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segunda-feira, 22 de outubro de 2012

juros a acrescentar à divida...


O PSI20 fechou a sessão a valorizar 0,47% para 5.468,65 pontos.
O saldo da balança comercial portuguesa foi positivo nos primeiros oito meses do ano, com 55% da melhoria a dever-se ao aumento das exportações e 45% à redução das importações.
Os empréstimos dos bancos às famílias caíram em Agosto pelo sexto mês consecutivo, fixando-se em 136.017 milhões de euros.
A Comissão Europeia deu "luz verde" a Portugal para avançar com um reforço da ajuda específica aos produtores leiteiros, que representará cerca de mais seis milhões de euros até final de 2013.
A nova central do Alqueva acaba de injectar, pela primeira vez, electricidade na rede nacional.
O endividamento total dos sectores público e privado de Portugal, exceptuando a banca, atingiu os 432,1% do Produto Interno Bruto.
O governador do Banco Central Europeu, citado pela Bloomberg, afirma que “Países como Portugal provavelmente vão regressar aos mercados de capitais durante o próximo ano.
A dívida pública agravou-se para 117,6% do PIB no segundo trimestre e sofreu mais uma subida de 700 milhões de euros nos dois meses seguintes, pelo que deverá fechar o ano em torno dos 200 mil milhões de euros.
O Governo irlandês considerou "positiva" a decisão da chancelerina alemã de conceder à Irlanda um "tratamento especial" para abordar o assunto da recapitalização do sistema bancário.
Os défices orçamentais da Espanha e da Grécia relativos a 2011 foram revistos em alta pelo Eurostat.
Especialistas consultados pela Bloomberg justificam a subida do euro com os resultados das eleições na Galiza nas quais o Partido Popular foi o grande vencedor...
Os valores do défice e da dívida grega em 2011 foram revistos em alta para os 9,4% e 170,6% do PIB.
O Governo grego anunciou hoje que vai lançar uma "nova batalha" para evitar a baixa, prevista de 40%, dos fundos europeus destinados aos países para o período 2014-2020.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

juros a acrescentar ao empréstimo...

O PSI 20 avançou 0,45%, para 5.641,29 pontos.
No final de Dezembro a dívida dos particulares equivalia a 102,6% do Produto Interno Bruto (o crédito à habitação representa 71,9% do PIB).
O endividamento das empresas públicas aumentou 2.872 milhões de euros em 2011, face ao final de 2010, atingindo 27% do Produto Interno Bruto no final desse período.
As exportações de bens e serviços aumentaram 13,3% no ano passado, em relação ao ano anterior, para 61,727 mil milhões de euros.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

juros a acrescentar ao empréstimo...com clima económico a arrefecer.


O PSI 20 avançou 0,45%, para 5.641,29 pontos.

As dívidas somadas do Estado, das Empresas e das Famílias cresceram mais de 3 % no intervalo de um ano. Em Dezembro valiam o equivalente a mais de 4 anos de produção de riqueza (PIB).

quinta-feira, 26 de março de 2009

ajuda ás empresas e familias...

Na Galp a subida foi de um cêntimo: a gasolina sem chumbo 95 tem agora um preço de referência de 1,179 euros por litro e o gasóleo custa 0,949 euros.
A Cepsa pratica um preço 0,8 cêntimos mais caro na gasolina para os 1,169 euros e 1,4 cêntimos para os 0,945 euros no gasóleo. amanhã sobem as outras...

quarta-feira, 25 de março de 2009

pena não ouvir disto na minha lingua...

Rémunérations des patrons La majorité a tenu à montrer au patronat, mercredi 25 mars, qu'elle était prête à agir pour contrôler les rémunérations des dirigeants d'entreprise. Plusieurs de ses membres se sont ainsi relayés au cours de la journée pour répéter que le gouvernement n'hésiterait pas à légiférer si besoin. Nicolas Sarkozy lui-même s'en est pris à la présidente du Medef (Mouvement des Entreprises de France) devant les députés UMP (Union pour un Mouvement Populaire). Il a notamment jugé inacceptable que "Laurence Parisot dise qu'elle n'a pas le désir d'évoquer le partage des profits", selon des participants à cette rencontre. "Si le Medef n'y va pas, on ira par la loi", Le Monde Brown attacks 'avarice' of bankers Gordon Brown today attacked the behaviour of bankers, claiming they had acted outside the values everyday people try to uphold in their daily lives. The Prime Minister criticised the 'avarice' of the financial sector during an interview with Wall Street financiers. Daily Mail

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

boas noticias!

A pior crise desde que o FMI esteve em Portugal (uma manchete que decerto “passou” á censura! ), relembra que dia a dia a situação piora! Convenhamos que para a maioria pouco lhe importa a crise se tem de cuidar do auto-homicidio, de dividir os 92.391 quilómetros quadrados e de tratar do casamento de fufas e paneleiros (emendo: lésbicas e homossexuais... corrijo: gays!)! E que JS Pinto de Sousa rejeita novas medidas contra a crise, seguramente depois de ler a cópia, ou terá recebido o original, da carta do messias do lado do Sol posto, agora que tem responsabilidade "renovada" que agradece aos socialistas da reeleição... tão poucos que vai avançar com uma nova plataforma eleitoral... Na mesma linha do assobiar por de cima do ombro, aqueles a quem chamamos o governo, querem contratar médicos reformados (DN) talvez para acalmar as manchetes de que ignora os doentes bipolares(CM). Embora, neste caso, saibamos que se trata de insolências porque quinzenalmente vemos alguns dos que não se querem tratar, porque depois teriam que responder ás perguntas (insolentes) a que os sujeitam! Para fim de dia ficámos a saber que . as dívidas forçam Manuel Fino a entregar 10% da Cimpor à CGD, isto é, a nós, que não pertencemos ao clube dos ricos e como acções só temos impostos! . a Coindu procede ao Despedimento Colectivo na maior têxtil portuguesa, . o BPN deixa o Vitória de Setúbal sem estádio e também que o 'Vice' de Mesquita Machado é milionário enquanto o Fisco acelera penhoras a gestores de empresas! Bolas! uma jornada cheia de boas noticias quando sabemos que “uma boa noticia é uma má noticia”...
ps: quase me esquecia, PPortas voltou a chatear o impoluto governador...

domingo, 15 de fevereiro de 2009

o que é que se passa com o ppd/psd?

CDS-PP vai requerer debate parlamentar sobre situação económica O presidente do CDS-PP anunciou hoje, em Coimbra, que vai requerer a realização de um debate parlamentar sobre a situação económica, defendendo que o governo "tem a obrigação de tomar mais medidas" neste domínio. Publico 150209
...por onde é que anda o "maior partido da oposição?

domingo, 8 de fevereiro de 2009

promessas

Sócrates, prometeu hoje, no Porto, “aliviar a carga fiscal das classes médias”, limitando as deduções fiscais daqueles que beneficiam de maiores rendimentos. “Essa é a nossa proposta de bandeira no que diz respeito ao combate às injustiças fiscais e na construção de uma maior equidade fiscal. No fundo, trata-se para que haja no nosso país mais igualdade”, declarou aos militantes do Porto. “Não há nenhuma razão para que aqueles que são mais ricos passem a deduzir o mesmo que a classe média portuguesa deduz. Têm despesas com a educação, despesas com a saúde muito bem, mas as suas deduções não devem ser o mesmo que é para a classe média. É por isso que teremos de reduzir essas deduções com um objectivo: o dinheiro que aí se poupará de despesa fiscal servirá para aliviar aquilo que são as contribuições fiscais da classe média”, assumiu.
esqueceu-se dos novos pobres... mas esses não devem interessar á "esquerda do povo"

sábado, 31 de janeiro de 2009

e assim nos tratam da saúde!

A partir de amanhã, as taxas moderadoras de consultas, urgências e actos médicos em hospitais e centros de saúde ficam mais caras.As consultas nos hospitais centrais passam para 4,50 euros e distritais sobem para três euros. O Estado deverá arrecadar 69,3 milhões de euros na cobrança de taxas moderadoras em 2008, cerca de menos dois milhões que no ano anterior, segundo dados da Administração Central do Sistema de Saúde. O montante global cobrado em 2006 foi de 60,3 milhões de euros. Em 2007, o Estado arrecadou 71,1 milhões de euros, 42,2 milhões nos Hospitais, 28,8 milhões nas Administrações Regionais de Saúde e 0,1 milhões nos serviços autónomos. Para 2008 a previsão é de 43,9 milhões nos Hospitais, 25,3 milhões nas Administrações Regionais de Saúde e 0,1 milhões nos serviços autónomos. Em relação aos internamentos em 2007 esse valor tinha sido de 2,8 milhões que deverá passará a ascender aos quatro milhões de euros no ano findo. 31.01.2009 - 16h10 Lusa, PÚBLICO
18 Out 2008 Em Loures, num plenário da FAUL, José Sócrates apresentou a militantes do PS o Orçamento para 2009 dizendo que este irá servir para ajudar as empresas e as famílias a ultrapassarem a crise financeira que se instalou em todo o mundo. RTP 25 Dez 2008 O primeiro-ministro garantiu na noite de Natal que o Governo usará todos os recursos ao seu alcance para auxiliar empresas, trabalhadores e famílias em 2009-ano «difícil e exigente»-numa mensagem dedicada à crise internacional. agencia financeira

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

A maioria PS chumbou hoje o diploma do CDS-PP para suspender a avaliação dos professores. O diploma foi rejeitado com os votos contra de 116 deputados socialistas. No entanto, os deputados do PS Manuel Alegre, Eugénia Alho, Júlia Caré, Teresa Portugal e a independente Matilde Sousa Franco, do PSD, do Bloco de Esquerda, do PCP, do CDS-PP e os não inscritos do CDS-PP e do PCP, votaram a favor, mas foram insuficientes para fazer aprovar a proposta. João Bernardo e Odete João, do PS, apresentaram declarações de voto. Após a votação o líder da bancada do PS, Alberto Martins, disse que o chumbo do projecto de lei do CDS-PP era uma vitória socialista. José Sócrates “não gostou” de ver deputados do PS a votar a favor da proposta do CDS-PP para suspender a avaliação dos professores e lamentou “o oportunismo dos partidos” no Parlamento. “Vejo muita gente do PS a achar que não devemos fazer alianças com o CDS, mas vi agora alguns elementos do PS a votar com o CDS e não gostei”, esta tarde, a ministra da Educação, repetiu que a avaliação era incontornável e que os professores tinham estudado e adquirido competências para fazer a avaliação, comentando assim à rejeição do Parlamento da proposta do CDS: "Estou confiante que as medidas que tomámos permitem às escolas melhores condições para a concretização da avaliação de desempenho dos professores. É meu desejo que ela ocorra de uma forma tão tranquila e confortável quanto possível". 23.01.2009 - 21h24 Lusa dificilmente o ano lectivo, que não chegou a começar, chegará bem ao fim; dificilmente esta ministra, ou este governo, chegarão bem ao fim, mas levarão com eles os 3,5 milhões que neles acreditaram?

Qimonda em Vila do Conde, a Delphi em Braga e a PSA em Mangualde

Quimonda, a maior empresa exportadora nacional, que emprega em Portugal 1800 trabalhadores, apresentou hoje o processo de falência num Tribunal de Munique. Consta que o Governo andou numa intensa maratona de negociações por causa da Qimonda. Basílio Horta, e Castro Guerra, estiveram na Alemanha durante dois dias a tentar negociar a manutenção da empresa, de forma a garantir a laboração da unidade em Vila do Conde. Sócrates ligou a Angela Merkel para tentar desbloquear a situação e evitar o desfecho de uma falência. O ministro da Economia garantiu hoje que a Quimonda em Portugal vai continuar a funcionar no curto prazo e sublinhou que nada lhe foi comunicado pelo grupo alemão em sentido contrário. Manuel Pinho, informa que “quando se pede uma falência deste tipo, é para fazer uma reestruturação e algumas unidades do grupo podem ser salvas, mas isso depende dos investidores”. Juntando-se á Qimonda a Delphi, de componentes de automóveis, tem em curso um processo de lay-off na unidade de Braga que já foi apresentado aos representantes dos trabalhadores. A multinacional não tem em curso nenhuma negociação com o Governo português. Em Mangualde a fábrica da PSA inicia um novo período de suspensão até 5 de Fevereiro, que é justificado pela quebra nas encomendas. É o segundo período de interrupção de actividade da fábrica, depois de um anterior de dez dias, que terminou no dia 7 de Janeiro. Em Dezembro de 2008, a PSA Peugeot-Citroën informou que cerca de 400 dos 1400 trabalhadores não teriam o seu contrato renovado. Está prevista outra paragem em Março.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

e Portugal passou a A+

A Standard & Poor´s (S&P) cortou hoje o rating da dívida portuguesa de AA- para A+. Decisão, que surge uma semana depois daquele agência de notação de risco ter colocado Portugal em vigilância negativa, e que é justificada pelo facto de as reformas estruturais realizadas serem insuficientes para estimular a competitividade e relançar o crescimento económico. A Standard & Poor’s também decidiu baixar as classificações atribuídas à Grécia e Espanha facto que o ministério das Finanças, em comunicado divulgado após o anúncio da decisão, usa para lembrar que Portugal não é um caso isolado e garante que, se não fosse a crise internacional e as medidas tomadas para a combater, o esforço de consolidação orçamental dos últimos anos seria suficiente para a dívida portuguesa ter um rating mais elevado.
Como consequencia o dinheiro vai ficar mais caro ás Familas e Empresas!
... e não acrescentaram a classificação que o Finantial Times atribuiu ao ministro T dos Santos

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Portugal deve entrar numa recessão severa de que só sairá na segunda metade de 2010. A previsão foi avançada à Renascença por um especialista da revista britânica “The Economist”, Kevin Dunning. O responsável pela unidade que segue a Europa do Sul e pelas previsões nas economias de Espanha, Itália e Grécia acredita que o nosso país deverá enfrentar, nos próximos dois anos, o pior momento económico da sua história democrática.
As previsões da “Economist Intelligence Unit” são muito pessimistas e vão ser apresentadas hoje ao Primeiro-ministro.
Kevin Dunning acredita que o investimento público é uma solução para ultrapassar a crise, mas pode chegar tarde demais. “A questão é conhecer a rapidez com que se pode gastar o dinheiro. Enfrentamos um ano muito difícil e, a não ser que tenha os projectos de investimento público prontos para avançar já, o dinheiro não aparece. Quer dizer: muitas das infra-estruturas demoram muito tempo a projectar”. As previsões do instituto britânico prevêem um défice de 4,5%, um recuo da economia de 2% e uma taxa de desemprego a tocar os 9%. Segundo Dunning, há muito pouco que o Governo possa fazer: “Portugal está numa posição em que não tem muita margem de manobra, ao contrário de outros países que têm excedente orçamental. No curto prazo, não há muito que se possa fazer para contrariar a crise. Esta recessão é muito profunda e forte e o Governo sozinho não consegue alterar estas forças”. De acordo a revista britânica, esta crise será a pior e a mais profunda de sempre, não só em Portugal, mas também na Europa e nos Estados Unidos.

crescimento económico II

sábado, 17 de janeiro de 2009

...batendo as asas pela noite calada... vêm em bandos, com pés de veludo...

noticias do banco de nós todos:

A Caixa Geral de Depósitos (CGD) está a enviar aos seus clientes mais modestos uma circular que deveria fazer corar de vergonha os administradores – principescamente pagos - daquela instituição bancária. A carta da CGD começa, como mandam as boas regras de marketing, por reafirmar o empenho do Banco em oferecer aos seus clientes as melhores condições de preço qualidade em toda a gama de prestação de serviços, incluindo no que respeita a despesas de manutenção nas contas à ordem. As palavras de circunstância não chegam sequer a suscitar qualquer tipo de ilusões, dado que após novo parágrafo sobre racionalização e eficiência da gestão de contas, o estimado/a cliente é confrontado com a informação de que, para continuar a usufruir da isenção da comissão de despesas de manutenção, terá de ter em cada trimestre um saldo médio superior a EUR1000, ter crédito de vencimento ou ter aplicações financeiras associadas à respectiva conta. Ora sucede que muitas contas da CGD, designadamente de pensionistas e reformados, são abertas por imposição legal. É o caso de um reformado por invalidez e quase septuagenário, que sobrevive com uma pensão de EUR243,45 - que para ter direito ao piedoso subsídio diário de EUR 7,57 (sete euros e cinquenta e sete cêntimos!) foi forçado a abrir conta na CGD por determinação expressa da Segurança Social para receber a reforma. Como se compreende, casos como este - e muitos são os portugueses que vivem abaixo ou no limiar da pobreza - não podem, de todo, preencher os requisitos impostos pela CGD e tão pouco dar-se ao luxo de pagar despesas de manutenção de uma conta que foram constrangidos a abrir para acolher a sua miséria. O mais escandaloso é que seja justamente uma instituição bancária que ano após ano apresenta lucros fabulosos e que aposenta os seus administradores, mesmo quando efémeros, com «obscenas» pensões (para citar Bagão Félix), a vir exigir a quem mal consegue sobreviver que contribua para engordar os seus lautos proventos. É sem dúvida uma situação ridícula e vergonhosa, como lhe chama o nosso leitor, mas as palavras sabem a pouco quando se trata de denunciar tamanha indignidade. Esta é a face brutal do capitalismo selvagem que nos servem sob a capa da democracia, em que até a esmola paga taxa. Sem respeito pela dignidade humana e sem qualquer resquício de decência, com o único objectivo de acumular mais e mais lucros, eis os administradores de sucesso.

recebi por email. A origem merece-me a confiança de não confirmar o facto. este tipo de comentário não aparece na nossa pequena e média comunicação chamada social... Porquê?

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

prenda governanatal

O venerável primeiro-ministro, na mensagem de Natal dedicada à crise internacional, garantiu hoje que o Governo usará todos os recursos ao seu alcance para auxiliar empresas, trabalhadores e famílias em 2009 e que, em menos de 15 dias, passou a designa-lo por um ano "difícil e exigente".
Recapitulou algumas das medidas do executivo socialista ao longo dos últimos meses como os aumentos do abono de família, da acção social escolar ou os passes para os transportes escolares. Curiosamente, sem que explicitamente o referisse, ficámos a saber que o Doutor Pinto de Sousa controla a economia mundial quando acrescenta:"Foi por isso que criámos as condições para que baixassem os juros com a habitação, generalizámos o complemento solidário para idosos, protegemos as poupanças, aumentámos o salário mínimo e actualizámos os salários da função pública acima da inflação". Segundo o actual primeiro-ministro, a orientação do Governo em 2008 - e que prosseguirá em 2009 - visou o "reforço do investimento, apoio à economia e ao emprego e aumento da protecção social".
apesar de cada vez mais, haver menos portugueses cegos, temos que implementar as idas a dos nossos conterrâneos a Cuba...

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

para que conste!

O chefe de Governo defendeu que neste Orçamento o seu Executivo tem como objectivo "proteger o país, as empresas e as famílias"... "Este orçamento é uma resposta à altura da situação, porque pretende em primeiro lugar baixar os impostos para as empresas, estudar linhas de crédito que resolvam o problema da liquidez no sistema bancário e resolver o problema do investimento público, que é absolutamente essencial para manter o emprego", declarou. Para Sócrates, caso não houvesse qualquer sistema de garantias, Portugal "teria falências e famílias que, estando endividadas, ficariam com maiores encargos ao nível dos juros". "Só com muita demagogia e com muita vontade de recorrer à mentira se pode considerar que as ajudas aos bancos não servem para ajudar a economia portuguesa", insistiu. 28.11.2008 - 20h13 Lusa
perfeita sintonia: O ministro das Finanças acusou, esta sexta-feira, durante a sessão de encerramento do debate orçamental e após ouvir criticas à proposta do Governo para o Orçamento de Estado de 2009, os partidos da oposição de «retórica insultuosa e trauliteira». tsf 281108.18:54 O primeiro-ministro lamentou que a troca de insultos tenha dominado a sessão de encerramento do debate orçamental, esta sexta-feira, no Parlamento. José Sócrates disse ainda que o OE 2009 «protege o país». tsf 281108.19:35

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

O Bom Aluno

O ministro das Finanças diz que as medidas de apoio às famílias e empresas afectadas pela crise, que constam do Orçamento do Estado para 2009, vão custar aos cofres do Estado mais de mil milhões de euros.
«As medidas representam no seu conjunto, ora por impostos que não são cobrados, ora por apoios que são criados, um esforço orçamental da ordem dos mil e cem milhões de euros»,disse Fernando Teixeira dos Santos, esta manhã na comissão parlamentar de Orçamento e Finanças, que está a decorrer na Assembleia da República. O ministro acrescentou ainda que as medidas anunciadas «visam dar um estímulo às famílias e às empresas para continuarem a resistir à conjuntura negativa».