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quarta-feira, 26 de novembro de 2014

no comments!

Todo o PS está contra esta bandalheira”, disse o fundador do PS, acrescentando que a operação Marquês “não é outra coisa que não seja um caso políticoe quetodo a gente acredita na inocência do ex-primeiro-ministro” – “menos o senhor”, referência ao jornalista que lhe dirigia uma pergunta.
Isto é uma malandragem daqueles tipos que atuam mas que que não fizeram nada”, disse o ex-Presidente, referindo-se indiretamente à investigação. “Isto não tem nada a ver com os socialistas, tem a ver com os malandros que estão a combater um homem que foi um primeiro-ministro exemplar”.


quarta-feira, 29 de outubro de 2014

…e depois admiram-se que o “outro” lhes chame preguiçosos!

(extracto da entrevista em 22-10-2014 2:59 por Raquel Abecasis, em Nova Iorque)

Há casos portugueses?
No caso português já há dois ou três, sobretudo raparigas, que se deixaram encantar pelo entusiasmo dos noivos ou por um espírito de aventura, que agora estão a querer voltar. [No total] Há 12 ou 15 [portugueses no Estado Islâmico], não sabemos exactamente bem, mas é um número muito reduzido.
Essas duas ou três jovens pediram apoio ao Ministério para regressar a Portugal?
Não pediram apoio ao Ministério. Isto não se passa nada em termos burocráticos, de requerimento, de pedido de apoio, passa-se através das famílias.
Mas precisam de autorização para poderem regressar?
Tal como não tiveram autorização para sair, também não pedem autorização para voltar, mas depois temos um problema de saber…
Estão registados. E quando quiserem entrar no país?
Sim, esse é um dos problemas que temos e é um problema que não podemos ignorar, porque não podemos deixar que as pessoas voltem sem fiscalização. Neste momento, em Portugal, esse problema não se põe com nenhuma acuidade, porque o número é ainda muito restrito.
Mas já há casos de pessoas que querem voltar a Portugal?

Há dois ou três casos que os pais dizem que querem voltar. Não temos ainda um conhecimento seguro sobre isso. Não vai ser apenas um problema do Ministério porque envolve vários ministérios, desde o Ministério da Saúde, porque, muitas vezes, essas pessoas precisam de tratamento, apoio psicológico. Depois, há problemas de polícia. Teoricamente, sabe-se que houve casos de pessoas que cometeram crimes e esses crimes têm que ser analisados e avaliados se são susceptíveis de processo penal nos próprios países. Há um conjunto muito complexo de circunstâncias que têm de ser analisadas devidamente.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

OE2015: “a tradição já não é o que era”

Por razões várias (valor da pensão, sem dependentes, etc.) serei dos mais “prejudicados” com o OE2015, mas “a tradição já não é o que era”!

Digam o que disserem - reaccionários, conservadores, direita-chique, “costistas”, pseudo-esquerda, esquerda-caviar e esquerda-rasca - o certo são que este orçamento é uma lufada de ar fresco. Exclui os do “reviralho” que, diz-nos a história do início do século XX, acabam em “amizade com beneficios” com qualquer “poder “…
Foge ao orçamento tradicional, o implementado pelo ministro das finanças de 1926, que durante 88 anos foi religiosamente seguido.
Em suma: é um orçamento quase claro e “legivel” para um maior número de interessados. Desta vez a iliteracia dos “nossos” deputados será indesculpável.

Os jornalistas, a que temos direito, poderão sempre perorar contra “os dez centimos do saco” e objectar a “caça à factura”, mesmo que aquele caso possa produzir um alivio para o habitat e este ultimo, com o aumento das cobranças, possa ajudar a reduzir os impostos que pagamos!

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

como não há fogos, há BES!

A solução definida pelo Banco de Portugal para o BES faz o pleno nas primeiras páginas dos jornais desta manhã.
O BES deixa de existir, nasce o Novo Banco, que recebe injecção de 4,9 mil milhões, explica o Diário de Notícias. O Diário Económico fala em "resgate", um resgate que vai aumentar o défice, diz o Jornal de Negócios. Mas há um alerta: diz o Negócios que os analistas temem impacto negativo no BCP e no BPI.
O Público escreve que o BES vai ser dividido em dois: um “banco bom”, que passa a ser propriedade do sector bancário, e um “banco mau”, que fica com os actuais accionistas. Uma operação que, segundo o Governo, representa um risco nulo para contribuintes, clientes e trabalhadores, conta o Jornal de Notícias.

A solução encontrada para o caso BES está, também, nos editoriais desta manhã. Diz o Público que, ao emprestar dinheiro ao Fundo de Resolução e não ao BES directamente, o Estado minimiza as perdas em que poderá vir a incorrer e evita que o dinheiro emprestado tenha de ser contabilizado como défice.

Mas, a partir de agora, deixa de haver margem de erro, diz o Diário de Notícias: se houver mais alguma surpresa nas contas, fica tudo em causa, desde a administração do Novo Banco, ao regulador, ao Governo e às próprias autoridades europeias.

sábado, 26 de outubro de 2013

Estou preocupado!


Com excepção do tablóide sulista e do quase tablóide nortista a imprensa a que temos direito está, pé ante pé, a tratar Governo e governantes com luvas de pelica e até enorme amabilidade.

Curiosamente a “direita bloguista”, onde me incluo, vai “malhando” nos “escuteiros-mirins” que nos governam, aponta-lhes todas as falhas e, quiçá, a falta do chá que não tomaram em pequeninos. É, nesta última, que assenta a minha preocupação: de tanto chá que bebemos, os “escritos” que produzimos arriscam-se a não produzir efeito e serem apenas chazadas!

Hoje há manif dos “que se lixe a troika” (um nome, que por ser demasiado ordinário para cativar aqueles que “estando de acordo” conheceram as chávenas em pequeninos, cada vez mais, se fica pelos idiotas-úteis e pelo pior do reviralho)   

Amanhã, se aos "manifestantes" não for acrescentado o estranho zero "à direita" poderemos ter a confirmação se o “novo” tratamento jornalístico é para ficar ou se apenas reflecte o passo à retaguarda dos trotski-maoistas que por ai andam a escrever e comentar… ao que parece por lhes ter sido negado lugar no governo ou na Comissão Europeia!

sábado, 5 de outubro de 2013




Hoje é pouca a minha "diferença" dos jornais a que temos direito: apenas um “n”!

Conheci-o, éramos uns meninos, ele um jovem Assistente, eu um “miserável” Caloiro.
Sempre lhe considerei a precisão terminológica que nos facilitava a interpretação. Não nos voltámos a encontrar neste meio-século que passou.
Aquela antiga “precisão” e, confesso, a minha conhecida repulsa à falta dela, levou-me a ouvir-lhe as declarações e a réplica do senhor Procurador aos denunciantes.
Decerto a minha idade avançada e as aulinhas de interpretação de textos da escola primária do fassismo emburraram-me, mas o que ouvi não se parece nada com o que li.
(aconselho as/os meus comentadores a fazerem o mesmo!).

O desagradável de toda a situação não é o que manchetam e escrevem.
O desagradável é que alguém que nos representa, subservientamente e no estrangeiro, comente!
O desagradável, porque não a acredito racista, é a atitude xenófoba de quem escreve!

…enfim! Temos que comer a palha que nos dão (porque, suponho, a “crise” esgotou as vitualhas a que estávamos habituados!)  

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

masoquitas dum cavaco...

Não é de agora, já tem mais de 30 anos, mas excepto quando se trata de “números com cifrões” nunca consegui estar de acordo com o Prof. Cavaco Silva. Desta vez encontrei-me a concordar com o agora Presidente da nossa Republica. “Masoquistas” chamou-“os”.
Ao que parece também essa é a opinião dos nossos credores!
(e daqui peço desculpa aos meus amigos canhestros porque a eles, e só a eles, lhes reconheço a “inegável honestidade” de que se acham únicos possuidores…)


domingo, 4 de agosto de 2013

…só pra vender papel!


…e os jovens informáticos?
e os jovens licenciados que estão “caixas” do Pingo Doce?
e os jovens arquitectos, policias, economistas, biólogos, contabilistas?
sem esquecer os jovens músicos, engenheiros, publicistas, mecânicos e os, já muitos, jovens desempregados!

Ainda bem que há os jovens “jornalistas”
(os do CM, claro) que escapam aos “quinhentos”, em especial, porque têm emprego e uma carreira profissional aberta até vice-primeiro… pelo menos!

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Entrámos na “silly season”…

Só um submarinista pode comentar hoje as parangonas, por causa dos torpedos alvarizados e das injunções madeirenses de ontem”. (José Adelino Maltez no Facebook)
Acrescento que outros “submarinos” já esqueceram o que disseram e escreveram acerca do “espião maçon” (como lhe chamavam!).
… certamente o “apoio” que vêm dando ao Snowden justifica as parangonas jornalísticas, a par das sublimações que se lhes despertam quando se referem ao ex-jornalista!
Entrámos na “silly season”…  

terça-feira, 21 de maio de 2013

Martim contra a corrente: uma "má noticia" para a comunicação que temos!

Não tenho por hábito ver o programa "Prós e Contras" (que as mais das vezes é um inacreditável "Prós e Prós"), e acho que faço muito bem. Por regra não perco nada. Mas às vezes há surpresas. Ontem apareceu lá o Martim Neves, de 16 anos, que contou como criou uma marca de roupa. Mas interessante, interessante, foi ver como ele começa por dar uma chazada à Fátima para, depois, deixar de rastos uma das convidadas de honra, uma Professora Doutora especializada em revolução, chamada Raquel Varela, uma senhora sem qualquer noção do ridículo. É pouco depois dos 4 minutos neste vídeo. Obrigado, Martim: houvesse mais gente com a tua frontalidade e isto não andava tão poluído nem tão deprimido.” José Manuel Fernandes

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Portugal está a desaprender a liberdade


A milícia entendeu que nos dias em que está para aí virada não deixa falar em público membros do governo. Amanhã pode escolher outros alvos. É só querer. Porque a milícia só faz o que quer e goza de impunidade total. E um dos melhores símbolos do nosso tempo e do jornalismo que temos é que ontem a milícia fez a sua intervenção numa conferência sobre jornalismo: os jornalistas têm tratado os milicianos com extraordinária simpatia. Pq andaram com os milicianos nas faculdades. Pq os milicianos são fotogénicos. Pq os milicianos dão sempre um som ou uma imagem. Os milicianos que são isso mesmo milicianos sabem da admiração e do respeitinho que impõem e tiram partido disso. Os milicianos são iguais em todos os tempos!por helenafmatos no Blasfémias 
 
Comecei por sorrir ao ver o vídeo do ISCTE, também eu no íntimo contente por Relvas conhecer o descontentamento ao vivo. Logo depois perguntei-me se o caminho para mudar o estado de coisas passa por impedir os Ministros - ou as oposições, tanto faz - de falarem nas Universidades, lugar por excelência da liberdade. Quem vai decidir quem pode falar? Quem tiver mais cartazes, insultar e gritar mais?
Portugal está a desaprender a liberdade.”  por Paulo Pedroso no Banco Corrido 
 
...e depois de os ler fiquei a pensar-me!
 

 

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

uma “má noticia”

Em Janeiro de 2013 a taxa de variação média dos últimos doze meses do IPC - índice de preços ao consumidor - situou-se em 2,5%, inferior em 0,3 pontos percentuais ao resultado obtido no mês anterior. O indicador de inflação subjacente, medido pelo índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos, baixou apresentando uma taxa de variação média de 1,3% (1,5% em Dezembro).
A variação média dos últimos doze meses do IHPC- índice harmonizado de preços ao consumidor - também diminuiu para 2,5% (2,8% no mês anterior). Em Dezembro de 2012 esta taxa foi superior em 0,3 pontos percentuais à observada para os países pertencentes à área do Euro. Em Janeiro, tendo como referência a estimativa do Eurostat para o conjunto da área, esta diferença terá diminuído para 0,1 pontos percentuais. ine 
 
Obviamente uma boa noticia, será tratada pela “opinião publicada” como uma má noticia e, consequentemente, publicada com reservas e sempre seguida do inevitável “mas”...

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

à descoberta do mundo misterioso da extrema-esquerda


um livro essencial compreendermos políticos e jornalistas da geração que hoje nos governa ou influencia e, principalmente, o que os leva a dizer o que dizem ou a escrever o que escrevem.

estão lá todos, ou quase…

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

é Publico

A direcção do diário “Público” anunciou hoje o início de um processo de despedimento colectivo no jornal, envolvendo 48 trabalhadores, sendo 36 da área editorial.

sábado, 12 de maio de 2012

These trends are occurring at different speeds in different places

 These trends are occurring at different speeds in different places, but I believe they are present, in one way or another, in newsrooms everywhere,” says Erik Bjerager, President of the World Editors Forum, who provides this overview: 
 1. Newsrooms are increasingly outsourced. “Well-paid journalists in old media are   frequently exchanged for free-lancers or external content companies with lower costs,” he says. “How this effects editorial integrity and the quality of journalism, we don’t really know yet. As editors, you have much less control over content produced by outside partners.” 
 2. Two-speed journalism is now a reality. 
 3. Breaking news is becoming digital. In this world, speed often trumps accuracy.
 4. Data journalism is accepted as a discipline 
 5. Infographics dominate print and web. 
 6. The differences between print and broadcast have shrunk. 
 7. More momentum from mobile. 
 8. Social media enrich journalism. 
 9. Ethics – going back to basics
10. All-round newspapers are challenged online by big tabloids. por António Granado no ciberjornalismo

porque não te calas!

"Acho que o país está um bocadinho cansado das crises artificiais e desta tentativa de distorcer e de aproveitar qualquer coisa para querer fazer uma tensão enorme no país. Sei bem o que disse e mantenho o que disse", afirmou Passos Coelho, em declarações aos jornalistas.
O Primeiro-Ministro foi confrontado pelos jornalistas com as críticas da oposição em relação a um discurso que fez na sexta-feira no qual apelou à "cultura de risco" e considerou que o desemprego não tem de ser encarado como negativo e pode ser "uma oportunidade para mudar de vida", contraditórias com outras feitas, no mesmo dia, pelo ministro das Finanças, Vítor Gaspar, que considerou que "a satisfação de vida de um desempregado não se recupera". MP. Lusa
Como convém ao jornalismo de “vai-vem”, questionado pela Lusa “à margem da conferência do LIPP, que lhe substitui os fins-de semana autarquicos, Seguro comentou a afirmação do primeiro-ministro sobre o desemprego ser uma oportunidade, afirmando que "foi mau demais" e que os portugueses estão "chocados", acusando-o de "insensibilidade social" e de estar "ausente da realidade". JF/(MP). Lusa 

O impreparação de Passos Coelho é cada vez mais notória e bem demonstrada quando confrontado com jornalistas, formados à maneira britânica dos tablóides e obviamente bem treinados nas nacionais escolas de comunicação, para quem apenas “uma má notícia é uma boa notícia” e habilíssimos a retirar frases do contexto.
É altura de Coelho deixar de ser comentador de si próprio porque cada emenda é-lhe pior que o soneto e apenas serve para “alimentar” a camoniana Lusa, as manchetes dos jornais e uma oposição completamente controlada pelos jornalistas que temos.
Convenhamos que isto que serve a PPC é aplicável aos “nossos” ministros, e num futuro próximo ou longínquo, ao Seguro e a quase todos os comentadores que se sentam como deputados nas bancadas da Assembleia “deles”.

sábado, 14 de abril de 2012

o mundo às avessas

AJSeguro comentou a notícia do semanário Expresso sobre a possibilidade do do aumento da idade da reforma para os 67 anos, à margem de uma reunião com autarcas do partido socialista em Mangualde.
"Começa a ser um padrão do Governo de Pedro Passos Coelho anunciar mais medidas de austeridade”, disse e, acertando o passo com os colegas comentador da comunicação social que temos, aconselhou "é bom que o primeiro-ministro não se esconda" e explique aos portugueses o "que é que está a correr mal, qual a razão de tantas medidas de austeridade de um momento para o outro". RB.  

Quando os políticos eram estadistas, nos idos tempos do século passado, a então chamada imprensa corria às suas conferências para ouvir, relatar e, por vezes, comentar aquilo que eles diziam.
Hoje, definitivamente, o mundo está às avessas: são as “fontes próximas de” que lançam noticias, “bocas” será um termo mais preciso, qual rebuçados que se atiram aos “putos” que em molho as vão apanhar.
De seguida os possuidores da carteira, alguns até serão Jornalistas, correm ao político mais à mão e de microfone ou gravador em punho, gritam: Ó fulano, comente!
E o fulano, que não ouviu, viu ou leu, proporciona-lhes o suficiente para justificar o vencimento, quiçá o “subsídio de deslocação”.
...só que fulano é “fulano” e dificilmente poderá ser “político”, a não ser por alcunha!

quinta-feira, 8 de março de 2012

Ah! Essa falsa cultura


...
Na cidade onde nasceu Maria de Lurdes Pintassilgo, primeira mulher que foi chefe de Estado em Portugal
... MYF/PGF Lusa

domingo, 12 de fevereiro de 2012

apenas desinformação?

Arménio Carlos, o novo secretário-geral da Inter-Sindical, na “maior manifestação dos últimos 32 anos, segundo alguns marqueteiros e Jerónimo de Sousa, relembrou o episódio polémico, divulgado por alguns pmmj, que marcou a semana: “Não aceitamos e sentimo-nos envergonhados com a atitude de subserviência do nosso ministro das Finanças perante o Ministro alemão. Há que defender os interesses nacionais”. 

Claro que o Carlos, usando a melhor das técnicas da Desinformação, usa apenas parte da verdade da acção. Isto é, apela ao nosso inconsciente nacionalista ou patriótico (envergonhados, subserviência, nosso, defender, etc.) e omite a razão (o ministro alemão na cadeira de rodas). Note-se que se apresentasse a realidade poderia criar nos leitores sentimentos de emoção/comoção (coitado do aleijadinho…) que iriam estragar o efeito pretendido.

Não deixa o Arménio Carlos de reflectir aquilo que muitos de nós, cada vez mais conscientemente, pensamos da política alemã em relação à Europa e ao nosso País, em especial os mais velhos, que se lembram da reconstrução germânica do pós-guerra e do esforço económico de todos os europeus aquando da ainda muito incompleta reunificação, Oeste-Leste, pós queda do “muro de Berlim”