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segunda-feira, 3 de julho de 2023

mais forte nos homens?

A ver se eles e nós percebemos
Sem comentários, faseadamente, vou replicar o estudo do Professor Pedro Magalhães publicado no Twitter
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Os gráficos mostram mudança, em pontos percentuais, desde 2022 em cada grupo. 
O PS perdeu entre mulheres e homens, mas mais entre elas, onde tinha sido mais forte em 2022. 
PSD sobe ligeiramente entre as mulheres. 
O Chega sobe nos dois, o que implica que continua mais forte entre os homens @PCMagalhaes

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

a "eutanásia" no PPD/PSD


Rui Rioo presidente e líder parlamentar, Sofia Matos, a candidata a líder da JSD , André Coelho Lima e Isabel Meirelles, vice-presidentes e os deputados Maló de Abreu, Catarina Rocha Ferreira, Hugo Carvalho e Lina Lopes, votaram a favor de todos os projectos (todos)
Adão Silva, o primeiro vice-presidente da bancada, votou favoravelmente o projecto do PS e absteve-se nos restantes, enquanto
Cristóvão Norte votou 'sim' nos do BE e Iniciativa Liberal e absteve-se nos outros
Duarte Marques votou a favor do projecto do PAN, da Iniciativa Liberal e do BE, abstendo-se nos restantes, enquanto
Rui Silva votou sim nos do PS e BE e absteve-se nos outros.
Pedro Pinto e Ana Miguel Santos abstiveram-se em todos os cinco projectos. (in João Gonçalves no FaceBook)

sábado, 14 de abril de 2018

enorme responsabilidade!

                          (ao que transparece do cartoon deste jornal britânico)  
Enquanto os idiotas-úteis olham bovinamente para a nova “geringonça", o CDS fica de fora
Caberá ao CDS ser o único partido de Oposição?
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Premonição?

domingo, 28 de janeiro de 2018

o meu desabafo para memória futura!

André Ventura recusa ficar parado enquanto espera e, em declarações à SÁBADO, anuncia-se como pré-candidato às próximas directas. "Não voltará a haver eleições no PSD sem a minha presença", garante o vereador da Câmara Municipal de Loures.
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pois é!
Continuemos armados em parvos politicamente correctos e iremos começar a vê-los aparecer.
Claro que a “clubite aplicada” e a “empenhada iliteracia” que tem aumentado a nossa incultura politica, para já, não nos permite admitir que por cá também irão aparecer estes fenomenos de populismo. Mas vão!
Não esqueçam que em França o Macron, verdadeiramente não ganhou uma eleição, ganhou o referendo “anti Frente Nacional de Le Pen”, na Alemanha a Chancelerina Markel e os socialistas do SPD perderam para a Alternativa para a Alemanha.
Lembrem-se que os Austríacos corrigiram a eleição do agora Presidente Van der Bellen dando a maioria legislativa ao Partido Popular (ÖVP) e ao Partido da Liberdade (FPÖ) e relembremo-nos da Croácia e da Holanda, olhando para a Polónia ou para a Hungria.
Só quem anda distraído (ou anestesiado pela imprensa a que tem direito) é que ainda não percebeu que os votantes de direita (a quem nunca lhes foi concedido um partido) agora órfãos do PáF, estão deles ávidos!
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e assim cá fica o meu desabafo para memória futura!

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

a propósito da eleição do presidente do PPD/PSD

...e dos barões e baronetes que até querem pactuar com o “diabo”!
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Embora saibamos que o PPD/PSD está sempre apto a pactuar com qualquer coisa de direita ou de esquerda, seja ela social-democrata, socialista, populista e até a democrata-cristã que lhes deu assento na União Europeia...
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O conceito de social-democracia tem mudado desde sua introdução como ideologia política surgida no fim do século XIX a partir de uma cisão interna do socialismo marxista que preconiza uma orientação política que proponha a criação de uma economia descentralizada a partir de movimentos populares, empreendidos pela e para a classe trabalhadora, em oposição a outras correntes que defendem o autoritarismo como meio de “transição” para o socialismo.
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A diferença fundamental entre a social-democracia, a do PPD/PSD de cá, onde se acredita na supremacia da acção económica em contraste com a supremacia da acção política, na maioria das vezes “de rua”...
e as outras formas de “socialismo” desde a social-democracia do PS de cá, ao socialismo marxista ortodoxo do nosso PCP e às variantes socialistas champanhe e caviar do tipo UDP, BE, PCP-ML, onde se acredita apenas na supremacia da acção política de rua (mas “tanto lhes faz esta como aquela...)
isto é:
Os sociais-democratas do PPD/PSD até podem dizer-se “pessoas de esquerda”, caracterizada pela simpatia pelas causas e contra as injustiças sociais – se bem que estas estejam bem melhor definidas pelas democracias-cristãs-
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Muita gente confunde socialismo e social-democracia, mas a diferença é simples e fica entre
o que é só meu e dele livremente disponho e
o que é de todos e de ninguém e dele só o “governo” (ou um seu similar), pode dispor!
Resumindo para não baralhar “o baralho”:
- Um social-democrata aceita uma ideologia baseada na propriedade privada dos meios de produção e a sua operação com fins lucrativos.
Isto é, aceita o “capitalismo” como o sistema económico e acredita que ele pode ser melhorado.

- Serão socialistas ou comunistas os que, mesmo após o seu óbvio falhanço na URSS e afins, ainda acreditam numa ideologia política e sócio-económica, que pretende o uma sociedade igualitária, sem classes sociais e propriedade privadas, apátrida e baseada na propriedade comum, pública e estatizada dos meios de produção.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

as etiquetas partidárias...

Ouço por vezes falar em "ideologias" na política portuguesa. Há até uns sábios que se assumem como guardiães dos respectivos templos.
Mas que ideologias, afinal?

CDS reivindicou-se sempre como partido "do centro". C de centro, aliás. Mas esteve sempre à direita do centro, contrariando aliás a vontade de um restrito núcleo dos seus fundadores.
O PP de CDS/PP veio dar-lhe coerência onomástica, mas retirou-lhe o sentido democrata-cristão.
PCP só seria comunista se fosse um partido revolucionário. Mas é um partido institucionalista, com base social no funcionalismo público a nível nacional e local. Nada tem de revolucionário.
PSD nunca foi social-democrata. Foi - e é - um partido liberal, conservador, com matizes populistas nas suas adjacências regionais.
O PPD de PPD/PSD foi-lhe retirado quando era o que lhe dava coerencia filosófico-partidária.
PS meteu o socialismo na gaveta ainda na década de 70. Teve sempre uma matriz dominante - a da social-democracia clássica, com erupções sociais-cristãs sobretudo no consulado de António Guterres.
Bloco de Esquerda é vagamente "socialista" mas contemporizador com a UE capitalista, da qual não quer dissociar-se. Burguês até à medula, com representação residual junto dos segmentos mais pobres da sociedade. 
PEV é tão ecologista como eu sou evangélico, xintoísta ou libertário. Eterna muleta do PCP, sempre foi muito mais vermelho que verde.

(por Pedro Correia in As etiquetas partidárias )

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

COM CERTA ÇÃO SOCIAL!

O Governo [com o apoio do Presidente da Republica] impôs a subida do salário mínimo, calou os patrões com um mau acordo sobre a TSU e queria que o PSD fosse uma espécie de eunuco de guarda à concertação social. (in José Manuel Fernandes no Observador)
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as questões que importam, são estas:
Porque é que o papel do PSD deveria ser apenas o de servir de suplente ao PCP e ao BE no apoio ao governo de António Costa? Porque é que, segundo a oligarquia político-mediática, não é aceitável que haja oposição?
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[mas mesmo que com o apoio do Presidente da Republica] A actual maioria parlamentar tem esta particularidade: é composta por forças políticas que estão em queda em toda a Europa. Basta pensar no fracasso de François Hollande em França ou do Syriza na Grécia, ou na irrelevância do PSOE e do Podemos em Espanha ou de Jeremy Corbyn no Reino Unido. 
Queriam acabar com a austeridade, rever a relação com a Europa. Mas o que fazem, de facto, é outra coisa: aproveitar a assistência financeira do BCE para distribuir rendas por grupos de dependentes do Estado, com os quais esperam cerzir uma “base social de apoio”. 
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O modo como o governo tentou usar a TSU para comprometer o PSD sugere que a “paz social”, afinal, não basta a Costa. Ao contrário de outros países europeus, não há populismo em Portugal, em grande medida porque a imigração, que o tem inspirado na Europa, foi limitada pela estagnação económica (até os sírios fogem à primeira oportunidade) e 

Como os juros sobem, a oligarquia parece empenhada em que não haja nenhuma alternativa dentro do país que possa começar a gerar pressão sobre o governo. Daí a conveniência de desestruturar e desmoralizar a oposição, forçando-a a lidar, sob o charivari da oligarquia político-mediática, com a perspectiva de compromissos vexantes, como neste caso. (in Rui Ramos no Observador)

domingo, 21 de fevereiro de 2016

… mas também me preocupa!

… mas também me preocupa a posição do PPD/PSD que se prepara para apoiar, já em Abril/Maio, o PEC (Programa de Estabilidade e Crescimento) da geringonça, deixando o caminho livre para:
o BE que admite uma ruptura com o governo PS ainda antes do fim de 2016 e para
o PCP que se atira ao que chama a “chantagem de Bruxelas”, exige a saída da Zona Euro e a “restruturação da dívida” e para
a CGTP que, como sempre, o segue pela mesma cartilha.
por isso
"Não é difícil antecipar que as exigências e imposições da UE vão agravar-se no contexto da preparação e discussão, em Abril, do próximo Programa de Estabilidade (PEC) e do OE para 2017” que terão que ser apoiados pelo PPD/PSD que com isso irá legitimar a “geringonça”.

…estamos lixados!

Isto preocupa-me!

“Portugal vai ter de continuar a aplicar medidas de austeridade nos próximos anos se quiser garantir uma dívida pública sustentável. Tendo em conta o elevado nível da dívida pública, a Portugal não bastará conseguir o objectivo de médio prazo para o saldo estrutural. É preciso ir mais além”. A conclusão consta do relatório final da Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO) sobre o Orçamento do Estado para 2016, distribuído esta quarta-feira (18) aos deputados.
Esta conclusão da UTAO acontece numa altura em que o Governo defende no Parlamento um Orçamento que o ACosta e o Centeno dizem ser o "princípio do fim da austeridade" porque lhe mudaram marxistamente o nome para “Orçamento Restritivo”
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a acrescentar a isto os três partidos da extrema-esquerda comunista perante as dificuldades (e o possível resgate que se perfila no horizonte) já se preparam para o que a sua natureza os empurra: “morder a mão a quem os levou para os centros de decisão”.
e avisam:
"Não travamos esta disputa para fragilizar o Governo nem como pretexto para romper o acordo com o PS, mas não aceitamos que a UE seja usada pelo PS como álibi dos seus recuos e cedências".
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mas também me preocupa a posição do PPD/PSD que se prepara para apoiar o PEC (Programa de Estabilidade e Crescimento)

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

"justificar" as chorudas pensões que vão ganhar quando de lá sairem…

…o Constitucional invocou princípios constitucionais, importa perguntar onde fica o princípio da igualdade. É que os ex-políticos não fizeram descontos que justifiquem, nem de longe nem de perto, as pensões que recebem. Ao contrário do português comum que tem de se "matar" durante uma vida de trabalho para conseguir uma magra pensão.
se calhar os juízes do Constitucional estão a criar as condições para "justificar" as chorudas pensões que vão ganhar quando de lá saírem

Trinta deputados que “nós” elegemos subscreveram pedido de fiscalização junto do Tribunal que nos vai obrigar a desembolsar mais de 15 milhões de euros. A lista integra:
do PS
Alberto Costa, Alberto Martins, Ana Paula Vitorino, André Figueiredo, António Braga, Celeste Correia, Fernando Serrasqueiro, Idália Serrão, João Barroso Soares, Jorge Lacão, José Junqueiro, José Lello, José Magalhães, Laurentino Dias, Maria de Belém Roseira, Miguel Coelho, Paulo Campos, Renato Sampaio, Rosa Maria Albernaz, Sérgio Sousa Pinto e Vitalino Canas.
e do PSD

Arménio Santos, Carlos Costa Neves, Correia de Jesus, Couto dos Santos, Francisco Gomes, Guilherme Silva, Hugo Velosa, João Bosco Mota Amaral e Joaquim Ponte.

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

até a troika voltar com maioria absoluta...

…qualquer governo que resultar da negociação pós-eleitoral vai ficar mal, faça o que fizer. Se cumprir as promessas, verá a тройка regressar em breve; se tiver juízo e proceder como a situação exige, é crucificado por engano aos eleitores que não perdoarão o terrível choque quando a dureza da realidade for compreendida por um país mergulhado em ilusão.
A culpa da ratoeira é do anterior executivo, que mostrou incapacidade para realizar reformas verdadeiramente sólidas e duradouras. Mas a esquerda não se pode dizer inocente, pois sempre negou a emergência nacional e foi-se opondo violentamente até às tímidas medidas ensaiadas.
Se a coligação PSD-CDS se mantiver no poder, haverá uma certa justiça poética, sofrendo ela as consequências da sua timidez reformista. Mas a situação mais irónica é a de um governo do PS. Presidindo ao longo desequilíbrio que precipitou a crise e vendo-se forçado a pedir ajuda externa, esteve na oposição durante a execução da austeridade. Então fingiu hipocritamente opor-se às medidas indispensáveis. 
Quando a expectativa se mostrar cruelmente falsa, o governo anterior, agora na oposição, dirá credível mas hipocritamente que deixou o país em boas condições, pelo que a culpa dos sofrimentos, realmente inevitáveis, cabe toda à liderança de esquerda. A qual, por sua vez, carrega dois problemas adicionais. O primeiro é a falta de credibilidade junto de mercados e parceiros, seja pela sua aberrante composição ideológica seja pelas promessas ilusórias que insiste em apregoar. O segundo é que António Costa tem de enfrentar todas as dificuldades enquanto executa um número de verdadeiro malabarismo político. Precisa de, com as duas mãos, manter no ar, sem nunca se tocarem, pelo menos quatro bolas: PCP, BE, ala esquerda e ala direita do PS, os inimigos mais irredutíveis da política portuguesa.

Por ilusão do povo e cobiça política, estamos a entrar num período de surpresa e desilusão, até a troika voltar com maioria absoluta.  (in João César das Neves no Diario de Noticias)

quarta-feira, 3 de junho de 2015

as nove “garantias” da coligação

1. Garantimos que Portugal não voltará a depender de intervenções externas e não terá défices excessivos.
2. Garantimos, no que de nós depender, uma legislatura de crescimento económico robusto e gerador de emprego. A nossa ambição é criar condições para um crescimento económico médio de 2% a 3% nos próximos 4 anos.
3. Garantimos, dentro do que está ao alcance de um Governo, uma legislatura em que a redução continuada do desemprego seja a prioridade máxima. A nossa ambição é que o desemprego em Portugal, baixe, pelo menos, para a média europeia.
4. Garantimos a eliminação progressiva da sobretaxa de IRS e a recuperação gradual do rendimento dos funcionários públicos. A nossa proposta é viável; outras, não o são.
5. Garantimos que as reformas na Segurança Social serão feitas por consenso e respeitarão a jurisprudência do Tribunal Constitucional. Lançaremos um novo programa ambicioso de redução da pobreza.
6. Garantimos um Estado Social viável e com qualidade. Disso é exemplo um Serviço Nacional de Saúde universal e geral que proporcione um médico de família a todos os portugueses.
7. Garantimos que pugnaremos pela inscrição na Constituição um limite à dívida pública. Assim se defende o presente e o futuro de Portugal.
8. Garantimos que a próxima legislatura dará particular importância às questões da demografia, da qualificação das pessoas e da coesão do território.

9. Garantimos um Estado mais justo e eficiente, queremos uma sociedade com maior autonomia e liberdade de escolha”.

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Porque o resgate já passou há um ano,

o Nuno Martins do Observador assinalou os seus trinta e sete longos meses no calendário, percorrendo a história mais sofrida dos últimos anos do país. Num notável acesso de paciência, deixou-nos também um documento histórico: os 75 documentos da troika, numa só notícia - incluindo o pouco conhecido contrato assinado por Portugal com as três instituições. 

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

afinal a culpa é do Portas...(2)


O CDS-PP manifesta-se favorável à redução da Taxa Social Única (TSU) mas considera que "uma campanha eleitoral e o limitado acesso, por parte da oposição, à informação fiscal, não são as melhores condições para dirimir" esta matéria "sensível". na campanha eleitoral 2011 para as eleições legislativas de 5 de Junho entre 22 de Maio e 03 de Junho segundo a Lusa 
 
Pedro Filipe Soares, o deputado do Bloco da Esquerda, considerou hoje as declarações de Paulo Portas uma "falácia", acusando-o de na campanha eleitoral ter defendido a redução da Taxa Social Única (TSU). MSO
 
Bernardino Soares, presidente do Grupo Parlamentar do PCP, refere que “O que se confirma é que CDS-PP e Paulo Portas são parte integrante e plena deste governo, de um governo que tem atacado os reformados, os trabalhadores, os agricultores e a produção agrícola, e os pequenos e médios empresários”. Antena1
 
Miguel Laranjeiro, o Secretário Nacional do PS, afirmou que a revelação feita hoje pelo presidente do CDS-PP, Paulo Portas, de que discordou das alterações à TSU, representa uma “desautorização do primeiro-ministro” porque essa medida exigia, pelo menos, um acordo entre os dois partidos da coligação. Lusa 
 
Passos Coelho convocou os órgãos dirigentes do PSD para analisar a posição assumida pelo CDS sobre as propostas para o Orçamento.A notícia foi dada pelo porta-voz do partido, numa curta comunicação, em que afirmou que as posições do parceiro de coligação "não são indiferentes" aos sociais-democratas e anunciou uma reunião de urgência da Comissão Permanente, o órgão de cúpula do partido, e para quarta-feira uma reunião da Comissão Política Nacional. HFCoelho

terça-feira, 4 de setembro de 2012

a troika e “eles” e “eles” entre “eles”


O BE, João Semedo, disse que o CDS-PP, partido da coligação que assegura a maioria parlamentar ao Governo, pediu à ‘troika' mais tempo e mais dinheiro.

O PCP, Miguel Tiago, revelou que os comentários dos elementos da troika não trazem novidades, já que os responsáveis internacionais fazem uma “avaliação positiva” da implementação do programa.

O CDS/PP, Adolfo Mesquita Nunes, lembrou à troika, a redução "exemplar" da despesa pública e da balança de pagamentos em Portugal mas não pediu à troika nem mais tempo nem mais dinheiro.

O PS, Pedro Marques, transmitiu à troika que o processo de ajustamento "não estava a correr bem", citando o desvio significativo no défice, o elevado desemprego e a recessão da economia e  que está contra a espiral de austeridade que está a ser implementada no país e questionou os responsáveis da troika sobre como “viam a introdução de alguns ajustamentos no programa”, com vista a “interromper a espiral de austeridade” que está a afastar Portugal das metas fixadas para o défice público.

O PPD/PSD, Miguel Frasquilho, diz que as indicações dadas pela troika foram "positivas", além de aceitarem que Portugal está a cumprir o programa de ajustamento e que este pode ser adaptado à realidade da economia. Para os sociais-democratas a troika disse aos deputados que a “a correcção dos desequilíbrios macroeconómicos ao longo de vários anos é o único caminho para fazer regressar o crescimento económico sustentado e reduzir o flagelo do desemprego”.

sábado, 14 de julho de 2012

um recado pró nosso primeiro

Firmino Pereira, que é vice-presidente do PSD/Porto e da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, defendeu hoje a saída do Governo do ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares, por considerar que Miguel Relvas “está a fragilizar a imagem do Governo”.
“… vou ter uma posição à PSD, que é uma atitude ponderada. Já avisei o vereador e vice-presidente da câmara de que por agora manterei as funções que ali ocupa, mas que daqui por diante não poderei tolerar mais que haja dissonâncias em relação às posições institucionais da câmara e do presidente, na medida em que isso é incompatível com o lugar de representação do presidente da Câmara”, afirmou Luís Filipe Menezes. publico

Obviamente o Luís Filipe Meneses deixa um recado, não ao Firmino Pereira mas a Passos Coelho, a propósito das declarações de Paulo Portas que no 13.º congresso do CDS/PP-Madeira, disse "recusar entrar em controvérsia" com o presidente do Tribunal Constitucional, ao contrário do primeiro-ministro que com a verborreia usual as preferiu as comentar.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

uma brecha na coligação?

Manifestando "uma nota de preocupação com o acórdão do Tribunal Constitucional", o deputado centrista, Nuno Magalhães, considerou que aquele órgão "não parece ter em conta que no sector privado há mais trabalhadores, com salários mais baixos e sobretudo mais desemprego."
Dirigindo-se ao primeiro-ministro no debate sobre o “Estado da Nação” o líder parlamentar do CDS pergunta:
"Induzir numa decisão a extensão dos cortes nos subsídios que foi feito no sector público ao sector privado poderá ou não prolongar a recessão económica em que estamos e torná-la mais pronunciada e mais duradoura?". cm 

Este é mais um dos sinais de desconforto perante a eventual aplicação de novas medidas de austeridade, idênticos aos que foram dados pelo presidente do Conselho Nacional do CDS, António Pires de Lima, que, em entrevista ao ‘Económico TV’, afirmou que a inclusão de mais impostos no Orçamento do Estado de 2013 "é uma situação que vai causar mal-estar no CDS" " ou, pelo menos, em muito militantes do CDS".