domingo, 27 de fevereiro de 2011
PPC resiste...
terça-feira, 28 de abril de 2009
ainda ás voltas com os genéricos...
de quem sabe aritmética
Votos de boa saúde
... convém parar e fazer contas. 35+8,8 milhões igual a 43,8 milhões. A dividir por 1 milhão de pensionistas igual a 43,8. 43,8 euros em medicamentos genéricos por cada pensionista num ano? in 31 da Armada
de quem não sabe aritmética
Genéricos gratuitos para um milhão de pensionistas
Os reformados com pensões inferiores ao ordenado mínimo vão ter genéricos comparticipados a 100%. A medida foi aprovada em Conselho de Ministros e vai obrigar a acrescentar ao Orçamento do Serviço Nacional de Saúde mais 35 milhões de euros, para juntar aos 8,8 milhões previstos. Mas a factura pode disparar se o consumo destes medicamentos crescer. in DN 4 Abril 2009quinta-feira, 16 de abril de 2009
SOMOS LIVRES
...estes não perceberam que deram musica e letra á crise e que “sem eira nem beira” já os ultrapassou!
podem, agora, querer ser politicamente correctos, mas, qual “gaivota” que voou nos anos 74/75, introspectivaram desempregados e novos pobres!
isto é, perderam-lhe a autoria...
Vão-se lixar!
Interessante ler
o tempo repete-se assim como historiaquarta-feira, 15 de abril de 2009
“Sem eira nem beira”
Canção dos Xutos e Pontapés está a ser transformada em manifesto contra José Sócrates Quem conhecer a discografia dos Xutos & Pontapés sabe que o cariz de intervenção e alerta social marcaram sempre presença nas letras das músicas. Mas os membros desta banda nunca quiseram vestir a roupagem de “líderes de uma revolução política”, nem apoiam, enquanto colectivo, qualquer partido político, assegura Zé Pedro, guitarrista dos Xutos. Por isso, é com alguma surpresa que o grupo assiste à euforia em torno da canção “Sem eira nem beira”, que integra o novíssimo álbum Xutos & Pontapés, disco de originais que foi lançado na passada semana. A música está a ser transformada na Internet como um manifesto de ataque ao Governo e a José Sócrates. “Não há aqui alvos a abater”, diz Zé Pedro, em resposta ao facto de o refrão começar com a frase Senhor engenheiro, dê-me um pouco de atenção. “Não queremos fazer um ataque político a ninguém. A letra exprime mais um grito de revolta. E é um alerta para o estado da Justiça e para uma classe política em geral que, volta e meia, toma atitudes que deixam os cidadãos desamparados”, justifica. Há partidos que estão a ponderar se vão usar a música em campanha eleitoral.
O gabinete do primeiro-ministro não comenta. Publico 14.04.2009 - 21h46 São José Almeida, Maria José Oliveira
sábado, 11 de abril de 2009
“vendedores de milagres”
sábado, 28 de fevereiro de 2009
de Calimero a Major Alvega!
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
o polvo!
sábado, 21 de fevereiro de 2009
frase da semana
"Se não houvesse medo, um qualquer destes destacados militantes socialistas que periodicamente nos avisa do grave perigo que atravessa a sociedade portuguesa teria tido a coragem suficiente para abandonar a sua zona de conforto e enfrentar José Sócrates". João Marcelino, "Diário de Notícias", 21-02-2009quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
o carnaval da republica!
domingo, 15 de fevereiro de 2009
um exemplo de democrata!
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
cada vez mais...menos cegos!
grandes noticias,,,
sábado, 7 de fevereiro de 2009
quartel general em abrantes...
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
não acreditam em Sócrates
(mais um) a pregar aos peixes!
em Estado (de)Novo...
domingo, 28 de dezembro de 2008
dupont et dupond
MRS: está perturbado... mas
“Assumir a paternidade da baixa do Euribor revela o grau de perturbação do primeiro-ministro”, afirmou Marcelo Rebelo de Sousa ao Expresso, num comentário à mensagem de Natal de José
Sócrates. Para o comentador, só há uma explicação: “Sócrates sabe o que aí vem e não quer assumir”.
