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domingo, 22 de dezembro de 2024

𝗖𝗿𝗲𝗰𝗵𝗲 𝗱𝗮 𝗥𝘂𝗮 𝗥𝗼𝗱𝗿𝗶𝗴𝘂𝗲𝘀 𝗠𝗶𝗴𝘂𝗲𝗶𝘀

à espera de Dezembro de 2024 
[para mais tarde conferir]
A empreitada de reabilitação da Creche na Rua Rodrigues Miguéis, que será levada a cabo pela SRU (Sociedade de Reabilitação Urbana - Lisboa Ocidental) contemplará a reabilitação profunda e reconversão do edifício do antigo Centro de Saúde da Rua Rodrigues Miguéis, permitindo criar as melhores condições para a instalação da creche, com capacidade para 84 crianças, dos 0 aos 36 meses e terá um prazo de execução de 420 dias.
Este é um equipamento que será construído ao abrigo do Plano de Ação Local de 2019-2022,a que a Câmara Municipal de Lisboa se candidatou tendo por base o Programa Cidade Amiga das Crianças, criado pela UNICEF, no âmbito da Convenção das Nações Unidas sobre os direitos das Crianças

sexta-feira, 26 de julho de 2024

120 camas a custos acessíveis para os estudantes deslocados...



Prometi que um ano depois  estaria aqui a perguntar pelo estado da iniciativa. Cá estou!



sexta-feira, 18 de setembro de 2020

o pra do Medina fez um ano!


Uma torre com o máximo de 23 andares é a “imagem de marca” da nova urbanização. Cada andar vai ter 14 apartamentos, totalizando 314 fogos, todos afectos ao PRA.
... a localização é  “privilegiada” porque se situa numa área de transição entre uma estrutura residencial consolidada de Benfica e uma grande área verde pública, a Quinta Histórica da Granja,
(O Programa de Renda Acessível era uma iniciativa da CML que visa construir nos próximos anos entre cinco a sete mil habitações com renda acessível distribuídos por 15 bairros da cidade.)
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Querem ver que foi mais um barrete que o Medina lhes enfiou?

quarta-feira, 18 de setembro de 2019

o PRA do Medina já foi há seis meses!


Uma torre com o máximo de 23 andares é a “imagem de marca” da nova urbanização. Cada andar vai ter 14 apartamentos, totalizando 314 fogos, todos afectos ao PRA.
... a localização é  “privilegiada” porque se situa numa área de transição entre uma estrutura residencial consolidada de Benfica e uma grande área verde pública, a Quinta Histórica da Granja,
(O Programa de Renda Acessível é uma iniciativa da CML que visa construir nos próximos anos entre cinco a sete mil habitações com renda acessível distribuídos por 15 bairros da cidade.)

sexta-feira, 26 de abril de 2019

Nós é para dar, a Emel é para ele entrar e os Cemitérios é ele para sair?

Repare nestes exemplos (e podia dar-lhe muitos mais) de “idas” a locais onde actualmente e por regra a dificuldade de estacionar é mínima:


Imagine que precisa de ir ao Centro de Saúde (pex.: a USF Rodrigues Migueis) mas o seu “selo de estacionamento” não é da zona, nem da zona contigua, daquela unidade de saúde. Claro que neste caso pode usar os autocarros da Carris.

Já agora imagine-se a residir na Gomes Pereira e pretende ir ao Mercado de Benfica ou a qualquer dos Supermercados que daquele estão próximos. E se, por mero acaso, praticar desporto no nosso Fófó, nele tiver que treinar para as Marchas Populares ou ir ver um bom jogo de futebol. Acontece que nestes casos terá que “ir a pé” porque, directamente, não tem os autocarros da Carris. 

E, se por acaso viver na zona do Cemitério vai ter dificuldade em ir às “feiras” do largo da Igreja e aos belos espectáculos de musica e similares que a sua presidenta lhe oferece naquele espaço a que pirosamente chamam “baldaya”..
ps: a propósito, sabe onde vive a sua presidenta?

sábado, 26 de janeiro de 2019

estou a ficar repetitivo, mas é uma atrás da outra: até a nível de Freguesia o PS também é um antro de ...?

Segundo a  presidenta da Junta de Freguesia de Benfica, Inês De Drummond "puderam votar todos os cidadãos maiores de 18 anos residentes nestes arruamentos, mediante a apresentação do Cartão de Cidadão enquanto comprovativo da sua residência". 
A maioria dos partidos da Assembleia de Freguesia não acompanhou o processo e embora se mencione uma "Associação de Moradores que abrange aquela zona", a Junta de Freguesia não diz qual é. Os únicos que acompanharam o processo foram alguns subscritores da petição que defendia a introdução da EMEL naquela zona. Os comerciantes daquelas artérias ficaram fora do processo. 
Segundo a autarquia votaram 412 moradores de um total 1539 residentes nesta zona. Não obstante, o "FREGUÊS DE BENFICA" contabilizou o número de fogos existentes na zona 45 com os seguintes resultados: 
-Avenida do Colégio Militar (355 fogos, 30 espaços comerciais); 
Estrada de Benfica do  440 ao nº 454 e o nº 503 (107 fogos, 9 espaços comerciais); 
-Rua Barroso Lopes (32 fogos e 2 espaços comerciais); 
-Rua Paulo Renato (75 fogos);
-Rua Dr. João Couto (274 fogos, 6 espaços comerciais); 
-Rua Julião Quintinha (45 fogos, 6 espaços comerciais e um edifício que é um ginásio e um outro que é um templo religioso); 
-Rua Joaquim Paço de Arcos nº 9 ao nº 15 e o nº 2f (estes números são 5 espaços comerciais e o 2f é a torre A do Fonte Nova com 75 fogos).
No total, foram contabilizados 963 fogos e 58 lojas de rua com comércio variado. Considerando que poderão existir duas pessoas por fogo (tal como a própria Junta sempre referiu) estaremos a mencionar um universo de 1926 pessoas (mais 387 que o valor indicado pela JF).
A Junta de Freguesia anunciou o seguinte:
318 votos Sim (77,2%), 94 votos não (22,8%), considerando "que há um amplo consenso entre os moradores desta zona". 
Se o acto de Junta de Freguesia não é legal e põe em causa o Direito Democrático, podendo  do ser considerado um comportamento demagógico de manipulação politica, há um aspecto certo: 
- só uma minoria se terá pronunciado e, ainda menos, se terão manifestado a favor da EMEL. (uma petição a reivindicar a entrada da EMEL nesta zona discutida na Assembleia Municipal só tinha obtido 245 assinaturas). 
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Por outro lado, não foram consideradas as artérias contíguas à Zona 45. 
O estacionamento tarifado naquela zona pressionar as artérias limítrofes, afectando a Qualidade de Vida dos moradores. O efeito dominó não deixará de ser aproveitado pela EMEL para criar microzonas na freguesia ou alargar a zona 45.