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quinta-feira, 27 de abril de 2023

Santos Silva justificou o pós-ralhete nos bastidores...

Para que os leitores tenham todas as informações, o Observador, além de ter retirado do vídeo a palavra contestada por Santos Silva, publica aqui na íntegra a nota do gabinete do Presidente da Assembleia da República:(PAR):
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“O Gabinete do PAR vê-se lamentavelmente obrigado a corrigir uma peça divulgada pelo Observador, já que o PAR nunca se referiu à IL nos termos divulgados.
Quando é mencionada uma candidatura a uma vice-presidência da AR, o PAR não se estava a referir à IL. Basta ter em conta as exortações públicas que o PAR já fez para a apresentação de uma nova candidatura da IL a uma vice-presidência.
Em segundo lugar, apesar das deficientes condições sonoras da gravação, o PAR nunca se referiu ao protesto da IL como representando falta de integridade política, mas sim (som não totalmente perceptível), o que afirmou foi que o protesto não revelou falta de educação, mas falta de maturidade política.
Lamenta-se que uma conversa informal e privada (cuja gravação sonora não foi autorizada) tenha sido tornada pública nestas condições, em que a legendagem surge distorcida exatamente nos pontos, que o jornal decide valorizar no título, que vieram a provocar uma polémica totalmente injustificada.”

 

sábado, 12 de fevereiro de 2011

indecisão do PSD prejudica Portugal?

os "outros" Pedro Silva Pereira avisa que «cada dia que passa é um dia em que o PSD está a sinalizar que admite ser liderado pela irresponsabilidade do BE». Augusto Santos Silva, entende que «cada dia que passa sem uma resposta clara a essa questão é um dia em que o interesse do país fica prejudicado». António Vitorino defende que as forças políticas devem clarificar «rapidamente» a sua posição sobre a moção de censura. os "eles" Miguel Relvas considera que as «maiorias e moções têm de ser maiorias sociais». Guilherme Silva lembra a atitude de hostilidade em relação à Madeira. Paulo Rangel diz que se deve deixar porta aberta a apoio a moção de censura. e os "mercados"

domingo, 23 de agosto de 2009

"Oportunidade a quem trabalha"

“Primeiro a economia, primeiro o emprego, primeiro as empresas.
A velocidade de redução do défice será sobretudo a velocidade e a intensidade com que conseguimos colocar a economia portuguesa a crescer”; Uma economia a crescer gera receita “e essa receita ajuda a equilibrar as finanças dos país”. Era isto que eu gostava de ler, nos programas dos chamados partidos relevantes, para depois inequivocamente a porem em prática. Mas não será assim, já que as frases foram extraídas do comício de abertura do CDS/PP, e os bonzos dos maiores partidos dificilmente aceitariam tais propostas.
Lá se iriam os milionários “prémios” que indiferentemente lhes são atribuídos, tenham bons ou maus resultados, o que lhes interessa é a economia e as engenharias financeiras.
Criar emprego significa-lhes aumentar custos e, por consequência, diminuir os lucros que lhes irão pagar, além dos vencimentos, as “cenouras”. Desemprego ou “não emprego” é hoje sinonimo de obter bons resultados. Convém aos bonzos. Emprego significa gerar receita pública, talvez a curto prazo algum déficite, mas porque significa reduzir regalias milionárias, os bonzos teriam que ficar de fora... É pena é que seja um pequeno partido a lançar estas ideias.
Veja-se o que o “malhador” retirou delas. Triste! Claro que este politico que “gosta de malhar”, que veio da esquerda folclórica para a direita da pseudo-esquerda Keynesiana, é incapaz de comentar esta noticia e nunca terá a coragem de fazer transparente quantos dos seus pares, e principalmente os seus ex-pares, constam entre os que colocaram “prémios e regalias” em paraísos fiscais. Mas, no mínimo, poderia revelar o que pensa do dinheiro que retiraram do mercado e, por isso, incapaz de gerar emprego, de gerar riqueza: “... Segundo o relatório de Agosto do Banco de Portugal, a verba aplicada em produtos sedeados em "offshores" superou em Junho os seis mil milhões de euros, mais do que os cinco mil milhões orçamentados para estas duas obras. Se nos últimos quatro meses de 2008, os portugueses retiraram dos paraísos fiscais 3,9 mil milhões de euros por causa da falência de vários bancos, a situação inverteu-se por completo nos primeiros seis meses de 2009. Em Janeiro, os portugueses colocaram nestas zonas de isenções fiscais ou baixa tributação 694 milhões de euros, mas em Maio esse valor tinha aumentado para 1,4 mil milhões. ...” TSF
Isto é um país ás avessas:
a direita (?) clama por aumentar o emprego,
a esquerda (?) "esquece" as saidas de capital que iriam gerar emprego.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

a vingançazinha!

Sobre a compra da Media Capital pela Portugal Telecom, Santos Silva, que tutela a Comunicação Social, lembrou que "está no regulamento sobre a não concentração, que foi aprovado pelo Governo e pelo Parlamento foi vetado pelo Presidente da República". Uma óbvia “canelada” ao Presidente da Republica! Mas SS vai mais longe a “descalça” o ministro Jamé quando refere que “o Estado tem uma posição a tomar sobre o negócio da Portugal Telecom, já que detém uma 'golden share' na empresa, mas referiu que essa questão é do pelouro do ministério gere as telecomunicações" Lá terá as suas razões para malhar num e noutro mas esqueceu, que apesar dos vetos, o Governo aprovou em Janeiro a lei do pluralismo e da não concentração dos meios de comunicação social, que determinava que um operador não pode adquirir outro se o comprador tiver uma quota de audiência superior a 50 por cento no seu único sector de actividade (imprensa, rádio ou televisão), ou de 30 por cento se estiver presente num segundo sector. ...mas mesmo aqueles que não acreditam na teoria da conspiração dificilmente acreditarão que aqui não entrou a “vingançazinha" de Pinto de Sousa. aqui

terça-feira, 16 de junho de 2009

retiradas do contexto

- o comentador da RTP, António Vitorino, vai coordenar o programa do PS às próximas legislativas e o ministro Vieira da Silva, após o brilhante resultado, será o responsável pela organização da campanha eleitoral.
O porta-voz muda! O próximo será o secretário de Estado Adjunto da Justiça, Tiago Silveira, que substituirá o procurador do trabalho temporário, Vitalino Canas.
- da analise dos resultados das eleições europeias saiu um “plano de acção” para o reforço do “combate político” contra uma “direita neoliberal e uma “esquerda demagógica e populista” as três palavras-chave para marketing
- o sempre ausente Francisco Assis admitiu que a governação socialista poderá ter causado “algumas irritações”, e defendeu que o tempo agora “é de combate político” para afirmar o PS como a “esquerda séria e responsável” e, em declarações aos jornalistas, usou de imediato a novas palachas-chave:"O importante é reforçar a dimensão política do nosso discurso e travar os combates que devem ser travados, nomeadamente o combate a uma direita que representa um modelo neoliberal falhado e um combate contra partidos à esquerda que representam uma forma de esquerda arcaica de partidos meramente tribunícios ou partidos demagógico-populistas". Assis assimilou os chavões! - o sempre presente Augusto Silva defendeu, para os jornalistas presentes, que apesar dos “sinais de insatisfação” não há razões para o Governo fazer qualquer inversão na sua estratégia… “Não são correcções. São inovações e transformações que temos que fazer. Quando eu falo na necessidade de reforçar a dimensão política no combate que temos que travar isso é também alguma correcção a algumas coisas que não terão corrido tão bem no passado”, admitiu, afirmando ainda que o PS não deve entrar “num processo depressivo”… ASSilva ainda não assimilou os chavões! Muito mais informação por aqui

terça-feira, 28 de abril de 2009

uma entrevista interessante!

Manuela Ferreira Leite, reafirmou a sua recusa sobre um Governo do Bloco Central, na sequência de uma notícia da SIC-Notícias sobre a entrevista a Mário Crespo e na qual a presidente social-democrata admitia acordos com o PS:“É uma interpretação abusiva porque como é sabido sempre recusei a hipótese de um governo de Bloco Central”, declarou à agência Lusa. Na entrevista, questionada sobre o cenário em que se sentiria mais confortável, aliança do PSD com o CDS-PP ou se num novo Bloco Centra, respondeu: “Eu sentir-me-ia confortável com qualquer solução em que acredite, numa conjugação de interesses, no sentido do país, que sejam coincidentes... Se perceber que o objectivo país não é aquele que está no centro das atenções então com dificuldade existe um Governo que possa contribuir para melhorar o país”, mas afirmou não negar a colaboração se for necessária uma mudança...
Sobre o processo Freeport, comparou-o ao TGV para deixar um recado ao primeiro-ministro: “Há uma lição que o primeiro-ministro não tirou: nas vésperas de eleições não se tomam decisões polémicas... Em vésperas de eleições tomam-se decisões rápidas, sem grandes estudos, sem grandes fundamentos e daí nascem suspeitas, e o primeiro-ministro, que se sente vítima dessa acusação, está a querer cair rigorosamente no mesmo erro quando, a meia dúzia de meses das eleições, quer tomar decisões poderosíssimas em relação ao país, nomeadamente o TGV e o aeroporto”.
Como explicação para a defesa que o Governo faz das grandes obras públicas, Ferreira Leite considera que “há interesses de grupos muito fortes” e apontou o que faria se hoje fosse primeira-ministra: “Punha-lhes uma moratória”.
Em relação aos apoios sociais que têm vindo a ser anunciados pelo Governo diz recear que provenham da Segurança Social e quanto á escolaridade obrigatória até aos 18 anos não lhe oferece dúvidas: “a medida não tem hipóteses de ser executada”. Ferreira Leite garantiu que não consultará o partido se perder as eleições europeias: “Se as perder, perdi-as, não é? Vou fazer por ganhar. Se as perder, perdi”. Publico 27.04.2009 - 21h21 o ministro que tutela os média considerou que o facto de Ferreira Leite ter esclarecido que recusa um Bloco Central depois de ter dito que está disponível para qualquer entendimento pós-eleitoral mostra a falta de rumo da actual liderança do PSD...
Fico a pensar o que é que ele diria se MFL dissesse que aceitava o Bloco Central...