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sexta-feira, 23 de setembro de 2011

"dura lex" ou duralex?

800 Testemunhas foram arroladas pela defesa e pela acusação para o julgamento do caso Face Oculta, número que deverá ainda aumentar, tendo em conta que o prazo para os Arguidos apresentarem contestação ainda não terminou.
O julgamento tem início a 8 de Novembro no Tribunal de Aveiro. Jornal de Negócios

Se tivermos em conta o tempo que demoram a concluir os Processos Casa Pia, Portucale, BPN, etc., teremos mais um “caso” para demorar uma dezena de anos.
O custo será de milhões de euros, que não será contabilizado, mas que todos nós, contribuintes, iremos pagar.
Isto é, o custo benefício será, à partida, altamente negativo e no final acabaremos por verificar que “a montanha pariu um rato” para um qualquer paraíso cabo-verdiano…

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Face Oculta, lembram-se?

O processo Face Oculta investiga alegados casos de corrupção e outros crimes económicos de um grupo empresarial de Ovar a que está ligado Manuel José Godinho, que se encontra em prisão preventiva. Entre os arguidos estão o então presidente da REN-Redes Eléctricas Nacionais, José Penedos, e Armando Vara, ex-ministro socialista e ex-administrador do Millenium/BCP. O processo ficou assim concluído e a PJ propõe que seja deduzida acusação formal contra "cerca de 30 pessoas", duplicando o número de arguidos ouvidos durante os interrogatórios judiciais entre Outubro e Novembro de 2009. económico ...mais um caso que irá passar a "caso"?

domingo, 21 de março de 2010

manifesto de intenções... (2)

«O primeiro-ministro não conhece o senhor Manuel Godinho e não recebeu pessoalmente qualquer presente de Natal seu, ou de qualquer das suas empresas». «Não existe no gabinete do primeiro-ministro, nem no gabinete do secretário-geral do PS, qualquer registo de ofertas de Natal com essa proveniência». Jorge Coelho, presidente executivo da Mota-Engil, declarou também que «nunca tinha ouvido falar desse senhor» até às primeiras notícias do Face Oculta. «Não sei se recebi ou não algum presente dele. Recebo inúmeras prendas, todos os Natais. E canetas Montblanc já devo ter recebido umas 200!». António Mexia, presidente da EDP, «não conhece nem nunca viu Manuel Godinho» informou o porta-voz da empresa. Fernando Lopes Barreira, o empresário que dirige a Consulgal, não quis prestar declarações. Armando Vara, ex-vice-presidente do BCP, disse «nunca» ter recebido qualquer presente de Manuel Godinho, nomeadamente os que estão registados nos documentos apreendidos ao empresário de Aveiro e José Penedos, foi o único que admitiu ter recebido dois dos presentes ali indicados apesar de não os ter identificado logo com o empresário. Sol
parece que o empresário Godinho apenas quiz fazer um manifesto de intenções...

sábado, 27 de fevereiro de 2010

fuga de informação alertou alguns arguidos do Face Oculta

Uma fuga de informação do interior do aparelho de investigação alertou alguns arguidos do processo Face Oculta que estava em curso um inquérito. Isso aconteceu quando foi emitida a primeira certidão sobre o "chefe" a 24 de Junho. ler mais no Sol antes que desapareça Cada vez mais o que vai aparecendo em sequência da investigação do Face Oculta, se assemelha ás clássicas batalhas da Informação/Contra-Informação... Mesmo sem alinhar na "teoria da conspiração" não posso deixar de relacionar as declarações da PGA Almeida na AR e a resposta que a PJ lhe deu . O curioso de tudo isto é que como, nem a PGA, nem os inspectores da PJ, deverão ter formação na disciplina de Desinformação alguém nisso especializado anda a fazer o trabalhinho para eles perderem a necessaria confiança mutua ... ou como diria um dos restantes da PT: andam a ser encornados, com "f grande...", acrescento eu.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

tecnicas de desinformação?

O "Correio da Manhã" e o "Diário de Notícias" escrevem hoje que o despacho assinado pelo Procurador-Geral da República, Pinto Monteiro, para arquivar as suspeitas de atentado contra o Estado de Direito no caso das escutas do processo Face Oculta, "contraria o que o próprio disse em comunicado" a propósito das conversas que envolviam o primeiro-ministro. Os dois diários garantem que no documento a que tiveram acesso, Pinto Monteiro não se pronunciou em nenhuma altura sobre as escutas do primeiro-ministro. Expresso.pt O secretário geral do PS afirmou, perante a Comissão Nacional do seu partido, que nada teme sobre a divulgação de escutas no âmbito do processo "Face Oculta" e advertiu que recusará que o Orçamento seja desvirtuado. "Não temos nada a temer com a divulgação de escutas", disse, citado por membros da Comissão Nacional do PS e voltou a insurgir-se contra "as violações do segredo de justiça" no processo "Face Oculta" e afirmou que a campanha em curso "representa um ataque" aos sistemas democrático e judicial. expresso A confusão no cruzamento de noticias de vários o.c.s. continua...
O melhor será substituir "confusão" e chamar-lhe "tecnicas de desinformação". . estas duas noticias cruzadas com o post anterior são demonstrativas disto.
O curioso é que estas tecnicas que não se ensinam no ensino normal (nem nas "novas oportunidades"), são aprendidas nas agencias de inteligencia e leccionadas em exclusivo para os seus agentes... Estranho, não é?

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

controlar imprensa e TVI não é crime

ISTO NÃO É CRIME: O PGR, Pinto Monteiro, após analisar as escutas telefónicas efectuadas no caso "Face Oculta", chegou à conclusão de que pressões e interferências visando imprensa e restantes órgãos de comunicação social favoráveis ao primeiro-ministro, por si só, não são comportamentos puníveis no plano criminal. CRIME É ISTO: Dois jovens, de 17 e 18 anos, começaram ontem a ser julgados por um colectivo de três juízes por, alegadamente, terem roubado um saco de amêndoas e uma garrafa de whisky no Minipreço em Perafita, Matosinhos. ‘Ganita’ e ‘Pistolas’ são acusados de um crime de roubo de dois produtos avaliados em dez euros, e arriscam uma condenação que pode ir até aos oito anos de cadeia. CM Ora bem, o PGR tem razão, cabe-lhe interpretar e agir de acordo com a Lei... que, no mínimo, foi redigida e aprovada por ex-alunos das "novas oportunidades".

2ª Lei de Newton... isto está imparavel

Rui Pedro Soares, um dos dois administradores da PT que alegadamente participou no plano para controlar a comunicação social, renunciou ao cargo que ocupava como administrador desta empresa. tsf Contudo, os trabalhadores da PT consideram que a renúncia de Rui Pedro Soares não altera nada, sendo necessário um esclarecimento sobre o alegado plano para controlar a comunicação social, e defendem ainda a saída de Fernando Soares Carneiro. tsf Com os lugares e a empresa em risco o presidente e o presidente executivo da Portugal Telecom têm estado a trabalhar em conjunto desde que foram publicadas na imprensa escutas do processo “Face Oculta”. tsf Porque parece haver indícios de “actividades alegadamente ligadas ao Face Oculta” as instalações Portugal Telecom foram objecto de buscas na segunda-feira passada. tsf
se bem me lembro "quando um corpo se move livremente em um plano inclinado, com atrito, a força resultante, responsável pela sua aceleração, é a soma vectorial da componente tangencial de seu peso (PT) com a força de atrito dinâmica".
isto é, o valor do atrito ainda é grande... mas o "corpo" começou a mover-se e a aceleração independe da massa do corpo.
ou seja: isto está imparável!

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Quando o sol nasce...

Uma investigação às contas bancárias de Manuel José Godinho Face Oculta terá descoberto alguns movimentos suspeitos: três endereçados a Pedro Santana Lopes, um a Paulo Santana Lopes, dois cheques para o CDS-PP de Paulo Portas, três cheques para Narana Coissoró, no valor 72.325 euros. Aguardam-se novas notícias sobre submarinos, robalos e outros negócios pretos… Mas fica, desde já a conclusão que Manuel Face Oculta além de benemérito é um “democrata”. Quando dá… dá a todos!

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

"o polvo" será o titulo. Desobediencia civil ?

O semanário 'Sol' recebeu uma providência cautelar, cujo autor é Rui Pedro Soares, o administrador executivo da Portugal Telecom, para tentar impedir que o jornal publicasse mais escutas obtidas no âmbito do processo 'Face Oculta'. Contudo aquele semanário informou que continuará a abordar o alegado plano do Governo para controlar vários órgãos de comunicação social hostis. Comunicado da Direcção do Sol: O semanário SOL estará amanhã nas bancas como habitualmente, incluindo novas revelações sobre as escutas no processo ‘Face Oculta’. Essas escutas provam manobras para controlar outros órgãos de comunicação social, além da TVI, e condicionar jornalistas. A Direcção do jornal tomou conhecimento através da comunicação social de uma providência cautelar interposta por uma figura citada nas notícias, não tendo sido notificado, porém, nenhum membro da administração da empresa ou da direcção do jornal. A Administração e a Direcção do SOL agradecem as múltiplas mensagens de apoio recebidas ao longo do dia de hoje e o interesse manifestado por jornalistas e meios de comunicação. A Direcção do SOL José António Saraiva José António Lima Mário Ramires Vítor Rainho Sol Parece ser um caso de “desobediência civil”... o primeiro, mas não o último. Grave será quando a desobediência saltar dos jornais para a rua. Já faltou mais.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

“Nunca o Governo deu orientações à PT para comprar uma televisão”

"Mantenho tudo o que disse no Parlamento e todos aqueles que referem uma ligação entre o Governo e a PT (no negócio da TVI) estão a faltar à verdade", afirmou José Sócrates, em Cantanhede."Nunca o Governo deu alguma orientação à PT para comprar uma estação de televisão e a PT já divulgou há muito tempo que tinha essa intenção estratégica (de entrar na TVI)", acrescentou o primeiro-ministro. "Gostaria de recordar que a divulgação de escutas no semanário "Sol" é um acto criminoso, é um acto ilegal", disse José Sócrates, acrescentando: "É um crime contra a Justiça e lamento que não tenha havido nenhum partido que tenha criticado esse crime"."Para esses partidos já vale tudo e isso é que é pôr em causa o Estado de Direito", salientou."Os partidos foram longe demais, não apenas me atacando a mim mas também a Justiça", concluiu. Económico

a alegada intervenção do Governo na intenção de compra de parte da TVI pela PT.

O Bloco de Esquerda anunciou, esta segunda-feira, que vai propor a constituição de uma comissão de inquérito parlamentar sobre a alegada intervenção do Governo na intenção de compra de parte da TVI pela PT. Com este inquérito parlamentar o BE quer apurar «se houve ou não houve uma intervenção do Governo em todos os negócios da compra eventual da TVI pela PT», disse o líder do BE, Francisco Louçã, em conferência de imprensa em Lisboa. Louçã justificou esta proposta do BE com os extratos do despacho do juiz de Aveiro responsável pelo caso Face Oculta divulgados sexta feira pelo semanário Sol. Segundo os extractos transcritos, o magistrado considera haver «indícios muito fortes da existência de um plano», envolvendo o primeiro-ministro, José Sócrates, para controlar a estação de televisão TVI. tsf O líder parlamentar do CDS-PP anunciou que vai propor a audição do ex-diretor da TVI e do presidente da PT, entre outros, para esclarecimentos sobre a alegada intervenção do Estado na TVI. tsf O PSD vai mais longe e por sua iniciativa poderão ser chamadas a depor pelo menos 25 individuos que segundo o DN, serão: Armando Vara- administrador do Millenium BCP, Paulo Penedos- assessor da PT, Rui Pedro Soares- administrador da PT, José Eduardo Moniz- ex-director de Informação da TVI, Manuela Moura Guedes (TVI), Mário Crespo (SIC), José Manuel Fernandes (Público), Ana Paula Azevedo e Felícia Cabrita (Sol), José Leite Pereira (Jornal de Notícias), António Costa (Diário Económico), Henrique Monteiro (Expresso), António José Saraiva (Sol), Júlio Magalhães (TVI), Joaquim Oliveira (Controlinvest), Paulo Fernandes (Cofina), Bernardo Bairrão e Manuel Polanco (Media Capital), Zeinal Bava e Henrique Granadeiro (PT) e Nuno Vasconcelos (Ongoing). DN
parece que falta alguém... isto é apenas uma lista de mexilhões...

sábado, 6 de fevereiro de 2010

se não fosse uma "palavra dificil" ele diria que era.. Voyeirismo

O Jornal Nacional é um "telejornal travestido" feito de "ódio e perseguição pessoal" Na entrevista que concedeu à RTP, o primeiro-ministro adiantou que tem o direito de processar quem me injuria e acusou o Jornal Nacional da TVI de sexta-feira de ser um espaço de caça ao homem. vídeo. O primeiro-ministro considera agora “absolutamente lamentável” o que apelidou de “jornalismo de buraco de fechadura”, baseado em “escutas telefónicas e conversas privadas” sem relevância criminal. texto E quando questionado sobre as notícias dos últimos dias que o acusam de ingerência no caso TVI e de, alegadamente, querer condicionar o Presidente da República, o ainda primeiro-ministro recusou contribuir para «essa infâmia» e responde assim: «Eu não contribuo para essa infâmia, nem para a degradação da nossa vida pública, baseando-se essas acusações e essas notícias em escutas telefónicas» mais texto Ora é sabido que os cursinhos das novas oportunidades ensinam um português estranho, até para o novo acordo, e estes ditos configuram-no, sem dúvida, como muito colorido... Na realidade o que os jornalistas fizeram foi transcrever o despacho de 29/6/2009 do Juiz António Joaquim da Costa Gomes: Nas intercepções telefónicas autorizadas e validadas neste inquérito, em diversas conversações surgiram indícios da prática de outros crimes para além dos directamente em investigação nos autos, tendo sido decidido genericamente que se aguardaria pelo desenvolvimento da investigação com vista a garantir o máximo de sigilo e eficácia, excepto se as situações decorrentes destes conhecimentos, pela sua gravidade e circunstâncias, exigissem o desenvolvimento de diligências de investigação autónomas que impusessem a imediata extracção de certidão. continua aqui Ou o de 23/06/2009 de João Marques Vidal: Do teor das conversações interceptadas aos alvos Paulo Penedos e Armando Vara resultam indícios muito fortes da existência de um plano em que está directamente envolvido o Governo, nomeadamente o senhor primeiro-ministro,... ler tudo ...mas tudo tinha começado quando Teófilo Santiago, que coordena a investigação da PJ no ‘Face Oculta, o reportou... ler todo Serão estes magistrados jornalistas do buraco da fechadura?
Claro que as conversas eram privadas e o ainda Primeiro é público. Mas o que é que irá acontecer quando o ex-primeiro for privado e aquelas conversas se tornarem públicas... Aceitam-se conjecturas...

«Alguém tem de intervir para pôr ordem neste país» JEM

O ex-director-geral da TVI, José Eduardo Moniz, considera «assustadora» a notícia publicada pelo SOL sobre um possível plano do Governo para controlar os media, por «confirmar os indícios» de ingerência governamental na TVI: - «É assustador termos a confirmação daquilo que eram indícios sérios de intervenção governamental no que diz respeito à TVI e às relações com a sua administração, nomeadamente com a administração da Media Capital»; - «É lamentável que isto aconteça, que a democracia portuguesa seja abalada por situações deste género e que haja conluios entre poder político e poder económico no sentido de condicionar o livre jornalismo em Portugal»; - «Já não é apenas a crise económica, é uma crise de valores que atravessa a sociedade portuguesa. Acho que isto não é sinal de maturidade, não é bom para a tal credibilidade que o ministro das Finanças dizia ser preciso transmitir para o exterior». Mas Jose Eduardo Moniz vai ainda mais longe: «Acima disso tudo, acho que este primeiro ministro, pelas fragilidades de carácter que tem vindo a revelar, não tem condições objetivamente para continuar a ser primeiro ministro» e o Parlamento «perante quem o primeiro ministro disse não saber nada sobre os negócios que se estavam a desenhar entre a Prisa e a Portugal Telecom, tem de fazer alguma coisa». Moniz entende também que o Presidente da República «não pode ficar indiferente».
com o devido respeito apetece dizer parafrasear Maria João Avilez :
"... é a primeira vez que estou à beira da vergonha"

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

inquérito à divulgação de escutas

O procurador-geral da República (PGR) anunciou hoje a abertura de um inquérito à divulgação pelo semanário "Sol" de notícias sobre as escutas telefónicas efectuadas no processo "Face Oculta", que envolvem figuras do PS como Armando Vara e Paulo Penedos. ... O juiz do processo Face Oculta desligou as escutas hoje divulgadas daquelas cuja destruição foi decidida pelo presidente do Supremo Tribunal de Justiça (STJ) e reiterou que vai cumprir "escrupulosamente" a ordem de Noronha do Nascimento e que ainda não o fez "porque se está à espera do expediente" necessário. DN
Alguém, no tempo do Estado Novo, a propósito da informação que nos era ocultada terá dito:
"os portugueses tem toda a informação que precisam...".
Afinal nem as moscas mudaram neste Estado a que isto chegou.

Indícios de “atentado contra Estado de Direito”

O CM noticiou sexta-feira, pp, que a Polícia Judiciária apreendeu uma minuta de um contrato de aquisição da Media Capital por parte da PT, uma das provas reunidas na investigação do processo ‘Face Oculta’ que demonstra a existência de um negócio que visava a compra da TVI, um "negócio" que repetidamente Pinto de Sousa afirmou desconhecer.
Costa Gomes, o juiz do Tribunal de Aveiro, considerou aquele documento um indício do envolvimento do primeiro-ministro no que entendia ser uma estratégia para condicionar a liberdade de expressão. Manuela Moura Guedes seria afastada e José Eduardo Moniz silenciado. "Um plano em que estará directamente envolvido o Governo, nomeadamente o primeiro-ministro, visando o controlo da estação de televisão TVI e o afastamento da jornalista Manuela Moura Guedes e do seu marido, José Eduardo Moniz, para controlar o teor das notícias", escreve o juiz, na certidão enviada para a PGR e que indiciava Pinto de Sousa pelo crime de atentado contra o Estado de Direito. O despacho diz ainda que o plano se tornava claro através da análise de conversações mantidas entre Paulo Penedos e Armando Vara.
O magistrado considerava também que das conversas "resultavam fortes indícios de que as pessoas envolvidas no plano tentaram condicionar a actuação do presidente da República procurando evitar que fizesse uma apreciação crítica do negócio". CM Sobre o assunto o gabinete do ainda primeiro-ministro disse à SIC Notícias que, para já, não será feita qualquer reacção e sublinhou que caso foi arquivado...
A provar-se, já que parece que este tipo de noticias resvala em indiferença e falta de ética, questiono-me sobre a formação civica daqueles que usaram de pseudo competências juridicas par determinar o arquivamento.

domingo, 10 de janeiro de 2010

Os quilometros de Vara são 25...

Na escuta telefónica captada a 28 de Maio entre Armando Vara e o empresário Manuel José Godinho, este pergunta àquele “se quer para agora «os 25 quilómetros»”. A defesa de Armando Vara, informa que «quilómetro» é um termo de calão utilizado na banca que se refere a dez mil euros, isto é, 250 mil euros, parece que o suposto valor de um depósito que Godinho iria fazer no BCP. Será que o fez? Para o Ministério Público os quilómetros referem-se a 25 mil euros, dinheiro que alegadamente serviu para pagar o facto de Armando Vara lhe ter apresentado o administrador da EDP-Imobiliária, Domingos Paiva Nunes. Um outro registo de outra conversa é de Godinho a pedir à secretária «50 documentos» para dividir por duas pessoas no dia em que Godinho almoçou com Vara e Lopes Barreira. O Juiz de Instrução de Aveiro considerou credível que Vara e Lopes Barreira tenham recebido 25 mil euros cada um. Cristina Santos-TSF
que pena este ser mais um processo que vai resultar em...nada!
Uma curiosidade deste processo saiu do advogado de defesa de Armando ao referir que quilometro é o termo usado na gíria de bancário para €1000… mas está enganado. Usa-se o “quilo” para referir aquela quantia e, recentemente, começou a ouvir-se chamar “vara” a dez mil euros. Porque será?

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Juiz de Aveiro reCUa nos esclarecimentos

Depois dos "zigue-zagues" do Procurador-geral da República e do Presidente do Supremo Tribunal de Justiça, chegou a vez de o juiz de instrução do processo "Face Oculta", António Gomes, envolver-se em declarações contraditórias.
No passado fim de semana, o magistrado manifestou publicamente vontade de esclarecer a questão das escutas entre Armando Vara e José Sócrates.
Hoje, numa declaração enviada aos jornais, invoca o segredo de justiça para não prestar qualquer esclarecimento. mais no DN No "tempo da outra senhora" dizia-se que "quem tinha cú, tinha medo" mas hoje sabemos que isso é politicamente incorrecto.