«a propósito da situação actual do Serviço Nacional de Saúde
durante a audição do Ministro da Saúde, a requerimento do PCP.
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Intervenção da deputada Cecília Meireles na Comissão de Saúde
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Processo de deslocalização do Infarmed para o Porto é a história das mil e uma desculpas from cdspp on Vimeo.
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segunda-feira, 24 de setembro de 2018
quarta-feira, 21 de janeiro de 2015
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
os Muletas e as Bengalas?
Assunção Cristas considerava em 27 Setembro de 2010 que o "corte das despesas" deve ser a medida preferencial para a consolidação das contas públicas nacionais já que, defendeu, a "economia portuguesa já está demasiado asfixiada com impostos".
Cortes nos consumos intermédios do Estado, reorganização de institutos, cortes nas estruturas de gestão das empresas públicas são algumas medidas apontadas pela deputada do CDS-PP, para quem os portugueses "não comportam mais aumento de impostos". JN
e
Em 20 Outubro 2010 Cecília Meireles apresentou ontem uma proposta de corte de 595,5 milhões de euros nas despesas do Estado com consultadorias, publicidade ou transportes do Estado previstas para 2011, afirmando que assim haveria "menos sacrifício dos contribuintes".
Meireles também adiantou ao Diário de Noticias que os centristas têm em mãos uma lista mais longa de cortes, mesmo para além destas despesas de funcionamento. DN
Ainda não passou um ano:
Já se esqueceram ou não os deixam avançar com aquelas e/ou outras propostas?
Lembram-se que o actual parceiro, na altura, não apresentou nenhuma proposta de redução de despesa?
Em qualquer dos casos o que é que estão a fazer no governo? Muletas ou Bengalas?
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
governo 'fará tudo' para alcançar défice de 4,6%
Hoje o primeiro-ministro afirmou, depois de o ministro das Finanças ter admitido a necessidade de “medidas adicionais”, que o Governo “fará tudo” para que o défice seja de 4,6 por cento, incluindo medidas adicionais que a execução orçamental venha a demonstrar necessárias.
Estas medidas adicionais foram admitidas pelo Executivo dois dias antes de José Sócrates comparecer, em Bona, na reunião com a chanceler alemã, Ângela Merkel.
“Esta declaração do ministro das Finanças merece o mais vivo repúdio da parte do PCP”.
“Quando apesar deste Orçamento do Estado, o Governo vem ainda admitir que possam ser mais sacrifícios aos mesmos de sempre, isso merece o nosso mais vivo repudio e a contará com a nossa mais firme oposição”, afirmou o deputado António Filipe.
Para o BE, com aquelas declarações, «o Governo, num momento em que a economia se encontra à beira do abismo, tem como única solução dar um passo em frente».
«O Governo constata o fracasso das políticas de austeridade em todos os indicadores, inclusive nos propósitos que ele próprio tinha definido, e a solução que apresenta é ainda mais austeridade», afirmou o deputado José Gusmão.
O CDS-PP entende que “a economia portuguesa caminha a passos largos para uma recessão e, pura e simplesmente, não há espaço para mais medidas recessivas. O Governo se quer medidas adicionais tem é que se concentrar naquilo que é a contenção da despesa e o emagrecimento do Estado”.
“Se é verdade que as medidas respeitantes aos cortes de salários e aumento de impostos estão a ser aplicadas, também é verdade que todas as medidas que digam respeito à contenção da despesa, ao emagrecimento do Estado, aos cortes nas fundações, não aconteceram, até aumentaram”, comentou a deputada democrata-cristã Cecília Meireles.
A resposta do PPD/PSD só será dada Terça-Feira... depois de uma reunião da Comissão Política Nacional de Passos Coelho…
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
O CDS-PP vai hoje interpelar o governo sobre o Sector Empresarial do Estado.
Na mesma sessão o Bloco de Esquerda irá defender que nenhum gestor ganhe mais do que o responsável que o nomeou.
Cecília Meireles, CDS-PP, explica porque identifica aquele sector como «uma doença da economia portuguesa»:
«Temos neste momento empresas públicas a mais, gestores públicos a mais e temos endividamento a mais, e isso pesa em excesso no bolso dos contribuintes. Só para dar um exemplo, muitos gestores públicos ganham mais que o Presidente da República», referiu, acrescentando que «mais grave ainda é que não haver qualquer indexação dos resultados das empresas aos salários dos gestores».
A deputada propõe três soluções simples para resolver este problema através de: «primeiro, disciplinar estes salários, o segundo, escrutinar os contratos de gestão e tornar públicos todos os objectivos das empresas e tudo o que se passa lá dentro, e por último, terminar com indemnizações desproporcionadas que cada gestor recebe quando sai das empresas públicas».
Em relação a remunerações, também o Partido Popular defende que devem ser impostos limites nos salários. tsf
Dificilmente esta interpelação poderá passar a proposta. O PS e o PPD/PSD que, com os seus boys&girls, entre si, dividem o Sector, nunca a deixariam passar. Não se conhecem “nomeados” do BE e do PCP e ao CDS apenas “couberam” os Presidente e Vice-Presidente da AICEP…
Seria uma boa iniciativa se “agarrada” pela Comunicação que temos, mas tudo está preparado para que uma onda de silêncio caia sobre o assunto.
Apesar de tudo os democratas-cristãos com uma cajadada atingem os dois do centrão…um é o outro não!
Já agora se ainda não viu não perca:
Parte 1
http://www.youtube.com/watch?v=RsSY2_ey1mA&feature=player_embedded
parte 2
http://www.youtube.com/watch?v=OxIyt0A8Az0&feature=player_embedded
parte 3
http://www.youtube.com/watch?v=bGbf3X_h-SI&feature=player_embedded
e depois cumpra o seu dever de cidadão: divulgue
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