No âmbito do PRR, o IHRU (Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana) anunciou para Benfica a construção de 266 fogos para arrendamento acessível, destinados sobretudo a habitação, mas também a comércio e serviços, num investimento de 51,8 milhões de euros.
A obra irá decorrer na "Quinta da Baldaya", local situado entre a Estrada de Benfica, a Rua das Garridas e a Rua General Morais Sarmento. Uma boa notícia para o nosso Bairro e para as famílias, no acesso a habitação para arrendamento acessível, com preços acessíveis, numa altura em que o país atravessa uma grave crise no setor habitacional.
Em 28 de Fevereiro de 2023 prometi no FeiceBuque que em Janeiro de 2024, lá estaria a questionar o estado desta promessa de Carlos Moedas e, em modo de comparação, confronta-la com outras e com “outros”(mais AQUI )
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O desafio da habitação não se resolve com imposições, resolve-se com menos ideologia e com mais realismo, não pondo o setor privado contra o público, senhorios contra inquilinos.
O desafio da habitação não se resolve com imposições. Resolve-se com uma política de habitação inclusiva, participativa e envolvente. Resolve-se com menos ideologia e com mais realismo, não pondo o setor privado contra o público e inquilinos contra senhorios, mas unindo os esforços de todos. Resolve-se com uma política que não crie falsas expectativas. Essa é a visão de Lisboa, apresentada na nossa Carta Municipal da Habitação.
Em primeiro lugar, aumentando e melhorando a oferta de habitação. Com mais de mil habitações públicas construídas desde outubro de 2021, com mil fogos em construção e dois mil em projeto. Estamos a concretizar o maior programa de reabilitação dos bairros municipais: 42 milhões de euros que já serviram para reabilitar 427 habitações e atribuir 200. Mas não chega a habitação municipal: o desafio da habitação exige que trabalhemos com o setor privado. Nesse sentido, vamos rever o regime de concessões para que os privados se envolvam na solução, e lançar 5 cooperativas até ao final do ano, uma das quais, no Lumiar, está já pronta para ser lançada. Ao mesmo tempo, queremos comprar imóveis privados devolutos ou inutilizados – não invadindo o direito de propriedade, mas cooperando com os senhorios.
Em segundo, reduzindo as assimetrias no acesso à habitação. Vamos reforçar o apoio direto à renda para mil famílias, criar a Renda Acessível Extraordinária e lançamos 300 camas para estudantes universitários numa residência que estará pronta ainda este ano. E não nos podemos esquecer do gritante problema que os mais jovens vivem na compra da primeira casa. Porque é uma medida essencial, voltaremos a apresentar a isenção de IMT para menores de 35 anos. Estou confiante de que a oposição não voltará a chumbar esta medida e a adiar ainda mais o futuro dos jovens lisboetas.
Em terceiro, regenerando a Lisboa esquecida. Infelizmente hoje 13 mil famílias ainda vivem em habitações indignas nos nossos bairros municipais. É um imperativo moral agir e fazer o que nunca foi feito: garantir uma habitação digna para todos. É o que vamos fazer, intervindo com investimento do PRR em 34 zonas da cidade.
O aumento do preço das casas e do arrendamento tem superado o dos salários, dificultando o acesso à habitação, sobretudo em Lisboa e no Porto. O preço das casas tem, assim, contribuído para acentuar as desigualdades em Portugal. Este «policy paper» da Fundação sugere políticas públicas de curto, médio e longo prazo para resolver a crise da habitação que Portugal enfrenta, com base em políticas de habitação adotadas por outros países.
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Este policy paper da Fundação Francisco Manuel dos Santos, coordenado por Paulo M. M. Rodrigues, tem como objetivo analisar a evolução do mercado imobiliário no país – com um maior foco em Lisboa e no Porto – e propor estratégias para responder às dificuldades no acesso à habitação. A investigação olha para a dinâmica do mercado imobiliário português nos últimos anos, para responder a questões como:
· Qual foi o impacto da pandemia no acesso à habitação? · Como está o mercado a reagir ao aumento da inflação? · Há ou não uma sobrevalorização dos preços das casas? · O que podemos aprender com a experiência internacional em política de habitação? · Que estratégias pode Portugal adotar para garantir casas para todos os cidadãos?
Com este policy paper, a Fundação procura contribuir para um conhecimento mais profundo da evolução do mercado imobiliário em Portugal e facilitar a definição de políticas de habitação adequadas aos desafios que o país enfrenta.
Não existem soluções imediatas para o problema do acesso à habitação, que previsivelmente continuará a agravar-se nos próximos anos. São necessárias uma visão de longo prazo e uma abordagem integrada ao problema: a nível macro, por meio de políticas governamentais e municipais coerentes, e a nível micro, através de projetos individuais.(Paulo M.M. Rodrigues, Rita Fradique Lourenço e Hugo de Almeida Vilares)
Medina, avança que, até Março de
2019, a autarquia atribuirá 630 casas, antes mesmo de estarem prontas. Neste
número estarão já incluídas as 100 habitações do programa “Habitar o Centro
Histórico”, mas também as fracções dos programas de arrendamento acessível para
as classes médias e jovens, de arrendamento social e habitação construída no
Bairro Padre Cruz e no Bairro da Boavista.
« primeiras casas serão entregues em
2019 e as últimas em 2020.»
(isto é: lá
para Fevereiro ou Março volto aqui para saber se o Nuno Guedes e a Joana
Carvalho Reis que em 16 de Julho de 2018 despejaram a noticia na TSF lhe fizeram seguimento ou se apenas foi um "favorzinho" a pedido do presidente (do Porto) da Câmara Municipal de Lisboa) s nos querem revelar sobre tão
importante “ anúncio “
- atribuir
edifícios a preços acessíveis a residentes com dificuldades financeiras?
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« Neste
momento, cerca de 70 edifícios estão em obras, um já concluído, os outros estão
prestes a ser concluídos. A previsão é de que até ao final do ano todas as
obras estarão concluídas”
A Câmara
Municipal de Lisboa vai investir 2 milhões de euros na reabilitação de
habitações nas freguesias do centro histórico da cidade. A medida faz parte do
programa “Habitar o Centro Histórico” e destina-se à atribuição a de edifícios
a preços acessíveis a residentes com dificuldades financeiras, estando previsto
até ao final do ano a reabilitação de mais de 100 fogos.»
Chegou o momento de
avaliar as propostas do BE pelo que elas valem (e tantas vezes valem tão
pouco), em vez de serem valorizadas pelo que o BE diz dos outros.
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As reações da Catarina
Martins e do Francisco Louçâ chegam a ser pungentes. Há uma cabala, pois claro.
Porque um dos seus foi apanhado a fazer um grande negócio imobiliário (o que, para o BE.
tipifica regra geral a especulação imobiliária), mas não só: a apostar no Alojamento
Local (o que,
para o BE, normalmente é a gentrificação dos bairros tradicionais), a negociar saídas de
inquilinos (o
que, noutras ocasiões, para o BE, são despejos sem coração), a mostrar as virtudes
de enriquecimento patrimonial (quando, tantas vezes, o BE assinalou a necessidade de ir
buscar o dinheiro onde ele está). E poderíamos continuar. Chegou o momento de avaliar as
propostas do BE pelo que elas valem (e tantas vezes valem tão pouco), em vez de
serem valorizadas pelo que o BE diz dos outros.[.]
Pode acontecer que a Rita Silva passe
a ser vereadora da Câmara de Lisboa precisamente por terem sido apontados ao Robles
comportamentos de especulação na compra de um edifício em Alfama.
A Rita, tal como o seu antecessor também
“é ativista pelo direito à
habitação e contra os especuladores” mas é identificada como próxima da
corrente da UDP do Luís Fazenda o dirigente bloquista que assumiu que "o
BE tem de fazer uma reflexão e tirar conclusões do caso de Robles”.
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Fazenda e a UDP são neste caso os
vencedores da contenda que nunca deixou de existir entre as 4 principais facções
do Bloco da extrema-Esquerda
O caso
de Robles é ainda mais relevante politicamente porque neste momento é o
militante do Bloco com mais poder executivo camarário. É ele que dá a maioria absoluta a
Fernando Medina na autarquia de Lisboa.
Olhem
para o Robles e vejam o que será o Bloco no poder, se chegar ao governo com o
PS.
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Embora
esteja na vida política há pouco tempo, Robles já aprendeu que o comportamento
não é o mais importante, mas sim o que se torna público. Tudo corria bem até a
notícia do seu investimento ter sido publicada por um jornal. Depois, vieram as
habituais desculpas, que não convencem ninguém e o argumento espantoso de que
nada fizera de ilegal. Eis a judicialização da política pelos políticos. Os
políticos, pela natureza das suas funções públicas, devem prestar contas que
vão muito além da legalidade dos seus actos. O comportamento e os argumentos de
Robles são bons exemplos de como o Bloco olha para a política e a sociedade.( in “o
homem 500 por cento” por João Marques de
Almeida )
Fosse o senhor vereador doutro
partido, por exemplo, do CDS, e sabe como seriam os títulos? Eu dou-lhe uma
ajuda senhor vereador. Duvida que seriam qualquer coisa como:
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“Vereador do CDS faz negócio obscuro à boleia da lei dos despejos de
Assunção Cristas”?
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E ambos temos a certeza que logo
Catarina Martins com o pano de fundo dos seus lindos olhos clamaria contra as
negociatas, a especulação imobiliária e a corrupção.
Sim, a corrupção senhor vereador.
Ou duvida o senhor vereador que logo
se vasculharia como foram tão lestamente aprovadas as obras?
Que de imediato três arquitectos
explicariam que aquele andar a mais era um atentado contra a paisagem urbana e
o trinado do fado?
E, obviamente, os
jornalistas-activistas desencantariam os seus ex-inquilinos a quem nunca
perguntariam quanto receberam de indemnização para sair do prédio e a quem
pediriam para relatar as saudades do seu velho bairro, a tristeza por terem
deixado os vizinhos de sempre e a lástima pelo horror da especulação
imobiliária. [...]
O senhor vereador na verdade é
apenas o mais recente exemplo desse endemismo dos países governados por uma
casta. [...]
E assim Portugal está cheio de
defensores da escola pública cujos filhos e netos frequentam colégios alemães e
ingleses.
De defensores do SNS que se tratam
na medicina privada a que aliás a maior parte deles tem acesso garantido via
ADSE graças à sua condição de funcionários públicos.
De indignados contra a lei dos
despejos que investem no imobiliário.
De paladinos dos transportes
públicos que de transporte público só conhecem o carro de serviço.
De horrorizados com a invasão
turística dos centros históricos sendo que eles mesmos não se cansam de
descrever as impressões de viagem que colheram em Veneza, Roma, Paris,
Budapeste…. Mas claro eles não se consideram turistas mas sim viajantes.
Enfim Portugal está cheio de gente
que identifica serviços públicos e políticas públicas com propriedade pública. (in “Rir não é
remédio. É placebo” por Helena Matos )
As exportações da
indústria têxtil e vestuário portuguesa cresceram 9,4% em Agosto, face ao mesmo
mês de 2011, e deverão ultrapassar os 4 mil milhões de euros até final do ano.
O consumo de
eletricidade caiu 4,2% nos primeiros nove meses do ano, em relação ao período
homólogo, o que antecipa um recuo do consumo em 2012 para os valores de 2006.
Segundo um estudo da
Deloitte, Portugal manteve, no ano passado, o décimo lugar em volume de vendas
das empresas de construção. Aquele estudo estima ainda um aumento do
investimento na ordem dos 0,8% para 2013.
O volume de negócios
no sector dos serviços caiu em Agosto 9,5% face ao período homólogo, mas aumentou 2,1% face ao mês anterior.
O preço da habitação (compra/venda) em Portugal Continental desceu 0,6%
em Agosto em relação ao mês anterior.
O Governo aprovou o diploma
que adia para 2014 o impacto nas tarifas da eletricidade do défice tarifário
acumulado em 2011, uma medida semelhante à que foi tomada no ano passado e que
retardou os custos da eletricidade para 2013.
A regra que prevê a redução para metade dos
contratados a prazo ao longo de 2013 não se vai aplicar aos hospitais do sector
empresarial do Estado. A Educação e as Forças Armadas também terão uma redução
menos significativa.
A greve dos trabalhadores portuários está a
provocar um decréscimo de receitas de cerca de um milhão de euros por semana
aos produtores de pêra rocha alertou hoje a Federação Nacional das Organizações
de Produtores de Frutas e Hortícolas.
O índice de custos de construção de habitação nova no continente acelerou em Março 2,2%, face ao mesmo mês de 2011 e progrediu mais 0,4% em relação a Fevereiro deste ano.
O volume de negócios na indústria caiu 1,3% em Março face ao período homólogo e abaixo dos 1,1% registados em Fevereiro.
As seguradoras que atuam em Portugal fecharam os primeiros três meses do ano com um resultado líquido de 56 milhões de euros, menos 46,7% do que no mesmo período de 2011.