suporte, deve merecer a nossa atenção!
Pouco a pouco se confirma o erro que foi não o terem escolhido para líder dos socialistas. 

Foi no “prova dos nove” da TVI24. Um programa a não perder logo que seja colocado on-line.

Principio de Arquimedes aplicado à esquerda...


juros a acrescentar ao empréstimo...

O PSI 20 encerrou a sessão de hoje a baixar 0,07%, para 5.597,98 pontos
Os chineses da State Grid e os árabes da Oman Oil Company assinaram os contratos de promessa de compra e venda para a aquisição de 40% da REN
O Governo vai avançar com a alienação das participações públicas na TAP e na ANA
A Receita Fiscal caiu 7,9% em Janeiro  menos 222,3 milhões de euros, face ao período homólogo de 2011, devido a uma queda de 18,8% na receita com impostos directos, em especial, a queda nas receitas com IRC.

neste dia

o futuro da Europa num manifesto?

A cartinha que Passos não assinou e que, por isso, Seguro o criticou, era o Manifesto de Cameron, isto é, “Um Plano de Crescimento para a Europa”.
Quando éramos miúdos e aprendíamos História (“História? que horror”! dirão em linguagem pinchada os chavalos d’hoje), dela dizíamos ser “uma sucessão de factos que se repetem sucessivamente”.
Foi por isso que relembrei a neutralidade de Oliveira Salazar aquando da II Guerra. Ao homem puxava-lhe o pé prós alemães, mas havia o velho tratado com os ingleses, logo o melhor era ficar quieto.
Também, por causa da tal História, lembro que a oposição da época, chamavam-lhes “o reviralho”, era forte apoiante dos ingleses e ferozmente anti-nacional-socialistas alemães. 
Sem querer comparações, não esqueço que os tiques do ditadorzinho de Massamá são conhecidos mas por muito “calados”: “deixe-me acabar!” ou “Ó Sr. Deputado, olhe pra mim, quando falo!”. São exemplos do “inconsciente à solta” de Passos e, se não tivermos cuidado, pé-ante-pé, ele ainda muda a naturalidade para o Vimieiro. Isto é, como ao outro, também lhe puxa o pé pró alemã… 
Também reconheço que o “reviralho” de hoje é tão palavroso e fraco quanto o daquela época o que torna ainda mais perigosa a “ligação germanófila” do nosso primeiro, mesmo quando disfarçada de neutralidade. 
Acrescente-se que tenho dúvidas se Seguro leu a  cartinha o que torna ainda mais caricata a situação.
O facto de os britânicos, com um simples Manifesto terem dividido a Europa em dois blocos e termos ficado dessintonizados, ou neutros, perante os velhos aliados leva-me a pensar em perigosas sintonias quanto ao nosso futuro…
se não tivermos cuidado…

Terça-feira, 21 de Fevereiro de 2012

o Estado somos nós...

No final de uma reunião com organizações representativas dos trabalhadores das empresas públicas de transportes, Sérgio Monteiro, o secretário de Estado dos Transportes, afirmou aos jornalistas que as dívidas das empresas públicas de transportes serão assumidas pelo Estado e geridas no âmbito da dívida pública e garantiu que não serão "nem os utentes nem os trabalhadores" a pagá-las. noticias.pt 


Se o jovem “ajudante de ministro” não o sabe, convém que alguém lhe explique que aquilo a ele chama “Estado”, para pagar “as dividas”, sejam elas quais forem, tem apenas as receitas que directa ou indirectamente lhe chega dos contribuintes (onde se incluem "utentes" e "trabalhadores").

hoje o “à margem de” veio do facebook...


 “...é difícil de compreender como o primeiro-ministro português não subscreveu a carta que onze dos seus colegas dirigiram ao presidente do Conselho e ao presidente da Comissão propondo mais crescimento económico. Temos um primeiro-ministro de braços caídos e sem iniciativa.", escreveu Seguro na sua página na rede social Facebook, provavelmente porque à falta de uma qualquer convenção, de repasto ou de comunicantes (hoje a relatar corsos de carnaval), não pôde comentar “à margem de”. 

Os jornalistas, amigos de Seguro no facebook, revelam que o António José, se refere a uma carta, assinada por 12 chefes de Governo da União Europeia (Espanha, Itália, Reino Unido, Holanda, Estónia, Letónia, Finlândia, Irlanda, República Checa, Eslováquia, Suécia e Polónia) enviada aos principais responsáveis comunitários, em que propõem um programa com oito pontos destinados a promover o crescimento económico e a responder à crise a nível da União.
Pena que os jornalistas, amigos de Seguro no facebook, não nos revelem quais os 8 pontos!.

Porque estou de acordo com Seguro (note-se que os merkozys também se excluíram), fui-lhe ao “feiçebuque”, para saber o que dizia a tal “carta”... sem sucesso!
Se ele fosse “o primeiro-ministro de Portugal”...

juros a acrescentar ao empréstimo...

O PSI 20 avançou 0,45%, para 5.641,29 pontos.
No final de Dezembro a dívida dos particulares equivalia a 102,6% do Produto Interno Bruto (o crédito à habitação representa 71,9% do PIB).
O endividamento das empresas públicas aumentou 2.872 milhões de euros em 2011, face ao final de 2010, atingindo 27% do Produto Interno Bruto no final desse período.
As exportações de bens e serviços aumentaram 13,3% no ano passado, em relação ao ano anterior, para 61,727 mil milhões de euros.

neste dia

Segunda-feira, 20 de Fevereiro de 2012

ditos do lider da oposição e nosso futuro nosso primeiro-ministro ?

entrada de leão...
Sábado, 18 de Fevereiro
António José Seguro afirmou que irá insistir com a 'troika' para a utilização de parte da verba destinada à recapitalização da banca para pagamento das dívidas do Estado.
António José Seguro recordou que em Novembro propôs à 'troika' que a parte dos 12 mil milhões de euros que não fosse necessária para apoiar a recapitalização dos bancos pudesse servir para o pagamento de dívidas, designadamente do sector empresarial do Estado, adiantando que irá insistir nessa medida:
"Na altura a troika' disse que não. Foi um erro e eu vou insistir nessa proposta na segunda-feira na reunião que irei ter".

saida de cordeiro...
Segunda, 20 de Fevereiro 
«Foi uma discussão muito interessante e muito relevante. Eu não revelo aquilo que se passa nestas reuniões, mas não escondo que houve pontos de vista bem divergentes entre o PS e a 'troika' no que diz respeito ao processo de consolidação das contas públicas e particularmente quanto à prioridade», afirmou o António José Seguro, em conferência de imprensa na sede do PS, no final de um encontro de hora e meia com os responsáveis da 'troika'.

juros a acrescentar ao empréstimo...com clima económico a arrefecer.


O PSI 20 avançou 0,45%, para 5.641,29 pontos.

As dívidas somadas do Estado, das Empresas e das Famílias cresceram mais de 3 % no intervalo de um ano. Em Dezembro valiam o equivalente a mais de 4 anos de produção de riqueza (PIB).

Domingo, 19 de Fevereiro de 2012

um fim-de-semana de Seguro

António José Seguro comentou a notícia divulgada na edição de hoje do jornal Público, que avança que os prejuízos no sector empresarial do Estado em 2011 derraparam 38,5 por cento, subindo para 1.500 milhões de euros: "Se a causa foi má gestão terá que haver responsabilização".
"Não se pode ter hesitações e, se há uma derrapagem, tem que haver avaliação e apuramento das responsabilidades. É isso que eu exijo e eu espero que o Governo faça".

António José Seguro apontou duas causas prováveis para a derrapagem: má gestão ou dificuldades de financiamento, que por vias do aumento da taxa de juro, tenha reflexo no aumento dos prejuízos.

António José Seguro afirmou que irá insistir com a 'troika' para a utilização de parte da verba destinada à recapitalização da banca para pagamento das dívidas do Estado.

António José Seguro recordou que em Novembro propôs à 'troika' que a parte dos 12 mil milhões de euros que não fosse necessária para apoiar a recapitalização dos bancos pudesse servir para o pagamento de dívidas, designadamente do sector empresarial do Estado, adiantando que irá insistir nessa medida:
"Na altura a troika' disse que não. Foi um erro e eu vou insistir nessa proposta na segunda-feira na reunião que irei ter".

António José Seguro vai reunir-se com os representantes da troika. A reunião terá lugar  Segunda-Feira de Carnaval, na sede nacional do PS, no Largo do Rato. 
ah se ele fosse primeiro-ministro de Portugal...

e quando os "alguns" forem "muitos"

À chegada a Gouveia o primeiro-ministro foi vaiado e até insultado por manifestantes, onde se incluiam sindicalistas, elementos de uma comissão de utentes contra as portagens nas auto-estradas da região, trabalhadores da Peugeot Citroen e alguns populares.
Passos Coelho ainda tentou chegar à fala com os manifestantes mas não conseguiu por isso, falou com os jornalistas, a quem garantiu que o país, devido à crise, "não vai mergulhar em dificuldades ainda maiores". rr

Passos Coelho pode estar "descansado" enquanto se tratar de agiprop organizada. O pior será quando os "alguns populares" se transformarem em "muitos populares".
(para os especialistas, técnicos e observadores da "agitação e propaganda", a sintonia e a programação das acções, préviamente agendadas nos jornalismos, começam a ser "case studies")

Irão

Navios de guerra iranianos entraram hoje no mar Mediterrâneo, depois de passarem pelo canal do Suez, anunciou o chefe do Estado-Maior da Marinha do Irão. noticias.pt
Simultaneamente, o Irão, acabou com a venda de petróleo às empresas francesas e britânicas.
Segundo a OPEP, o Irão produz 3,5 milhões de barris de petróleo por dia e exporta 2,5 milhões. Pouco mais de 20 por cento é exportado para a União Europeia, essencialmente para Itália, Espanha e Grécia, e cerca de 70 % é para países da Ásia.

Sábado, 18 de Fevereiro de 2012

se eu fosse primeiro-ministro...

Seguro considerou hoje que os jovens exigem do Governo medidas e não comissões para combater o desemprego, reiterando que o Executivo não está preparado para enfrentar as dificuldades. 
E quando lhe fizeram a pergunta, a préviamente combinada, se considerava insuficiente o que o Governo está a fazer para combater o desemprego, o líder socialista lembrou que o desemprego jovem já atingiu os 35 por cento e salientou que um executivo que ao fim de oito meses em funções vai criar "uma comissão para apresentar e estudar medidas" é "naturalmente um Governo que não estava preparado para enfrentar estas dificuldades". 

António Seguro, deixe-se de conselhos, jantares, convenções e de prógnosticos “depois do jogo”...antecipe-se, avance,
é altura de exigir eleições e mostrar-nos o que vale este “novo”, porque o “velho” PS, em meia duzia de anos, trouxe-nos a este estado de crise e comprometeu-nos com esta тройка do nosso descontentamento.

Aposto que é capaz de fazer melhor, porque pior não é possivel.

esta é a gente que nunca será responsabilizada

Os ministros e secretários de Estado do Governo de José Sócrates pagaram despesas com cartões de crédito e verbas do fundo de maneio dos gabinetes, sem que haja rasto do dinheiro nos orçamentos dos seus ministérios. Na prática, como já deixou claro o Tribunal de Contas, o cartão de crédito funciona como um suplemento remuneratório.
A ex-ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas, e o ex-ministro da Justiça, Alberto Martins, tinham cartões de crédito com um plafond mensal de cinco mil e quatro mil euros, respectivamente. Como salário, despesas de representação e regalias como cartão de crédito, fundo de maneio e telemóvel, a remuneração de um ministro rondava os 10 mil euros mensais.
O segredo em torno da utilização dos cartões de crédito tem sido uma constante em todos os governos: não só nunca se assumiu que os ministros e secretários de Estado utilizavam esses cartões, como nunca se esclareceu de onde vinham as verbas para essas despesas.

O Tribunal de Contas revelou, na auditoria realizada aos gabinetes ministeriais em 2007, que o Governo aprovou, em 19 de Abril de 2002, uma deliberação com “vista a disciplinar minimamente a atribuição” de cartões de crédito, telefones móveis e fixos e outros benefícios. Só que esta deliberação, a nº 2-DB/2002, da autoria do Governo de José Manuel Durão Barroso, “pretendia-se identificar e limitar a atribuição dos benefícios suplementares, por cargo ou função” aos governantes, “não chegou, porém, a ser publicada”. 

Miguel Relvas, referindo-se à polémica(?), como lhe “chama” o Semanário Sol, sobre eventuais complementos de ordenado de governantes,  garante que o actual governo, deliberou terminar a prática de atribuição de cartões de crédito nos ministérios. Nenhum membro do governo tem direito a cartão de crédito pago pelo orçamento dos ministérios.
«Assim, fica tudo mais claro. Quando os governantes fazem uma despesa em nome do ministério pagam do seu bolso e a despesa é depois ressarcida», afirmou Relvas.

A ver vamos...

o Primeiro-Secretário

Miguel Relvas vai “presidir”, isto é, coordenar a Comissão Interministerial de Criação de Emprego e Formação Jovem, que integra 12 secretários de Estado.
Aquela Comissão "compromete-se a apresentar medidas concretas para combater o desemprego jovem" e "enquadrar as políticas de juventude de uma forma global e articulada".

Este Conselho de Secretários parece ser a resposta a Durão Barroso que “enviou uma carta”, aos líderes do Governo dos países mais afectados pelo desemprego jovem, a defender a necessidade de "redobrar esforços para incentivar o crescimento e combater o problema do desemprego dos jovens".
No início de Março, realiza-se o Conselho Europeu onde serão apresentados os programas nacionais.

Relvas, que recebe Segunda-Feira os parceiros sociais, tem agora a possibilidade de por à prova as suas reconhecidas capacidades de gestor e demonstrar, à má-língua tuga, que é mais que a sombra do outro primeiro.

Entretanto ficamos à espera da criação do outro conselho de secretários, ou melhor, de ministros, que apresente medidas concretas para combater o desemprego júnior e sénior, porque, para bom entendedor, emprego não é trabalho…