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quinta-feira, 26 de julho de 2018

e aqui vai mais do mesmo... partido!

Um relatório da Policia Judiciária refere um acordo escondido entre a Estradas de Portugal (Almerindo Marques?) e as subconcessionárias para salvar as Parcerias Público Privadas rodoviárias feitas na governação de Sócrates.
O inquérito tem por base indícios de associação criminosa, gestão danosa, fraude fiscal, corrupção activa, tráfico de influências e branqueamento de capitais.

A investigação às PPP dos governos Sócrates já estará perto do fim, e envolve vários antigos governantes dos Executivos de José Sócrates. Os antigos ministros das Obras Públicas, Mário Lino e António Mendonça, e o ex-secretário de Estado das Obras Públicas, Paulo Campos, foram mesmo escutados no âmbito da investigação, mas não são os únicos ex-governantes cujas decisões estão sob investigação. Também o ministro das Finanças daquele período, Fernando Teixeira dos Santos, está no centro do processo. 

sábado, 30 de outubro de 2010

agora é que é "jamais"...

O ex-ministro Mário Lino é investigado por suspeitas de corrupção e abuso de poder no âmbito do processo Face Oculta, isto depois das declarações da antiga secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino, que denunciou ter sido alvo de pressões por parte de Lino para ajudar uma pessoa que era «amigo do PS». Só Manel Godinho é que era amigo do PS ? Qué dos outros?

segunda-feira, 19 de abril de 2010

eram conversas particulares, de futebol, dos amigos...

O antigo responsável pelas Obras Públicas diz ter a absoluta certeza é que as conversas nunca versaram sobre a PT: «Ele passava para me cumprimentar, para falar sobre futebol, sobre coisas que o preocupavam, nessa altura ele estava para ter um filho». «Mas podem ter a certeza que nunca falei, não falaria, não passaria pela cabeça do dr. Rui Pedro Soares vir falar [sobre a PT], porque nisso sou muito rigoroso. PT só com o dr. Granadeiro». Sol

domingo, 21 de fevereiro de 2010

...com amigos destes é preferível ter só inimigos

Mário Lino, para os mais esquecidos, ex-ministro das Obras Públicas com a tutela da Portugal Telecom, fez na passada terça-feira um raide nas televisões (organizado pelo gabinete de imprensa do primeiro-ministro) para defender JS Pinto de Sousa e afirmar que o Executivo ignorava a operação levada a cabo pela PT. Ao Semanário SOL, na quarta-feira, começou por repetir o que tinha dito às televisões: «As minhas conversas sobre assuntos da PT ocorriam com o chairman. Reafirmo que a PT nunca me informou sobre a compra da TVI». Contudo: Mário Lino, teve uma reunião com Rui Pedro Soares um dia antes de a PT comunicar ao mercado que estava em negociações com a Prisa para a aquisição de uma participação no capital social da Media Capital. A reunião está documentada no processo Face Oculta. Sol

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

na "calha" para um Conselho de Administração

O que é isso de trabalhar como o José Sócrates? O primeiro-ministro é uma pessoa que tem uma obsessão muito grande por realizar e concretizar as coisas e eu também tenho. A regra é 10% para planeamento, 90% para realização, é preciso pensar, discutir, mas há um momento em que já pensámos, já discutimos e agora vamos fazer. Ele tem uma ideia para o país e fica obcecado por concretizar essa ideia. Tem um objectivo que é transformar e eu sou muito sensível a isso. Há quem diga que não faz um segundo mandato porque se afastou do núcleo duro de José Sócrates. Não, por amor de Deus! Tenho uma grande amizade por José Sócrates. Aquilo que disse é que tenho quase 70 anos e o governo é uma actividade muito exigente. Precisa que as pessoas aceitem mentalmente esse sacrifício. Económico
um "discurso das Novas Oportunidades" para chegar rápidamente ao merecido "emprego" pós-ministerial, mentalmente pouco exigente?
Jámé.

sábado, 31 de outubro de 2009

Lino nega


Segundo o jornal Público, na investigação do processo de investigação "Face oculta" é referido que Armando Vara, terá exercido influências junto de Mário Lino para servir os interesses do empresário Manuel Godinho. As pressões referem-se à intenção de Manuel Godinho ver alterada a administração da Refer, com quem mantinha um contencioso relacionado a um suposto roubo de carris na linha do Tua.
A Refer exigia uma indemnização de 105 mil euros, o que o terá levado a mover influências junto do ministro das Obras Públicas, e também da secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino. para afastar Luís Pardal, o presidente da Refer,.
Mário Lino considerou que “nunca esteve em causa qualquer demissão nem pressão para demitir ninguém. A administração da Refer foi eleita por proposta minha em Novembro de 2005 e foi renomeada por proposta minha em Janeiro deste ano, portanto essa notícia não tem qualquer fundamento”, terá referido ao Público.
O ex-ministro Mário Lino acrescentou que “Os processos judiciais em que os pormenores aparecem nos jornais o “repugnam”. Eu tenho uma visão muito negativa de processos em que os jornais sabem tudo o que vem nos processos. É algo que me faz muita impressão, mas não me meto nem me quero meter. Causa-me uma grande repugnância, porque vejo hipóteses e sugestões e pretensas informações sobre o que vem nos processos”. PUBLICO.PT
Confesso que estou de acordo com o Eng.º Mário Lino quanto aos “pormenores que aparecem nos jornais” e que muitas vezes são apenas insinuações, antecedidas do irritante “alegado”, plantadas por conveniente agencia publicito-informativa.
Repare-se que, a aceitar a noticia como correcta, estamos perante uma associação criminosa inaceitável face aos nomes das “altas individualidades” publicados...
“Jamais” tem razão: “não me meto nem me quero meter”.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

afinal quem ganha com isto?

O Ministério das Obras Públicas omitiu, nos documentos revelados publicamente sobre o contrato de concessão do terminal de contentores de Alcântara, que o Estado, através do Porto de Lisboa, terá de pagar à Liscont, empresa do grupo Mota-Engil que por ajuste directo explora a concessão, se o negócio desta correr mal. Ou seja, como salienta o Tribunal de Contas no relatório de auditoria ao contrato de concessão tornado público ontem, "o ónus do risco do negócio passa para o concedente público" e não para quem explora a concessão. ... o oficioso diário explica:
Em termos globais, o Tribunal de Contas não afirma que o negócio entre a APL e a Liscont é "ruinoso" para o Estado. As palavras dos juízes conselheiros foram outras: "O Tribunal não pode deixar de relevar que este contrato de concessão não consubstancia nem um bom negócio, nem um bom exemplo para o Sector Público em termos de boa gestão financeira e de adequada protecção dos interesses financeiros públicos". Em reacção à divulgação pública do relatório do Tribunal de Contas, o ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações (MOPTC) emitiu uma nota na qual afirma que o documento do TC tem "erros factuais elementares omissões graves e afirmações infundadas" que inquinam as conclusões. O MOPTC Diz ainda o que o relato de auditoria do TC "prima pela apresentação de conclusões sem apresentar também os factos e análises que as suportam". in DN

sábado, 18 de julho de 2009

um negócio ruinoso

O relatório final da auditoria do Tribunal de Contas ao contrato de exploração do terminal de contentores de Alcântara, em Lisboa – feito entre o Governo, a Administração do Porto de Lisboa (APL) e a empresa Liscont, do grupo Mota-Engil –, foi aprovado esta semana e confirma tudo o que já fora concluído pelos juízes no relatório preliminar. ... «Foi um negócio ruinoso para o Estado», que «só serviu os interesses do promotor», confirmou uma fonte do Tribunal de Contas, sobre as conclusões desta auditoria. Segundo soube o SOL, as respostas enviadas ao Tribunal pelo Governo e pela APL, para efeitos de contraditório, apenas reforçaram as conclusões negativas dos conselheiros da 2.ª secção. E, em alguns casos, até aumentaram a sua desconfiança relativamente às consequências deste contrato para os interesses do Estado. ... O modelo financeiro e as projecções comerciais em que assenta todo o negócio são também duramente questionadas pelo Tribunal de Contas. in Sol Jorge Ferreira escreve sobre a trapalhada: O relatório final do Tribunal de Contas acusa o contrato de exploração do terminal de contentores de Alcântara de só favorecer os interesses da Liscont, a empresa do grupo Mota-Engil e de ser ruinoso para o Estado. Tinham razão todos aqueles que criticaram na altura própria mais este negócio-PS. Suponho que desta vez José Sócrates não estará disponível para denunciar uma campanha negra com epicentro no Tribunal de Contas. Perante este relatório judicial só resta um caminho ao Governo: pedir desculpa por mais esta mariolinada e recuar. O que tem António Costa a dizer sobre este assunto que diz directamente respeito a Lisboa? Eu acrescento dois nomes Helena Roseta e Sá Fernandes... o inicio da trapalhada é descrito aqui outros posts: “Quem se mete com a gente leva!!!” um texto de Mário Soares cada presidente tem o seu Zé faz falta... coelho á jamé Lisboa, vista do Tejo LISBOA, vista do Tejo 1 dos boys á frente dos carris!

domingo, 12 de julho de 2009

coelho á jamé

O Ministério Público prepara-se para avançar com uma investigação à prorrogação do contrato de exploração do Terminal de contentores de Alcântara, concedida à Liscont pelo Ministério das Obras Públicas de Mário Lino em 2008, por mais 27 anos.
A abertura do inquérito é uma consequência da auditoria do Tribunal de Contas ao negócio da Administração do Porto de Lisboa (APL) com a Liscont, em Outubro de 2008, que foi feito sem concurso público e com base em projecções económicas dadas como duvidosas.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

troca tintas!

uma noticia para mais tarde recordar:
"O ministro das Obras Públicas e Comunicações, Mário Lino, admitiu hoje a possibilidade de a Portugal Telecom concretizar o negócio com a Media Capital após as eleições, argumentando que o Governo 'não toma decisões para todos os séculos'. 'O Governo era contra a realização do negócio [de compra de uma parte da Média Capital pela PT] neste momento. Mas o Governo não toma decisões para todos os séculos', disse Mário Lino à chegada ao VII forúm de Telecom e Media do Diário Económico que decorre em Lisboa. O ministro adiantou que esse é 'um problema que caberá à PT' e que 'o Governo da altura tomará a decisão'. Garantindo que o Estado nunca usou a golden-share para vetar o negócio, Mário Lino disse que as suspeitas levantadas sobre a eventual intromissão do governo na política editorial da TVI foram 'um argumento suficiente' para a oposição ao negócio. A PT justificou com a necessidade de reforçar os seus conteúdos próprios e a capacidade negocial nessa área a tentativa de comprar 30 por cento do grupo Media Capital. O primeiro-ministro, José Sócrates, afirmou na Assembleia da República que se oporá à compra para que não haja a mínima suspeita de que esse negócio se destina a alterar a linha editorial da TVI. Os grupos Cofina e Ongoing manifestaram esta semana interesse em comprar posições maioritárias no grupo que detém a estação televisiva de Queluz de Baixo." ECONOMIA - PUBLICO.PT

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Fundação JAMÉ

Alexandra Costa (antena 1) resume um comunicado do MOPC Paulo Rangel questionou o Governo sobre os milhões de euros que são transferidos para uma instituição que tem sede no Ministério de Mário Lino e é uma ‘fundação fantasma’ para onde foram transferidos milhões de euros. A"FCM - Fundação para as Comunicações Móveis" é uma instituição de direito privado, reconhecida pelo Despacho n.º 28305-A/2008, de 4 de Novembro de Jorge Lacão. Tanto quanto se sabe tem sede no MOPC, recebeu 20 milhões de euros de fundos do Governo em 2008 e a totalidade dos 16 milhões de resultados da ANACOM em 2007, mas é uma fundação privada da Sonae-Com, da TMN e da Vodafone, que é dirigida por uma assessora do ministro” Mário Lino tentou explicar o que é e o que faz esta fundação: “Não estava instalada no Ministério. Havia umas instalações que o Ministério deixou de precisar e ela ficou provisoriamente lá instalada (…) a fundação gere dinheiros que vêm da sociedade de informação e outras contribuições que sejam para o apoio à sociedade de informação”. É a forma mais eficaz e transparente de gerir o programa e-escola, e assegura que já distribuiu um milhão de computadores. ...porque raio é que só me lembro do Vara?

terça-feira, 16 de junho de 2009

não se compromete...antes da moção de censura!

O ministro das Obras Públicas garante que o processo de adjudicação do TGV será rigoroso e transparente e não será acelerado por motivos eleitorais. … Uma fonte governamental assegurou ao oficioso Diário de Notícias que o executivo já não tomará uma decisão definitiva sobre a rede ferroviária de alta velocidade. O calendário apontava para Julho a adjudicação do troço entre Poceirão e Caia, mas esta segunda-feira, quando questionado pelos jornalistas, o ministro Mário Lino não se quis comprometer com qualquer data. ...e esta é a boa noticia !

Jamé!

implementar o TGV? “O projecto ferroviário de alta velocidade em Portugal é para o Governo uma prioridade política. De acordo com todos os estudos disponíveis, os benefícios da rede de alta velocidade para o país são significativamente superiores aos seus custos” e “vai gerar benefícios, pelo menos, ao longo de todo o século XXI, pelo que o Governo não irá abandoná-lo”. Lino mostra-se convicto de que a visão estratégica do Presidente da República acabará por ajudar ao desenvolvimento do país e por isso não veta o projecto: “Eu penso que o sr. Presidente da República tem uma visão estratégica de quem acredita no país e nos portugueses e quer o desenvolvimento do país” Em clara ameaça, Lino avança “A questão que se põe é que, se não realizarmos este projecto, não vamos assumir os custos associados ao projecto, mas vamos perder os benefícios largamente superiores aos custos que teríamos com a implantação do projecto”. Não consigo perceber se foi uma má “colagem” ou uma “dúvida” sobre as capacidades de analise estratégica de Cavaco Silva e também se Lino pensa que “perder custos associados” assusta o portugueses que já “largaram” uns milhares de milhões de euros para segurar um banco mal gerido, mal regulado e falido? Mas depois das declarações de “jamé” aposto que o “comboinho” perdeu velocidade...e está quase parado!