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sábado, 8 de janeiro de 2011

“case study”: a “inegável” ética republicana

A Milícia é uma empresa privada e vendeu seis viaturas blindadas ao Ministério da Administração Interna.
João Henriques Pinheiro, militante do PS (secção de Benfica), representa a Milícia desde o início do concurso público para a compra de seis viaturas blindadas. E enquanto procurador da Milícia assinou o contrato, no valor total de 1,2 milhões de euros, com o governador civil António Galamba
A Empordef, SGPS - holding detida a 100% pelo Ministério da Defesa, gere as participações sociais em empresas públicas da área militar.
João Henriques Pinheiro, militante do PS (secção de Benfica), foi consultor jurídico do ex-ministro Severiano Teixeira e do Ministério da Saúde até Junho de 2009 é advogado da Empordef e foi administrador da Defloc - empresa de locação de equipamentos militares detida pela holding estatal - entre Agosto de 2008 e Fevereiro de 2010. sol
Por onde é que anda a Procuradora Morgado? Ocupada a "dar" entrevistas?

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

ainda a tempo?

Um, dos seis, "blindados civis" com capacidade para transportar 11 polícias chegou a Portugal por via área no domingo à tarde.
Segundo Paulo Flor, porta-voz da PSP, estavam previstoas chegarem para a Cimeira da NATO duas das seis viaturas blindadas, com vista a integrarem a operação de segurança, mas "comprovadamente as viaturas blindadas não foram necessárias para a reunião da Aliança Atlântica”, que decorreu em Lisboa nos dias 19 e 20 deste mês.
No total, o Estado Português vai pagar 1,2 milhões de euros pelas seis viaturas de transporte de pessoal com protecção balística.
Espero que não sejam “inauguradas” no dia 24

domingo, 24 de outubro de 2010

novas trapalhadas ( blindadas )

Quinta-feira, dia 21, o MAI, Rui Pereira, o SecMAI, Conde Rodrigues, o DN da PSP, Oliveira Pereira, e o GC de Lisboa, António Galamba, saíram da Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias Assembleia da República sem conseguirem convencer a Oposição, quer da necessidade, quer da oportunidade da compra de seis blindados e 46 viaturas anti-motim para a PSP. Isto é, a Oposição continuou sem perceber onde é que eles conseguiram, nestes tempos de poupança, a verba para blindados, armamento e equipamento, a menos de um mês para a cimeira da OTAN, o acontecimento com que justificam as aquisições. À oposição (os da situação não se pronunciaram) também lhe pareceu ser “muito escuro” o facto de ser o Governo Civil de Lisboa a disponibilizar cinco milhões de euros para a compra daqueles equipamentos numa altura em que há tantos problemas financeiros. O ministro e o secretário de Estado justificaram que as verbas, apesar de só em Setembro passado o Ministério das Finanças as ter libertado, tinham transitado do orçamento de 2009 e que os números eram públicos. jn ps1: O Tribunal de Contas garantiu que ainda não recebeu qualquer pedido de visto para aquisição do equipamento, embora tenha sido essa a informação prestada aos deputados pelo secretário de Estado Rodrigues. dn ps2: O Governo Civil, tipo rent-a-car, vai alugar os equipamentos que adquiriu ou, tipo stand de automóveis, vai vende-los à PSP?

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

o Governo Civil blinda-se

Os cinco milhões de euros para aquisição de veículos blindados para intervenção urbana que irão ser utilizados em Lisboa, durante a cimeira da NATO, vão sair dos cofres do Governo Civil de Lisboa. Pergunto-me se terão sido alteradas as competências dos Governos Civis ou isto é apenas mais uma engenharia jurídico-financeira para enganar os tolos? ps: À boa maneira portuguesa as viaturas ainda não chegaram a Portugal e, consequentemente, não foi feita a necessária formação dos agentes da PSP que os irão utilizar. publico