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sábado, 28 de dezembro de 2024

em 2023 qual deles é que te enfiou o maior barrete?


terça-feira, 5 de novembro de 2024

O artista anteriormente conhecido por prof. Marcelo!


Na quinta-feira, em Florença, o prof. Marcelo participou numa conferência sobre o “futuro da União Europeia”. Aí, amanhou uns palpites acerca das próximas “presidenciais” americanas em benefício dos elementos da audiência que ainda não tinham adormecido ou escapado da sala. Para Sua Excelência, cito quase com exactidão, a vitória de Biden será boa para a Europa e a vitória de Trump será boa para a Rússia. No mesmo dia, dois ou três jornais portugueses noticiaram o episódio em rodapé. Eu dediquei o meu programa na Rádio Observador ao dito. Que eu saiba, fui caso único. Ninguém, e sublinho a palavra, comentou as declarações do homem que formalmente desempenha as funções de presidente da República.

Das duas, uma. Ou a generalidade do abundante “comentariado” concorda com o prof. Marcelo ou o prof. Marcelo já atingiu um grau de inimputabilidade que desmotiva as críticas e embaraça os críticos. Se gostaria de acreditar na segunda hipótese, inclino-me para a primeira. É que há por aí gente que não evita avaliar o que lhe aparece à frente. Às vezes avalia, até com simpatia, o candidato do Livre às “europeias”, uma personagem tão burlesca que é impossível não ter sido concebida de propósito. E quem leva a sério o comediante do Livre, que a bem ver nem existe, não deve deixar de levar a sério o comediante de Belém. E, muito provavelmente, de achar pertinentes as suas “considerações”.

Entretanto, no mundo dos adultos onde o “comentariado” não entra e que a famosa “bolha mediática” não reflecte, as “considerações” do prof. Marcelo envergonham. Envergonhar não é sinónimo de surpreender. Estamos a falar da criatura que começou a presidência com uma viagem a Cuba para homenagear o
Carniceiro de Havana e que, há menos de uma semana, lamentou em nome do povo português a morte do Carniceiro de Teerão. Pelo meio, vão oito anos e tal dedicados a arrastar a figura do chefe de Estado, e com frequência o próprio Estado, por um lamaçal sem fim. Embora as afirmações em Florença não desmereçam esse valoroso percurso, não há maneira de as pessoas decentes se habituarem ao lamaçal. A vergonha é imensa, e só a falta dela explica o silêncio que se seguiu.

Vale a pena explicar as razões, da vergonha que não do silêncio? A título de higiene, esclareço que nada disto pressupõe a veneração de Trump, de resto um espécime pouco venerável. O critério são os factos. E um facto assaz evidente é o de que o representante oficial de uma nação soberana não pode aliviar-se de opiniões alusivas às escolhas democráticas de uma nação soberana diferente. A coisa piora quando as opiniões em causa não possuem qualquer vínculo à realidade e obedecem a vozes que ecoam na cabecita do prof. Marcelo ou nas redacções do Público e do Expresso.

Com que então o sr. Putin prefere Trump a Biden para realizar os seus sonhos imperiais? Claro que sim, e por isso é que esperou que Trump saísse da Casa Branca para invadir a Ucrânia, como em 2014 não esperara que Trump entrasse na Casa Branca para anexar a Crimeia. Com os democratas no poder, de Obama a Biden, o sr. Putin não brinca. Nem o sr. Putin nem, acrescente-se dois meros exemplos, os amáveis taliban e os senhores que tutelam o Ministério da Saúde de Gaza, vulgo o popular Hamas. Trump, é sabido, iniciou a IIIª Guerra Mundial e, se reeleito, prepara-se para iniciá-la de novo. Com Biden, incapaz de se calçar sozinho, a paz reina, na Europa e no planeta inteiro. Planeta que, aliás, é plano. E de cujos céus os aviões despejam químicos para aniquilar a humanidade. E os homens, que nunca foram à Lua, conseguem menstruar se o desejarem com força. E a força de todos libertará a “Palestina” do genocídio e do apartheid.

O prof. Marcelo, que fizera uma carreira estimável nas variedades televisivas, jamais se distinguiu pela sofisticação intelectual excepto na perspectiva dos pasmados que lhe admiravam os truques: produzir baixa intriga e fingir ler baixa literatura. Porém, a situação em que se exibe desde 2016, e receio que com tendência de agravamento nos últimos tempos, é de outro nível. Artistas medíocres temos com fartura, em concertos pagos por autarquias e em lugares de aparente responsabilidade. Infelizmente, a simples mediania já não contém o prof. Marcelo, que a cada oportunidade pulveriza recordes de inconveniência e devaneio. Por mais do que um motivo, compreende-se que o prof. Marcelo veja em Biden uma inspiração, mas era escusado inspirar-se tanto. O homem, em suma, não está bem. E um país em que as classes política e jornalística, para usar um horrendo termo em voga, “normalizam” as respectivas acções não está muito melhor.

Restam dois anos, e não se vislumbra quem, divino ou terreno, possa ajudar o prof. Marcelo a terminar o mandato, antes que sem ajuda ele termine com tudo em redor. A dignidade não é para aqui chamada.

sexta-feira, 18 de outubro de 2024

...a política ao nível do reality show e à medida das televisões!

O jogo orçamental é uma invenção do presidente da república. Foi ele, em 2021, quem decidiu que haveria eleições sempre que um orçamento não fosse aprovado. O jogo tem dois pressupostos: 

O primeiro é que um orçamento de Estado está acima das divergências políticas, e pode e deve ser viabilizado por partidos que querem coisas diferentes. Basta que se “entendam”. 
O segundo pressuposto é que os eleitores não gostam de votar muitas vezes, e castigarão em novas eleições quem delas passar por responsável. 
Posto isto, o jogo consiste em cada jogador tentar endossar aos outros a culpa por não haver entendimento orçamental. 
É um jogo que faz esquecer opções políticas, e concentra a atenção no jeito ou sorte dos concorrentes. Convida ao psicodrama e à manipulação. É a política ao nível do reality show, à medida das televisões.

O picante do jogo deste ano era a suposição de que havia um PRD, à custa de quem o governo esperava reforçar-se, atrelando-o à sua minoria parlamentar, ou canibalizando-o em eleições. Como o PRD em 1987 era um partido recente, com um crescimento eleitoral súbito, muitos pensaram que o papel estava agora destinado ao Chega. Mas talvez conviesse estudar melhor a história. O PRD era feito de votos do PS. Em 1987, o PSD herdou votos do PS, embora através do PRD. 
E agora, são também os votos do PS que o governo tem em vista. Daí os aumentos para pensionistas e funcionários e o abraço de 22 milhões de euros às empresas de televisão virem embrulhados num fervor woke que, indo além da incerteza sobre o que é uma mulher, até inclui uma ponta de ódio a Israel. 
Não é um cocktail político a pensar em eleitores de direita. Corresponde ao que as direcções do PSD acreditam desde 2017: que o PS descobriu como se manda em Portugal, e que o PSD precisa de ser igual ao PS para lhe herdar o poder.
As cartas pareciam na mão do governo: ou levava o PS a viabilizar o orçamento, e tinha pelo menos um ano para consolidar a ideia de que o PSD é o novo PS; ou levava o PS a romper, mostrando aos dependentes do Estado que os socialistas, afinal, não cuidam dos seus interesses. A ironia da história é que nada disto seria possível sem a existência de um Chega com que o PSD não quer acordos. É porque o Chega impede as maiorias de esquerda que permitiriam ao PS governar, neste parlamento e provavelmente no que saísse de uma nova eleição, que o PS tem pouco interesse em ir a votos. É porque o Chega concentra agora em si, como uma espécie de para-raios, a demonização de que a esquerda é capaz, que os socialistas reconheceram que o PSD, por contraste, não é bem de direita, é até uma espécie de meio-irmão. O Chega que poderia ter servido ao PSD para formar uma maioria reformista. Serve-lhe em vez disso para consolidar uma maioria situacionista.
Tratava-se de saber se os. socialistas iriam descobrir como sair daqui. Não descobriram, como Pedro Nuno Santos confirmou ontem. Vão, portanto, deixar governar Luís Montenegro. 
Ainda não sabemos se o PSD conseguirá mesmo “cumprir o seu ideal”, como o Brasil no fado de Chico Buarque, e ver funcionários, pensionistas, artistas pró-Palestina e comentadores de televisão reconhecerem-no como o novo PS. O que já sabemos é que governar em Portugal continuará a ser sinónimo de fazer despesa pública, isto é, distribuir através do Estado uma riqueza que os governantes não mostram nenhuma preocupação em deixar crescer. Bem pode o país divergir há vinte e cinco anos da UE. Bem podem Mario Draghi e Christine Lagarde, apavorados com o futuro, pedir “reformas estruturais”. O poder em Portugal é socialista, com ou sem PS.

segunda-feira, 9 de setembro de 2024

Lei da Rolha

MARCELO DE TELEGRAM
O que impressiona já não é a lei da rolha, mas sim a desfaçatez política de quem apregoa que a lei é igual parta todos. Obviamente, não é, sobretudo para quem tem eventualmente algo a esconder.

Uma coisa é Donald Trump, outra é Marcelo Rebelo de Sousa. 
É assim que a esquerda fandanga continua a gritaria sobre o controlo das redes sociais.Que o diga o Marcelo Rebelo de Sousa que ficou a salvo do escrutínio, segundo despacho do milionário presidente da Assembleia da República:

segunda-feira, 6 de novembro de 2023

Imbecil !


quarta-feira, 14 de junho de 2023

Cheerleading Presidencial...

O Parlamento (que escrutina bem), Marcelo (que é o cheerleader oficial da Seleção) e o secretário-geral adjunto do PS (que vê fantasmas a nível planetário)


quinta-feira, 4 de maio de 2023

os reiventores da constituição

Até 2015 o regime funcionou como queriam os pais da Constituição.
1 - qualquer dos Presidentes (Eanes, Soares, Sampaio, Cavaco…) manteve sempre uma prudente e saudável distância dos Governos;
2 - todos os partidos respeitaram a ideia de que quem ganha eleições, mesmo em minoria, tem direito a governar.

Em 47 anos de constitucionalismo nunca se viu nada como nos últimos 7. Quando o legislador pensou a Constituição, limitou o parlamentarismo entregando poderes efetivos ao Presidente, para evitar a repetição da 1.ª e da 2.ª Repúblicas. Daí a eleição por sufrágio universal e direto e a entrega do poder de dissolução do Parlamento.
Com Costa e Marcelo as coisas mudaram. Costa perdeu eleições, orquestrou uma maioria de esquerda, chumbou o governo minoritário de Passos Coelho e assumiu o poder. Marcelo passou mandato e meio aos beijinhos com o governo. E deixou cair o bastão da “détente” que deve estar sempre na mão do Presidente. Em alguns momentos foi exasperante ver o Presidente aparecer quase como porta-voz do pior governo da 3.ª República…
Esta semana António Costa deu mais um passo na “reinvenção” (leia-se defenestração) do tal regime nascido em 1976: do regime: afrontou o Presidente, recusando a demissão de um ministro que arrastou a dignidade do Estado pela lama. Isto, a prazo, só pode correr mal. Aguardemos…

quinta-feira, 27 de abril de 2023

Santos Silva justificou o pós-ralhete nos bastidores...

Para que os leitores tenham todas as informações, o Observador, além de ter retirado do vídeo a palavra contestada por Santos Silva, publica aqui na íntegra a nota do gabinete do Presidente da Assembleia da República:(PAR):
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“O Gabinete do PAR vê-se lamentavelmente obrigado a corrigir uma peça divulgada pelo Observador, já que o PAR nunca se referiu à IL nos termos divulgados.
Quando é mencionada uma candidatura a uma vice-presidência da AR, o PAR não se estava a referir à IL. Basta ter em conta as exortações públicas que o PAR já fez para a apresentação de uma nova candidatura da IL a uma vice-presidência.
Em segundo lugar, apesar das deficientes condições sonoras da gravação, o PAR nunca se referiu ao protesto da IL como representando falta de integridade política, mas sim (som não totalmente perceptível), o que afirmou foi que o protesto não revelou falta de educação, mas falta de maturidade política.
Lamenta-se que uma conversa informal e privada (cuja gravação sonora não foi autorizada) tenha sido tornada pública nestas condições, em que a legendagem surge distorcida exatamente nos pontos, que o jornal decide valorizar no título, que vieram a provocar uma polémica totalmente injustificada.”

 

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2022

Os declínios

Os declínios começam por emitir sinais. Já nos apercebemos de alguns como – por exemplo – a constante falta de assunção de responsabilidade por parte do poder, seja num erro, numa omissão, numa trapalhada, numa demora. Agora houve mais um e eloquente: a história do impedimento do voto para milhares e milhares de portugueses que vivem fora de portas foi uma privação de direitos.
Até hoje não se sabe porquê, só se conhecem evasivas, passa culpas, fugas à responsabilidade. Já conhecíamos a invenção de forçadíssimos – ou mesmo falsos – culpados
o motorista do ex-Cabrita, o funcionário despedido da Câmara de Lisboa no caso de Medina versus/cedência de dados de cidadãos estrangeiros as respectivas embaixadas. Etc.
Desta vez, no caso dos votos, houve um upgrading: 
a usurpação de um direito fundamental não teve rosto nem assinatura.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2022

isto não se inventa!

a idade não perdoa!

 

segunda-feira, 18 de outubro de 2021

Rebelo de Sousa e o OE2022 e o intocável Eduardo Cabrita

1 - Marcelo avisa que chumbo do Orçamento pode conduzir a eleições e "Colocou a estabilidade do país na mão dos partidos"?
[contra todos uma opinião do Rui Pedro Antunes que tem por hábito errar…]
2 - Quatro meses depois do acidente, António Cabrita continuar "intocável".
O acidente e impunidade do Eduardo Cabrita, quatro meses depois, na quase sempre acertada visão de Paulo Ferreira


quinta-feira, 30 de setembro de 2021

mau tempo na Defesa!

O João Gomes Cravinho que está ministro da Defesa ao fim do dia teve de ir a Belém com o António Costa para esclarecer equívocos.
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… mas pelo caminho fica mais uma triste história de abuso de poder!


quarta-feira, 20 de janeiro de 2021

navegar à vista !

Marcelo num lar do Barreiro deixa apelo ao confinamento
Marcelo partiu para uma acção de companha num lar sem saber se estava ou não infectado 
Marcelo entrou num lar cujos utentes não recebem visitas dos seus familiares 
Marcelo pede aos portugueses que tomem este confinamento a sério
Marcelo está a gozar connosco, não está?
O Presidente-Candidato rodeado de jornalistas à porta de um hospital explica que a culpa pela propagação do Covid é dos portugueses que não estão a cumprir as regras do ficar em casa. 
Nenhum dos presentes achou nada de contraditório nesta imagem
.
Ontem não se fechavam escolas. 
Hoje, sem que tenham havido tempo para avaliar o impacto das medidas de ontem, os “líderes” inclinam-se para o fecho das escolas. 
Amanhã outras medidas e contra-medidas serão apontadas. 
O seu horizonte são os microfones e as câmaras. 
(helenafmatos no Blasfémias)

sábado, 16 de janeiro de 2021

vice-versa


Será que estamos condenados
a deixar passar os processos que mais prejudicaram o país e que mais honra destruíram? 
Será que a falta de maioria política, a ausência de uma clara legitimidade democrática e a obsessão com a habilidade nos vão condenar a deixar passar os arguidos da Operação Marquês, os responsáveis visados pela Operação Monte Branco, os trafulhas dos Vistos Gold e os culpados citados pelas operações do BES, do GES, do Banif, do BPN, do BPP, da PT e da EDP? 
Será que estamos mesmo condenados a ter os mais ilustres corruptos e bandidos da Europa, em cujo elenco se incluem primeiro-ministro, ministros, secretários de Estado, deputados, presidentes de câmara e vereadores, directores-gerais, secretário-geral de ministério, presidente de Instituto, chefe de polícia, magistrados de primeira instância e da Relação, alguns dos mais importantes banqueiros, gestores e administradores de algumas das mais importantes empresas privadas e públicas, oficiais das Forças Armadas e dirigentes de polícia militar? (António Barreto no Jacarandá)

TdC e o polvo




sexta-feira, 15 de janeiro de 2021

Como Marcelo e Costa armadilharam a sucessão de Joana Marques Vidal...

Foi algures no meio do Verão de 2019 que o Presidente da República e o primeiro-ministro consensualizaram um com o outro a decisão de não reconduzir Joana Marques Vidal no cargo de procuradora-geral da República.
Para ambos, dois processos terão sido decisivos na decisão de não reconduzir a ainda PGR: a "operação Fizz", na qual o MP insistiu na ideia, muito prejudicial para as relações diplomáticas Lisboa-Luanda, de que o ex-vice-presidente de Angola Manuel Vicente, suspeito de corrupção, deveria ser julgado em Portugal; e o caso do roubo das armas em Tancos, não só por causa da morosidade da investigação do MP mas também ter ignorado, antes do assalto, uma denúncia anónima a alertar para o que podia acontecer.
Marcelo e Costa combinaram então que não reconduziriam Joana Marques Vidal com base no argumento de que o mandato do PGR deve ser único, a bem da sua independência face ao poder político.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2021

Tribunal de Contas

"José Tavares foi indigitado a 06 de Outubro de 2020 pela Presidência da República como sucessor de Vítor Caldeira à frente do Tribunal de Contas. A indicação partiu do primeiro-ministro António Costa e foi aceite pelo Presidente Marcelo Rebelo de Sousa. Isto aconteceu depois de, numa decisão inédita, o anterior presidente do Tribunal de Contas não ter sido reconduzido no cargo. A substituição é conhecida depois de um parecer muito crítico da instituição às alterações que o Governo quer fazer no regime de contratação pública para facilitar a execução dos contratos. O Tribunal avisa que as mexidas potenciam os riscos de corrupção e conluio nos contratos do Estado." 
O novo presidente do Tribunal de Contas é referido no inquérito das Parcerias Público-Privadas como muito próximo do Paulo Campos — um dos principais suspeitos daquele caso onde se investigam prejuízos de cerca de 3,5 mil milhões de euros para o Estado, uma alegada prática de corrupção e de outros ilícitos criminais. 
Quem atesta essa proximidade é a Polícia Judiciária. 
Tavares participou inclusivamente em reuniões secretas com o Governo de José Sócrates para tentar contornar o chumbo que os próprios juízes conselheiros do Tribunal de Contas fizeram a quase todos os contratos das subconcessões rodoviárias lançados pelo ministro Mário Lino e Paulo Campos. Uma dessas reuniões teria mesmo acontecido num sábado na Presidência do Conselho de Ministros, onde terão estado presentes o secretário de Estado Paulo Campos e o José Tavares. (in “Novo presidente do Tribunal de Contas referido no inquérito das PPP“ por Ana Suspiro e Luís Rosa)

[…] Rui Rio, depois de ouvido pelo primeiro-ministro e pelo Presidente da República sobre a escolha do novo presidente daquele tribunal, concordou e até acabou por ajudar a decidir a escolher José Tavares(mais no eco)


terça-feira, 12 de janeiro de 2021

quarta-feira, 6 de janeiro de 2021

votar noutro governo ou noutro presidente ?

O Presidente da República de Portugal foi no dia 28 de agosto de 2020 confrontado por uma popular durante a inauguração da Feira do Livro no Porto, tendo sido questionado sobre a crise financeira em Portugal.
Em resposta, Marcelo Rebelo de Sousa diz que quem não está satisfeito deverá votar noutro Governo.
"Porque é que ajudam a TAP e os hotéis e a nós, que somos micro empresários, não nos ajudam? Porquê?", questionou a portuguesa.

"Então eu dou-lhe a resposta", garantiu o Presidente da República, "porque os portugueses votaram neste Governo".