segunda-feira, 4 de agosto de 2014

como não há fogos, há BES!

A solução definida pelo Banco de Portugal para o BES faz o pleno nas primeiras páginas dos jornais desta manhã.
O BES deixa de existir, nasce o Novo Banco, que recebe injecção de 4,9 mil milhões, explica o Diário de Notícias. O Diário Económico fala em "resgate", um resgate que vai aumentar o défice, diz o Jornal de Negócios. Mas há um alerta: diz o Negócios que os analistas temem impacto negativo no BCP e no BPI.
O Público escreve que o BES vai ser dividido em dois: um “banco bom”, que passa a ser propriedade do sector bancário, e um “banco mau”, que fica com os actuais accionistas. Uma operação que, segundo o Governo, representa um risco nulo para contribuintes, clientes e trabalhadores, conta o Jornal de Notícias.

A solução encontrada para o caso BES está, também, nos editoriais desta manhã. Diz o Público que, ao emprestar dinheiro ao Fundo de Resolução e não ao BES directamente, o Estado minimiza as perdas em que poderá vir a incorrer e evita que o dinheiro emprestado tenha de ser contabilizado como défice.

Mas, a partir de agora, deixa de haver margem de erro, diz o Diário de Notícias: se houver mais alguma surpresa nas contas, fica tudo em causa, desde a administração do Novo Banco, ao regulador, ao Governo e às próprias autoridades europeias.

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