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quinta-feira, 9 de maio de 2013

Freeport, digo, TagusPark


como se nós não tivéssemos antecipado o resultado!
 
apenas não fizemos contas para sabermos quanto dos nossos impostos é que gastaram para dar isto…
 

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Freeport: Trapalhadas

O processo Freeport, apesar de concluído pelo Ministério Público, pode ser reaberto, admite a directora do Departamento Central de Investigação e Acção Penal, Cândida Almeida. publico O Procurador-geral da República considera que não há motivo para que a investigação do caso Freeport seja reaberta, apesar de ter mandado instaurar um inquérito para esclarecer todas as questões processuais e deontológicas. sol

quinta-feira, 29 de julho de 2010

a maior crise de sempre...

O Sindicato dos Magistrados do Ministério Público considera que o Ministério Público, devido aos últimos desenvolvimentos do caso Freeport e a outras situações, «atravessa, provavelmente, a sua maior crise de sempre». Afirmações que surgem no dia em que o jornal Público revelou que os procuradores titulares do caso Freeport quiseram ouvir o primeiro-ministro, mas que os prazos impostos pela hierarquia do Ministério Público para o fim do processo não permitiram que José Sócrates fosse interrogado. de imediato, O Procurador Geral da República decidiu ordenar a curto prazo a realização de um inquérito «para o integral esclarecimento de todas as questões de índole processual ou deontológica» que o processo Freeport possa suscitar. Mas afinal Pinto Monteiro impôs ou não prazos para se concluir o processo? Cinco ou seis anos não terão sido tempo mais que suficiente para ouvir Pinto de Sousa?
a maior crise de sempre? Tretas! Para os tótós engolirem...

domingo, 18 de abril de 2010

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

“O senhor primeiro-ministro nunca foi constituído arguido”.

A directora do Departamento Central de Investigação e Acção Penal, titular do processo, questionada pelos jornalistas no Parlamento sobre notícia do PÚBLICO desta semana que dava conta de que o primeiro-ministro não seria acusado, recusou-se a responder tendo em conta que o processo ainda não está concluído, mas fez questão de afirmar: “O senhor primeiro-ministro nunca foi constituído arguido”. PUBLICO.PT

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Freeport: fax fala em dois milhões de libras em «luvas»

O fax é altamente confidencial. Foi escrito a 17 de Dezembro de 2001, um dia depois das eleições que levaram à demissão de António Guterres e consequente queda do Governo do Partido Socialista. ... A TVI procurou obter uma reacção de Pedro Silva Pereira, secretário de Estado do Ordenamento do Território à altura, bem como de Rui Gonçalves, secretário de Estado do Ambiente nessa época. Também procurou obter uma reacção de José Sócrates, à altura Ministro do Ambiente. Foram, por isso, endereçadas estas três perguntas , que não obtiveram resposta. ler o artigo completo da TVI24 e ver reprodução do fax na versão original e a tradução em português . Assim vai a politica cá no burgo... acabam os submarinos, vem o Freeport! O que é que as agencias que alimentam os "nossos" OCS nos vão cozinhar a seguir?

sábado, 5 de setembro de 2009

a genética explica isto ?

"há mais um primo de José Sócrates alegadamente envolvido no caso do outlet de Alcochete. Chama-se José Paulo Bernardo Pinto de Sousa, mais conhecido por ‘Bernardo’ ou ‘Gordo’." Correio da Manhã

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Eurodeputado Nuno Melo questiona Lopes da Mota sobre continuação na presidência do Eurojust - PUBLICO.PT

"Porque não suspende o mandato até conclusão do inquérito de modo a que Portugal possa recorrer ao Eurojust?" Foi a questão que o eurodeputado Nuno Melo (PPE) colocou ao facto do presidente do Eurojust se manter no cargo apesar do inquérito de que é alvo em Lisboa. Melo também salientou o facto de Portugal não ter recorrido à ajuda do Eurojust no processo Freeport devido às alegadas pressões que José Lopes da Mota terá exercido sobre dois magistrados que investigavam o caso. Mota respondeu que Portugal nada tem a ver com o cargo que exerce, para o qual foi eleito pelos seus pares. "O presidente do Eurojust não tem qualquer questão judicial, mas sim o membro português", “a questão discute-se em Portugal e não aqui" e, em relação ao caso Freeport, referiu que Portugal nunca pediu ajuda ao Eurojust, apenas o Reino Unido a recorreu àquele organismo entre Setembro de 2008 e Março de 2009. O processo Freeport está relacionado com alegadas suspeitas de corrupção e tráfico de influências no licenciamento do espaço comercial, em 2002, quando o actual primeiro-ministro era ministro do Ambiente e o agora ministro da Presidência era secretário de Estado do Ordenamento do Território e da Conservação da Natureza. Eurojust é um organismo da União Europeia, criado em 2002, para promover a eficácia das autoridades competentes nos Estados-membros quando estes investigam e combatem a criminalidade grave transfronteiriça e organizada. in PUBLICO.PT
Nuno Melo é um caso único de coragem politica. Terá sido essa a razão por ter sido afastado?

sábado, 13 de junho de 2009

o estranho caso dos papeis voadores

mais uma estória difícil de engolir... uma antiga notário entrega no 21.º cartório Notarial de Lisboa, dossiês “desviados” por uma ex-funcionária já falecida. Como a notário não estava no cartório, os dossiês foram colocados num caixote selado e serão analisados na segunda-feira. desconhece-se o conteúdo do caixote selado, mas sabe-se que contém documentos relativos a transacções imobiliária realizadas entre a offshore Stoldberg Investments Limited e Maria Adelaide Monteiro, mãe do nosso primeiro-ministro e são cópias autenticadas de documentos do 2.º Cartório Notarial de Lisboa. embora, repete-se, se desconheça o conteúdo do caixote selado, sabe-se que os papéis mostram que a offshore Stoldberg Investments Limited tem como procuradora uma portuguesa que vive com o líder de um grupo imobiliário perseguido em França por ligações à Camorra e que reside no Algarve. ninguém nos explica porque é que papeis do 2 são devolvidos ao 21, nem a razão que levou a morta a “desviar” aqueles documentos, talvez em Domingo Independente... e como é que se "desconhece", mas "sabe-se" qual é o conteúdo do caixote. Será transparente? Isto parece tirado de um mau conto policial...

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Freeport versus Portucale...

Na sequência de um requerimento potestativo do CDS/PP o ministro da Justiça, teria sido ouvido em comissão parlamentar se tivesse respondido a uma, ao menos uma, pergunta dos deputados... Lá foi dizendo que não seria "correcto" o Governo interferir para afastar Lopes da Mota da presidência da Eurojust a meio do procedimento disciplinar que corre no Ministério Público por causa de alegadas pressões no processo Freeport, invocando a "decência e legalidade" do Estado de Direito democrático que "não deve haver sanção sem processo e sem defesa" e que, sem isso, "não deve haver condenação". ... aproveitou para instruir os deputados na regra da "confidencialidade" dos inquéritos e processos disciplinares que não permitem a terceiros aceder ao seu conteúdo, impedindo "considerações legítimas e fundamentadas" sobre uma questão ainda pendente. Uma lição que poderá ser aproveitada por muitos juristas... que queiram ser ministros, claro! Mas como o ministro não deu "nenhuma resposta" no Parlamento e "tem de haver responsabilidades" neste caso ligado ao Freeport o deputado Nuno Melo (CDS/PP) informou que vai "questionar" o presidente do concelho de ministros, na altura ministro do Ambiente, sobre a permanência de Lopes da Mota na Eurojust. Para compensar esta audiência e este assunto a procuradora-geral adjunta Cândida Almeida considerou hoje "inadmissível" o atraso do processo Portucale, atribuindo-o ao excesso de garantias dadas aos intervenientes no código de processo penal, afirmando que "a acusação já foi dada há dois anos e neste momento os arguidos ainda estão a requerer a recusa do juiz, recorrendo sistematicamente para o tribunal da Relação e para o Tribunal Constitucional". Relembrou que o processo está relacionado com o abate ilegal de sobreiros na Herdade da Vargem Fresca, em Benavente e que levou à acusação de uma dezena de pessoas, incluindo o ex-dirigente do CDS/PP Abel Pinheiro e envolve crimes como tráfico de influências, abuso de poder e falsificação de documentos e prende-se com um despacho assinado por Luís Nobre Guedes, Carlos Costa Neves e Telmo Correia, dias antes das eleições legislativas de 2005. Nenhum daqueles ex-ministros foi acusado de qualquer crime pelo Ministério Público! Convém relembrar que a investigação decorreu no Departamento Central de Investigação e Acção Penal, dirigido pela magistrada Cândida Almeida... o que torna ainda mais estranha a oportunidade da noticia e especialmente o ter-lhe atribuído atrasos pelo excesso de garantias dadas aos intervenientes no código de processo penal. apóstolos!!!

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Nuno Melo desafia PS a ser coerente

O cabeça de lista do CDS-PP às europeias, Nuno Melo, desafiou hoje os socialistas a assumirem a mesma posição de “regozijo” sobre a saída de Dias Loureiro do Conselho de Estado face à permanência do cargo do presidente do Eurojust Lopes da Mota ou do Governador do Banco de Portugal.
“É uma maioria que mostra alguma alegria em relação a um caso, saída de Dias Loureiro do Conselho de Estado, e que evita que pessoas em circunstâncias equivalentes e com funções até mais executivas como Lopes da Mota no Eurojust vão ao Parlamento e se mantenham no cargo”,disse Nuno Melo aos jornalistas.
“Pergunto aos socialistas que hoje se regozijam com a posição de Dias Loureiro porque é que não pedem o mesmo para Lopes da Mota. Dias Loureiro é uma figura pública como Lopes da Mota”, questionou o candidato, lembrando que o PS chumbou o requerimento para chamar o presidente do Eurojust ao Parlamento. Público 28.05.2009 - 13h45 Sofia Rodrigues …e Pinto de Sousa não é “suspeito em nada ?

sábado, 23 de maio de 2009

sexta-feira, 15 de maio de 2009

secreta ou discreta?

O presidente do Eurojust está a ser alvo de um processo disciplinar por parte do Ministério Público, na sequência das alegadas pressões sobre os dois magistrados que coordenam a investigação ao caso Freeport. António Arnaut, maçon, acusou dois magistrados de “delação”, por terem permitido que chegasse à opinião pública “uma conversa privada”, Vital Moreira, profano, disse que pediria a suspensão de funções caso estivesse no lugar de Lopes da Mota, Alberto Martins, maçon, referiu que Vital Moreira é livre de expressar a sua opinião que, neste caso, difere da posição do Partido Socialista.
esta entrada da Maçonaria no Freeport é estranha.
fica a dúvida se AA, prestigiado past-Grão Mestre, defende o outlet ou ou outsider!

quinta-feira, 23 de abril de 2009

...uma "entrevista", no minimo, estranha!

resumindo: J.S. Pinto de Sousa: Jornal Nacional é um "telejornal travestido" feito de "ódio e perseguição pessoal" (JNegócios, 22/4): «Na entrevista que concedeu ontem à RTP, o primeiro-ministro adiantou que tem o direito de processar quem me injuria e acusou o Jornal Nacional da TVI de sexta-feira de ser um espaço de caça ao homem e um telejornal travestido feito de ódio e perseguição pessoal.» Manuela Moura Guedes processa Sócrates (TVI24, 22/4): "A jornalista Manuela Moura Guedes vai processar judicialmente o primeiro-ministro por difamação na sequência de acusações de José Sócrates ao «Jornal Nacional» da TVI, feitas na entrevista à RTP, disse esta quarta-feira a própria à Agência Lusa." Moniz avança com queixa contra Sócrates (TVI24, 22/4): "«O director-geral da TVI confirmou, esta quarta-feira, durante o Jornal Nacional, que já avançou para os tribunais com uma queixa contra José Sócrates. «Já avancei para os tribunais com uma queixa contra José Sócrates, não impedindo outros jornalistas de o fazerem também», revelou." vídeo. Sócrates já processou nove jornalistas (Expresso, 18/4): «O primeiro-ministro não aceita bem as notícias e comentários dos media sobre o caso Freeport e já processou nove jornalistas: cinco da TVI, três do “Público” e um do “Diário de Notícias”. Os processados não parecem muito preocupados. Manuela Moura Guedes afirma não se sentir pressionada. José Manuel Fernandes, director do “Público”, diz que o processo «é uma forma de coacção sobre o jornal», mas que não lhe tira o sono. João Miguel Tavares entende que Sócrates tem todo o direito de o processar, tal como ele tem o direito de criticar o primeiro-ministro. Entre os juristas há opiniões desencontradas sobre o fundamento para processos desta natureza. Não é novidade e em alguns casos as opiniões mudam em função das famílias políticas». «A especulação jornalística é parte da liberdade de expressão»

terça-feira, 21 de abril de 2009

Freeportgate?

Escrituras feitas por J.S.Pinto de Sousa e facultadas a um jornalista de investigação são consideradas factos “muito graves” pelo secretário do estado da justiça...
Tudo leva a crer que estamos cada vez mais perto de um freeportgate... e cada vez mais aparecem mais “gargantas fundas”! ...não nos bastavam as crises global e nacional ainda temos que aguentar todas estas trapalhadas.

e tudo o mais é publicidade...

Entre segredos de justiça e segredos cúmplices, o Estado tem-se vindo a desrespeitar.
O DVD do Freeport foi escondido durante anos, ocultando a verdade ou parte dela. Cinco processos judiciais contra jornalistas depois, é conhecido.
Nada pode ficar como dantes.
Como Bob Woodward disse, "notícia só é aquilo que alguém quer esconder. Tudo o mais é publicidade". Mário Crespo – Opinião-JN Há demasiada publicidade em Portugal!!!

domingo, 19 de abril de 2009

da Boa Batista

Na Sexta-Feira e na TVI, José Manuel Fernandes, Director do Público, apontou um nome do actual executivo, indicando que "nas suas mãos estava a capacidade de travar, senão inviabilizar, por razões ambientais, a construção do Freeport, em curso em 2002 e 2003", como sendo um dos envolvidos no escândalo Freeport, mencionados no vídeo da polémica, por Charles Smith. para ler na porta da loja ...mais um nome ligado a "macau"?

sábado, 18 de abril de 2009

JS Pinto de Sousa recusa depor ...

José Sócrates recusou depor no processo Portucale.
A resposta foi dada pelo 1.º ministro ao Conselho de Estado – visto que, segundo a legislação, o Conselho, a que Sócrates pertence, é obrigatoriamente consultado quando algum dos seus membros é instado a depor em processos judiciais Os membros do Conselho de Estado estão a ser instados a pronunciarem-se sobre se obrigam José Sócrates a prestar, por escrito, os esclarecimentos que lhe foram pedidos no âmbito da instrução do processo Portucale. O depoimento foi requerido por um dos arguidos no caso, mas o primeiro-ministro já informou os restantes membros do Conselho que considera não dever responder às questões, por desconhecer os factos em causa no processo. A decisão está agora nas mãos dos outros membros do Conselho de Estado. Habitualmente, o Conselho respeita a vontade de quem está a ser interpelado pelos tribunais, mas já houve casos em que o interesse público em causa pesou mais que a opinião do conselheiro. Sendo certo também, segundo o SOL apurou, que são muito raros os casos em que os conselheiros recusam aceder aos pedidos dos tribunais. Ana Paula Azevedo e Sofia Rainho in o Sol
...finalmente percebi porque pararam de chatear o PPortas?