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quarta-feira, 1 de outubro de 2025

Escravatura e Descobrimentos: prioridades e proporções

O debate sobre a escravatura e os Descobrimentos portugueses voltou a ganhar destaque. O texto de João Gouveia Monteiro no Observador (*) lembra uma evidência que, paradoxalmente, muitos preferem esquecer: tanto a escravatura como a epopeia marítima fazem parte da nossa História. A questão não é a de apagar ou esconder um dos lados, mas sim a de manter a devida proporção e sentido histórico.
A ideologia woke tem insistido em transformar a escravatura na chave interpretativa total da nossa memória coletiva, obscurecendo os Descobrimentos e reduzindo-os a uma “matança”. Tal postura revela ignorância histórica e um presentismo moralista, incapaz de compreender contextos e de aplicar a regra básica da comparação histórica.
Portugal teve, sim, um papel decisivo no tráfico transatlântico de escravos, mas esse capítulo não resume, nem pode simbolizar, o conjunto da expansão ultramarina. O génio náutico, científico e cultural dos Descobrimentos foi muito mais vasto e tem um peso incomparável na história mundial. Para um historiador, a escravatura é um tema sério de investigação; mas para a memória coletiva de um povo, não pode sobrepor-se à epopeia marítima que ligou os continentes e mudou o mundo.

A História deve ser estudada com rigor e sem emotivismos desproporcionados. A escravatura merece registo, lembrança e crítica, mas não pode, nem deve, esmagar o papel civilizacional e universalista que Portugal desempenhou nos séculos XV e XVI. É essa medida que nos permite evitar o exagero militante e respeitar a complexidade da nossa memória histórica.
(* (https://observador.pt/opiniao/os-emotivos-em-lagos-ou-em-qualquer-outra-parte/))

sábado, 16 de janeiro de 2021

fim da escravatura


16 de Janeiro de 1773 

Alvará declarando livres todos os filhos de mãe escrava nascidos em Portugal Continental.
Antes, em 1761, tinha sido emitido um Alvará que proibia a entrada, no território português do continente europeu, de escravos vindos de África, Ásia ou América.

quarta-feira, 17 de junho de 2020

história da tomada de escravos em nome de Alá !

Genocídio Velado é um ensaio do do antropólogo muçulmano senegalês Tidiane N´DiayeN'Diaye sobre o comércio de escravos africanos feitos por muçulmanos em nome de Alá. O "estudo do tráfico de escravos negro árabe-muçulmano" foram nomeados para o Prémio Renaudot, em 2008.



quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

“As incoerências” da proposta da Katar Moreira

João Pedro Marques, encontra apenas razões ideológicas na proposta do Livre de devolução de objectos às ex-colónias. Seria "abrir a Caixa de Pandora".



para a extrema-esquerda depois de lançadas as ‘causas’ da legalização do aborto, da despenalização das drogas leves, das salas de chuto, dos direitos dos homossexuais, da mudança de sexo aos 16 anos, da igualdade de género, da contestação dos Descobrimentos, etc., que têm ocupado a agenda mediática nos últimos anos, há que inventar outras.
Nos dias que correm o “racismo” está nessa linha e seguiu-se-lhe a xenofobia