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segunda-feira, 5 de março de 2018

somos um “case study” de antiguidades e velharias! Portugal já tem um e parece que vai ficar com dois...

...a Itália foi a votos e 
com este resultado do PD italiano ficará para a História mais um desastre eleitoral dos sociais-democratas - SPÖ Austria, SPD Alemanha, PS França e, não esqueçamos, o PS português, etc. - a que nós por cá chamamos de “socialistas”.
(aos menos atentos relembro que em Itália já não há Partidos Comunista, nem Socialista, nem Democrata-Cristão e o Partito Democratico, herdeiro destes, deve ter acabado nestas eleições...)
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O mais votado foi o “5 Estrelas” que é movimento e não quer que lhe chamem partido, que não tem programa, que foi fundado pelo “palhaço”, que é dirigido(?) por um recente “nem-nem” que não se importa de fazer coligações mesmo contra a opinião do fundador "BeppeGrillo.
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Na coligação Centrodestra o partido centrista Forza Itália de Berlusconi deixou de ser o mais votado. Foi ultrapassado pelo populista Lega (o antigo Lega Nord per l'Indipendenza della Padania) a que os "opinion makers" chamam de extrema-direita e próximo do francês Front National de Le Pen. Com este resultado Matteo Salvini do Lega deverá ficar de Primeiro-Ministro e a hipotese de Silvio Berlusconi vir a ser Presidente da Itália fica comprometida.
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O desastre foi para o Centrosinistra (pró-União Europeia), onde já imperava a confusão da mistura: O Partito Democratico - do actual primeiro Paolo Gentiloni e do ex-primeiro Matteo Renzi – teoricamente social-democrata - juntava-se à extrema-esquerda do +Europa da Emma Bonino e à esquerda do Civica Popolare da Beatrice Lorenzin e dos Italia Europa Insieme e SVP – PATT.

sábado, 3 de março de 2018

partidos políticos e eleições Itália para memória futura...


Os partidos da direita incluem, além da Forza Italia, os radicais da Irmãos de Itália e da Liga, ambos partidos separatistas, um ligado ao norte e outro ao sul do país, com raízes neofascistas e intenções de reduzir drasticamente a imigração.
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FORZA  ITALIA
Sílvio Berlusconi, líder do Força Itália, está impedido de concorrer nestas legislativas, mas isso não o tem impedido de participar na campanha eleitoral.
O antigo primeiro-ministro, de 81 anos, foi condenado em 2013 por fraude fiscal e só poderá voltar a concorrer a cargos políticos em 2019.
O partido que lidera tem feito da reforma fiscal e da redução transversal dos impostos as suas principais bandeiras.
Berlusconi defendeu a introdução de uma taxa única de imposto de 23%, aplicável quer aos rendimentos quer ao consumo. O objetivo, a cumprir ao longo da legislatura, será baixar a taxa única para 20%.
Matteo Renzi, do PD, reagiu de imediato à proposta, lembrando que Berlusconi nunca a pôs em prática nos três mandatos em que esteve à frente do governo italiano. E lembrou quanto poderia custar aos cofres do Estado: “Uma taxa única de 15% custaria 95 mil milhões de euros e uma de 20% custaria 57 mil milhões."
A proposta de Berlusconi representa um reforço da aliança com a Liga Norte, da extrema-direita. A taxa única de imposto de 15%, a que Renzi aludiu, é uma das propostas mais antigas da Liga, que se opõe às atuais taxas de imposto progressivas, que chegam a 43%.
Outro ponto de união entre o Força Itália, a Liga Norte e os Irmãos de Itália é a política de imigração. O partido de Berlusconi é frontalmente contra a imigração e acusa a esquerda de Renzi de “ter criado um problema que agora não consegue resolver”.
Numa entrevista, que deu esta semana ao canal de televisão Retequattro, Berlusconi criticou a política de “portas abertas” do país e anunciou que pretende iniciar um processo de expulsão dos mais de 600 mil imigrantes “em situação irregular” no país.
Berlusconi referiu-se à imigração como “uma bomba social prestes a explodir” e disse que os imigrantes “vivem de expedientes e do crime”.
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Por que é que o líder do partido Forza Italia, que foi primeiro-ministro quatro vezes mas está impedido de se candidatar ao lugar por ter sido condenado a dois anos de prisão por fraude, é considerado uma força positiva nas eleições? O “pai de todos os populismos”, como o ex-primeiro-ministro – um que nunca foi eleito - Mario Monti lhe chamou numa entrevista ao Le Monde, é visto por alguns analistas como uma presença estabilizadora da economia desequilibrada de Itália, uma das maiores economias da Zona Euro e um país cujos choques podem facilmente impactar todos os países da moeda única, e a força da própria moeda.
Berlusconi está a ser acolhido com “alívio”, escreve o analista Alberto Mingardi, diretor-geral do think tank italiano Instituto Bruno Leoni, no Politico, porque o ex-primeiro-ministro, enquanto líder do Forza Italia (cujo nome surge em grandes letras no logótipo partidário) vai poder controlar os representantes eleitos por este grupo, e os parceiros internacionais “veem-no como uma segurança na eleição”. Isto porque Berlusconi, “que diz que a Itália deve cumprir os objetivos orçamentais e reduzir os impostos mas sem aumentar o défice, parece a escolha de confiança”. Afinal, “a retórica de Berlusconi podia ser exagerada, mas as políticas que pôs em prática nunca o foram”.
No entanto, Berlusconi não tem tido medo de se aproximar da direita mais radical em temas como a imigração. O seu partido, Forza Italia, defende o fim da entrada de imigrantes, e tenciona expulsar 600 mil imigrantes ilegais se chegar ao Governo em coligação. Após um tiroteio em que morreram seis africanos em Itália, alvejados por um extremista de direita, Berlusconi reagiu repetindo a promessa de expulsão de imigrantes e, citado pelo The Guardian, disse que havia uma “bomba social à beira de explodir”.

LIGA NORTE
O partido, que defende maior autonomia para as regiões italianas, em especial, para o norte do país, pode vir a causar grandes dores de cabeça à União Europeia.
O líder do partido, Matteo Salvini defende a saída de Itália da UE. Salvini considera o euro “a moeda alemã” que tem causado danos a todos os outros países europeus e, em particular, à economia italiana.
O manifesto da Liga Norte afirma que Itália deve abandonar o clube dos 27, a não ser que o país consiga renegociar os tratados com a UE.
"Queremos permanecer na UE apenas se pudermos renegociar todos os tratados que limitam a nossa soberania plena e legítima. Na prática, o que queremos é voltar a adoptar os princípios da união económica europeia, anteriores ao Tratado de Maastricht", pode ler-se no manifesto.
As últimas sondagens revelam que o Liga Norte pode recolher 14% dos votos nas eleições do próximo domingo.
O acordo entre Berlusconi, líder da Força Itália e Salvini, da Liga Norte estabelece que se o “bloco” de direita ganhar as eleições, o líder do partido que recolher mais votos terá direito a nomear o primeiro-ministro e a definir a agenda política.

IRMÃOS DE ITÁLIA
O partido foi criado em 2012, na sequência de uma dissidência da coligação Povo da Liberdade, liderada por Berlusconi. A líder do partido, Giorgia Meloni fez parte do quarto executivo do antigo primeiro-ministro: entre 2008 e 2011 foi ministra das Políticas da Juventude.
A ex-jornalista chegou à liderança do partido em 2014, depois de se ter distinguido na oposição às políticas do ex-primeiro-ministro Mario Monti, um tecnocrata, ex-Comissário Europeu que assumiu o cargo após Berlusconi ter resignado.
Nas legislativas de 2013, o Irmãos de Itália conseguiu apenas 2% dos votos. Agora, concorre com o Força Itália, considerado por muitos o “aliado natural”.

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À esquerda, o partido de Matteo Renzi, com Gentiloni como candidato é o Partido Democrático (PD), que tem liderado a recuperação recente da economia italiana mas não consegue, com isso, obter apoio significativo junto dos italianos e o Livres e Iguais de Pietro Grasso.
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PARTIDO DEMOCRÁTICO
O partido que está no poder concorre a estas legislativas com uma agenda política vista como “conservadora” pelos analistas políticos.
O líder do partido, Matteo Renzi, tem tentado fazer valer junto do eleitorado o leve crescimento da economia durante a legislatura do PD que agora termina, aliada à queda ligeira do desemprego.
No plano europeu, o Partido Democrático defende a ligação do país à UE. Enquanto foi primeiro-ministro, Renzi cultivou boas relações com a chanceler alemã, Angela Merkel.
Para lá dos trunfos económicos, o PD tenta também conquistar votos entre os apoiantes do atual primeiro-ministro, Paolo Gentiloni, cujos índices de popularidade estão bem acima dos do líder do partido.
Renzi foi derrotado no referendo constitucional de 2016, o que levou à sua demissão. Desde então, não conseguiu recuperar a popularidade que já conheceu junto do eleitorado italiano. Ao que tudo indica, o seu partido dificilmente conseguirá alcançar os resultados que levaram à sua eleição em 2014.
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LIVRES E IGUAIS
Criado em Dezembro passado pelo atual presidente do Senado italiano, Pietro Grasso, o Livres e Iguais assume-se como um partido de centro-esquerda que quer ser alternativa ao PD de Renzi.
Grasso goza de alguma popularidade a nível nacional, graças à sua carreira como procurador e à luta que levou a cabo contra a Máfia Italiana, a Cosa Nostra.
Sem programa muito definido, o principal argumento do Livres e Iguais é reunir todos os dissidentes e descontentes com o Partido Democrático. As sondagens apontam para que obtenha 6 a 8% das intenções de voto.
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Na extrema-esquerda o partido que parece ter mais intenções de voto, porém, é mesmo M5S - MOVIMENTO 5 ESTRELAS,
Fundado por Beppe Grillo e atualmente liderado por Di Maio. As suas propostas são as comuns de um partido populista e contra as regras instituídas: pretende instituir um rendimento mínimo de 780 euros, aumentar o défice, deitar fora “leis inúteis” que incluem as do trabalho e das pensões. Sem se posicionar nem à esquerda nem à direita, o movimento reúne votos de protesto de quem não vê as suas preocupações refletidas pelos partidos no espetro comum da política.
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Concorre isoladamente e as sondagens conhecidas apontam-no como o “primeiro partido de Itália”.
Sem uma tendência ideológica muito definida - tanto defende medidas consideradas de extrema-esquerda, como a saída da União Europeia, como políticas associadas à extrema-direita, sobretudo medidas anti-imigração.
O atual líder do movimento, Luigi di Maio, é uma das estrelas ascendentes da política italiana. Tem 31 anos e, num espaço de cinco anos, deixou de ser mais um nome a engrossar as listas do desemprego para se tornar vice-Presidente da Câmara dos Deputados.
Luigi di Maio frequentou os cursos de engenharia e direito na Universidade de Nápoles, mas não chegou a terminar nenhum e estava sem trabalho quando se juntou às fileiras do "5 Estrelas".
Agora, é líder da força política que se diz anti-sistema e pretende formar governo ou, pelo menos, alcançar votos suficientes para poder entrar num executivo de coligação.
Embora ainda não tenha definido futuros parceiros de governo, o 5 Estrelas admite forjar alianças logo que sejam conhecidos os resultados.
O Movimento 5 Estrelas é conhecido pelas posições eurocépticas e chegou mesmo a defender a realização de um referendo em Itália sobre a pertença à UE. Entretanto, Luigi di Maio retratou-se e declarou que “não é o momento certo para a Itália abandonar o euro”. Disse, também, esperar evitar o referendo, algo que agora encara como “o último recurso”.
A imigração é outro tema forte para o movimento, que reclama o “fim do serviço de táxi marítimo” para os imigrantes do Norte de África.
Se chegar ao governo, o 5 Estrelas promete revogar mais de 400 leis atualmente em vigor, entre elas, a que proíbe os pais de não vacinarem os filhos. O movimento (a par com a Liga Norte) defendeque os pais não devem ser forçados a vacinar os filhos.


quinta-feira, 30 de maio de 2013

juros a acrescentar ao empréstimo...

O PSI 20 fechou a desvalorizar 0,72%, para 5994,17 pontos.
O Conselho de Ministros aprovou a proposta de lei de orçamento retificativo para este ano, com as medidas para compensar o chumbo do Tribunal Constitucional a quatro normas do Orçamento do Estado para 2013.
O preço de venda de casas estabilizou em abril face ao mês anterior.
O Governo vai incluír no Orçamento Retificativo o aumento de 5 para 15% na dedução em IRS do IVA gasto em aquisições e prestações de serviços em algumas atividades, sendo este incluído no orçamento retificativo.
O índice de volume de negócios no comércio a retalho obteve em Abril uma ligeira melhoria.
Pela primeira vez desde Abril de 2012, o índice de produção industrial registou uma variação positiva homóloga de 1,8% em Abril.
O Tesouro italiano emitiu hoje 5750 milhões de euros em dívida a cinco e dez anos a taxas de juro superiores às pagas nos últimos leilões comparáveis.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

juros a acrescentar ao empréstimo...

O PSI20 fechou a valorizar 0,74% para os 6.299,71 pontos.
Os juros das obrigações nacionais a dez anos estão a recuar 4,9 pontos base para se fixarem nos 5,45%, a taxa mais baixa desde Setembro de 2010.
De acordo com a agência financeira Bloomberg, o Estado português, através do instituto que gere a dívida pública IGCP, mandatou os bancos Caixa - Banco de Investimento, Citi, Credit Agricole, Goldman, HSBC e Société Générale para gerirem uma emissão de obrigações do Tesouro com prazo a 10 anos numa operação que será lançada "no futuro próximo" e sujeito " às “condições de mercado".
O Ministério da Saúde conta atingir a redução de 10% das despesas correntes com cortes nos consumos intermédios, como consultadorias, despesas de representação e viagens.
O Governo quer chegar ao final da legislatura com menos 100 mil trabalhadores no Estado.
Os elevados níveis de desemprego jovem nalguns países europeus poderão levar à tomada de posições "pouco convencionais" por parte da União Europeia, afirmou (finalmente) hoje o ministro das Finanças alemão.
O presidente do BCE revelou que a entidade que lidera está pronta para voltar a reduzir a taxa de juro diretora da zona euro, caso o entenda ser necessário.
A Rússia decidiu prolongar o empréstimo de 2,5 mil milhões de euros concedido a Chipre em mais dois anos e baixar a taxa de juro cobrada a Nicósia de 4,5% para 2,5%,
A economia italiana deverá recuar 1,4% em 2013 e registar um crescimento de 0,7% no próximo ano, segundo o ISTAT instituto de estatística italiano).

domingo, 28 de abril de 2013

dom camillo sem peppone!

Finalmente a Itália tem governo.
Diferente do que é “normal” na politicocracia europeia, no elenco não entraram nem os arruaceiros, nem os profissionais da manif e os “chefes” ficaram de fora a “bem da unidade” e do “rejuvenescimento”.
Um esquema curioso que parece ser bem aceite pelos mídia que, por lá, não são os monocórdicos de cá.
O novo governo, que abrange da direita à esquerda, não inclui comunistas, mesmo os que reciclados com outros “nomes” partidários, (Bersani é disto exemplo).
Admito que nas palavras do Presidente da República, Giorgio Napolitano (do velho PCI), lhe falte o “rejuvenescido e de unidade”.
Mas, porque criado a ver o Dom Camilo e o Peppone, sinto-lhes a falta!

sexta-feira, 26 de abril de 2013

juros a acrescentar à divida…a subir

O Psi20 fechou a perder 1,42% para 6151,98 pontos.
Os juros da dívida soberana portuguesa seguiam a subir a dois, cinco e dez anos após as críticas das oposições ao discurso do Presidente da República.
O Conselho de Ministros aprovou a participação de Portugal no aumento de capital do Banco Europeu de Investimento colocando Portugal a contribuir com 78,4 milhões de euros.
O primeiro trimestre de 2013 encerrou com um aumento da constituição de empresas (+24,2%), uma descida no encerramento de empresas (-15,2%) e baixa no número de empresas com processos de insolvência iniciados (-8,2%).
O preço dos combustíveis volta a aumentar na próxima semana.
A Itália colocou hoje oito mil milhões de euros em bilhetes do Tesouro a seis meses, pagando juros de 0,5%, inferiores aos 0,83% do último leilão comparável.
O governo de Espanha reviu as previsões do défice para este ano, esperando agora que este atinja 6,3% do Produto Interno Bruto, acima dos 4,5%) impostos por Bruxelas.
Em Chipre as restrições a movimentos de dinheiro impostas em Março foram hoje parcialmente levantadas.

quarta-feira, 27 de março de 2013

juros a acrescentar à divida…com a França a juntar-se aos PIGS

O PSI20 encerrou a desvalorizar 1,84% para 5.823,06 pontos
O efeito Chipre junta-se à “moção de censura” do PS no aumento dos juros.
O indicador de Clima Económico e a Confiança dos Consumidores recuperaram nos primeiros três meses do ano, depois de terem atingido mínimos da série em Dezembro. (INE)
A Eslovénia não vai pedir ajuda internacional após o resgate a Chipre, assegurou Alenka Bratusek, a nova primeira-ministra de centro-esquerda.
Um número crescente de residentes britânicos em Portugal, Espanha, Itália e Grécia pondera transferir as suas poupanças destes países para outras localizações, devido à taxa sobre os depósitos no Chipre, informa a LUSA
No Liechtenstein as previsões para o ano de 2013 apontam para um défice de 172 milhões de euros, o que representa quase um quarto da despesa do país.
O Instituto Internacional de Finanças alerta que a abordagem europeia a Chipre, de penalizar depositantes e credores quando os bancos falham, deverá tornar-se o modelo para lidar com colapsos bancários em qualquer parte da Europa.
Até ao final do ano, os bancos ingleses vão precisar de colocar de parte 29.500 milhões de euros em capital adicional para responder a eventuais perdas no sector imobiliário.
Segundo o governo Francês a taxa de desemprego subiu num ano 10,8%.
O desemprego jovem em Itália subiu para os 37%.

terça-feira, 12 de março de 2013

juros a acrescentar à divida... mau dia para a Grécia!

O PSI20 encerrou a sessão a valorizar 0,39% para 6.064,23 pontos.
Os juros da dívida soberana de Portugal estiveram a descer no prazo de dois e cinco anos e a subir no de dez anos face aos valores registados na segunda-feira. (no Oje)
A taxa de variação média da inflação dos últimos 12 meses fixou-se nos 2,2% em Fevereiro, menos 0,3 pontos percentuais do que em Janeiro.
As exportações de bens aumentaram em Janeiro 5,6%, com as importações a caírem 6,9% no mesmo período, em comparação com Janeiro de 2012.
O financiamento dos bancos portugueses junto do Banco Central Europeu voltou a cair em Fevereiro baixando em 192 milhões de euros para 49,5 mil milhões de euros.
Em 2012 foram pescadas, cerca de 200.000 toneladas, que representaram um volume de negócios da ordem dos 277 milhões de euros.
O governo alemão está a analisar formas de evitar que a extensão dos prazos para pagamento dos empréstimos solicitada por Portugal e Irlanda tenha de ser votada pelo Bundestag.
O Tesouro italiano pagou um juro de 1,28%, acima de 1,09% do último leilão, com as mesmas características, realizado no mês de Fevereiro.
O Tesouro Público espanhol colocou 1980 milhões em títulos a seis meses, com juros a caírem dos 0,859% pagos em Fevereiro para 0,794%, e 3850 milhões em títulos a 9 meses e juro a cair de 1,548% para 1,363%.

 

segunda-feira, 4 de março de 2013

juros a acrescentar à divida...

O PSI 20 fechou a cair 0,44%, para 5912,45 pontos, na quinta sessão consecutiva de desvalorização.
Contrariando as suas previsões anteriores os peritos da UTAO calculam que o défice de 2012 tenha ficado em 4,9% - ligeiramente abaixo da meta de 5% exigida pela ‘тройка '.
Os juros da dívida soberana de Portugal estavam hoje a subir face ao fecho de sexta-feira (?).
Os oitos sindicatos representativos dos trabalhadores da TAP entregaram esta manhã o pré-aviso de greve, para os dias 21, 22 e 23 de Março.
Em Janeiro o índice de preços da produção industrial em Portugal aumentou 1,9% relativamente ao mesmo mês de 2012.
As seguradoras que actuam no mercado português fecharam o ano passado com 8,7 mil milhões de euros em títulos de dívida pública portuguesa.
Os ministros das Finanças da Zona Euro vão começaram a discutir os pedidos de Portugal e Irlanda para terem mais tempo para pagar os empréstimos concedidos.
As taxas Euribor voltaram a descer em todos os prazos pelo décimo segundo dia consecutivo.
Os juros da dívida soberana de Itália, Espanha e Grécia estiveram a subir face ao fecho de sexta-feira.
Os chefes da missão da 'тройка' exigem ao Governo grego um plano detalhado sobre a redução de 25.000 empregos no sector público até ao final do ano.
A Letónia assinou hoje o pedido oficial de adesão ao euro.
A Suíça está prestes a aprovar uma das leis mais restritivas em termos mundiais no que toca ao pagamento dos executivos.

sexta-feira, 1 de março de 2013

juros a acrescentar à divida… dos “que se lixe a troika”!”

O PSI20 fechou a perder pela quarta sessão consecutiva, ao desvalorizar 0,82% para 5.938,37 pontos.
Os juros da dívida soberana de Portugal mantinham-se inalterados a dois anos e desciam a cinco e dez anos (? no Oje).
As vendas de automóveis ligeiros de passageiros registaram em Fevereiro um aumento de 8,6% por comparação com igual mês em 2012 (no Oje) e recuam 1,2% até Fevereiro (no Económico).
Os fundos de pensões portugueses mantiveram rendibilidade positiva em Fevereiro, tendo somado mais 0,7% de rendibilidade media para os 1,7%.
Os juros da dívida soberana da Grécia, da Espanha e da Itália estiveram a descer em todas as maturidades (? no Oje).
As taxas Euribor desceram em todos os prazos, com a taxa a seis meses a fixar-se nos 0,328%.
O défice orçamental italiano aproximou-se em 2012 do limite de 3% proposto pela União Europeia, depois de terem sido adoptadas as políticas de austeridade do primeiro-ministro, Mário Monti.
A taxa de desemprego em Portugal, em Janeiro de 2013, aumentou três décimas para os 17,6%.
Os preços do gasóleo e da gasolina vão descer na próxima semana entre 1 e 2 cêntimos.
O euro seguia a ceder 0,6% para 1,2976 dólares na segunda queda consecutiva da moeda única.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

juros a acrescentar à divida…


O Psi20 fechou a perder 0,14% para 6.001,53 pontos.
Como consequência do resultado das eleições italianas os juros exigidos no mercado secundário para se deter dívida portuguesa tiveram ontem aumentos significativos, com a maturidade a dez anos a ter a maior subida diária desde 25 de Julho de 2012.
Contudo hoje as taxas de juro associadas à dívida portuguesa estão em queda em todos os prazos, contrariando as subidas expressivas que se registaram ontem.
Os governos da zona euro estão a estudar formas de ajudar Portugal e Irlanda a regressar aos mercados de dívida soberana.
O impasse politico em Itália travou o regresso de Portugal aos mercados.
A agência Moody’s afirma que o resultado inconclusivo das eleições em Itália tem implicações negativas para o “rating” do país mas também para as outras nações mais fragilizadas da Zona Euro, como Portugal e Espanha.
De acordo com dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística o indicador de confiança dos consumidores e o indicador de clima económico melhoraram em Fevereiro.
A Fitch estima que os bancos portugueses vão continuar a registar imparidades para perdas com crédito.
A TAP vai reforçar as ligações aéreas entre Portugal e Moçambique com quatro voos por semana a partir do mês de Abril e cinco durante o Verão.
O INE divulgou hoje que, devido ao efeito da greve dos estivadores, o movimento de mercadorias nos portos nacionais diminuiu 5,8% no quarto trimestre de 2012, apesar do aumento registado em Outubro.
A ministra da Agricultura e do Mar afirma que o desenvolvimento da Economia do Mar, que representa 2,4% da produção nacional e 2,3% do emprego, vai permitir, até 2020, um aumento da contribuição directa do sector do mar em 50% para a criação de riqueza portuguesa, o que corresponderá a valores entre 3 a 4% do Produto Interno Bruto Português".
O presidente executivo da Jerónimo Martins, que hoje perdeu 6% na Bolsa de Lisboa, afirmou que o grupo, este ano, vai investir 100 milhões de euros na Colômbia e abrir entre 30 a 40 lojas Ara.
A economia britânica caiu 0,3% no último trimestre do ano passado em relação aos três meses anteriores, pressionada pela diminuição das exportações.
Espanha fechou 2012 com um défice das contas públicas de 6,7% do PIB.
A execução orçamental de 2012 da União Europeia foi de 144,4 mil milhões de euros, representando 99,9% do valor inscrito, o valor mais alto de sempre.
A Comissão Europeia proibiu a compra da companhia aérea nacional da Irlanda Aer Lingus pela companhia aérea low cost Ryanair, para evitar que se produza uma situação de "monopólio absoluto".
A tália vendeu quatro mil milhões de euros em obrigações a 10 anos, a uma taxa de 4,83% (superior aos 4,17% de 30 de Janeiro) e, a cinco anos, 2,5 mil milhões de euros a 3,59% (muito acima dos 2,94% do leilão passado).
O euro sobiu 0,34% para 1,3106 euros.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

juros a acrescentar à divida… muitos no ataque aos mais fracos!!!


«“Bem-vindos de volta à crise do euro”, escreve hoje o Citigroup. A frase resume o que se sentiu esta terça-feira, 26 de Fevereiro, nos mercados financeiros. Entre ontem e hoje regressou-se às quedas abruptas e à elevada volatilidade que marcaram as sessões no pico da crise da dívida. Lisboa acompanhou esse movimento, tendo deslizado, durante a sessão, perto de 3%.
As subidas dos juros da divida soberana subiram violentamente para os PIIGS. Em breve a consequência das eleições italianas poderá ser menos investimento e logo mais desemprego.
mas que se lixe a troika e depois... bom! logo se verá...
 
 
 
O PSI20 perdeu 2,49% para 6.010,07 pontos, a maior queda desde 23 de Julho.
Os juros da dívida a cinco anos aumentaram 22,8 pontos base para 5,146%, tendo tocado um máximo de dia 12 de Fevereiro nos 5,446%. A “yield” a 10 anos aumentou 38,8 pontos base para 6,559% e tocou o máximo de 6,655%, em que já não negociava desde o início de Janeiro.
A TAP, que transportou 10,2 milhões de passageiros em 2012, mais 4,5% do que no período homólogo, fechou o ano de 2012 com um lucro de 16 milhões de euros, que compara com 3,1 milhões de euros do ano anterior.
O Grupo Media Capital fechou o ano de 2012 com lucros de 11,9 milhões de euros, dez vezes mais do que os 1,16 milhões de euros conseguidos no ano anterior.
O resultado líquido da EDP Renováveis cresceu 43% para 126 milhões de euros, em termos homólogos.
O primeiro-ministro admitiu hoje a possibilidade de Portugal ter mais um ano para cumprir as metas do défice e reafirmou que o Governo não quer nem mais tempo (???!!!) nem mais dinheiro para cumprir o programa de ajustamento.
O ministro Paulo Portas considera que o sofrimento e sacrifício dos portugueses no combate ao défice e dívida merece um "prémio" de reconhecimento dos parceiros europeus que devem, por isso, apoiar uma extensão das maturidades dos empréstimos.
O Tesouro italiano financiou-se hoje em 8,75 mil milhões de euros, suportando o custo mais elevado desde Outubro. Os títulos a seis meses foram emitidos a uma taxa de 1,237% (0,731% há menos de um mês).
Os juros da dívida a 10 anos de Espanha subiram 20 pontos.
A taxa da dívida Italiana a 10 anos registou a maior subida dos últimos dois meses chegando a ser negociada com uma subida que chegou a ser de 44 pontos.
A moeda única tocou o valor mais baixo das últimas seis semanas, nos 1,3061 dólares.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

juros a acrescentar à divida… a acompanhar estas más noticias!


O PSI20 encerrou a perder 0,78% para 6 169,80 pontos.
O Produto Interno Bruto diminuiu 3,8% em volume no 4º trimestre de 2012 face ao mesmo período de 2011 (variação de -3,5% no trimestre anterior). Comparativamente com o trimestre precedente, o PIB terá registado uma diminuição de 1,8%. No conjunto do ano de 2012, o PIB diminuiu 3,2% em volume (variação de -1,6% em 2011).
O PIB do conjunto dos Estados-membros da EU recuou 0,5% no último trimestre de 2012 em relação ao anterior e 0,6% na comparação homóloga de 2011.
O Produto Interno Bruto da Itália caiu para menos 0,9%, dos menos 0,2% verificados em Dezembro de 2012.
O PIB da Alemanha contraiu 0,6%, no quarto trimestre do ano passado, mais uma décima do que as estimativas do instituto federal de estatística alemão, ficando muito aquém do crescimento de 0,1% registado no terceiro trimestre.
A França está beira da recessão com o PIB a cair 0,3% no último trimestre, mais uma décima do que o esperado, depois de ter registado um crescimento de 0,1% entre Junho e Setembro de 2012.
A taxa de crescimento na Zona Euro será nula em 2013, contra um crescimento de 0,3% previsto em Novembro.
A taxa de desemprego na Grécia atingiu uma nova barreira ao fixar-se em 27% em Novembro, contra 20,8% no mês homólogo de 2011.
A Standard & Poor's admitiu hoje baixar as classificações atribuídas a vários países da zona euro.
...nem uma verde!

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

juros a acrescentar à divida…em sobe-desce do carnaval

O PSI 20 fechou a ganhar 0,68% para os 6.201,72 pontos.
Os juros da dívida soberana portuguesa a 10 anos estão hoje a aliviar, enquanto a dois e cinco anos seguem pressionados.
A taxa da inflação dos últimos 12 meses desacelerou em Janeiro fixando-se nos 2,5%, menos 0,3 pontos percentuais do que em Dezembro, com a inflação homóloga a cair para os 0,2%.
A taxa de desemprego em Dezembro atingiu um novo pico, nos 16,5%, acima dos 16,3% registados em Novembro, anunciou hoje a OCDE.
O líder da UGT vai hoje, em Washington, debater com o FMI o "caso das compensações por despedimentos" e o programa do FMI em Portugal.
O Tesouro grego colocou hoje 1.300 milhões de euros em títulos a três meses, a um juro de 4,05%, abaixo dos 4,07% do leilão anterior, realizado em Janeiro.
O Tesouro espanhol colocou hoje 2.546,67 milhões de euros a seis meses com uma rentabilidade média de 0,88%, ou 4,3% abaixo do aplicado em Janeiro, e 3.023 milhões a um ano com um juro médio de 1,58%, acima dos 1,52% pago no leilão anterior equivalente.
O Tesouro italiano colocou hoje o máximo de 8500 milhões de euros em títulos a 12 meses a um juro mais alto 0,23 pontos percentuais, face ao registado no último leilão.
O barril de ‘brent' para entrega em Março subiu 0,55% para 118,78 dólares.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

juros a acrescentar à divida…em dia estranho!

O PSI20 fechou a perder 0,16% para 6 269,18 pontos.
O BCP e o BES e a CGD vão devolver hoje três mil milhões de euros ao Banco Central Europeu pelo financiamento a três anos que obtiveram em Dezembro de 2011.
Segundo a Dun & Bradstreet as empresas criadas em Portugal ascenderam a 31.400 em 2012, superando os encerramentos registados e situando-se em níveis de há dois anos, lê-se no Oje que também afirma que “o número de empresas insolventes em Portugal aumentou 41% em 2012, para 6.688, face a 2011, com o sector da construção a ser o mais atingido”.
As exportações de vinhos portugueses para os EUA, no valor de 22,782 milhões de euros, cresceram 15% entre Janeiro e Outubro de 2012 em relação ao período homólogo do ano anterior.
O volume de negócios do comércio a retalho caiu 9,7 % em Dezembro face ao mesmo mês de 2011.
O índice de produção industrial caiu 4,1% em Dezembro, face ao mês homólogo de 2011.
O clima económico e a confiança dos consumidores em Portugal recuperaram em Janeiro, depois de terem atingido mínimos da série em Dezembro.
Os novos regimes de subsídio de desemprego podem abranger 320 mil pessoas.
O mercado nacional, em 2013, poderá chegar perto de um milhão de portáteis vendidos, segundo as projecções do Observatório da Toshiba Portugal lê-se no Jornal de Negócios enquanto o Económico refere que “Crise motiva quebra nas vendas de computadores portáteis, que estão a perder espaço para os ‘tablets’”.
O défice do Estado espanhol alcançou os 7,3% do PIB em 2012, um ponto percentual acima do objectivo acordado com Bruxelas.
A Itália conseguiu colocar hoje o máximo de 6,5 mil milhões de euros em títulos a cinco e 10 anos, a um juro de 4,17%, ficando 0,31 pontos percentuais abaixo do anterior leilão realizado a 28 de Dezembro.
O Brasil terminou o ano de 2012 com uma dívida pública de dois mil milhões de reais (cerca de 745 mil milhões de euros), um aumento de 11,5% em relação a 2011.