sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Vamos bater contra a parede?

Não se pode dizer que esta é uma onda europeia [como afirma o “inominável costa”] pois a subida das yields das obrigações gregas não foi além dos 32 pontos de base, embora se situe nuns incríveis 11,58%, refletindo a incapacidade do país de aceder a dinheiro barato do Banco Central Europeu.
[também, contrariando o “inominável”] a subida das yields para as obrigações soberanas espanholas e italianas é residual.
Logo, há algo mais do que mercados e Bolsas de Valores.
[o que acontece é que] os investidores receiam o impacto do OE português, aliás, convergem nas dúvidas que Bruxelas também tem.
[claro que, a exemplo do “costa”] sempre se poderá dizer que outros países estão nas mesmas condições e que este OE é a afirmação daquilo que o país quer.
É verdade,

mas os mercados são quem empresta o dinheiro e, quando esses não acreditam, pouco há a fazer senão aplicar remédios e a escola continua a ser o compromisso com as metas de Bruxelas. (por Vitor Norinha no OJE)

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