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terça-feira, 21 de outubro de 2014

era um ataque à nomenklatura !

“António José Seguro propôs alterações ao regime de incompatibilidades de políticos e titulares de cargos públicos.

O projeto foi retirado assim que António Costa ganhou as eleições primárias…”



para ler AQUI

domingo, 9 de setembro de 2012

a outra face da mesma moeda


No final da declaração política que fez na 2ª Universidade de Verão, A.J.Seguro, assegurou que o PS (28,06%) "não pode pactuar" nem será "cúmplice do caminho de austeridade" seguido pelo Governo (50,35%), garantindo que isso terá consequências na votação do Orçamento de Estado para 2013, mas não esclareceu os jornalistas sobre se o partido irá votar contra o orçamento. APM. 
 
Senhor candidato a candidato a primeiro-ministro em 2015 é altura de acabar com o palavreado “à passos coelho” e afirmar-se como o diferente que pretende ser.
O que é que ganhamos com declarações ocas como "não pode pactuar" nem será "cúmplice do caminho de austeridade" a que junta a sugestão-ameaça de votar contra o Orçamento de Estado de 2013?
O que lhe queríamos ouvir era que, quando fosse governo, iria de imediato, senão repor, no mínimo alterar aos trabalhadores as Contribuições para a Segurança Social e dos 18 voltar para os antigos 11% e, no mesmo sentido, repor a Taxa Social Unica das empresas de 18 para 23,5%.
Ai sim, mostrar-nos-ia como é diferente!
Enquanto não assumir que é (ou vai ser!) diferente não passará da outra face da mesma moeda.

domingo, 2 de setembro de 2012

equivalências, verão...


O primeiro-ministro afirmou no encerramento da Universidade de Verão do PSD que Portugal deve ter a "ambição" de cumprir as metas acordadas com os credores internacionais e que seguir "outro rumo", como pede a oposição, seria "sinónimo de fracasso". MP
 
O Secretário-Geral, no encerramento da Universidade de Verão do PS, acusou hoje o Governo de não ter "acertado uma" e de ter falhado "em toda a linha" porque aplicou "a receita da austeridade custe o que custar". RRL.
 
O primeiro-ministro e presidente do PSD acrescentou que, "infelizmente, em várias ocasiões, certos responsáveis políticos pretendem ver em resultados menos bons ou mesmo negativos", como a evolução das receitas fiscais ou a contração do consumo interno, "a prova de que, no essencial", o país está "a ficar pior, a falhar e a incumprir o processo de ajustamento, e de que, portanto, os sacrifícios não valem a pena" e de que Portugal se está "a afundar no ciclo vicioso de recessão económica". MP 
 
O Secretário-Geral do PS assegurou hoje não ceder a "pressões, venham elas de onde vierem" e, sobre o Orçamento do Estado para 2013, frisou que o partido só definirá o sentido de voto após conhecer proposta do Governo. "O PS não participou nem participará na elaboração da proposta do OE", sublinhou, porque acrescentou: "Há uma garantia que vos quero dar. Não cedo a pressões, venham elas de onde vierem". RRL.

jornalistas desatentos?


O secretário-geral do PS assegurou não ceder a "pressões, venham elas de onde vierem" e, sobre o Orçamento do Estado para 2013, frisou que o partido só definirá o sentido de voto após conhecer proposta do Governo. expresso 
 
Curiosamente, ou talvez não, os jornalistas sempre presentes não lhe fizeram a necessária e esclarecedora pergunta:
Quem o pressiona, Seguro?

sábado, 18 de agosto de 2012

há outro caminho...

O objectivo é formar os quadros do Partido Socialista. Depois do Pinto de Sousa ter acabado com a iniciativa, a Universidade de Verão está de regresso pela mão de António José Seguro que recupera uma sua ideia de quando foi responsável do gabinete de estudos do PS.
"Há outro caminho", segundo a TSF, vai “percorrer todos os painéis”, nomeadamente os problemas europeus e terá alguns independentes que irão falar “de Economia Verde”, “da Europa das Pessoas”, “da Democracia Activa”, “da Coesão Social” e da “Economia”.

À Universidade de Verão de Seguro, em Évora, segue-se a de Carneiro, em Penafiel, a 8 e 9 de Setembro... (não há fome que não dê em fartura!) 
Lamentavelmente o PS perdeu oito ou nove anos na formação dos seus quadros e os resultados estão à vista…
Uma boa iniciativa, talvez a melhor, do actual líder do PS.
Curiosamente, ou talvez não, o ex-ministro do PS, Luís Amado, vai participar na Universidade de Verão do PSD, que, em simultâneo, vai decorrer de 27 de Agosto a 02 de Setembro, em Castelo de Vide.

domingo, 22 de julho de 2012

comentador Seguro

Seguro comentou a notícia do semanário alemão Der Spiegel de que o FMI se propõe retirar a ajuda financeira à Grécia, o que levará à falência daquele país em Setembro.
Seguro disse esperar que esse cenário não aconteça e recomendou ao Fundo Monetário Internacional, Banco Central Europeu e outras instituições europeias "estabilidade no discurso" em relação aos países sob assistência financeira.
Seguro, à margem das comemorações do Dia da Federação Distrital de Coimbra do PS, em Oliveira do Hospital, defendeu que as políticas da 'troika' "devem ser políticas que ajudem" as economias dos países sob assistência financeira a desenvolverem-se.
Seguro reafirmou que possui uma perspectiva "completamente diferente" da que está a ser implementada em Portugal pelo Governo, defendendo um período de ajustamento de "mais um ano" no programa de ajuda financeira. "Não é por facilitismo. É porque o montante de ajustamento aumentou e a realidade mudou, completamente". JLS. Lusa
Seguro que tem a “força” de ser lider do partido que negociou o memorando de entendimento não informou se levaria estas recomendações à reunião com a “troika” ou se eram apenas para “jornalista escrever” e tuga ler....

quarta-feira, 11 de julho de 2012

O nosso Partido Socialista merece melhor!

em 15 de Novembro foi o estímulo da economia e do emprego
Serão discutidas as formas que o PS defende ao nível do estímulo da economia e do emprego, mas sem pôr em causa as metas da consolidação orçamental, afirma o Expresso em antecipação.
A notícia da Renascença revela que António José Seguro recebeu os elementos da Comissão Europeia, Fundo Monetário Internacional (FMI) e Banco Central Europeu, instituições que assinaram o memorando com Portugal. O encontro durou pouco mais de uma hora e não teve grandes conclusões.
Os representantes da “troika” não disseram uma palavra à saída. O Partido Socialista também não adiantou mais informações. Houve apenas uma declaração do secretário do nacional responsável pela economia, Eurico Dias, que não revelou o teor da reunião. Apenas deu a entender que o PS vai cumprir o memorando assinado e à troika foi dito que é preciso um ajustamento dado que as condições de execução, segundo o PS, têm vindo a alterar-se. Sobre a folga orçamental que permitiria poupar um dos subsídios, Eurico Dias disse que “nem folgas nem feriados”.
em 20 de Fevereiro era a banca…
António José Seguro vai propor hoje à ‘troika' que o prazo para a desalavancagem da banca seja alargado por mais um ano, apurou o Diário Económico.
Quanto à receptividade das propostas apresentadas pelo PS, Seguro sublinhou que foi “uma discussão interessante e relevante”. Contudo, “houve pontos de vista bem divergentes entre o Partido Socialista e a troika no que diz respeito processo de consolidação das contas públicas e particularmente quanto à prioridade”, regista o Jornal de Negócios
em 11 de Julho são as PME’s…
O secretário-geral do PS afirmou que "Tomaremos a iniciativa de propor à ‘troika' a criação de um programa de apoio à recapitalização de pequenas e médias empresas, tendo como valor mínimo três mil milhões de euros - verba financiada por parte dos fundos não utilizados para a recapitalização dos bancos e por verbas disponíveis no Banco Europeu de Investimento", escreve o PMF da (Lusa) numa notícia pouco apelativa…“sem chama”!

Penso que o “propósito” de hoje apenas teve como objectivos o “boneco para as tv’s”, a manchete para as capas dos jornais e talvez convencer os “idiotas úteis” de que AJSeguro existe, porque a proposta, apesar de notóriamente razoável, terá o mesmo destino da de Fevereiro e de uma outra de Novembro do ano passado.
O triunvirato que nos governa apenas negoceia com o governo, assim aconteceu com PSD e com o CDS, quando oposição, faz agora um ano e decerto não mudaram o figurino.

Quando o Secretário-Geral de um partido com a importância que o PS tem para a democracia nacional emite propostas que sabe impossíveis de concretizar fica ao nível daquela esquerda que pode dizer tudo porque nunca será governo.
O nosso Partido Socialista merece melhor! E todos sabemos que o tem!

quarta-feira, 27 de junho de 2012

ping-pong com troika...

"Em vésperas do Conselho Europeu, o Governo apresentou novas propostas, porque teve autorização de Berlim para vir com essas novas propostas para apresentar em Portugal. Há muitas diferenças entre mim e o senhor primeiro-ministro e uma delas é que o primeiro-ministro alinha pelo consenso mais básico", afirmou António José Seguro no debate quinzenal. PMF 
"Na altura em que como líder do maior partido da oposição reuni com a ´troika' e levantei a questão sobre o período de ajustamento e a necessidade de podermos ter um ano mais para fazer o ajustamento - não três anos, mas quatro anos - a resposta que obtive foi rigorosamente esta: ´não vamos dizer que quatro anos não teria sido possível, mas agora é tarde para colocar essa questão porque o entendimento ficou fechado com o Governo Português'" revelou  Passos Coelho.  ACL. 

PPC é que veio tarde revelar a verdade! Já ninguém se lembra quem negociou o acordo com a тройка, mesmo no partido do AJS quando «Um conjunto alargado de deputados e destacados militantes do PS vai participar no Congresso Democrático das Alternativas, que tem como principal objectivo unir e criar uma alternativa de esquerda num país que “continua amarrado a um Memorando da troika que não é do seu interesse”».
Este ping-pong Coelho-Seguro só irá parar quando for revelada toda a verdade sobre os antecedentes que levaram o governo do Pinto de Sousa a avançar para o “pedido de resgate”...

sexta-feira, 15 de junho de 2012

moção de censura ao PS

"Partindo da situação em que o país hoje se encontra, das dificuldades em que a maioria dos portugueses vivem, considerando toda a tese falaciosa que o Governo vinha desenvolvendo desde que tomou posse de que era preciso ficar pior agora para ficar melhor mais à frente, chegamos aqui e encontramos um país mais injusto, com mais desemprego, mais pobreza, mais endividado e uma recessão das mais prolongadas da nossa história recente", afirmou Jerónimo de Sousa, que defendeu hoje que a censura ao Governo é um "sentimento prevalecente na sociedade portuguesa", dizendo não compreender "que o PS vote contra" a moção de censura apresentada pelos comunistas. expresso 
... falhadas as experiências de manifestações e greves por inépcia da CGPT que não consegue modernizar-se, o PCP avança com uma “nova” iniciativa e com “uma cajadada” apaga das notícias de fim-de-semana o Bloco da Esquerda e o Partido Socialista, este especialmente, que realmente é o verdadeiro objectivo da moção. 
O Louçã optou por frisar que o seu bloco ainda não sabe como vai votar a moção anunciada e a demora de Seguro em reagir, mais de duas horas segundo a Lusa, demostra que o objectivo dos comunistas foi atingido.
Uma jogada brilhante que mostra bem que o PCP mantém intactas as capacidades de agiprop.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

separados à nascença?

Seguro após ter estado reunido com o chefe de Estado cabo-verdiano, Jorge Carlos Fonseca, num encontro que durou cerca de 45 minutos falou aos jornalistas sobre o resgate espanhol: “Se o Governo português, presumo que através do ministro de Estado e das Finanças, participou numa teleconferência para decidir qual será o montante da ajuda a Espanha, naturalmente também discutiu quais são as condições dessa ajuda. A questão é muito simples: Exige-se que o primeiro-ministro venha explicar quais são essas, já que se está aqui a criar um tabu em torno dessas condições que não favorece ninguém”.
“O que todos os portugueses perguntam é o seguinte: Qual é a contrapartida para este apoio de cem mil milhões de euros. Exijo ao primeiro-ministro que explique quais são essas contrapartidas”. Público
Sobre o que falou com o presidente cabo-verdiano nada disse, mas, esquecendo-se do lugar ocupado no BCE pelo seu camarada Constâncio, aproveitou para considerar estranho que já tenham sido feitos três testes de “stress” pelas autoridades europeias ao sistema bancário dos Estados-membros, incluindo o espanhol, e que nenhum notou nada (sic) .

AJS começa a ficar, cada vez mais, igual ao PPC, ou será o PPC que está a ficar igual ao AJS?

resgate à espanhola!

«A Irlanda levantou duas questões, uma das quais sobre a necessidade de obter retroactivamente um acordo similar ao de Espanha» e  quer discutir esta questão na próxima reunião dos ministros das Finanças da Zona. tsf 

Por cá o nosso primeiro-ministro assegurou que Portugal não vai pedir uma renegociação das condições do empréstimo financeiro negociado pelo anterior governo, apenas admite que se Espanha tiver «condições mais favoráveis do que aquelas que se verificam para Portugal ou Irlanda terá de ser feito um ajustamento». tsf 

Seguro, que lembrou que Portugal está a pagar um «preço muito duro» pela ajuda financeira que recebeu e exige que o primeiro-ministro o esclareça acerca do apoio que foi dado à banca espanhola, que poderá ir até aos cem mil milhões de euros sem que Madrid tenha de aplicar medidas de austeridade e que explique “de onde vem o dinheiro para a ajuda à banca espanhola, bem como a taxa de juro a aplicar e em que condições”. tsf 

A situação da Irlanda é semelhante à da Espanha e é diferente da Portuguesa parece ser um facto conhecido “de toda a gente” com excepção do inexpressivo Seguro.
Renegociar com os prestamistas, após a concessão do empréstimo aos espanhóis, é aquilo que qualquer bom gestor faria de imediato, mas o palavroso Coelho parece desconhecê-lo.
Chamar empréstimo ao resgate apenas serve para "espanhol ver" e, em breve, mas para "português ver" veremos as dificuldades dos nossos exportadores que podendo e devendo variar para os mercados atlanticos e asiáticos insistem em vender na Espanha.
...e assim, com estes puliticos, lá voltámos ao “cantando e rindo” talvez porque les portugais sont toujours gais e entre Ronaldo e Anacleto lá se vão distraindo. Até quando? 

quinta-feira, 7 de junho de 2012

abriu a época das Feiras?

António José Seguro, durante uma visita à Feira Nacional da Agricultura, em Santarém, considerou hoje que o programa "Impulso Jovem", anunciado pelo Governo na quarta-feira, é "uma aspirina" e é insuficiente, mas sublinhou que todos os contributos "vêm no bom sentido". MLL. Lusa 
A mensagem que Seguro queria transmitir até era interessante, estava bem estudada e merece ser apreciada mesmo que não lhe concordemos com o conteúdo.
Mas, pelo menos nas TV’s, teve menos impacto que o presumivelmente esperado porque o ambiente feiresco a abafou entre ruídos e imagens panorâmicas, algo que já tinha acontecido, tempos atrás, quando da visita à da Trofa.
Foi pena! É raro ouvir e ver Seguro em “boa forma” pese a sua inexpressividade facial que não permite boas imagens...e, pior, até torna quase impossível que dele se faça um cartoon decente.

Isto de aproveitar feiras, mercados e adros de igreja, é a “formula” moderna de passar uma mensagem, desde que à volta do mensageiro se posicionem os necessários comunicantes, claro!.
O interessante neste caso é não terem aparecido as “bocas” do costume, a exemplo das que surgiram quando o Paulinho começou a visitar feiras e mercados.
Mas percebe-se: Portas é de direita e o TóZé ainda não! Portas foi jornalista e TóZé ainda não! Portas é ministro e ... por ai fora.
De qualquer modo o Paulinho que se cuide ou perde a “camisola amarela” pró TóZé das Feiras.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

O PS apelou ?

O PS apelou hoje ao Governo para que ouça a ex-presidente social-democrata Manuela Ferreira Leite e suavize a austeridade, escreve o PMF da Lusa.
Ora parece que, neste caso, o PS é o deputado Medina que há um ano integrava o governo que assinou o pacto com o triunvirato que nos governa e criticava Ferreira Leite.
Até parece que PS’s há muitos, isto é, aquilo que um qualquer diz ou escreve, é assumido pelo partido (vidé Lusa), mesmo quando contradiz o Secretário-Geral.
Fica a pergunta: Quem é que quer “tramar” a vida ao TóZé?

a titulo de curiosidade fica este extracto do insuspeito Notas de Aveiro:
... Foi a malta da minha idade e com menos dois anos que esteve a lutar contra a PGA (em 1992) e contra as propinas (em 1993) e que mostrou o rabo à Manuela Ferreira Leite. Foi essa geração que não quis um exame nacional de acesso, que foi contra os numerus clausus. Grande parte dos manifestantes e líderes da altura eram e são de esquerda, alguns dos quais estão no Governo (Fernando Medina, por exemplo) ou no corredores e em instituições académicas...

domingo, 3 de junho de 2012

Comentador Seguro

Em Resende, à margem da visita à Feira da Cereja, A.J.Seguro comentou que estava aberto a conversar com o Executivo, desde que as propostas dos socialistas possam ser discutidas.
Foi a resposta a Fernando Ruas, presidente da ANMP, que, em entrevista ao DN e ao programa da TSF "Gente que Conta", disse que o Governo e o PS deviam trabalhar em conjunto na reorganização administrativa do país. 
De facto é estranho que o Partido Socialista que assinou, com o triunvirato, o memorando  que ordenou a destruição do tecido autárquico do país, esteja à margem da reorganização (?) administrativa. Lamentavelmente ainda não apareceu ninguém com a solução que permita satisfazer a тройка e a nossa ancestral tradição municipalista (a destruição da disciplina de história certamente arcará com as culpas...)   
agora, quando é que se acaba com este "menosprezar políticos" obrigando-os a comentar manchetes de jornais?

quarta-feira, 30 de maio de 2012

ciumento!


Senhor primeiro-ministro, eu não recebi nenhum sms de nenhum espião, nem ex-espião

quinta-feira, 17 de maio de 2012

cortes da renda e da central do pego

Santos Pereira, o ministro, comunicou hoje que «o Estado está, pela primeira vez, a reduzir os custos do sector eléctrico», realçando que os cortes hoje decididos representam «1.800 milhões de euros até 2020». tsf 
Vítor Machado, o representante da DECO na Entidade reguladora do Sector Energético, mostrou-se convencido de que vai haver uma poupança na factura da luz dos consumidores mas considerou que estas medidas para a redução das verbas pagas aos produtores de electricidade chegam com atraso e podiam ser mais ambiciosas. tsf 
António J. Seguro à margem do encerramento das jornadas parlamentares do PS, em Bragança, comentou e adiantou que o partido socialista irá lançar sete propostas concretas para que as famílias e empresas portuguesas paguem menos nas suas facturas de gás e electricidade. a bola 

A oposição PCP está contra e quer cortes mais profundos, a “oposição folclórica” só  quer aparecer nas tv’s, com o sucesso que conhecemos...
Desta vez estou com o PC. Estaria com o PS se tivessem uma, apenas uma, proposta porque sete servem apenas para nos vender electicidade a pataco, perdão, bacalhau!
Curiosamente nem o governo, nem ninguem do partido socialista, comentou atitude da espanhola Endesa que encerrou a Central do Pego “enquanto vigorar a suspensão da garantia de potência”...

sábado, 12 de maio de 2012

porque não te calas!

"Acho que o país está um bocadinho cansado das crises artificiais e desta tentativa de distorcer e de aproveitar qualquer coisa para querer fazer uma tensão enorme no país. Sei bem o que disse e mantenho o que disse", afirmou Passos Coelho, em declarações aos jornalistas.
O Primeiro-Ministro foi confrontado pelos jornalistas com as críticas da oposição em relação a um discurso que fez na sexta-feira no qual apelou à "cultura de risco" e considerou que o desemprego não tem de ser encarado como negativo e pode ser "uma oportunidade para mudar de vida", contraditórias com outras feitas, no mesmo dia, pelo ministro das Finanças, Vítor Gaspar, que considerou que "a satisfação de vida de um desempregado não se recupera". MP. Lusa
Como convém ao jornalismo de “vai-vem”, questionado pela Lusa “à margem da conferência do LIPP, que lhe substitui os fins-de semana autarquicos, Seguro comentou a afirmação do primeiro-ministro sobre o desemprego ser uma oportunidade, afirmando que "foi mau demais" e que os portugueses estão "chocados", acusando-o de "insensibilidade social" e de estar "ausente da realidade". JF/(MP). Lusa 

O impreparação de Passos Coelho é cada vez mais notória e bem demonstrada quando confrontado com jornalistas, formados à maneira britânica dos tablóides e obviamente bem treinados nas nacionais escolas de comunicação, para quem apenas “uma má notícia é uma boa notícia” e habilíssimos a retirar frases do contexto.
É altura de Coelho deixar de ser comentador de si próprio porque cada emenda é-lhe pior que o soneto e apenas serve para “alimentar” a camoniana Lusa, as manchetes dos jornais e uma oposição completamente controlada pelos jornalistas que temos.
Convenhamos que isto que serve a PPC é aplicável aos “nossos” ministros, e num futuro próximo ou longínquo, ao Seguro e a quase todos os comentadores que se sentam como deputados nas bancadas da Assembleia “deles”.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Seguro com o Presidente sabe-se lá para quê...

A.J.Seguro esteve reunido com o Presidente da República a quem transmitiu a sua "visão sobre a situação política do país" que, reiterou, é "grave e bastante preocupante", sendo a sua postura a de "apaziguar" problemas. ACL - Lusa 

A.J.Seguro não levou ao Presidente, nem que se saiba tem na sua agenda, a redução das prestações que o seu antecessor negociou com as PPP e tornaram a actual situação "grave e bastante preocupante".  Ora, considerando o know-how que os socialistas têm nesta área, bem podiam dar uma ajuda a este governo que tem os seus especialistas nas Lusoponte’s ou, ainda melhor, para em resort’s cabo-verdianos.
Seguramente que a diminuição do que pagamos “àquelas coisas” daria uma enorme ajuda na resolução de “uma agenda para que a saída para a crise possa ser menos austeridade, mais economia e mais emprego", como Seguro refere com frequência.

domingo, 29 de abril de 2012

uma тройка para Seguro, já!

À margem da Gala do PS de Évora, que se seguiu à Convenção Autárquica Distrital, A.J. Seguro afirmou que «O consenso leva muito tempo a criar-se e leva pouco tempo a destruir-se e este Governo tem estado a destruir este consenso que é uma vantagem valiosa para o nosso país». psf
O líder do Partido Socialista, apesar de afirmar o que é óbvio, para consumo interno e externo dos idiotas úteis, tem razão.
Quase um ano depois do Pinto de Sousa ter negociado o que passámos a chamar de Pacto com a тройка, Seguro deve ter-se lembrado do consenso a que foram obrigados os partidos que estão hoje no governo.
Um PS, acompanhado por uma pseudo esquerda e bem apoiado por alguns pequenos e médios jornalistas e por um inábil governo “novas oportunidades”, tem-nos levado a esquecer a origem da actual situação e a continuar nesta permanente campanha eleitoral.
Torna-se cada vez mais evidente o desejo de Seguro em forçar a entrada do seu partido num novo governo a três -uma тройка claro -, para esconder a dificuldade que tem em “segurar” os seus correligionários, tanto mais que por muito que corra atrás dos autarcas, os resultados obtidos tem sido escassos.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

O “Paços” é mau! Prontos!

Peter Weiss, da direcção-geral de Assuntos Económicos e Monetários da Comissão Europeia, e membro da missão de ajuda externa para Portugal, não descarta a possibilidade de os cortes nos 13.º e 14.º meses para a função pública e pensionistas assumirem caráter permanente, embora assevere que tal cenário ainda não foi discutido. 

Moedas, o secretário de Estado Adjunto do primeiro-ministro veio informar que «a posição do Governo em relação aos cortes nos subsídios de férias e de Natal não mudou. Estes cortes não podem ser permanentes e estarão em vigor durante o período de vigência do Programa de Apoio Económico-Financeiro». 

A reposição dos 13º e 14º meses vai ser gradual afirma o nosso primeiro Passos Coelho: "Creio que a reposição é depois de 2014, porque o nosso programa de ajustamento decorre até 2014. Portanto, só depois disso. A partir de 2015, haverá reposição desses subsídios. Com que ritmo, com que velocidade, não sabemos". 

E o Seguro disse ter ficado "tão surpreendido como os portugueses": "O primeiro-ministro está a enganar os portugueses. Enganou os portugueses. Todos nos recordamos que o primeiro-ministro anunciou em outubro o corte dos subsídios de natal e de férias aos funcionários públicos e aos reformados pelo período de dois anos, 2012 e 2013", apontou. PMF / Lusa

 estamos lixados digo eu...