sexta-feira, 30 de maio de 2008

democracia...no país dos cravos!

Exercer a Democracia!
CDS-PP apresenta moção de censura contra Governo
Paulo Portas anunciou esta quinta-feira que o CDS-PP vai apresentar uma moção de censura contra o Governo

Exercer a Democracia?
Moção de censura é “oportunismo político”
O Primeiro-ministro, José Sócrates, acusou esta quinta-feira o CDS-PP de oportunismo político, ao apresentar uma moção de censura contra o Governo CM 300508

quinta-feira, 29 de maio de 2008

opiniões! Vale a pena meditar...

Por que não nacionalizar a Galp? Jornal de Notícias - 26 de Maio de 2008 Texto de Mário Crespo Se o mercado não consegue disciplinar os preços, os lucros nem o selvático prendar dos recursos empresariais com os vencimentos multimilionários dos executivos, então por que não nacionalizar os petróleos e tentar outros modelos?
Quem proferiu este revolucionário comentário foi Maxine Waters, Democrata da Califórnia, durante o inquérito conduzido pelo Congresso, em Washington, às cinco maiores petrolíferas americanas. Face à escalada socialmente suicidária dos preços dos combustíveis, o órgão legislativo americano convocou os presidentes para saber que lucros tinham tido e que rendimentos é que pessoalmente cada um deles auferia. Os números revelados deixaram os senadores da Comissão de Energia e Comércio boquiabertos. Desde os 40 mil milhões de dólares de lucro da Exxon no ano passado, ao milhão de euros mensais do ordenado base do chefe Executivo da Conoco-Phillips, às cifras igualmente astronómicas da Chevron, da Shell e da BP América.
Esta constatação do falhanço calamitoso do mecanismo comercial, quando encarada no caso português, ainda é mais gritante. Digam o que disserem, o que se está a passar aqui nada tem a ver com as leis de oferta e procura e tem tudo a ver com a ausência de mercado onde esses princípios pudessem funcionar. Se na América há cinco grandes empresas que ainda forçam o mercado a ter preços diferentes, em Portugal há uma única que compra, refina, distribui e vende. É altura de fazer a pergunta de Maxine Waters, traduzindo-a para português corrente: - Se o país nada ganhou com a privatização da Galp e se estamos a ser destruídos como nação pela desalmada política de preços que a única refinadora nacional pratica, porquê insistir neste modelo?
Enunciemos a mesma pergunta noutros termos: - Quem é que tem vindo sistematicamente a ganhar nestes nove anos de privatização da Galp, que alienaram um bem que já foi exclusivamente público? Os espanhóis da Iberdrola, os italianos da ENI e os parceiros da Amorim Energia certamente que sim. O consumidor português garantidamente que não. Perdeu ontem, perde hoje e vai perder mais amanhã.
Mas levemos a questão mais longe, houve algum ganho de eficiência ou produtividade real que se reflectisse no bem-estar nacional com esta alienação da petrolífera? A resposta é angustiantemente negativa.
A dívida pública ainda lá está, maior do que nunca, e o preço dos combustíveis em Portugal é, de facto, o pior da Europa.
Nesta fase já não interessa questionar se o que estamos a pagar em excesso na bomba se deve ao que os executivos da Galp ganham, ou se compram mal o petróleo que refinam ou se estão a distribuir dividendos a prestamistas que exigem aos executivos o seu constante "quinhão de carne" à custa do que já falta em casa de muitos portugueses. Nesta fase, é um desígnio nacional exigir ao Governo que as centenas de milhões de lucros declarados pela Galp Energia entrem na formação de preços ao consumidor. Se o modelo falhou, por que não nacionalizar como sugeriu a congressista Waters?
Aqui nacionalizar não seria uma atitude ideológica. Seria, antes, um recurso de sobrevivência, porque é um absurdo viver nesta ilusão de que temos um mercado aberto com um único fornecedor.
Se o Governo de Sócrates insiste agora num purismo incongruente para o Serviço Nacional Saúde, correndo com os existentes players privados e bloqueando a entrada de novos agentes, por que é que mantém este anacronismo bizarro na distribuição de um bem que é tão essencial como o pão ou a água? Como alguém já disse, o melhor negócio do Mundo é uma petrolífera bem gerida, o segundo melhor é uma petrolífera mal gerida.
Na verdade, o negócio dos petróleos em Portugal, pelas cotações, continua a ser bom. Só que o país está exangue. Há fome em Portugal e vai haver mais.
O negócio, esse, vai de vento em popa para o Conselho de Administração da Galp, para os accionistas, para Hugo Chávez e José Eduardo dos Santos. Mas para mais ninguém. A maioria de nós vive demasiado longe da fronteira espanhola para se poder ir lá abastecer. ...

o estado do rebanho...


No final do debate quinzenal, o primeiro-ministro foi confrontado com os sinais de descontentamento.
Manuel Alegre vai organizar, na próxima semana, um encontro com várias personalidades de esquerda para reflectir sobre o estado do país.
Mário Soares, assinou esta semana um artigo no Diário de Notícias, alertando para a possibilidade de Portugal vir a enfrentar uma grave crise social caso o Governo não tome medidas.
José Sócrates considerou que o autor do artigo foi vítima de um embuste:
«O dr. Mário Soares é influenciado por aquilo que foi um dos maiores embustes lançados na sociedade portuguesa, ou seja, a ideia de que o relatório divulgado, na semana passada, era actual».
Em relação a Manuel Alegre, respondeu: «No PS, cada um é responsável pelos seus actos. Eu não participo em sessões com o dr. Francisco Louça, não sou sequer convidado para isso».
TSF 290508 às 20:48

O homem não está bom! Imagine-se um Soares xexé e o MAlegre fora do rebanho?

quarta-feira, 28 de maio de 2008

opiniões!

Na passada quinta-feira (22 de Maio) o crude mantinha o mesmo preço, mas o gasóleo rodoviário estava 102,7% mais caro do que a 2 de Janeiro de 2004, enquanto o de aquecimento custava mais 138%. A gasolina 95 aumentou 57,3% em pouco mais de quatro anos. Para o economista Eugénio Rosa o custo astronómico dos combustíveis em Portugal deve-se à forma como as petrolíferas calculam os preços. Ao basearem-se no mercado de Roterdão, as empresas acabaram por conseguir um preço de custo muito acima das reais despesas de aquisição, conseguindo optimizar os lucros. Só no 1º trimestre do ano, neste indicador a Galp passou de um lucro de 21 milhões de euros para 69 milhões (mais 228,6%).

trapalhadas do bacalhau ao big brother...

Rei do Bacalhau visita a Republica das Bananas O rei da Noruega Harald V visitou hoje o hipermercado Continente do Centro Comercial Colombo, com o bacalhau e o salmão a serem o destaque da visita. PS’s de plástico No espaço de dois dias, o PS recebeu avisos de dois históricos do partido, com Manuel Alegre a alertar para os “os socialistas de plástico” e Mário Soares a lembrar que o PCP e o Bloco de Esquerda poderão retirar votos ao PS nas próximas eleições. ... Os “recados” enviados ao PS começaram na segunda--feira, com Manuel Alegre a elogiar a actuação do líder do PS/Açores e a considerar que Carlos César “ não é um socialista de plástico, feito por uma agência de comunicação”. ... O segundo “recado” foi enviado por Mário Soares, ao escrever num artigo de opinião no Diário de Notícias que o PS não pode ignorar a pobreza e as desigualdades sociais, porque, se o fizer, “o PCP e o BE continuarão a subir” nas sondagens.
...e a culpa morre solteira! José Sócrates reconheceu hoje o «momento de dificuldade» que Portugal atravessa manifestando «total compreensão» pelos problemas que afectam a população, mas recordou a «situação social muito desequilibrada» deixada pelo PSD. pjunceiro 27 05 2008 19.31H Big Brother Recurso às câmaras alastra pelo país numa tendência crescente A crescente insegurança na sociedade portuguesa está a provocar um aumento do recurso a sistemas de videovigilância que podem colocar em causa direitos, nomeadamente a confidencialidade ou a reserva da vida privada. "Pontos negros" nas estradas listados até final do ano O ministro da Administração Interna garantiu hoje que o levantamento dos "pontos negros" das estradas portuguesas estará concluído até ao final do ano e relembrou que vão ser colocados mais radares nas estradas nacionais como medida contra a sinistralidade.

Fátima Araújo (ASAE) defende pratos típicos


A responsável máxima da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) para a região norte apelou ontem aos empresários de restauração do Minho para "se organizarem" em defesa de uma gastronomia "única", como é o caso da cozinha do Alto Minho. "Eu também sou minhota e mato um frango, da capoeira da minha mãe, quase todas as semanas", confessou a inspectora Fátima Araújo, perante cerca de duas centenas de empresários de Viana do Castelo.Confrontada com as repetidas queixas dos empresários locais de restauração, a responsável da ASAE foi peremptória: "Sob o ponto de vista legislativo, o País terá muito daquilo que os próprios empresários quiserem. Se não forem capazes de querer e lutar pelos vossos interesses, também ninguém os vai ajudar. Lisboa não vai tratar da vossa vida, desenganem-se", afirmou Fátima Araújo. Perante um invulgar aplauso dos empresários, a responsável regional do Norte da ASAE acrescentou: "Têm aqui uma acérrima defensora da gastronomia nacional. Mas são os senhores a tratarem dos assuntos do vosso interesse. Nós só temos de ser suficientes sábios para compatibilizar a cultura tradicional com as técnicas e práticas de higiene."
Sobre as restrições impostas à confecção de alguns produtos regionais do Alto Minho, como é o caso do arroz de sarrabulho ou de cabidela, a inspectora recordou que "não foi a ASAE que fez a lei", mas apontou uma solução: "Pergunto o que estão a fazer os senhores veterinários locais do Ministério da Agricultura. Porque é que não se põe estas pessoas à procura das condições ideias, criando espaços colectivos para se realizarem as inspecções sanitárias obrigatórias nas devidas condições?", insurgiu-se.
Rejeitando a aplicação de "regimes de excepção", até porque "senão até a sandes de coiratos de Lisboa podia ser património nacional", Fátima Araújo avisou os empresários: "Não contem com a ASAE para tratar dos vossos negócios." E acrescentou: "Não deixem que a gastronomia do Alto Minho se perca. Quando isso acontecer eu saio da ASAE, porque não cumpri o meu papel", sustentou Fátima Araújo, há 34 anos a exercer funções em órgãos de polícia criminal. Sustentou ainda que já houve reuniões com autarcas, com vista à adopção de medidas que permitiram salvaguardar, "compatibilizando" a tradição com as regras de higiene, os pratos típicos da região. A inspectora da ASAE falava num encontro de esclarecimento com empresários de Viana, promovido pelo comando da PSP e a associação comercial local.
DN 28.05.08 PAULO JULIÃO, Viana do Castelo

segunda-feira, 26 de maio de 2008

de Moçambique com amor...


O acordo pronográfico
Este título tem um erro: não é "pronográfico" que se escreve, mas sim pornográfico". Mas isso pouco importa, porque, nesta fase de auto-estima acelerada e de passagens automáticas no ensino, parece haver um acordo para que cada um escreva como lhe apeteça.
Entretanto, só por causa do seu título, este texto é capaz de ter mais leitores do que os leitores habituais desta coluna. Mas eu estou só a seguir a linha de alguns jornais que põem títulos espectaculosos na primeira página e depois o texto da notícia não acrescenta nada ao que está no título. Mas para que esses eventuais leitores adicionais não abandonem já a leitura deste texto, adianto, desde já, que, na mesma onda desse tipo de jornalismo, sempre aparecem, lá para o fim do texto, uma ou duas linhas relacionadas com o título.
Há uns dias atrás, um canal de televisão apresentou uma simulação de debate sobre o famigerado acordo ortográfico de inspiração brasileira. Chamo-lhe simulação de debate, porque os três convidados tinham opinião unâmime.
Ficámos assim a conhecer um novo conceito de "debate aberto", que consiste em juntar três pessoas para defenderem todas a mesma posição e os mesmos interesses, no melhor estilo frélio.
Um dos participantes nesse debate unânime é director do Centro de Estudos Brasileiros, pelo que nem precisava de abrir a boca, para que se soubesse de antemão qual seria a sua posição, visto que o tal acordo ortográfico não é mais do que um negócio brasileiro. Aliás, esse director deixou isso bem claro, quando afirmou que isto é uma questão do mercado da língua. Na verdade, isto consiste precisamente em substituir aquilo que é uma língua cultural por uma língua mercantil ou comercial. E assim sendo, os argumentos do director desnecessitam de mais comentários.
Outro participante no debate unânime foi um escritor chamado "Bakakoss", pelo menos segundo a ortografia apresentada inicialmente na legenda da pantalha do televisor. Acontece que o venerando "Bakakoss", sendo um funcionário governamental com funções de direcção, não poderia tomar outra posição que não fosse a de defender o seu pão. Isso de ter posições próprias foram apenas traquinices juvenis duma outra era, ora ajuizadamente sepultadas.
E não é de admirar que quem se dedica a congeminar fábulas, venha apresentar uma fabulosa solução: muda-se umas letras na ortografia e imediatamente os livros chegarão em massa a todos os distritos e localidades. Por outras palavras: se hoje não há lá livros, é por causa da... ortografia! Esta solução é tão fabulosa que até dá para pensar que com a nova ortografia já nem será necessária a alfabetização.
Finalmente, uma terceira participante no fictício debate apresentou um argumento bem mais delirante: o acordo é importante por causa dos crentes duma "igreja" brasileira, por causa das novelas brasileiras e por causa da maneira como "os nossos filhos, os nossos jovens [ai que ternura!] escrevem nos telemóveis".
Esta participante teve o mérito de nos colocar "in the year twenty five twenty five" [no ano dois mil e quinhentos e vinte e cinco], conforme o nome duma canção antiga. É que ela explicou que: "Todos os moçambicanos ou quase todos ou pelo menos a maioria assiste à novela".
Parece que a Electricidade de Moçambique se esqueceu de nos informar que a energia eléctrica já chega a todas as localidades e aldeias, e o Governo se esqueceu de propagar que o poder de compra dos moçambicanos já é suficiente para que todos tenham televisor. Também não é de admirar que quem anda com a mente embriagada pelas novelas brasileiras, e vive com a cabeça no Brasil, confunda Moçambique com a cidade de Maputo.
Mas o mais destacado em tudo isto é que – provavelmente graças à sua política de passagens automáticas no ensino – o Governo terá conseguido levar a cabo uma autêntica Revolução Cultural, através da qual "todos os moçambicanos ou quase todos ou pelo menos a maioria" passaram a ser fanáticos de telenovelas! Desde que ouvi aquela coisa sobre as telenovelas, ainda não consegui dormir, pois ando embrenhado em pesquisas, para tentar descobrir qual é a ortografia das telenovelas brasileiras, visto que elas são faladas e não escritas.
E ainda não me apercebi de que elas tenham legendas...
Argumentam também que as alterações impostas pelo "acordo brasileiro" são mínimas, e chutam umas percentagens. Então, se as alterações são tão insignificantes, porque é que o acordo é tão importante e se assanham tanto em sua defesa? De resto, lá pelo meio do programa, o Brasil chegou a ser designado como "a grande vanguarda"! Hoye!
Primeiro andam a palrar que uma língua é um organismo vivo, que se transforma conforme a cultura de cada país, e depois vêm defender a uniformização!
É por tudo isto que o pleno acordo demonstrado entre aqueles três paineleiros (membros do painel), sendo baseado em argumentos forjados com o intuito de fornicarem a nossa inteligência, não pode deixar de ser considerado um acordo pornográfico. E, neste contexto, parece-me que a melhor maneira de terminar este texto é com a ortografia do secretário-geral da chamada associação dos escritores moçambicanos, esse kastiço representante duma folklórika klique que lá o kolokou, que num célebre texto da sua autoria – onde ele confessa que a sua competência de leitura é insuficiente para ler José Saramago –, termina a sua prosa da seguinte maneira: "Fuck off".
Eu bem vos prometi que no fim haveria pornografia...

in jornal SAVANA Maputo 230508 Lide Lidima, Afonso dos Santos

perder o poder


Não vale a pena mistificar as eleições de 2009: o que pode acontecer é Sócrates perder o Poder, por insatisfação generalizada, com o país em ruptura, e o PSD ganhar, qualquer que seja o líder. Marcelo falou disso e deu, bem, o exemplo de Itália. Mas outros existem.
Na maior parte dos casos, com poucas excepções, o Poder perde-se. Não se ganha. Ou ganha-se por omissão. Como foi o caso de Durão, que chegou a PM pela simples razão que Guterres abandonou, inesperadamente. Caso contrário a História seria outra.
Sócrates vai chegar a Outubro de 2009 esgotado, com um país virado ao contrário, e uma situação social insustentável. Em boa verdade, à oposição apenas bastará não cometer erros. E falar pouco. Luís Delgado DD 26-05-2008 14:17:15

«com respeito e admiração»


PPE recorda Lucas Pires
A família política do Partido Popular Europeu (PPE) assinalou hoje através de um comunicado o décimo aniversário da morte do antigo eurodeputado eleito pelo CDS Francisco Lucas Pires, que «recorda com reconhecimento, admiração e saudade».
Lucas Pires, que morreu no dia 22 de Maio de 1998, foi o primeiro Vice-Presidente português do Parlamento Europeu eleito em Janeiro de 1986 logo que, após a entrada do seu país na CEE, os deputados portugueses tomaram o seu lugar no Parlamento Europeu.

O PPE - cujo presidente, Wilfried Martens, estará presente numa homenagem ao político português no próximo dia 31 em Coimbra - refere ainda que Lucas Pires «marcou a política europeia pelo fulgor e clareza do seu pensamento, profundamente cristão e europeísta». Diário Digital / Lusa 21-05-2008 11:45:02

quarta-feira, 21 de maio de 2008

yo no lo creo em brujas! pero que l'ASAE, l'ASAE!

TSF 21 MAI 08 às 15:54 O ministro da Agricultura reiterou que «nenhum produto tradicional está em causa» e mostrou interesse em saber quem fez a lista com cerca de 700 produtos tradicionais que alegadamente estão em risco de extinção devido à legislação em vigor. O ministro adiantou que, depois das denúncias de atrasos no processo para garantir a protecção especial aos produtos tradicionais portugueses, resolveu avançar com uma investigação. O titular da pasta da Agricultura exemplificou que viu na imprensa que «até o toucinho-do-céu estava em causa», sublinhando que «isto deve ter sido uma piada do Gato Fedorento». O governante relembrou o episódio recente em que Paulo Portas ofereceu a José Sócrates um pacote de amêndoas de Portalegre, produzido por uma empresa que teria sido encerrada pela ASAE. A empresa em causa «estava fechada» quando «lá foi a ASAE», porque «a proprietária estava a negociar com a Câmara de Portalegre» a sua mudança para um «pólo industrial», disse, rematando que «a demagogia mede-se e prova-se». Jaime Silva considerou ainda que toda esta polémica está a servir certos técnicos que pretendem ganhar algum dinheiro à custa de uma «psicose do medo», recusando-se no entanto a identificá-los e frisou que se há excessos na interpretação da lei, eles devem ser corrigidos.

terça-feira, 20 de maio de 2008

tudo por uma qué K (após aprovação do acordo!!!)


Medicamento melhora a vida sexual
Melhor do que o Viagra. É assim que investigadores ingleses classificam um novo medicamento, que não só melhora a performance sexual do homem como desperta o desejo sexual - tanto no homem como na mulher. O novo medicamento, ainda em fase de ensaios clínicos, pode vir a mudar a vida de milhões em todo o Mundo.


Um em seis portugueses troca sexo por futebol
Entre 17 países europeus, Portugal é o que menos abdica de uma relação sexual para ver um jogo fulcral.


mas... Com os espanhóis será assim?
O jogador espanhol Reys, do Sevilha, marcou o terceiro gol do seu time na vitória por quatro a zero contra o Valladolid, na quarta-feira 28. Para festejar, seu colega de time, Gallardo, ajoelhou-se e deu-lhe uma mordida no pênis. A Federação Espanhola de Futebol abrirá um processo disciplinar contra o mordedor. “Foi uma atitude de momento, não ofendi ninguém”, disse Gallardo. “É injusto que eu receba algum tipo de punição por algo tão sem importância.” Sábado, Maio 14, 2005
cowotic.blogspot.com/2005/05/de-boca-no-gol.html

inqueritos


o QREN !

Decisões no máximo em 60 dias, diziam eles... Um dos com promissos do QREN era comprometerem-se com prazos de avaliação, segundo eles, "Vamos meter a cabeça no cepo".
A frase é de Nelson Souza que sublinha "a necessidade de melhorias drásticas" para aperfeiçoar "a capacidade de resposta e cumprimento de prazos determinados" por parte das equipas de avaliação.
Durante as candidaturas ao POPH, quem lia os despachos, chegava a um dos artigos que dizia, "A decisão relativa às candidaturas é proferida pela Comissão Directiva do POPH no prazo máximo de 60 dias, a contar da data limite de apresentação das candidaturas." Pelas minhas contas daria 14 de Maio de 2008, mas este prazo já passou, alguém sabe de alguma coisa?
Afinal o QREN é mais do mesmo.
Este QREN não era de 2007 a 2013?
Mas já vamos em Maio de 2008? Que é dele? Onde estão os resultados? E os contractos assinados? Vamos é todos de banhos e lá para Setembro pensamos nisso. É Portugal no seu melhor, mas com este melhor não vamos a lado nenhum. Posted: in apoios QREN 19 May 2008 11:18 AM CDT

sexta-feira, 16 de maio de 2008

conquista-nos a alma!

Num violão, Eric Clapton, no outro o filho de Harrison (que aliás é a reencarnação do pai),

no piano Paul McCartney,

na 1ª bateria Ringo Star,

na segunda Phill Collins,

na guitarra Tom Petty,

no órgão e vocal Billy Preston.

Talvez esteja enganado, mas parece que na outra guitarra está Peter Frampton.

Acho que Santana está lá atrás.

Não aparece o Socrates, nem a Xantipa, nem qualquer dos musicos do Terreiro do Paço!

Para quem ainda não viu, vale a pena!

apoios QREN

Empresas ainda sem o dinheiro dos
projectos anunciados por Sócrates Dos mais de mil projectos de investimento já aprovados pelos fundos comunitários, nem um foi ainda contratualizado e, sem isso, as empresas não podem receber o dinheiro da comparticipação. Entre a aprovação da candidatura e a assinatura do contrato, é necessário que as empresas entreguem uma série de documentos, pelo que só esta semana deverão começar a ser formalizados os primeiros contratos de financiamento no âmbito do Quadro de Referência Nacional Estratégico (QREN), justificou, ao JN, fonte oficial da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Regional. Apesar disso, o primeiro-ministro, José Sócrates, e o ministro da Economia, Manuel Pinho, têm-se desdobrado em cerimónias públicas com os investidores. Os convites falam da "assinatura de contratos de incentivos do QREN". Mas, de facto, o que tem sido assinado é um documento onde a entidade é informada de que o seu projecto foi aprovado. Daí em diante, explicou a mesma fonte , as empresas são convocadas para apresentarem a documentação complementar necessária, como a declaração de inexistência de dívidas ao Estado ou de certificação de contas. Só depois de aprovada toda a documentação é que as minutas de contrato são enviadas. Mas algumas empresas convidadas para cerimónias públicas em Março e Abril ainda nem sequer foram contactadas para entregar os documentos, apurou o JN. Porém, junto da secretaria de Estado, não foi possível confirmar quantas estão nestas circunstâncias. O Governo recusa, ainda assim, a existência de atrasos - apesar de a análise das candidaturas aos primeiros concursos ter começado em Fevereiro e de o resultado ter sido divulgado a 3 de Março. O que diz a notificação Até agora, os promotores dos projectos só receberam uma notificação dizendo se a candidatura foi recusada, aprovada por completo ou parcialmente aprovada. Quando a missiva dá conta da passagem de todo o projecto, é possível começar de imediato a fazer o investimento, porque as despesas feitas a partir dessa data são elegíveis. "As empresas podem executar o programa mesmo sem o contrato assinado", explicou ao JN o secretário de Estado do Desenvolvimento Regional, Rui Baleiras. Mas quando só uma parte da candidatura foi aprovada, o empresário não sabe quais despesas foram consideradas elegíveis, pelo que se arrisca a efectuar um investimento que depois não será comparticipado. Por isso, empresas que se encontram nestas circunstâncias adiantaram ao JN estarem à espera da minuta do contrato para avançar com o investimento. Esta prática é muito diferente da seguida em anteriores quadros comunitários. Até agora, as empresas apresentavam projectos de candidatura completos, incluindo documentos oficiais necessários. Para agilizar o processo e evitar a despesa de burocracia nos casos em que os projectos são chumbados, o QREN só pede o projecto de investimento propriamente dito. Só se este for aprovado é que chama as empresas para entrega do resto da documentação. Fonte: Jornal de Notícias in Apoios QREN

galego é português?



A Associação Galega da Língua promove domingo uma manifestação em Santiago de Compostela para defender o reconhecimento do galego como parte integrante da lusofonia e denunciar as políticas de normalização linguística desenvolvidas por Madrid.
“Não temos nenhum problema que a língua galega se chame português”, assegurou Alexandre Banhos Campo, da AGAL.“O processo autonómico e político levou a uma espécie de oficialização da língua galega, mas o modelo que nos é imposto nas escolas e na comunicação social é baseado no padrão castelhano”, afirmou. Nesse sentido, “como o português é uma língua estrangeira para os espanhóis, a aproximação do galego à lusofonia é entendida como um delito”. Agal


Claro que o Galego não é Português!
O correcto será dizer que Português é Galego e, se pensarmos um pouco, verificaremos que nos está mais proximo que o Brasileiro...

quinta-feira, 15 de maio de 2008

e este!


trapalhões!


RIDICULO... PIOR SÓ “BOLO REI COM BOCA ABERTA!”

Apartir dedia19, os estudantes do concelho de Odivelas vão participar em ateliês de prevenção contra o tabagismo. Porque Maio é o Mês do Coração (com iniciativas várias, organizadas pela Fundação Portuguesa de Cardiologia) e é também o mês em que se comemora o Dia Mundial Sem Tabaco, a Câmara de Odivelas optou por sensibilizar os mais jovens para as vantagens que ainda podem ter com uma vida sem fumo. Destak 140508 Um erro socrático Sócrates fuma num avião, mas proíbe os outros de acender um cigarro em espaços fechados. Sócrates benze-se durante inaugurações, e faz ele muito bem, mas os protestos dos correlegionários dão a entender que guarda o gesto para piedosas manifestações públicas. Sócrates indigna-se, e com todo o direito, contra quem tenta bisbilhotar a sua vida privada, mas nas viagens acorda os jornalistas para lhes dizer que estão convidados a acompanhá-lo num jogging matinal. As piranhas da oposição estão sempre à espreita, neste caso aliados a repórteres que esquecidos que viajavam na comitiva do primeiro-ministro rumo à Venezuela, «traíram» a confiança do anfitreão e chibaram para fora o vício desconhecido dos portugueses. Vício agravado pelo seu exercício num local onde os habituais passageiros fumadores têm que roer as unhas ou mascar pastilhas de nicotina. De facto, não admira que ninguém queira ir para a política, quando o menor gesto é escrutinado, mas também temos que reconhecer que quem acede a lugares de poder já deve ir preparado para estas devassas, e embuído da máxima de que à mulher de César não basta ser séria, é preciso parecê-lo. Isabel Stilwell editorial@destak.pt 14 05 2008 09.12H
Os responsáveis da TAP vieram justificar que os voos fretados têm regras próprias, certamente impulsionado pelo receio de que o amigo Chavez incitasse o primeiro-ministro português a mandá-los operar às cataratas a Cuba, antes mesmo de privatizar a empresa. Mas a desculpa cola mal: é que a viagem é oficial, paga do nosso bolso, e seria de bom tom que os governantes fossem os primeiros a respeitar uma lei, de que ainda por cima são os autores. Além do mais, regras como? Será que o aparelho tem as condições todas exigidas para os espaços onde é permitido fumar? Sócrates, a esta hora, lamenta-se certamente por não ter fumado antes um charro, porque aí teria, pelo menos, Louçã como testemunha de defesa. Quanto à ASAE já somaram o jackpot à famosa lista de objectivos: apanhar um primeiro-ministro a fumar, dá agora certamente os mesmos pontos que fechar dez mercearias e um hipermercado ao domingo. Isabel Stilwell editorial@destak.pt 14 05 2008 09.12H não sabia que estava a violar a lei O primeiro-ministro lamenta a polémica que se criou à volta deste caso e garante que não sabia que estava a violar a lei, até porque já o tinha feito noutras ocasiões sem que se tivesse criado qualquer polémica. O chefe de Governo assegura que a partir de agora sempre que viajar de avião não voltará a fumar, algo que Sócrates confirma ter acontecido nesta viagem para a Venezuela.
José Sócrates anuncia de resto que tomou a decisão de deixar de fumar e reconhece que depois da lei que entrou em vigor no início deste ano o Governo tem de ser o primeiro a dar um bom exemplo. José Sócrates pede desculpa por ter fumado no voo que o levou de Lisboa para Caracas, onde está a cumprir uma visita oficial à Venezuela.
O pedido de desculpas tinha sido exigido pelo presidente da Confederação para a Prevenção do Tabagismo, que, entretanto, se manifestou satisfeito com o acto de «contrição» de José Sócrates.TSF 140508 Com amigos destes... para que servem os partidos da oposição!!!

terça-feira, 13 de maio de 2008

trapalhões!




"O primeiro-ministro, José Sócrates, o ministro da Economia e Inovação, Manuel Pinho, e vários membros do gabinete do chefe do Governo violaram a proibição de fumar no voo fretado da TAP que ligou Portugal e Venezula e que chegou às cinco horas da manhã de ontem a Caracas (hora de Lisboa, 23h30 na capital venezuelana). O assunto foi muito comentado durante o voo por membros da comitiva empresarial que acompanha Sócrates e causou incómodo a algum pessoal de bordo." PUBLICO 13.05.2008 - 13h33 Luciano Alvarez, em Caracas

Há pouco mais de um ano, e muitos jornalistas atestarão isso, o Sr Engenheiro, através de um assessor, proibiu os jornalistas de um fotografarem ou filmarem numa pausa, enquanto fumava. As pausas que só o Sr Engenheiro faz no parlamento e fora dele são para o cigarrinho. Não pode ser filmado porque ele tem que cultivar a imagem do tipo que faz desporto e, hoje em dia, que cumpre a lei do tabaco. Não se pode falar nisso porque é estar a atacá-lo. Já não há pachorra para esta SocratóCegueira! Mas foram todos encadeados com um feixe de luz socrática? Então há tipos que foram demitidos do cargo por causa de anedotas, tipos a quem mancharam o nome porque hoje respondiam uma coisa e amanhã outra e este tipo é ele mesmo o mestre da propaganda, com tanto ministro a andar para a frente, para trás e para fora e ainda acham que esta é uma notícia mesquinha? Bem, na verdade também acho... mas tem um grande significado para mim: finalmente um (ao menos um) jornalista de um jornal de grande tiragem comprou óculos e simultaneamente perdeu o medo!
Luciano Alvarez... quanto tempo durarás no cargo é a minha pergunta agora. PUBLICO 13.05.2008 - 19h25 - celia c., Lisboa

Não se pode esperar muito de quem se prepara para, em troca de uns barris de petróleo, agachar perante quem há dias comparou Angela Merkel a Hitler e faz gala em ser amigo de sujeitos como os presidentes do Irão, de Cuba ou do Zimbabwe. Ainda assim, a pouca vergonha devia ter limites e atitudes como esta, a confirmarem-se, dizem muito sobre o carácter de quem nos governa. É de lixo que se trata quando, no uso da autoridade que o Estado lhes confere, estes indíviduos violam as leis que sem apelo nem agravo impõem àqueles que governam.

Como qualquer tiranete, Pinto de Sousa acha que as leis são ... para os outros cumprirem. Para ele e sua camarilha é o regabofe. Olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço. Pois o que faz não tem nada a ver com os bons hábitos e costumes. E viva esta «república das bananas». Ainda há quem diga (como o faz o venerador e obrigado Almeida Santos) que este é o melhor Primeiro Ministro do reino. PUBLICO 13.05.2008 - 19h24 - José Maria Ribeiro

noticias doutro mundo!



JUIZ DECIDE LIBERTAR ASSALTANTES VIOLENTOS
Sabiam a que horas as caixas multibanco eram abastecidas e atacavam as carrinhas de transporte à mão armada na Grande Lisboa. Sete nos últimos meses, com ameaças de morte e à média de 35 mil euros ao bolso por assalto. Quinta-feira foi o último, em Massamá, mas há uma semana, em Loures, viram testemunhas do crime e dispararam – um porta-valores da Esegur ficou ferido.
A Direcção Central de Combate ao Banditismo da PJ andava há vários meses a seguir o rasto dos quatro perigosos cadastrados, referenciados por dezenas de carjackings e outros roubos violentos. Foram buscá-los ao final da manhã da última quinta-feira a uma casa em Loures. Um atirou-se da janela do quarto andar e morreu (ver caixas) mas três foram presentes ao Tribunal de Sintra. Resultado: dois estão em liberdade com simples apresentações periódicas na esquadra e outro de regresso a casa com uma pulseira electrónica. Critério do juiz, apurou o CM: a integração social dos perigosos assaltantes, por supostamente terem emprego. Um afirmou ser barbeiro.
Provas não faltavam à Judiciária e ao Ministério Público, que promoveu a prisão preventiva para todos: foram encontrados, em buscas às casas do gang, os sacos da Esegur e, em cima de uma mesa, as notas roubadas, além das armas dos crimes. A pistola utilizada na semana anterior para atingir o funcionário da empresa de segurança numa perna tem calibre 7,65 mm – só permitido a polícias.
Também atiraram contra as pessoas que passavam na rua, por serem testemunhas. Foi atingido um funcionário da Esegur e a decisão do juiz de Sintra foi mal aceite na empresa. "É a total impunidade", lamenta ao CM um responsável. "A polícia trabalha para nada. Os juízes depois incentivam-nos a continuar." O historial de violência do gang – todos os elementos estão na casa dos vinte anos – vem de há muito. Mais de dez roubos, carjacking e dois deles terão tentado assaltar um banco no Lumiar, Lisboa.

SOLTOS EM ASSALTO A BANCO
Dois dos quatro violentos assaltantes do gang preso pela PJ e libertado pelo juiz já tinham passado pela mesma experiência há uns meses, apurou o CM junto de fonte da PSP. Estiveram envolvidos na tentativa de assalto a um banco na zona do Lumiar, Lisboa, mas falharam o alvo e foram detidos depois de uma perseguição da PSP. O roubo não foi consumado e o juiz de Instrução Criminal soltou-os. Puderam assim integrar o perigoso gang agora desmantelado pela DCCB, depois de uma pessoa ser baleada.
ATIRARAM-SE DO 4.º ANDAR
Quando os inspectores da Direcção Central de Combate ao Banditismo arrombaram a porta do quarto andar, no bairro das Sapateiras, Loures, estavam três homens no apartamento. Eram 12h30 da última quinta-feira, horas depois do último assalto. Não contavam com uma reacção imediata da PJ e dois deles só tiveram tempo de se lançar com os sacos de dinheiro pela janela. Um foi amparado na queda e logo apanhado, mas Dácifer Afonso, cabo-verdiano de 24 anos, caiu de joelhos e morreu horas depois.
A PJ apanhou mais um elemento e, depois de desmantelar o gang, apresentou-os a um juiz de Sintra... Para saírem em liberdade.

no comments!



segunda-feira, 12 de maio de 2008

sempre a ASAE...


textos que merecem ser divulgados, lidos e espalhados...

porque "agua mole...

O progresso foi à vida
A perversão das instituições é um drama. Tomemos por exemplo a ASAE que nasceu para ser amiga do povo, defendendo-o da porcaria. A divulgação da lista de atrocidades a que se propõe a ASAE deu cabo da relação de amizade que se impunha.
A culpa é da genética nacional ilustrada num ditado popular: "queres conhecer o vilão, põe-lhe um cajado na mão." E, pronto, lá se foi o progresso. Os "inspectores" não são os tipos que nos defendem. São os verdugos que defendem as "marcas" contra a contrafacção (que é amiga do povo), que só deixam fumar os clientes dos estabelecimentos de luxo (onde o povo não entra) e que têm de prender 410 pessoas, abrir 1640 processos-crimes e passar 12 mil multas. Ah, a Santa Inquisição… CM 12 Maio 2008 - 00h30 Leonor Pinhão, Jornalista

Blog
O senhor director da ASAE diz que o documento, com metas para apreensões, detenções, encerramentos e outras operações, não era para ser divulgado – e que pertence apenas aos inspectores da sua organização. Estaline também tinha uma lista com quotas de fuzilamentos, prisões e assassinatos sumários – mas não a divulgava à Imprensa.
Em Moscovo era preciso matar 30 000, mais 20 000 em Kiev e por aí fora. Mao, na China, determinou que 5% da população era contra-revolucionária e mandou que se fuzilasse (depois aumentou o número, claro). O essencial era cumprir as quotas. Os inspectores da ASAE também serão visitados por eventuais mandaretes que irão averiguar o grau de cumprimento dos fuzilamentos, perdão, das detenções e encerramentos que figuram nos objectivos. E assim vamos. CM 12 Maio 2008 - 00h30 Francisco José Viegas, Escritor

domingo, 11 de maio de 2008

apanhados... na manif!

Expropriações suspeitas

A poucos dias de abandonar a presidência do INATEL, Alarcão Troni, afirmou que vai enviar à Procuradoria-Geral da República um dossiê sobre várias tentativas de expropriação de terrenos em Albufeira que considera terem contornos "suspeitos". Em causa estão o campo de futebol do INATEL, um terreno com 12 mil m2 na zona mais nobre da cidade, e a mata de Albufeira, considerada o maior pulmão verde do Algarve. "Tudo o que assinei teve por base pareceres da Direcção-Geral do Ordenamento do Território e nunca foi contrariado por aquele organismo", afirmou José Eduardo Martins ao CM. Por resolver está ainda o destino do chamado Edifício da Praia, um ex libris de Albufeira e um dos mais famosos centros de férias do INATEL. Recorde-se que no Governo de António Gueterres o então ministro do Ambiente, José Sócrates, defendeu a demolição daquele imóvel. Uma tese que parece estar a ganhar novos adeptos... in CM 110508 Fundado em 1935 como Fundação Nacional para Alegria no Trabalho (FNAT), o INATEL foi transformado em instituto público depois do 25 de Abril de 1974. O seu regresso à figura de Fundação já foi aprovado em Conselho de Ministros, com o objectivo de flexibilizar a gestão e tornar mais competitiva a prestação de serviços. O INATEL detém um património avaliado em mais de 110 milhões de euros, entre prédios, matas, obras de arte e outros activos sob gestão. Tem 250 mil sócios e 21 centros de férias espalhados por todo o País.

Tanta trapalhada! Pior só as mídia-inventadas do tempo de Sampaio...

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) esclareceu hoje que distribuiu por engano pelas direcções regionais um documento "não validado" que aparentemente quantificava objectivos, mas que consistia apenas num ficheiro de trabalho com "resultados previsíveis". ... Para o CDS/PP, a notícia do Expresso "põe em causa as afirmações" de António Nunes e prova que este responsável "faltou descaradamente à verdade", quando negou inicialmente o documento, para depois dizer que era da Direcção Regional do Norte, quando na realidade saiu da sede. O documento em causa prevê um total de 410 detenções, 25.420 processos por infracção, 1.30 suspensões de actividade, 1.40 processos crime e 12 mil contra-ordenações. Num comunicado divulgado esta madrugada, a ASAE esclarece ter aprovado um quadro final que fixava os objectivos operacionais para as direcções regionais, "excluindo-se da informação os resultados previsíveis". Mas "dado que se tratava de um ficheiro informático com várias páginas, foi enviado às Direcções Regionais não só o quadro aprovado pela Direcção, mas os outros ficheiros de trabalho não validados que tinham entretanto sido substituídos". Expresso 100508
antecedentes: No final de Abril, o líder do CDS/PP, Paulo Portas, acusou a ASAE de "perverter" o seu funcionamento ao distribuir "objectivos quantificados" que cada inspector deve cumprir. Segundo Paulo Portas, o CDS-PP teve acesso a um "documento oficial da ASAE distribuído dentro da Direcção Regional do Norte" daquela entidade, no qual estão quantificados os objectivos anuais para cada inspector. De acordo com o documento, precisou Paulo Portas, cada inspector daquela direcção da ASAE "tem que detectar 124 infracções, levantar 61 processos de contra-ordenação, que vão terminar em coimas, abrir oito processos-crime e fechar ou suspender o funcionamento de pelo menos seis estabelecimentos". "E até têm de, por instrução central, fazer, pelo menos, duas detenções de pessoas", acrescentou.
Naquela altura, reagindo às acusações de Paulo Portas, António Nunes afirmou desconhecer o documento citado pelo líder do CDS/PP e garantiu que não se revia nele e que "não houve orientações nesse sentido".
aguardemos as idas daquele senhor ás televisões e as multiplas entrevistas a jornais... para ficarmos a saber mais da trapalhada!

sábado, 10 de maio de 2008

coragem!


«Precisamos de um sistema educativo sólido. A ideia de que se tem um canudo estilo engenheiro Sócrates, que dá para tudo, já não serve e o desemprego de jovens licenciados está ligado a esta questão: ou bem que o canudo tem algum significado, ou não serve para nada neste momento», Manuela Ferreira Leite em Lourosa, Santa Maria da Feira 100508

«Habituem-se»! Ele sabe que pode ser o nosso primeiro!

Costa separa-se de Sócrates

António Costa só avisou José Sócrates que iria estar ausente dez minutos antes da cerimónia de apresentação de uma das mais importantes obras públicas na capital: a NovAlcântara, integrada na recuperação da Zona Ribeirinha. E fez questão de tornar público o incómodo de a Câmara de Lisboa desconhecer o projecto
Pela primeira vez, garantem fontes socialistas, Costa mostrou que não está disponível para «ficar calado».
«Não creio que exista um desenho final ainda. A Câmara não o conhece, se existe» – declarou António Costa aos jornalistas, sobre o projecto anunciado pelo Governo. O recado teve efeitos imediatos: no dia a seguir, o ministro das Obras Públicas enviou ao autarca a versão final do NovAlcântara.
Este poderá ter sido apenas o primeiro sinal de que as relações entre o autarca e o Governo de Sócrates – em particular o Ministério das Obras Públicas e a secretária de Estado Ana Paula Vitorino, que sempre foi próxima de Costa – estão cada vez mais tensas. «Habituem-se», vaticinam as mesmas fontes.
Sol 090508 Graça Rosendo e Helena Pereira

lapsos...


Quem não se lembra do:
todos estamos a contribuir para “um país mais justo, um país mais pobre”.


pois esta é melhor:
pode haver muitos motivos para censurar o Governo

sexta-feira, 9 de maio de 2008

Ó SE FAZ FAVOR, PODE DESBLOQUEAR A MÁQUINA?

em Comentário, Luís Nunes EDITOR-EXECUTIVO ADJUNTO DO 24HORAS escreve:
Eu pertenço àquele género de pessoas que se sente verdadeiramente mal quando tem de incomodar alguém. Mas desde 1 de Janeiro tenho de o fazer todos os dias. Chegar a um café só para comprar cigarros tornou-se um tormento. É que agora é preciso pedir a um empregado atrás do balcão que “desbloqueie a máquina”. Percebo o alcance da coisa – tudo o que impeça que miúdos ganhem o vício é bom –, mas chateia-me a sério ter de obrigar o rapaz a interromper a importantíssima tarefa que tem em mãos, como tirar um galão bem tirado (é uma arte) ou embrulhar um folhado de salsicha. O que me vale é que não sou o único. Muitas vezes passo o tempo de espera a trocar olhares solidários com outros companheiros dependentes do desbloqueador. Nós, fumadores, somos mesmo um bicho cada vez mais raro... in Global sexta-feira 9demaiode 200 ps: Meu Caro Luís Nunes, experimente dizer, alto e em bom som, “Ó faz favor, dê ai um apertão ao Sócrates!” . Aos poucos os empregados vão entendendo o sinal e, dia a dia, aumenta o nosso gozo ao ver cara dos outros clientes... Claro que eu faço parte do restrito numero de cidadãos que não votaram no dito e não são funcionários públicos ou equiparados, por isso, ainda me posso dar ao luxo de poder dizer estas coisas... e se o ministro da cabecinha flutuante deixar, espero que durante muito tempo!

ASAE, as pessoas não aguentam os disparates


A Eng.ª Ana Soeiro, em recentes declarações à Agencia Lusa, considerou que os mais de 700 produtos, tais como vários tipos de alheiras e outros enchidos; o arroz carolino do Baixo Mondego; a banha vermelha de Estremoz e o folar de Barroso, poderiam beneficiar de «derrogações» europeias «para os produtos tradicionais», que assegurariam a sua continuação.

Ana Soeiro elaborou uma lista dos produtos tradicionais portugueses em risco, «seguramente mais de 700», que correm o risco de desaparecer e que vão desde os queijos, as queijadinhas, os azeites, o mel, frutas, produtos hortícolas, carne dos animais autóctones, entre muitos outros», sublinhou.
Na lista elaborada por Ana Soeiro, com a ajuda de pequenos produtores e autarquias, encontram-se as alheiras de Boticas, o arroz carolino do Baixo Mondego, a banha vermelha de Estremoz e Borba, o bucho da Guarda, o folar de Barroso, a lampreia do Convento de Santa Clara de Portalegre, o mel de Côa, os bolos lêvedos, as cavacas das Caldas, as xerúvias do Fundão, as trouxas da Madeira e as tortas de Azeitão.

«É uma dor de alma ver os pequenos produtores deixarem de laborar, as típicas tabernas portuguesas encerrar porque as pessoas não aguentam os disparates que exigem», sustentou.

Lamentou ainda o facto de Portugal ser «o único país da Europa que não aproveitou as derrogações permitidas pelos regulamentos comunitários».
«É incúria as pessoas pensarem que o importante é o milhão. As coisas pequenas também dão milhões de outra maneira», afirmou, lembrando os turistas que procuram Portugal pela gastronomia.

Pergunto-me quem foram os “criminosos” que deixaram de negociar o que nos é tradicional. Provavelmente andariam a construir Estádios de Futebol...
Mas entendo-os porque coelho com pelo é “cor de rosa” e aparece na Páscoa a esconder ovos, o frango vem embrulhado em celofane do expositor do supermercado e, o leite vem para o frigorifico em mamas paralelipipédicas... !


http://www.ppart.gov.pt/imagens_user/noticias_maos/Ponto_partida_25.pdf

Director Nacional de Saúde?


Comerciantes religiosa e politicamente correctos!

Comerciantes e hoteleiros de Fátima fizeram hoje um balanço positivo das inspecções da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) naquela cidade, que melhoraram a imagem do sector junto dos peregrinos e da opinião pública Sol 6a-feira, 9 Maio 2008




eu não acredito em Brujas pero que l'ASAE, l'ASAE!

a existência de Deus!

Matemático premiado por teoria que prova a existência de Deus O sacerdote católico polaco Michael Heller, também cosmólogo e matemático, recebeu ontem em Londres o Prémio Templeton 2008. O galardão no valor de 1.170 milhões de euros (?), é atribuído a um estudo que mostre como a matemática pode oferecer provas indirectas da existência de Deus. De acordo coma agência católica Ecclesia, as teorias de Heller não se centram em provas da existência de Deus mas em suscitar dúvidas sobre a realidade. O júri distinguiu o sacerdote pelas suas concepções originais sobre “a origem e a causa do Universo”.

quarta-feira, 7 de maio de 2008

trapalhadas!

“... no mesmo dia em que Alípio Ribeiro se demite da PJ, o procurador-geral da República reconhece fracassos no combate ao enriquecimento ilícito; as polícias são das áreas com maior risco de corrupção, diz um estudo que inclui também as autarquias e construtoras na lista negra.” PEDRO SANTOS GUERREIRO
... e os tugas deliciam-se com os 3 Fs !

terça-feira, 6 de maio de 2008

trancas na porta!

após 27mortes por vírus EV-71... Pequim lança plano nacional O número de crianças com febre aftosa humana chegou ontem aos 15.799 casos e a doença já matou 27,num surto que se espalhou pelo país e levou o Governo a accionar um plano nacional de combate à doença. O aparecimento antecipado do vírus EV-71, que costuma atingir o pico durante os meses de Junho e Julho, pode aumentar os seus níveis coma subida das temperaturas. O surto é uma preocupação para a China que além da contestação no Tibete e do percurso atribulado da chama olímpica tem agora o problema do EV- 71 tquando se prepara para receber estrangeiros durante os Jogos Olímpicos.

segunda-feira, 5 de maio de 2008

o ministro garante que não se demite!


nada faltará em termos de segurança e...
O ministro da Administração Interna garantiu hoje que «nada» faltará ao Algarve em termos de segurança durante o Verão, a época de «maior risco» e que merece questões «mais apuradas» de reforço devido ao turismo.

Rui Pereira falava aos jornalistas à margem da cerimónia de apresentação do dispositivo operacional de combate aos fogos florestais do distrito de Faro para 2008, que se realizou em Lagos. Questionado pelos jornalistas sobre o reforço previsto para a região, Rui Pereira não adiantou números, mas disse que o Governo tratará de providenciar para o Algarve o reforço considerado «necessário» e «útil».
«Estamos a ver quais são as necessidades, para garantir a segurança da população do Algarve mas também dos turistas e vamos fazer tudo para que haja toda a segurança necessária», afirmou Rui Pereira.
O ministro da Administração Interna lembrou que até ao final da legislatura serão admitidos cerca de 4500 agentes da PSP e militares da GNR e que, ainda este ano, serão adquiridas quase mil novas viaturas para ambas as forças de segurança.
Quando ao dispositivo para o combate aos fogos a nível nacional, estarão disponíveis 56 meios aéreos, 2300 viaturas e cerca de 9600 homens.
Sol 2a-feira, 5 Maio 2008

... dispositivo foi reforçado para combater os fogos florestais, mas
“Este ano dispomos de um dispositivo mais forte do que nunca. Que conta com 56 meios aéreos, incluindo nove da Empresa de Meios Aéreos do Estado. Que conta com mais de 2.300 viaturas e mais de 9.600 homens e mulheres empenhados em desenvolver este combate”, afirmou o governante, que hoje se desloca a vários pontos do país para dar a conhecer os meios existentes.
“Com maiores ou menores dificuldades, o que posso garantir é que na fase de maior risco, a fase Charlie (entre 1 de Junho e 30 de Setembro) iremos dispor de 56 meios aéreos”, frisou.
Estes 9.600 homens e mulheres “são bombeiros voluntários, mas também bombeiros profissionais, sobretudo os canarinhos que já estão disponíveis em duas companhias e em sete distritos considerados de risco elevado, também elementos das forças de segurança da GNR, do serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente, do Grupo de Intervenção, Protecção e Socorro, da PSP, das Forças Armadas, dos órgãos da Polícia Criminal e Sapadores Florestais”, afirmou Rui Pereira.
Cristina Sambado, RTP 2008-04-26 18:08:39

... o programa segue dentro de momentos, com outras promessas!

sexta-feira, 2 de maio de 2008

esta “esquerda” não aprende...

... "Cónego Melo é alguém que não merece qualquer respeito da República" Luís Fazenda Bastante duro nas críticas, o líder parlamentar do BE, Luís Fazenda, contrapôs os argumentos de Nuno Melo, lembrando que o cónego Melo assumiu a sua ligação ao MDLP, que "semeou o terror" na altura do 25 de Abril. "Isso não esquecemos, não é uma questão mesquinha", salientou, acrescentando que, ao votar contra o voto de pesar, o BE "recorda todos os que ficaram debaixo das bombas". "O cónego Melo é alguém que não merece qualquer respeito da República", disse ainda Luís Fazenda. Pelo PCP, o deputado Agostinho Lopes acusou o CDS-PP de querer aproveitar politicamente a morte do Cónego Melo, lembrando que esteve do lado do "terrorismo bombista". Mas, acrescentou, "cada partido tem os heróis que escolhe". "Pela luta contra o fascismo e pela memória das vítimas, o PCP votará contra este voto", anunciou o deputado. A deputada de "Os Verdes" Heloísa Apolónia justificou também o voto contra da sua bancada por não se identificar com texto apresentado pelo CDS-PP, que "esconde muito da história e de actos atentadores contra a liberdade". Jorge Strech, pela bancada do PS, explicou igualmente a abstenção dos socialistas, sublinhando que o grupo parlamentar "jamais votaria contra o pesar pela morte de alguém". Contudo, acrescentou, por não se tratar de um "voto inócuo" e porque o PS "não aceita qualquer tipo de instrumentalização", os socialistas não acompanharam o sentido de voto nem das bancadas mais à esquerda, nem da direita parlamentar. "Assistimos a uma guerra entre as bancadas mais à direita e mais à esquerda, que tentam uma revisão histórica", declarou. O PSD foi, assim, a único partido a acompanhar o CDS-PP no voto favorável. "Votaremos favoravelmente com toda a tranquilidade. A Assembleia da República não pode transformar-se num tribunal popular", afirmou o deputado Fernando Santos Pereira. Publico 020508 nota: esta “esquerda” não aprende... acabará como em Itália?

... a iniciativa do PGR está a resultar, mas “onde pára a ministra”?


Pais agridem professora
Um rapaz de 11 anos distraía-se com o colega do lado e a professora chamou-o à atenção. Só à segunda vez pegou na caderneta do aluno e, "de forma simbólica, tocou-lhe ligeiramente na cabeça", apurou a PSP junto de quatro colegas. O pai do aluno passava junto à Escola Básica Arquitecto Ribeiro Telles, no Bairro da Boavista, em Lisboa, e, depois de avisado, irrompeu pela sala de aula. A professora foi insultada de "filha da p..." e "vaca" e logo atingida por um dossiê em cheio junto à cabeça na tarde de 4 de Abril.
‘Maria’ (nome fictício), de 35 anos, 'entrou em pânico' com a agressividade do pai do aluno – a quem ainda tentou explicar com calma e 'exemplificar o gesto inofensivo' – e saiu disparada pelo corredor 'a pedir socorro'. Aí cruzou-se com a mãe do aluno de 11 anos, que a 'agarrou num ombro e lhe deu uns abanões', descreveu ao CM a subcomissária Jesuína Correia, da Divisão de Investigação Criminal da PSP de Lisboa. Valeu à vítima a intervenção do director da escola, que separou as mulheres, sendo logo chamada uma equipa da Escola Segura da PSP.
A mãe do aluno, de 24 anos, correu à esquadra mais próxima a apresentar queixa contra a professora, por uma suposta agressão ao filho. Mas as conclusões da PSP são outras: 'Foi feito um balanço de toda a situação e concluímos que não houve qualquer agressão da professora ao aluno. Existiu, sim, uma chamada de atenção que se enquadra no dever de correcção e é socialmente aceite.' O gesto simbólico na cabeça do aluno 'foi com um documento idêntico a um boletim de vacinas. Só tem sete a oito folhas...'
Quanto aos pais do rapaz, a situação é diferente. Em apenas 19 dias, com uma rapidez recorde em Portugal, a PSP concluiu a investigação, remeteu-a para o Departamento de Investigação e Acção Penal e, a 23 de Abril, já tinha saído o despacho de acusação do Ministério Público (MP) contra o casal agressor.
Ele, de 30 anos, responde por injúrias e ofensa à integridade física qualificada; a mulher por ofensa à integridade física qualificada. Arriscam, cada um, até quatro anos de cadeia. 'A rapidez de investigação, em articulação com o MP, enquadra-se na Lei de Política Criminal. A violência contra professores foi definida como uma das prioridades.'
Conclusões da PSP e MP, ouvidos a vítima, agressores e quatro entre cerca de vinte alunos do 3.º ano do 1.º Ciclo da escola, além de um relatório do Hospital de Santa Maria, onde a docente foi assistida: o aluno manteve-se sentado junto à janela depois do gesto da professora e, ao ver passar a irmã no corredor, mandou-a ir chamar o pai. Este entrou pela sala, interrompendo a aula, e insultou a docente. Esta exemplificou o gesto com a caderneta e foi atingida entre a cabeça e o ombro 'com um dossiê carregado de manual escolar e livros'. À porta da sala estava a mãe.


mais violência
murro na cozinha
Na semana passada um aluno de 16 anos agrediu com um murro na cara uma cozinheira, na Escola Secundária Ruy Luís Gomes, Laranjeiro (Almada). A funcionária apresentou queixa na PSP do Laranjeiro.

pontapé no Barreiro
Uma professora de Matemática foi agredida a pontapé por uma aluna de 11 anos, na EB 2/3 Padre Abílio Mendes, no Barreiro. A professora foi assistida no hospital e apresentou queixa na PSP daquela cidade.
familiares batem
Em 2006, um casal familiar de um aluno da EB1 de São Gonçalo, no Lumiar (Lisboa), entrou na escola e agrediu uma professora, que teve de receber assistência do INEM. A escola esteve encerrada alguns dias por decisão dos professores. OMinistério da Educação acabou por reforçar a segurança no estabelecimento de ensino. CM 02 Maio 2008 - 13h00

quinta-feira, 1 de maio de 2008

01 Maio 2008 - 11h00
Aumento rende mil milhões em quatro meses
Os aumentos dos preços dos combustíveis verificados nos primeiros meses deste ano, 15 cêntimos no litro do gasóleo e 10 cêntimos no da gasolina, renderam 775 milhões de euros para as empresas petrolíferas e mais 205 milhões de euros para os cofres do Estado.
Atendendo a que em Portugal, segundo dados da Direcção-Geral de Energia (DGE), se gastam mensalmente cinco milhões de toneladas de gasóleo e um milhão e 800 mil toneladas de gasolina e repartindo 4 cêntimos de aumento por
mês no gasóleo e 2,5 cêntimos por mês na gasolina, o lucro líquido foi de perto de mil milhões de euros, sendo que o Estado arrecada 21 por cento, verba correspondente ao IVA.
De resto, como o preço do barril de petróleo se mantém na casa dos 70 euros desde meados de 2006, já que a valorização do euro face ao dólar tem sido superior à subida do preço do ouro negro, estes contínuos aumentos do preço dos combustíveis em Portugal têm resultado em principal benefício do Estado e das empresas petrolíferas.
'Isto é um roubo, uma saga gananciosa ao bolso dos portugueses, que está a ser levada a cabo pelas petrolíferas, com a bênção do Governo', disse ao Correio da Manhã António Saleiro, o presidente da Associação dos Revendedores da Petrogal (ARCPN), sublinhando que 'quem ganha com este roubo escandaloso têm sido as petrolíferas'.
Mas este dirigente, que também é revendedor, diz que 'a culpa não é das empresas, que fazem pela vida e olham pelos interesses dos accionistas, mas do Governo, que devia regular o sector, impedir a especulação reinante e se demite dessa responsabilidade'.
Face às subidas sucessivas de preço, numa conjuntura de valorização do euro face ao dólar, o Ministério da Economia anunciou ontem que pediu à Autoridade da Concorrência para que analise, com urgência, a formação do preço de combustíveis em Portugal, de forma a garantir que este reflicta os custos de produção.
'Tendo em conta que em apenas quatro meses, ocorreram já catorze subidas nos combustíveis, o Ministério da Economia não pode deixar de estar alerta para as consequências destes aumentos na esfera dos consumidores portugueses', acrescenta a nota enviada pelo gabinete do ministro Manuel Pinho.
A instituição liderada por Manuel Sebastião respondeu, afirmando que vai 'corresponder, com urgência' à solicitação de Manuel Pinho.



01 Maio 2008 - 00h30
Constâncio contraria Governo
O governador do Banco de Portugal (BdP) afirmou ontem que o crescimento da economia portuguesa "não será muito distante de 1,7%", o que corresponde à previsão apresentado há dias pelo relatório da Comissão Europeia e que José Sócrates desvalorizou.
Na audição que decorreu ontem na Comissão de Orçamento e Finanças, na Assembleia da República, Vítor Constâncio sustentou que, para este ano, a previsão do BdP "não será muito distante dos 1,7% que a Comissão Europeia acabou de publicar". O governador não quis avançar já com uma previsão concreta, por considerar que "o processo está em curso", mas adiantou que será uma revisão em baixa entre os 1,3%, valor apontado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), e os 2 % previstos pelo BdP no boletim divulgado em Janeiro.