Mostrar mensagens com a etiqueta vitornorinha. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta vitornorinha. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Vamos bater contra a parede?

Não se pode dizer que esta é uma onda europeia [como afirma o “inominável costa”] pois a subida das yields das obrigações gregas não foi além dos 32 pontos de base, embora se situe nuns incríveis 11,58%, refletindo a incapacidade do país de aceder a dinheiro barato do Banco Central Europeu.
[também, contrariando o “inominável”] a subida das yields para as obrigações soberanas espanholas e italianas é residual.
Logo, há algo mais do que mercados e Bolsas de Valores.
[o que acontece é que] os investidores receiam o impacto do OE português, aliás, convergem nas dúvidas que Bruxelas também tem.
[claro que, a exemplo do “costa”] sempre se poderá dizer que outros países estão nas mesmas condições e que este OE é a afirmação daquilo que o país quer.
É verdade,

mas os mercados são quem empresta o dinheiro e, quando esses não acreditam, pouco há a fazer senão aplicar remédios e a escola continua a ser o compromisso com as metas de Bruxelas. (por Vitor Norinha no OJE)

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

juros a acrescentar ao empréstimo...e o brent a subir


O PSI20 fechou a crescer 1,93% para 5696,33 pontos.
Portugal diferente da Grécia mas… pode estar a caminho um segundo resgate. Portugal e Grécia são diferentes, têm comportamentos díspares e a perceção dos analistas é de que um quer cumprir as regras e o outro nem por isso. Mais à frente está a Irlanda, que conseguiu distanciar-se. Os juros das obrigações em mercado secundário espelham as diferenças, escreve Vítor Norinha hoje no OJE 
O barril do Brent, de referência para Portugal e para entrega em março, abriu hoje em alta para os 116,43 dólares, mais 0,19 dólares do que no fecho da sessão anterior.
É pouco provável que Portugal consiga voltar aos mercados em 2013, afirmam os analistas do BBVA na primeira edição do "Observatório Económico para Portugal", apresentado ontem. A conclusão seguinte, escreve o OJE, é de que Portugal necessitará de um segundo resgate internacional.