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sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

velhos, retro, a precisarem “de corda” !

pareceram-me dois velhos relógios "retro" á venda num programa “o preço da história”!
Um mais atrasado, outro menos adiantado! Mas ambos muito "anos 70" (até me pareceram "anos 60") sem ideias novas ou inovadoras:
 - Eu sou mais à esquerda!
 - Não és nada és “popular”, eu, “social-democrata”, é que o sou!
E lá continuaram a debitar como se ainda vigorasse um “pacto mfa-partidos” no país que ambos não “querem de Direita” apesar de o saberem que num país “à esquerda” - a história prova-o - a iniciativa, os rendimentos privados e as liberdades individuais são cada vez menos respeitadas e as oportunidades tendencialmente mais escassas.
Pior! Não me pareceu - ou não quiseram que mo parecesse – que algum deles saiba que “sociais-democratas” são os socialistas do SPD alemão!
Seria só “santa ignorancia” ou apenas querem manter um “eleitorado” que até agora, sabendo-os “à esquerda”, finge que são a sua Direita?
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Nenhum percebeu que há um novo País, numa Nova Europa, onde se sentem orfâs gentes cultural e ideológicamente bem formadas que, cada vez menos silenciosamente, enfrentam aqueles que pouco sabem, muito fingem saber e ocupam as posições estratégicas que lhes permitem flutuar ideologica e socialmente. Tempos idos eram chamados “os rolhas”.
Agora vejo-os como relógios, velhos, "retro" , a precisarem “de corda” !
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Triste País onde não se arranja um “En Marche”, “Front National”, “Podemos”, “Ciudadanos”, “Movimento 5 Stelle”, “Syriza” ou um “AfD”.

Até nos chegaria um “Labour Party” renovado para percebermos que ainda não estamos mortos!

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

um Senhor na politicazinha nacional


Vi ontem, sem surpresa, no Prova dos Nove, Francisco Assis a dar uma lição de democracia a três comentadores que se julgam e falam “politicamente correcto”.
Ao fazer a defesa do direito à Liberdade mostrou-se, mais uma vez, como notável estadista. A maioria de nós, lamentavelmente, ignora-o.
 
Espero estar enganado mas, ao fazer a diferença, Assis, arrisca-se outra vez a ser “emigrante” em Bruxelas. É que por cá incomoda muitos dos seus pares!

sexta-feira, 4 de março de 2011

o "mal amado"...

«Para mim, é difícil sentir-me próximo de um partido em que muitos dirigentes se sentam na primeira fila das iniciativas de sucessivos líderes, sempre prontos para servir no Governo, em empresas, institutos públicos ou até embaixadas», adianta. «Uma vez chamei-lhes os técnicos da representação permanentemente disponível...» Pedro Santana Lopes Demasiado brilhante para um partido que massificando-se se tornou coito de mediocres, nunca se deixou envolver nas negociatas de vivendas, bancos e congéneres. Talvez por isso, PSL, atraia invejas e inamizades que só se entendem neste ambiente farisaico em que se "bate com a mão no peito" para ver se ainda lá está a carteira... PSL tem outro grave pecado: gosta de mulheres e não o esconde!