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segunda-feira, 27 de janeiro de 2025

O Impacto da “Qualidade Comprometida” no Jornalismo

No mundo contemporâneo, o jornalismo assume um papel crucial na construção da opinião pública e na disseminação de informações. No entanto, quando as práticas jornalísticas abrem mão de uma comunicação de qualidade, as consequências vão além da simples perda de credibilidade. A falta de qualidade na comunicação pode levar a uma série de desvantagens que afetam a essência do jornalismo e a sua capacidade de se destacar no mercado competitivo.

A qualidade na comunicação jornalística é fundamental para garantir que as informações sejam transmitidas de maneira clara, precisa e compreensível. Os leitores, ouvintes e espectadores confiam nas reportagens e nas notícias para formar opiniões informadas e tomar decisões. Quando a qualidade é comprometida, há uma ruptura nessa relação de confiança, o que pode resultar em desinformação e confusão.
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A credibilidade é um dos pilares do jornalismo. Uma comunicação de qualidade é essencial para manter a confiança do público. Quando os jornalistas se esforçam para apresentar informações verificadas e bem apuradas, demonstram compromisso com a verdade e a ética profissional. Por outro lado, a divulgação de conteúdos imprecisos, sensacionalistas ou mal escritos pode destruir a confiança do público, levando à perda de audiência e de relevância.
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Num cenário midiático saturado, a qualidade da comunicação pode ser o diferencial que destaca um veículo jornalístico dos demais. Reportagens bem escritas, análises profundas e conteúdos originais atraem leitores e retêm a audiência. Sem esses diferenciais, os veículos de comunicação tornam-se apenas mais um entre muitos, sem conseguir capturar a atenção do público ou oferecer algo único. A falta de qualidade resulta em conteúdos genéricos e repetitivos, que não agregam valor ao leitor.
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Comprometer a qualidade na comunicação significa também perder grandes oportunidades editoriais. Uma reportagem bem executada pode revelar histórias inéditas, denunciar injustiças e provocar mudanças significativas na sociedade. Quando a qualidade é negligenciada, muitas dessas oportunidades são desperdiçadas, limitando o impacto do jornalismo.
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A comunicação de qualidade engaja o público de maneira eficaz, incentivando a participação e a interatividade. Artigos bem escritos e reportagens envolventes despertam o interesse do leitor, que se sente motivado a comentar, compartilhar e discutir o conteúdo. Isso cria uma comunidade ativa em torno do veículo de comunicação, fortalecendo sua presença e influência. Sem uma comunicação de qualidade, o engajamento diminui e o veículo perde a oportunidade de construir uma audiência leal e participativa.
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A busca pela qualidade na comunicação também impulsiona a inovação e a criatividade. Jornalistas comprometidos com a excelência estão constantemente a explorar novas formas de contar histórias, utilizando diversas plataformas e formatos para alcançar diferentes públicos. A qualidade abre espaço para experimentação e evolução do jornalismo, enquanto sua ausência resulta em estagnação e falta de visão.
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Quando os jornalistas abrem mão de uma comunicação de qualidade, não só perdem sua credibilidade e a confiança do público, mas também deixam de gerar diferenciais e perdem grandes oportunidades editoriais.
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A qualidade é um investimento essencial que garante a relevância e a sustentabilidade do jornalismo. Sem ela, o jornalismo corre o risco de se tornar irrelevante, incapaz de cumprir seu papel fundamental na sociedade. Portanto, a busca incessante pela qualidade deve ser uma prioridade para todos os profissionais da área, de modo a preservar a integridade e a importância do jornalismo no mundo moderno, o que não está a acontecer!

domingo, 1 de outubro de 2023

quando a pitonisa é jornalista!

Eslováquia vai a votos a 30 de setembro e Robert Fico, do partido de esquerda Smer, está em primeiro lugar nas sondagens. Antigo PM quer acabar com apoio a Kiev — e aproximar-se da Rússia. José Carlos Duarte

quarta-feira, 26 de setembro de 2018

os “brown noses” a que temos direito...

 Há hoje nas redacções dos media portugueses, e também muito nas respectivas chefias e direcções, abundância de criaturas que adoptam surpreendentemente a denominação de jornalistas. O dever do jornalista, o cerne da sua profissão, consiste em informar. Não é o objectivo das criaturas. As criaturas querem dar a «informação» que convém às suas convicções -- calando o resto -- e aos seus ídolos, na medida em que as criaturas julguem que essa «informação» lhes convém. [...]
Nos Estados Unidos, há, uma expressão brutal (e brutalmente certeira) para designar essa gente que sai do caminho e se dá a todos os esforços para louvar e apoiar os mandantes que ama: brown noses.

Abstenho-me de explicar o significado da expressão, mas deixo-vo-la para que lhe admirem a justeza. (in “Brown noses”por José Mendonça da Cruz)

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

comunicações…


 
GREVE GERAL
 

Hoje não há comunicações, mas há comunicação!

Porque é que jornalistas nunca fazem greve e as “gerais” só em dias sem futebol, sem Fátima e sem “festivais”?

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

juros a acrescentar ao empréstimo... após “saída” do PS do memorando que contratou


O PSI20 fechou a perder 0,31% para 5.307,36 pontos.
As exportações de bens portugueses para a Alemanha caíram 1,3% até Setembro, face a igual período do ano passado.
A "yield" implícita da dívida portuguesa a dois anos voltou hoje a superar fasquia dos 6%, um nível em que já não se encontrava desde o início de Agosto, após a retirada de apoio do PS à execução do “memorando de entendimento” pelo Governo.
O Movimento Nacional de Empresários da Restauração (MNER) anunciou hoje a realização do "Dia Nacional Sem Restaurantes" para 19 deste mês, como forma de pressionar o Governo a reduzir o IVA para a "taxa mínima"...
A carga movimentada nos portos portugueses sofreu uma queda de 10% em Setembro sobre o homólogo de 2011.
Apesar da União Geral dos Trabalhadores (UGT) não ter aderido à greve, de 14 de Novembro, convocada pela CGTP, há cerca de 30 sindicatos afectos à UGT que vão envolver-se na paralisação. Jornalistas e similares, como é habitual, não farão greve.
Sábado inicia-se um período de “protestos” que poderá vir a influenciar as cotações do mercado secundário, aguardemos!

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

juros a acrescentar à divida... a aumentar entre a “rejeição do OE” e a “refundação do Memorando”

o PSI-20 fechou a subir 0,12%, para 5.383,84 pontos.
O Governo pretende forçar os serviços públicos a poupar cerca de 600 milhões de euros no próximo ano, através de um aumento da contribuição de todos os organismos para a CGA, a qual não será compensada pelo Orçamento do Estado, afirma o Jornal de Negócios. 
A ministra da Justiça admite estar previsto um corte de 500 milhões de euros na área da segurança, montante será repartido entre os ministérios da Justiça, Administração Interna e Defesa.
18 trabalhadores da Lusa abandonaram a agência de notícias no âmbito do programa de rescisões por mútuo acordo.
A empresa de calçado Topikrelevo vai criar mais 60 postos de trabalho em Celorico de Basto, a partir de Janeiro de 2013.
A contribuição extraordinária de solidariedade, que em 2013 vai ser cobrada a 8,5% dos pensionistas com mais de 1.350 euros brutos por mês, apanha 195 mil pensionistas e 77 mil reformados.
Os juros implícitos na dívida pública portuguesa negociada no mercado secundário estão a subir na generalidade dos prazos e a taxa implícita na dívida a 10 anos já sobe há nove sessões consecutivas.
Nos primeiros seis meses do ano foram realizadas 7,1 milhões de viagens turísticas, um acréscimo de 13,4% face ao mesmo período de 2011.
Segundo os dados divulgados pelo Banco Central Europeu, as famílias portuguesas levantaram 725 milhões de euros dos seus depósitos a prazo em Setembro, Trata-se da maior retirada mensal desde Maio de 2009, afirma o Económico.
Nos primeiros nove meses de 2012, as duas televisões privadas perderam 26 milhões de euros, 17%, em receitas publicitárias, face a igual período de 2011.
Entre Abril e Junho deste ano, os pedidos de falência aos tribunais dispararam 57% face a período homólogo. Os das famílias atingiram um peso de 41,9% enquanto os das empresas desceram para 35,8%.
O número de desempregados que anulou a inscrição nos centros de emprego para emigrar entre Janeiro e Setembro subiu para 45,4% face a igual período do ano passado.
Segundo o BCE, a taxa oferecida pelos bancos nos depósitos a prazo voltou a cair em Setembro, para 2,60%, ficando abaixo da média praticada pelas restantes instituições financeiras da Zona Euro.
A agência de "rating" Fitch afirma que a via aberta pelo BES poderá ser particularmente útil para a CGD e BCP, "que são os mais dependentes do financiamento do BCE".
O preço do gasóleo deve descercerca de um cêntimo e o da gasolina ficar inalterado na próxima semana.

O Brent do Mar do Norte referência para Portugal, desvalorizou 0,29% para 107,86 dólares o barril.
 
A actividade industrial na Zona Euro em Outubro recuou pelo 15.º mês consecutivo e o da Alemanha, retrocedeu pelo oitavo mês sucessivo.
O mercado automóvel da Europa Ocidental manteve a tendência de queda acentuada, recuando aos níveis registados há 20 anos,
Dívida pública grega, que deve atingir os 189.1% do Produto Interno Bruto em 2013, voltará aos valores de antes do perdão de dívida dos privados.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Eleftherotypia ou a Liberdade da Imprensa

Jornalistas gregos que não recebem salários desde Agosto retornaram ao trabalho para o que pode ser a última edição do Jornal  Eleftherotypia.
O Eleftherotypia foi o segundo maior jornal da Grécia, um diário de centro-esquerda com uma orgulhosa tradição de pareceres e relatórios independentes. Fundado após a queda da ditadura militar em 1974, seu nome significa "liberdade de imprensa".
Esta semana, mais de 120 jornalistas e equipe de produção reunem-se para preparar uma edição especial final, que será publicada no dia anterior às eleições gerais. tradução livre do the guardian por via do ponto media 

Quem sou eu para fazer comparações!

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

e vão sete...mais treze!

O semanário Sol comunicou hoje a 20 trabalhadores que iriam ser despedidos, dos quais pelo menos sete jornalistas.
O semanário, lançado em 2006, é actualmente detido pelo grupo de capitais angolano Newshold. publico
...faz um ano a sangria foi no grupo do Oliveira e ninguém protestou. "isso só acontece aos outros" pensaram!