segunda-feira, 22 de outubro de 2012
juros a acrescentar à divida...
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
juros a acrescentar ao empréstimo...
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
juros a acrescentar ao empréstimo...com clima económico a arrefecer.
quinta-feira, 26 de março de 2009
ajuda ás empresas e familias...
quarta-feira, 25 de março de 2009
pena não ouvir disto na minha lingua...
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
boas noticias!
domingo, 15 de fevereiro de 2009
o que é que se passa com o ppd/psd?
domingo, 8 de fevereiro de 2009
promessas
sábado, 31 de janeiro de 2009
e assim nos tratam da saúde!
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Qimonda em Vila do Conde, a Delphi em Braga e a PSA em Mangualde
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
e Portugal passou a A+
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
sábado, 17 de janeiro de 2009
...batendo as asas pela noite calada... vêm em bandos, com pés de veludo...
A Caixa Geral de Depósitos (CGD) está a enviar aos seus clientes mais modestos uma circular que deveria fazer corar de vergonha os administradores – principescamente pagos - daquela instituição bancária. A carta da CGD começa, como mandam as boas regras de marketing, por reafirmar o empenho do Banco em oferecer aos seus clientes as melhores condições de preço qualidade em toda a gama de prestação de serviços, incluindo no que respeita a despesas de manutenção nas contas à ordem. As palavras de circunstância não chegam sequer a suscitar qualquer tipo de ilusões, dado que após novo parágrafo sobre racionalização e eficiência da gestão de contas, o estimado/a cliente é confrontado com a informação de que, para continuar a usufruir da isenção da comissão de despesas de manutenção, terá de ter em cada trimestre um saldo médio superior a EUR1000, ter crédito de vencimento ou ter aplicações financeiras associadas à respectiva conta. Ora sucede que muitas contas da CGD, designadamente de pensionistas e reformados, são abertas por imposição legal. É o caso de um reformado por invalidez e quase septuagenário, que sobrevive com uma pensão de EUR243,45 - que para ter direito ao piedoso subsídio diário de EUR 7,57 (sete euros e cinquenta e sete cêntimos!) foi forçado a abrir conta na CGD por determinação expressa da Segurança Social para receber a reforma. Como se compreende, casos como este - e muitos são os portugueses que vivem abaixo ou no limiar da pobreza - não podem, de todo, preencher os requisitos impostos pela CGD e tão pouco dar-se ao luxo de pagar despesas de manutenção de uma conta que foram constrangidos a abrir para acolher a sua miséria. O mais escandaloso é que seja justamente uma instituição bancária que ano após ano apresenta lucros fabulosos e que aposenta os seus administradores, mesmo quando efémeros, com «obscenas» pensões (para citar Bagão Félix), a vir exigir a quem mal consegue sobreviver que contribua para engordar os seus lautos proventos. É sem dúvida uma situação ridícula e vergonhosa, como lhe chama o nosso leitor, mas as palavras sabem a pouco quando se trata de denunciar tamanha indignidade. Esta é a face brutal do capitalismo selvagem que nos servem sob a capa da democracia, em que até a esmola paga taxa. Sem respeito pela dignidade humana e sem qualquer resquício de decência, com o único objectivo de acumular mais e mais lucros, eis os administradores de sucesso.
recebi por email. A origem merece-me a confiança de não confirmar o facto. este tipo de comentário não aparece na nossa pequena e média comunicação chamada social... Porquê?
quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
prenda governanatal
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
para que conste!
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
O Bom Aluno



