Mostrar mensagens com a etiqueta sondagens. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta sondagens. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 25 de março de 2025

quarta-feira, 6 de novembro de 2024

...de regresso ao tempo passadp

Quem observasse a realidade ou o mercado das apostas eleitorais (cuja precisão se revelaria assinalável) estranharia o seu flagrante contraste com as sondagens e com as projecções da generalidade dos especialistas, comentadores e pivots.
Mas, pensávamos que, os especialistas, comentadores e pivots deviam saber do que falavam, e as empresas de sondagens, que diziam ter finalmente apurado um sistema de projecção eleitoral meticuloso e fiável, deviam estar certas:
…e até davam um empate técnico entre os dois candidatos à presidência americana, entremeado aqui e ali pela ligeira vantagem de um dos contendores, que ora era insignificante porque estava “na margem de erro” (sobretudo se a vantagem fosse republicana) ora indiciava uma clara “dinâmica de vitória” (sobretudo se fosse democrata).


quarta-feira, 9 de outubro de 2024

Sondagem AXIMAGE 09 Outubro 2024

As eleições antecipadas que a maioria dos portugueses acreditam vir a acontecer se o Orçamento do
Estado para 2025 não passar na Assembleia da República pouco alterariam os impasses dos últimos meses. Segundo uma sondagem da Aximage para o DN, realizada entre 30 de setembro e 5 de outubro, a vitória da Aliança Democrática (AD), com 32,1% de intenções de voto, distanciando-se do PS (28,6%) e beneficiando da queda do Chega (15,1%), não bastaria para a coligação liderada por Luís Montenegro governar com maioria absoluta, ainda que fizesse um acordo com a reforçada Iniciativa Liberal (IL), que apresenta 6,3% das intenções de voto.
A subida da coligação de centro-direita em relação aos 28,9% das legislativas, enquanto os socialistas aumentariam menos de um ponto percentual os 28,0% que foram um dos seus piores resultados eleitorais, indicia que os portugueses valorizaram mais a prestação de Luís Montenegro do que a de Pedro Nuno Santos na prolongada e incerta negociação orçamental. Sobretudo tendo em conta os resultados do anterior barómetro da Aximage, feito em julho. Nessa altura, o PS tomara a dianteira, com 29,5% de intenções de voto, contra 27,6% da AD, enquanto o Chega subira aos 17,5%.
Para o reforço dos vencedores das legislativas, que nesta sondagem ficam à frente do PS em todo o país menos no Centro (0,9 pontos percentuais), com 14,4 de vantagem no Norte, 5,1 na Área Metropolitana do Porto, 4,2 no Sul e ilhas e 0,3 na Área Metropolitana de Lisboa, contribui a quebra do Chega. Não só no habitualmente difícil Norte (9,2%), mas também no Sul e ilhas (13,8%), onde tende a ser forte, embora o partido de André Ventura tenha intenções de voto elevadas no Centro (18,3%) e nas Áreas Metropolitanas de Lisboa (16.0%) e do Porto (15,9%).

Fora desses três partidos pouco muda. A IL atinge 6,3%, bastante acima dos 4,9% nas legislativas, mas aquém dos 7,1% de intenções de voto em julho, o Bloco de Esquerda recupera para 5,5%, o Livre fixa-se em 3,5% e a CDU desce para 3,0%, o que seria um novo mínimo eleitoral dos comunistas. Mais abaixo só o PAN, com 2,3%, que, no mínimo, deveriam garantir-lhe a manutenção na Assembleia da República. Mas as quatro últimas forças, à exceção dos bloquistas, recuam em relação ao barómetro anterior da Aximage.

A melhoria de resultados da AD, que nesta sondagem lidera tanto no eleitorado masculino como no feminino - o único partido com grande desequilíbrio de género é o Chega, que tem 21,1% de intenções de voto entre os homens e apenas 8,8% entre as mulheres -, tem nas suas bases o alargamento do fosso que separa a coligação do maior partido da oposição no que toca ao eleitorado mais jovem. Dos inquiridos entre os 18 e os 34 anos, 32,2% optam pela AD, contra 19,5% do PS, pouco à frente do Chega (17,9%), enquanto a IL fica com precisamente 10%. E se o partido de André Ventura lidera entre quem tem 35 a 49 anos, os socialistas só mantêm a habitual vantagem destacada nos mais velhos: 39,4% dos que têm 65 anos ou mais votariam PS e 35,2% na AD, com o Chega distante (7,6%).
Idêntica dicotomia ocorre nas condições económicas, pois a AD tem uma vantagem sobre o PS nos mais abastados, das classes A/B (40,8%-22,8%), praticamente simétrica ao avanço que os socialistas apresentam nos mais pobres, da classe D: 40,4% contra 20,1%.  




segunda-feira, 18 de dezembro de 2023

Valem o que valem...

...neste caso com o "valer" por Círculo Eleitoral!


segunda-feira, 31 de janeiro de 2022

Valeu quanto valeu!

O trabalho de campo da sondagem decorreu entre 6 e 12 de Janeiro, ainda antes do debate decisivo entre António Costa e Rui Rio, e em que a generalidade dos analistas deu uma vitória estreita ao social-democrata. 

Socialistas superam Direita (sem o Chega)

Ventura em maré alta

Bloco estagnado

domingo, 6 de outubro de 2019

Premonições do Ribeiro e Castro


Pode desdenhar-se da sondagem da TVI, mas o mais avisado é tomar as suas indicações como sinais que reforçam as de outras sondagens. Em Outubro ninguém ficará surpreendido com um cataclismo à direita.

Os principais destaques políticos de resultados deste calibre seriam os seguintes:
  • O Partido Socialista não alcançaria a maioria absoluta, ficando a nove mandatos dessa fasquia. Mesmo que o PS conseguisse captar o máximo possível de mandatos nesta votação percentual (35,5%), ficaria a cinco mandatos de distância da maioria absoluta.
  • A Assembleia da República teria, por larga margem, a maior maioria de esquerda da nossa história parlamentar. A maior, até hoje, aconteceu em 2005/09: maioria de esquerda com 143 deputados. Agora, neste cenário, a maioria de esquerda atingiria os 172 deputados – PSD e CDS-PP não teriam mais do que 58.
  • A esquerda deteria confortavelmente maioria parlamentar de 2/3, quer com o PAN (172 deputados), quer sem o PAN (154 deputados). PSD e CDS-PP juntos ficariam muito longe de a poder impedir: necessitariam de um mínimo de 77 deputados; não alcançariam mais do 58 (ou, mais do que 61, mesmo captando o máximo do possível com as votações projectadas pela TVI).
  • O PS ficaria numa posição muito confortável, podendo fazer maioria só com a CDU, só com o PAN, só com o BE, ou só com o PSD.
  • O PSD perderia representação parlamentar nos círculos do Alentejo, à excepção de Setúbal, e na emigração pela Europa.
  • O Bloco de Esquerda aproximar-se-ia de ser um partido nacional, apenas não elegendo deputados nos círculos eleitorais com cinco ou menos mandatos.
  • O PAN teria uma expansão da sua representatividade territorial semelhante ao BE, elegendo deputados nos círculos de nove ou mais mandatos, com excepção de Viseu (onde não elegeria) e da Madeira (onde elegeria, num círculo de apenas seis mandatos).
  • A CDU poderia perder representação parlamentar em Braga, Faro e Santarém, sendo afectada pela ultrapassagem não só pelo BE, mas também pelo PAN.
  • O CDS-PP só poderia eleger deputados apenas em Lisboa (2) e no Porto (1), caindo para a posição de sexto partido.
Resultados destes bem podem ser olhados como a Revolução de Outubro. (in “A queda no precipício” por José Ribeiro e Castro)

Segundo a última sondagem da Pitagórica para a TVIJornal de Notícias e TSF, os socialistas atingiriam 40,6% dos votos se os portugueses fossem hoje chamados às urnas, mais 1,4 pontos percentuais do que a sondagem de segunda-feira. Seguem-se os sociais-democratas, com 26,6% das intenções de voto. O partido de Rui Rio é o que mais sobe: consegue mais 3,3 pontos percentuais. Ainda assim, há 14 pontos a separar os dois partidos.a sondagem dá ao Bloco de Esquerda 8,8% dos votos. Ainda assim é o partido mais penalizado, ao perder 1,2 pontos percentuais. Nas intenções de voto segue-se a CDU com 6,8% (desce de 7,7%) e o CDS com 5,2% (uma ligeira queda face aos 5,6% de segunda-feira). O PAN seria a sexta força política, subindo de 3,2% para 3,6%. E o Aliança cai para 1,1%. 
O número de indecisos, por sua vez, desce 5,3 pontos percentuais e é agora de 22,4%. 
A grande maioria (60%) diz ainda rejeitar um governo com maioria absoluta. Só cerca de 30% consideram que é desejável.Junto dos eleitores mais velhos é o PS que ganha vantagem, enquanto o PSD lidera nos eleitores até aos 44 anos. Os sociais-democratas também têm vantagem entre os que têm rendimentos altos.

sondagem sexta-feira 13...de Setembro!


sondagem sexta feira 13...de Setembro


sondagem sexta feira 13...de Setembro


segunda-feira, 27 de maio de 2019

sondagem Aximage 23Jan19

Um dos grandes derrotados [?] será o PSD de Rui Rio que, segundo as intenções de voto, se mantém com o número de eurodeputados inalterado,
[outro dos grandes derrotados será] a CDU que deverá perder dois ou três eurodeputados. [pelo contrário o] Bloco de Esquerda e CDS poderão conseguir eleger mais um representante cada, enquanto
o MPT, o outro dos derrotados, desaparece completamente das intenções de voto dos portugueses. 
(mais AQUI e original do Celso Filipe AQUI ) 

domingo, 26 de maio de 2019

sondagem SIC/Expresso 17.05.2019 18h18


PS com 36% na sondagem SIC/Expresso.
Se as eleições europeias fossem hoje o PS era o partido que elegia mais eurodeputados, com 36% das intenções de voto.
Este é o resultado da sondagem SIC/Expresso em parceria com o ISCTE e o Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa.
A seguir à lista de Pedro Marques aparece Paulo Rangel, candidato do PSD, com 28%.
Bloco de Esquerda, que tem Marisa Matias como cabeça de lista, está no terceiro lugar com 9% dos votos. Segue-se a CDU com João Ferreira a conseguir 8% das intenções de voto a par de Nuno Melo do CDS.
Francisco Guerreiro do PAN consegue 2%.
5% dos inquiridos votariam noutros partidos e 4% votariam em branco e nulo.
O estudo foi coordenado pelo Instituto de Ciencias Sociais, da Universidade de Lisboa e pelo ISCTE. Foram entrevistados homens e mulheres, com idade igual ou superior a 18 anos e capacidade eleitoral ativa, residentes em Portugal Continental, selecionados através do método de quotas.
A informação foi recolhida através de entrevista na residência dos inquiridos e simulação de voto em urna. O trabalho de campo foi realizado pela GfK Metris entre 7 e 12 de maio de 2019. Foram feitas 803 entrevistas válidas.
A margem de erro é de cerca de 3,5% com um nível de confiança de 95%