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terça-feira, 6 de junho de 2023

destruição da barragem hidroeléctrica de Kherson na Ucrânia

Consequência da Guerra Russo Ucraniana, aos 6 de Junho de 2023, a barragem hidroelétrica de Kakhovka, localizada numa região ocupada pela Rússia no sul da Ucrânia, foi destruída.  

sábado, 26 de março de 2022

domingo, 13 de março de 2022

Sergey Lavrov - Um homem encurralado

Um homem encurralado – esta foi a imagem que sobrou da longa conferência de imprensa dada por Sergey Lavrov, ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia após o encontro com o seu homólogo ucraniano, na Turquia. Enquanto declarava que a Rússia não atacou a Ucrânia, Lavrov dobrava e desdobrava um papel que ora guardava no bolso do casaco ora abria para ler. Quando finalmente deixava o papel em paz empenhava-se em desembaraçar os nós de um fio do que parecia ser um cabo do microfone.

Sergey Lavrov que viveu nos EUA — representou a Rússia na ONU — estava obviamente consciente que a sua prestação naquela sala não convencia ninguém. Fosse por causa do cabo enredado, fosse porque Lavrov parecia uma sombra do que foi, comecei a pensar que talvez tenhamos de prestar mais atenção aos militares russos quando se pensa no futuro da Rússia. Eles, não o podemos esquecer, são os primeiros a sentir as consequências da paranoia de Putin: além de um número indeterminado, mas tudo indica que muito elevado de soldados mortos os russos já perderam três generais na invasão da Ucrânia, o que dá bem conta das dificuldades no terreno. Presumo que não estarei muito sozinha na minha ignorância sobre o perfil das actuais chefias militares russas. Mas pela parte que me toca já me sentia muito mais tranquila se alguém conseguisse apurar se entre esses militares há algum admirador de Vasili Alexandrovich Arkhipov, o comandante de um submarino russo que há 60 anos salvou o mundo de uma guerra nuclear ao recusar dar a ordem para que o submarino onde se encontrava ao largo de Cuba disparasse um torpedo nuclear.(in “O socialismo assistido“ por Helena Matos)

sexta-feira, 23 de março de 2018

Putin, um politico de direita com políticas de extrema-direita.

história para os idiotas-úteis e para os mais novos... 

foi de novo eleito Presidente da Rússia, consolidando um regime centrado no culto do homem forte e que desdenha as regras das democracias liberais. Um regime com muitos inesperados admiradores. .

segunda-feira, 6 de maio de 2013

juros a acrescentar ao empréstimo...

O PSI20 fechou a valorizar 0,74% para os 6.299,71 pontos.
Os juros das obrigações nacionais a dez anos estão a recuar 4,9 pontos base para se fixarem nos 5,45%, a taxa mais baixa desde Setembro de 2010.
De acordo com a agência financeira Bloomberg, o Estado português, através do instituto que gere a dívida pública IGCP, mandatou os bancos Caixa - Banco de Investimento, Citi, Credit Agricole, Goldman, HSBC e Société Générale para gerirem uma emissão de obrigações do Tesouro com prazo a 10 anos numa operação que será lançada "no futuro próximo" e sujeito " às “condições de mercado".
O Ministério da Saúde conta atingir a redução de 10% das despesas correntes com cortes nos consumos intermédios, como consultadorias, despesas de representação e viagens.
O Governo quer chegar ao final da legislatura com menos 100 mil trabalhadores no Estado.
Os elevados níveis de desemprego jovem nalguns países europeus poderão levar à tomada de posições "pouco convencionais" por parte da União Europeia, afirmou (finalmente) hoje o ministro das Finanças alemão.
O presidente do BCE revelou que a entidade que lidera está pronta para voltar a reduzir a taxa de juro diretora da zona euro, caso o entenda ser necessário.
A Rússia decidiu prolongar o empréstimo de 2,5 mil milhões de euros concedido a Chipre em mais dois anos e baixar a taxa de juro cobrada a Nicósia de 4,5% para 2,5%,
A economia italiana deverá recuar 1,4% em 2013 e registar um crescimento de 0,7% no próximo ano, segundo o ISTAT instituto de estatística italiano).

terça-feira, 26 de março de 2013

juros a acrescentar à divida...



O PSI20, encerrou a sessão a perder 1,51% para 5.932,26
O Banco de Portugal espera que em 2014 a economia cresça 0,3% se for considerado um cenário que inclui os cortes na despesa pública já anunciados pelo Governo.
De acordo com os dados divulgados pela OCDE, Portugal teve a maior queda na carga fiscal sobre os salários no ano passado.
Se for aprovada a sua proposta de resolução bancária a Comissão Europeia admitiu que os depósitos acima dos 100 mil euros podem vir a financiar futuros resgates.
A Brisa ganhou o projeto de consultoria técnica para a autoestrada M1 "Belarus" Moscovo-Minsk.
O Deutsche Bank pode ter sua classificação de crédito cortada pela Standard & Poor, devido à redução de lucro da instituição bancária em 2012.
Segundo o Banco de Portugal “a economia portuguesa apresentou uma capacidade de financiamento em 2012, tendo o saldo da balança corrente e de capital passado de um défice de 5,8% do PIB em 2011 para um excedente de 0,8%”.

sábado, 29 de agosto de 2009

uma historia mal contada II

Um anónimo oficial russo que acompanha de perto a investigação à misteriosa viagem do cargueiro finlandês “Arctic Sea” declarou hoje ao jornal “Konsomolsakia Pravda” suspeitar de que o navio de facto transportava uma carga secreta de armas ilegais, tal como têm vindo a sugerir alguns peritos em questões de segurança. “Penso que se a viagem tivesse tido êxito, a Rússia poderia ter ficado envolvida num enorme escândalo Internacional. Por este motivo é que foram dadas ordens do topo para desencadear uma enorme operação naval. Apanhámos o barco para ter a certeza de que não ficaríamos numa situação muito feia”. O oficial anónimo suspeita que o carregamento de mísseis foi feito no Mar Báltico, a meio da noite, depois de o cargueiro registado na Finlândia e com pavilhão de Malta ter partido de um porto finlandês com o seu carregamento oficial de madeira. “A máfia comercializa armas nas costas do Governo”, disse citado pelo inglês “The Sun”. Um outro jornal, russo, sugere que a carga ilegal poderá ter sido lançada à água ou ter sido secretamente desembarcada pelos marinheiros que interceptaram o “Arctic Sea” e o levaram para o porto da Palmeira, na ilha do Sal, de onde depois três grandes aparelhos da Força Aérea partiram para uma base na região de Moscovo, levando nomeadamente 11 dos tripulantes do cargueiro e os oito homens que estão a ser acusados de rapto e pirataria. PUBLICO.PT a "história" ainda continua muito mal contada em especial no que toca á passagem do cargueiro pela zona exclusiva portuguesa, controlada pelos radares de uma empresa espanhola...

terça-feira, 18 de agosto de 2009

uma história muito mal contada...

O Arctic Sea foi descoberto pelas 22h00 de domingo (hora de Lisboa) a cerca de 300 milhas ao largo do arquipélago de Cabo Verde pelo navio de guerra russo Ladnii. O navio desapareceu dos radares a 28 de Julho, quando seguia da Finlândia para a Argélia, com um carregamento de madeira avaliado em cerca de 1,6 milhões de euros. Os 15 tripulantes russos estavam vivos e já foram interrogados. Mas só nos próximos dias se saberá o que aconteceu nas duas últimas semanas. Oficialmente, a embarcação transportava madeira. O diário britânico "Daily Mail" especulou a hipótese de transportar “armas para um grupo terrorista”. As circunstâncias em que o cargueiro desapareceu estão ainda por determinar, mas nos últimos dias o Kremlin ordenou que navios de guerra e submarinos russos procurassem intensamente o "Arctic Sea", "uma vez que a bordo do navio viajavam 15 cidadãos russos", um óbvio pretexto para o envio de forças navais para o Atlantico. Interessante notar que foi divulgado que as operações para encontrar a embarcação, que é propriedade da empresa finlandesa Solchart Management, foram acompanhadas por cerca de 20 países e realizadas pela Rússia em coordenação com a NATO. Ainda mais interessante é o anuncio da Autoridade Marítima de Malta que recebera informações sobre um ataque ao cargueiro quando este ainda navegava em águas suecas e que teria sido um ataque perpetrado a 24 de Julho por homens armados que se terão feito passar por polícias suecos especialistas no combate ao tráfico de drogas. Curiosa é a revelação da polícia sueca que, no final de Julho, a polícia teve acesso a fotografias de membros da tripulação do Arctic Sea feridos em sequência do ataque de 24 de Julho. “Trocámos e-mails com o comandante da embarcação no final de Julho, mas perdemos o contacto a partir de dia 31”, explicou a porta-voz daquela polícia que acrescentou: “Trabalhámos em cooperação com a polícia finlandesa e de Malta e trocámos informações”, não referindo as autoridades russas. Note-se ainda que ao largo de Cabo Verde e até Marrocos se encontram vários navios da UE a controlar a emigração clandestina e o tráfico de droga... mas por razões que nunca saberemos, não detectaram aquele enorme cargueiro nos radares. Esquisito... (baseado nas noticias disponoveis na CS em especial no PUBLICO.PT)
afinal parece que:
assim se enganam os tolos… e Algumas das informações difundidas nas últimas semanas sobre o navio cargueiro Artic Sea são falsas e foram postas a circular de forma consciente pelas autoridades, admitiu, ontem, à ITAR-TASS, o embaixador russo junto da NATO, Dmitry Raogozin. O objectivo, disse o responsável russo, era enganar os media para que eles "não pudessem calcular as verdadeiras acções das forças russas". Não especificou, porém, o que é verdade e o que é mentira nesta novela que durou várias semanas e só terminou ontem com o resgate dos 15 tripulantes russos do navio ao largo do arquipélago de Cabo Verde. O bizarro da história é que o cargueiro seguiu o seu rumo e foi comunicando normalmente com as autoridades inglesas e francesas. Até que deixou de dar sinal. A Interpol lançou um alerta no dia 3 e desde então as pistas sobre o eventual paradeiro do navio começaram a surgir de várias partes. O boletim marítimo russo Sovfrach disse que o navio desapareceu ao largo da costa portuguesa e dias mais tarde alguns jornais russos disseram que um piloto português avistara o navio na latitude do Porto no dia 2. Mas que este estava fora de águas portuguesas. A Marinha e o Governo apenas disseram que o cargueiro nunca passara em águas portuguesas. A Rússia mobilizou entretanto navios de guerra e submarinos nucleares para o Atlântico, enquanto os media internacionais já falavam na participação de vários países nas buscas. Portugal não confirmou a sua. Antes Malta informava que o Arctic Sea não passara no estreito de Gibraltar e que se dirigira para o Atlântico - algo que reforçava a teoria de um novo tipo de ataque pirata ou mafioso. A Comissão Europeia disse que o navio fora atacado uma segunda vez ao largo de Portugal. A polícia finlandesa disse que o armador recebeu um pedido de resgate de 1,5 milhões de dólares. O armador desmentiu e disse que o navio se avariou. O embaixador russo em Cabo Verde confirmou e desmentiu que cargueiro estava ali perto. Algo que, afinal, se provou ontem corresponder à realidade. … e isto foi retirado de um DN muito “bem informado”