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segunda-feira, 15 de abril de 2019

e o BE e o PCP vão ajudar o PS a aprovar o documento...


escutaram-se críticas da esquerda e extrema-esquerda em relação ao Programa de Estabilidade apresentado pelo “governo”, isto é:.
os parceiros do Governo afirmaram-se céticos em relação às opções tomadas pelo Executivo, com o BE e o PCP a indicarem que o PE não apresenta as medidas corretas para o futuro de Portugal, por isso
é claro que BE e PCP vão ajudar o PS a aprovar o documento...

Programa de Estabilidade...


domingo, 21 de fevereiro de 2016

… mas também me preocupa!

… mas também me preocupa a posição do PPD/PSD que se prepara para apoiar, já em Abril/Maio, o PEC (Programa de Estabilidade e Crescimento) da geringonça, deixando o caminho livre para:
o BE que admite uma ruptura com o governo PS ainda antes do fim de 2016 e para
o PCP que se atira ao que chama a “chantagem de Bruxelas”, exige a saída da Zona Euro e a “restruturação da dívida” e para
a CGTP que, como sempre, o segue pela mesma cartilha.
por isso
"Não é difícil antecipar que as exigências e imposições da UE vão agravar-se no contexto da preparação e discussão, em Abril, do próximo Programa de Estabilidade (PEC) e do OE para 2017” que terão que ser apoiados pelo PPD/PSD que com isso irá legitimar a “geringonça”.

…estamos lixados!

Isto preocupa-me!

“Portugal vai ter de continuar a aplicar medidas de austeridade nos próximos anos se quiser garantir uma dívida pública sustentável. Tendo em conta o elevado nível da dívida pública, a Portugal não bastará conseguir o objectivo de médio prazo para o saldo estrutural. É preciso ir mais além”. A conclusão consta do relatório final da Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO) sobre o Orçamento do Estado para 2016, distribuído esta quarta-feira (18) aos deputados.
Esta conclusão da UTAO acontece numa altura em que o Governo defende no Parlamento um Orçamento que o ACosta e o Centeno dizem ser o "princípio do fim da austeridade" porque lhe mudaram marxistamente o nome para “Orçamento Restritivo”
.
a acrescentar a isto os três partidos da extrema-esquerda comunista perante as dificuldades (e o possível resgate que se perfila no horizonte) já se preparam para o que a sua natureza os empurra: “morder a mão a quem os levou para os centros de decisão”.
e avisam:
"Não travamos esta disputa para fragilizar o Governo nem como pretexto para romper o acordo com o PS, mas não aceitamos que a UE seja usada pelo PS como álibi dos seus recuos e cedências".
.

mas também me preocupa a posição do PPD/PSD que se prepara para apoiar o PEC (Programa de Estabilidade e Crescimento)

terça-feira, 5 de abril de 2011

medidas do "chumbado" PEC 4 estão a ser aplicadas!

O Governo indicou hoje, via Ministério das Finanças , que está a implementar as medidas adicionais para 2011 anunciadas na actualização do Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) e que estas não necessitam de ser aprovadas pela Assembleia da República.
O Ministério das Finanças aproveitou para confirmar que o Governo de Gestão, vai ainda avançar com um aumento extraordinário dos preços dos transportes, uma medida incluída no PEC4 e prometida, mesmo após o seu chumbo, pelo primeiro-ministro perante os líderes europeus.

senhores deputados: afinal a reprovação do PEC IV foi apenas uma palhaçada!
...e vocês votantes, que não estão na bicha dos tachos, aproveitem para olhar para o futuro

sexta-feira, 25 de março de 2011

Ok! Já sei quem manda!

A chanceler alemã oriental afirmou hoje que tanto o Governo como a oposição em Portugal "devem tornar claro publicamente, e isto é muito importante, que medidas propõem que sejam implementadas para que os objectivos sejam atingidos de forma diferente".


finalmente estou esclarecido... nesta casa manda ela!


terça-feira, 22 de março de 2011

o PEC IV se não for reprovado...

PIB revisto em baixa para 2011 O Governo aponta, em 2011, para uma queda de 0,9 por cento do Produto Interno Bruto (PIB). Para 2012, aponta um crescimento de 0,3 por cento, em 2013 para 0,7 por cento e em 2014, prevê que a economia cresça 1,3 por cento. Aumento das pensões mais baixas O Governo quer abandonar a aplicação da regra automática de indexação à inflação e ao IAS (Indexante aos Apoios Sociais) embora pense aumentar as pensões mais baixas em 2012 Cortes nas pensões acima dos 1500 O Governo quer congelar e reduzir as pensões acima dos 1500 euros, através da "aplicação da Contribuição Extraordinária de Solidariedade, criada em 2010". Aumento dos transportes O Governo prevê uma actualização extraordinária das tarifas dos transportes Poupar na Justiça O Governo estima que poderão ser obtidas poupanças na ordem dos 60 milhões de euros em 2012 e 2013 na área da Justiça com a racionalização da rede de tribunais e melhorias nos processos de trabalho. Cortes nos cargos dirigentes O Governo quer suprimir 991 cargos dirigentes "superiores, intermédios e equiparados" em 2011, num total de 15% do seu universo global. Novos créditos à habitação perdem benefícios fiscais Os novos créditos à habitação vão perder os benefícios fiscais a partir de 2012. Revisão do IVA O Governo prevê a revisão das listas anexas ao Código do IVA, respeitantes aos bens e serviços sujeitos a taxa reduzida e intermédia. Reorganização da rede escolar O Governo quer poupar 450 milhões de euros em 2012 e 2013 com a reorganização da rede escolar e uma melhor eficiência das aquisições por parte das escolas. visao …será assim se as Propostas de Resolução do CDS, BE e PCP não forem aprovadas!

quinta-feira, 17 de março de 2011

Francisco de Assis exorta ao dialogo

Não há duas sem três!
Nem PEC III sem PEC IV!
Francisco de Assis, pela terceira vez num só dia, apelou ao PSD para apresentar “alternativas e sugestões” ao PEC IV. O congelamento das pensões é uma das propostas que merece discussão e lembrou que “os compromissos assumidos pelo Governo” mereceram o apoio de Bruxelas e do Banco Central Europeu.
parecia-me que, além destes dois, existiam outros partidos na democracia portuguesa, mas devo estar enganado no país, no conceito ou no ano...
isto é: o "estado a que isto chegou" é, ainda, o "estado novo"!
de qualquer modo tenho que agradecer ao deputado a confirmação de que este governo assumiu compromissos e nada nos disse...

estamos em ruptura financeira?

A lógica "ou eu ou o FMI", instituída por Pinto de Sousa, foi recuperada pela propaganda governamental.
Teixeira dos Santos que afirma "inviabilizar a actualização do PEC é empurrar o país para a ajuda externa".
Manuel Silva Pereira, ministro da presidência diz que o não ao PEC IV "constitui uma ameaça para uma ruptura quase imediata da capacidade de financiamento do Estado”.
Para o ministro dos Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão, o chumbo ao PEC é "o início de um filme de terror".
Até Osvaldo Castro aparece a afirmar que estamos perante uma "questão de salvação do país da bancarrota" e o peso pesadão Capoulas Santos, director da campanha José Pinto de Sousa à conquista do congresso do PS, acusa o PSD de querer a intervenção do Fundo Monetário Internacional: "A intervenção do FMI é mais fácil, entram aqui sem dó nem piedade, mas o PSD não tem coragem para o dizer"…

afinal o que é que se passa?
Parece que estamos, como em 78, sem dinheiro para importar o que precisamos para comer, para pagar salários e pensões?
Isto é, estamos mesmo em ruptura financeira!

quarta-feira, 16 de março de 2011

o fado da desgraçadinha...

O ministro dos Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão, acusou hoje o PSD de fazer “uma obstrução ao país” e de pedir aos portugueses “não o final do teatro, mas a abertura de um filme de terror”. publico

O Governo já obteve luz verde dos responsáveis europeus para uma solução política que evita o recurso de Portugal ao FMI, mas está dependente do PSD para a concretizar, lamentou hoje o ministro da defesa, Augusto Santos Silva. dn

…e eles ainda tem lá mais alguns para nos cantarem o fado da desgraçadinha!

segunda-feira, 14 de março de 2011

PEC IV: A primeira vez das ministras e dos ministros...

Numa extraordinária reunião do Conselho de Ministros estarão em análise "as decisões do conselho da zona euro", da passada sexta-feira, que englobam o PEC 4 - Novas Medidas de Austeridade e Reformas -, o Pacto do Euro e a intenção de Flexibilização dos Juros. Os ministros terão, assim, uma primeira oportunidade de ouvir o primeiro-ministro sobre a matéria. primeira oportunidade? E ainda se mantêm ministros?

sexta-feira, 11 de março de 2011

apertem os cintos, vem ai mais “tango” e PEC IV

O ministro das Finanças anunciou hoje o reforço das medidas de consolidação orçamental ainda em 2011, como «medida de precaução» para assegurar um ajustamento aproximado de 0,8%. «Iremos reforçar as medidas de contenção da despesa que estão a ser implementadas em 2011, no sentido de nos proporcionar uma margem de segurança adicional, que nos garanta de uma forma mais forte o objectivo do défice de 4,6 por cento este ano”, afirmou Teixeira dos Santos que as pretende prolongar para 2012 e 2013 cortando custos na ordem dos 2,4 por cento do PIB na despesa e 1,3 por cento de aumento da receita. Compreendem o congelamento do IAS (Indexante dos Apoios Sociais) e a suspensão da aplicação de regras de indexação de pensões (congelamento das pensões), a uma contribuição especial aplicável a todas as pensões. tsf Confrontado com as snunciadas medidas adicionais de austeridade, Miguel Relvas, o secretário-geral do PSD, deu nota positiva ao Governo, reafirmou que o maior partido da oposição é sempre parte da solução e não do problema, mas remeteu qualquer posição em concreto para depois do Conselho Europeu, "para já apenas lamentou que esta balança de sacrifícios caia sempre para o mesmo lado..." tsf A direcção da bancada do PSD, por sms, pediu aos deputados para manterem o silêncio perante o novo pacote de medidas de austeridade anunciado pelo ministro das Finanças. tsf CDS, BE e PCP criticam as eventuais novas medidas de austeridade que, como é hábito, o PSD, auto-denominado "maior partido da oposição" irá viabilizar...

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

...a caminho do meio milhão

75 mil vão deixar de receber o abono de familia este mês. Juntam-se aos 383 mil que o deixaram de receber em Novembro e ao milhão que já perdeu o acrescento eleitoral 25% de subsidio extraordinário. Parece que vamos poupar 250 MEuros e diminuir a já fraquissima natalidade...

Uma solução destas só podia ter partido dos "defensores" do "estado social"... e dos PEC's

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

más noticias: vão ser precisos mais PEC's

“Vamos entrar num período profundíssimo de recessão, durante muitos anos [...] As medidas que estão tomadas vão fazer a economia entrar em recessão. Mais tarde ou mais cedo, o Estado vai perceber que as receitas não chegam e vai precisar de outro PEC”, opina Daniel Bessa, antigo ministro da Economia. O economista diz mais, “já estamos mais pobres em termos de rendimento nacional do que estávamos há dez anos”, isto explica-se pelo facto da economia ter “crescido mal”, quer por indução da procura interna (privada e pública), quer de consumo e não de investimento que este baseou-se na divida. Quanto à actual proposta de orçamento defendeu que "é para tentar lidar com uma situação desesperada, não tem que ver com crescimento. É para tratar das contas públicas” e talvez “para tratar de que não falte dinheiro na tesouraria do Estado no próximo mês” para os pagamentos correntes. publico.pt

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

vão trabalhar, malandros!

Pouco a pouco, para enganar os otários, vamos começando a conhecer onde é que falharam os PEC’s que os partidos do Centrão combinaram entre si e tanta tinta fizeram correr a meio do ano. Tinta que encheu os média e dinheiro que já nos saiu dos bolsos mas que poucos notaram por obra do subsidiozinho de férias e, via memória curta, a maioria dos votantes já esqueceu. Até as tv’s não apresentaram as normais queixas das compras da rentrée… A derrapagem dos vencimentos da função pública, mesmo após os 2,9% eleitorais, derrapou com promoções, subsídios e outras benesses que até tenho vergonha de enumerar. Convenhamos que o próprio ainda governo tanto se envergonha disso que se recusa a enumerar o acréscimo… Mas os deslizes, antes e após os PEC’s centrais, não se ficaram só por ali. Os Gabinetes dos que nos governam gastaram qualquer coisa como 131 euros por segundo (consta que no próximo anos apenas vão consumir-nos 125…).
E já ninguém fala nos cinco milhões dos blindados do Governo Civil de Lisboa... Nos próximos capítulos, outras descobertas se vão fazer. Entretanto enquanto uns dizem que se instalou a crise, outros acham que apenas um milhão de euros os separa para decidirem o nosso caminho para a probreza . Esta solução Governo-PPD/PSD/PPC é, seguramente, a pior de todas porque iremos continuar a degradarmo-nos até que alguém, de dentro ou de fora, venha despedir yuppies, boys e lóbis. Não seria melhor alterar todo o Orçamento e seria possível refazê-lo, com a redução a zero das despesas "à novo rico", com o acordo de quase toda a Oposição e depois leva-lo á votação? Provavelmente o partido do ainda Governo iria reprova-lo… e, duvido, o governo demitir-se-ia, mas dai não viria mal ao mundo.
... mas talvez viesse o “papão” do FMI que limparia os milhares de yuppies, boys e lóbis do centrão. Isto, acreditem, é o que eles não querem, porque teriam que ir fazer aquilo o Zé Povo faz todos os dias: trabalhar.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Habemus PEC... um

«O Presidente da República promulgou hoje a Lei da Assembleia da República que aprova um conjunto de medidas adicionais de consolidação orçamental» contudo o chefe de Estado «irá solicitar ao Tribunal Constitucional a fiscalização sucessiva da constitucionalidade daquelas disposições», lê-se numa nota informativa divulgada no ‘site’ onde pára toda a verdade. Sol Sobre isto, Assunção Cristas, deputada do CDS/PP, afirmou que «Gostaríamos que a opção do senhor Presidente tivesse sido pela fiscalização preventiva da constitucionalidade e não pela fiscalização sucessiva, porque isso permite uma decisão mais rápida e mais eficaz. Não sendo preventiva, antes sucessiva do que nada». José Gusmão, do BE, disse hoje ver «sem surpresa» a promulgação das medidas de austeridade pelo Presidente da República, e considerou que o pedido de fiscalização sucessiva é «um princípio de prudência». Vitalino Canas, deputado do PS, considerou hoje «equilibrada» a decisão do Presidente da República de promulgar as medidas adicionais do Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC), suscitando a fiscalização sucessiva do diploma após a sua publicação.
Passos Coelho, presidente do PSD, espera que a decisão de pedir a fiscalização não venha a causar instabilidade na "percepção dos mercados externos"...

quinta-feira, 17 de junho de 2010

"ricos" perdem prestações sociais

As pessoas que estão a receber rendimento social de inserção (395 mil), subsídio social de desemprego (120 mil pessoas) ou abono de família (1,7 milhões de agregados) e que tenham um património mobiliário (dinheiro e acções) superior a 100 mil euros, verão as suas prestações serem reavaliadas à luz das novas regras ontem publicadas e que entram em vigor a 1 de Agosto. público Isto é, a partir de 1 de Agosto iremos retirar, á despesa Orçamental, 90 milhões de euros já em 2010 e 199 milhões de euros em 2011. É mais uma medida do PEC da crise que, qual torneira mal fechada, o governo nos vai servindo a "pinga a pinga". Não é medida displicente e certamente contará com o apoio de muitos. O que não se entende é porque esta gente "vivia á conta" dos impostos que sofredoramente pagamos e, ainda menos, porque é que este governo nos fornece o PEC a conta-gotas...

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Portugal não precisa de ajuda externa

"Nós não precisamos de nenhuma ajuda. Nós sabemos exactamente o que temos de fazer", disse o primeiro-ministro, citado pela agência internacional Reuters, que também garantiu que "não será preciso" cortar salários na Função Pública para atingir os objectivos definidos até 2011, reiterando que as medidas adoptadas são "suficientes" para alcançar essas metas. Económico
amanhã, depois da cimeira, se verá...
porque ainda não se sabe onde é que se vão arranjar os 2,5 mil milhões em falta, mas suspeito que será aos "do costume"!

terça-feira, 15 de junho de 2010

e se a situação assim o exigir ?

A Comissão Europeia avalia hoje e deverá considerar "apropriadas" as medidas tomadas, incluindo as adicionais tomadas em Maio, e os progressos feitos até agora por Portugal para alcançar o objectivo definido de redução do desequilíbrio das suas contas públicas para menos de 3,0 por cento do PIB até 2013. Contudo serão pedidas medidas adicionais, usando a expressão diplomática de que “Lisboa terá que estar preparada para tomar mais medidas se a situação assim o exigir nos próximos anos…” dn
Isto é, amanhã há mais!

domingo, 6 de junho de 2010

iliteracias ou analfabetismo?

A bancada do PS "materializou" o aumento do limite máximo para a autorização das Garantias do Estado depois de terem sido fixadas no Orçamento para 2010 em 9146 milhões e acordadas pelo Bloco Central.
Só subia, por vontade do Ministério das Finanças, em mais 22 775 milhões e atingiam a verba de 32 mil milhões. mais»»
Percebe-se porque é que não querem limites ao défice e pretendem a passagem do 8 ao 10!
Mas, afinal a proposta de aumento em 22 mil milhões de euros não passou de um mal-entendido na redacção do projecto socialista.
Um mal-entendido de 9 mil milhões de euros...