“Requiem for Portuguese Forests” foi gravado a preto e branco, no verão de 2018, no Pinhal de Leiria, também devastado pelas chamas, no dia 15 de Outubro de 2017, quatro meses após o grande incêndio em que morreram 66 pessoas e que eclodiu na povoação de Escalos Fundeiros, Pedrógão Grande, e alastrou a vários municípios vizinhos, nos distritos de Leiria, Castelo Branco e Coimbra.
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quarta-feira, 17 de junho de 2020
segunda-feira, 1 de junho de 2020
detecção de fogos!
permite ler e transmitir à distância, informação que aumenta a eficácia de decisão em situações de catástrofe.
domingo, 8 de setembro de 2019
quinta-feira, 1 de agosto de 2019
tudo a correr bem!
Cabrita disse que este ano ardeu menos 36 por cento do que a média dos últimos dez anos.
Esta época de incêndios está a "correr bem" acrescentou...
sexta-feira, 8 de março de 2019
há umas mais iguais que as outras!
abra a sua
cabeça! Pense nisto:
Quanto tempo demorou António Costa a reagir à morte destas
mulheres?
Quando é que o Bloco se manifestou indignado com o seu destino?
Quantos é que alegando o segredo de justiça acharam que os seus
nomes e os seus rostos nem sequer devia ser divulgados?
... e decida-se!
(in “Sejam demagogos à vontade mas não me peçam para assistir” por helenafmatos em8 MARÇO, 2019)
(in “Sejam demagogos à vontade mas não me peçam para assistir” por helenafmatos em8 MARÇO, 2019)
domingo, 26 de agosto de 2018
"O Compadrio" pós-fogo em Pedrogão
"O Compadrio" é uma
investigação da jornalista Ana Leal, com imagem de Tiago Eusébio e edição de
imagem de João Ferreira.
O Presidente da Câmara Municipal de Pedrogão Grande e
o então Vereador Bruno Gomes, sabem, desde o ano passado, da existência de
irregularidades no processo que envolveu a atribuição de donativos para a
recuperação das casas que arderam no incêndio. Testemunhos inéditos, na
primeira pessoa, garantem que tiveram mesmo indicações para adulterar os
processos de candidatura, forjando moradas de residência, com a conivência dos
poderes públicos locais. O objectivo era assegurar que casos de segundas
habitações e até mesmo terceiras habitações passassem a figurar como primeiras
habitações, de forma a conseguirem os subsídios que garantissem a recuperação
das respectivas casas.
sexta-feira, 10 de agosto de 2018
quarta-feira, 18 de julho de 2018
quinta-feira, 31 de maio de 2018
os jornalistas não perguntam, a oposição não se opõe...
...quando desde o mais analfabeto
dos agricultores, ao mais qualificado dos doutorados portugueses que lidam
minimamente com plantas, sabem, e dizem, que isso dos matos não vai lá com
intervenções únicas que se somam no espaço, o Governo não só fez aprovar legislação
absurda (pretender que as ervas não tenham mais de vinte centímetros, ao longo
do ano, é pretender que se ande com um corta relvas, por meio país, todos os
meses, mais ou menos como se faz nos campos de futebol, embora com mais
frequência, um exemplo que uso por me parecer o único contacto que muitos dos
que decidem sobre o assunto terão com a gestão da vegetação), como insiste
nesta cantilena sem pés nem cabeça.
E como é isto possível?
Simples, não há qualquer custo
político em dizer coisas absurdas porque os jornalistas não perguntam, a
oposição não se opõe (nesta matéria, aliás, há um enorme consenso político no
sentido de se gerir os espaços não agrícolas esquecendo a realidade), os que
sabem cansaram-se e a generalidade da população estará minimamente satisfeito
com o "faz-se o que se pode, coitados, ao menos alguma coisa melhorará, se
não se fizer nada é que é pior". (in “Não temos
salvação” por Henrique Pereira dos Santos)
quinta-feira, 28 de dezembro de 2017
o Governo autorizou a compra de cinco aeronaves
Estamos em Dezembro, o anuncio foi
feito com pompa e circunstância em plena época de fogos florestais.
Já viu algum?
.
O Governo autorizou o início de negociações com a
Embraer para comprar cinco aeronaves militares KC-390, usadas também para
combate a incêndios florestais.
A resolução do Conselho de
Ministros, publicada esta quinta-feira (26Jul17) em "Diário da
República" com efeitos imediatos, refere a compra "até cinco
aeronaves KC-390, com opção de mais uma" e ainda a respectiva sustentação
logística e um simulador de voo (fullflight simulator CAT D), para instalação e
operação em território nacional.
domingo, 24 de dezembro de 2017
segunda-feira, 30 de outubro de 2017
O Cartel do Fogo
depois de ver esta reportagem só posso admitir que uma aparente inércia da PGR esteja apenas relacionada com o elevado número de politicos envolvidos.
Mas espero que já esteja a “tomar notas”....
.
Mas espero que já esteja a “tomar notas”....
.
terça-feira, 17 de outubro de 2017
segunda-feira, 16 de outubro de 2017
pinhal de Leiria. Para memória futura!
A fotografia é tão impressionante que
há quem julgue nas redes sociais que é uma imagem manipulada. Mas não: esta era
a vista para Vieira de Leiria no final da tarde deste domingo, quando centenas
de fogos consumiam floresta de norte a sul do país naquele que foi considerado
“o pior dia do ano em matéria de incêndios” pela Protecção Civil. A fotografia,
captada por Hélio Madeiras, um membro das Forças Especiais de Bombeiros, foi
tirada a partir da torre dos Bombeiros Voluntários da Vieira de Leiria e
partilhada na página dessa corporação.
Tempo não explica tudo...
Paulo Pinto, da Divisão de Previsão
Meteorológica, Vigilância e Serviços Espaciais do IPMA, conta que já trabalha
com radares meteorológicos há cerca de 25 anos e nunca viu imagens como aquelas
que lhe apareceram no computador a 15 de outubro.
Recordando que os radares só detetam
nuvens de fumo mesmo muito grandes, explica que já perceberam que ao início da
tarde os radares, num espaço muito curto de duas horas, entre as 13h30 e 15h30,
deram sinais do surgimento de uma dezena dessas plumas com origem em incêndios,
algo claramente fora do comum e antes do furacão Ophelia se aproximar de
Portugal Continental.
Outra incógnita que continua em
aberto passa pela razão que levou duas dessas grandes nuvens de fumo a mais do
que duplicarem de repente de tamanho na zona de Vouzela, de 4 ou 5 quilómetros
de altura para 10 ou mesmo 12 quilómetros, a uma altitude onde andam os aviões
comerciais em velocidade de cruzeiro.
Paulo Pinto explica que estas alturas
são claramente anormais para uma pluma de fumo, tendo-se repetido, por exemplo,
também, na nuvem de Pedrógão Grande a 17 de junho, ainda não se tendo percebido
o que motivou a intensificação tão forte do fumo naquela zona e àquela hora.
No entanto, das análises de algumas
horas que já fez às imagens de radar o meteorologista explica que não
encontraram sinais de qualquer downburst como o que aconteceu em Pedrógão,
apesar de ser possível que tenha acontecido um outro fenómeno raro com origem
no fogo: um pirocumulonimbo, sendo já certo que aconteceu um
pirocúmulo em consequência da intensificação do incêndio.
Paulo Pinto admite que o muito calor
daquele dia a meio do outono, a seca, os terrenos extremamente secos, a secura
da massa de ar e até o vento do furacão Ophelia que andava próximo da costa
portuguesa ajudam a explicar o que aconteceu a 15 de outubro, mas não explicam
tudo.
"Foi uma situação muito invulgar
a proliferação de tantos incêndios com tantas plumas tão grandes numa área de
200 a 300 quilómetros de Sul para Norte", sendo que as condições
meteorológicas, já analisadas, explicam apenas parte daquilo que aconteceu.
Recorde-se que há uma semana o
parlamento anunciou que a Comissão Técnica Independente que investigou o
incêndio de Pedrógão Grande também vai avaliar o que se passou nos incêndios
florestais de outubro, um trabalho que começa a ser feito em janeiro.
Nos incêndios mais de 30 grandes
incêndios que começaram a 15 de outubro e se prolongaram até dia 16 arderam
cerca de 200 mil hectares, quase tanto como em todo o resto de um ano que já
estava a ser muito mau.
quarta-feira, 20 de setembro de 2017
segunda-feira, 4 de setembro de 2017
e quem é que se lembra da Opel na Azambuja?
... os partidos da geringonça já
estão a trabalhar para prejudicar a economia, como mostram três casos recentes.
- Como resposta aos incêndios do
Verão, o PCP e o BE atacaram o cultivo do eucalipto e as indústrias do papel,
um sector onde Portugal lidera na Europa. O maior produtor, a Navigator, foi o
segundo maior exportador nacional em 2016, atrás da Petrogal. Contribui com 3%
para o total das exportações e com 1% do PIB. A Navigator cria ainda dezenas de
milhares de postos de trabalho. Mas o BE e alguns sectores do PS acabariam de
bom grado com a indústria do papel em Portugal, contribuindo assim para o
aumento do desemprego, a redução das exportações e o empobrecimento do país.
- O governo, com o PCP e o BE a
reboque, também resolveu atacar a Altice e a PT. Assistir a um governo
socialista a atacar um investidor externo que salvou o que restava da PT é
extraordinário. Foi um executivo socialista (sem qualquer responsabilidade de
António Costa, devo reconhecê-lo) que contribuiu para destruir o valor da PT,
empurrando-a para aventuras empresariais no Brasil que a levaram quase à
falência. O investimento da Altice salvou o que restava da PT (excluindo o
investimento na OI) e milhares de empregos. Aliás, até ao incêndio de Pédrogão
Grande e até à aquisição da TVI, o governo não atacava a Altice nem qualquer
situação laboral na PT. De um lado, os ministros das Finanças e da Economia
fazem tudo o que podem para captar investimento externo. Por outro lado, o PM e
os camaradas comunistas e bloquistas atacam os investimentos da Altice em
Portugal.
- O terceiro caso diz respeito à
Autoeuropa. Já muitos o disseram, é uma empresa modelo, quer nas relações
laborais entre a administração e os trabalhadores, quer na capacidade de
produção, e que ocupa desde 2000 um lugar entre os três maiores exportadores
nacionais. Devido às guerras entre o PCP e o BE, e os seus sindicatos, a
fábrica conheceu na semana passada a sua primeira greve. A CGTP não descansa
enquanto não conquistar o poder entre os trabalhadores. No contexto dessa luta
sindical, a contribuição da Auto Europa para o crescimento da economia
portuguesa é secundária.
Os problemas na Autoeuropa não
afectam apenas as exportações, também podem prejudicar o investimento externo.
Há muitos países na União Europeia que gostariam de trazer a Autoeuropa para os
seus territórios. E, na feliz expressão de Daniel Bessa, ela si muove, se
for necessário. Além disso, as outras grandes empresas olham preocupadas para o
que se passa em Palmela. Sublinharia, desde logo, a Bosh Car e a Continental
Mabor, igualmente campeões de exportações e ambas resultado de investimentos
vindos da Alemanha.
sexta-feira, 25 de agosto de 2017
o Estado de Calamidade...
[...] ao mesmo tempo que se serve do
«Expresso» para anunciar um «pacto futuro com a «direita», a entrevista
destina-se sobretudo a tentar mudar o sentido de uma conjuntura política
adversa a António Costa. A declaração de calamidade começa, aliás, por reforçar
os meios autoritários do Estado a fim de apertar ainda mais o controle sobre a
comunicação como de resto já sucede por intermédio de uma funcionária que
debita o relatório diário do governo sobre os fogos.
[...] O PS e os seus porta-vozes na
comunicação social começaram por omitir que a recuperação da economia
portuguesa já estava em curso quando a «geringonça» assumiu o poder; depois,
atribuíram-na às chamadas reversões; a seguir, à criação de emprego estatal e
para-estatal; mais recentemente, ao aumento do turismo e, ultimamente, às
exportações, as quais se devem, na realidade, ao crescimento de países
economicamente austeros como a Espanha.
enquanto isso
[...] a propaganda governamental
omite, obviamente, o facto estrutural de o aumento das exportações de baixo
valor acrescentado, como sempre foi o caso do turismo e não só, fazer crescer
ainda mais as importações, mantendo-se portanto os défices seculares da balança
comercial e financeira. Continua, pois, tudo como dantes: o país está entregue
ao clientelismo governamental, dependente do crescimento externo e condenado à
dívida. Esta é que é a calamidade que explica as outras calamidades. ( in o “Estado
de calamidade” por Manuel Villaverde Cabral
)
domingo, 20 de agosto de 2017
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