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terça-feira, 24 de outubro de 2023

Braço sindical do Chega com futuro incerto dizia a Filipa Matias Pereira

e a Filipa ouviu o Armenio Carlos antigo secretário-geral da CGTP/In

Inspirado no modelo sindical espanhol Solidaridad, apoiado pelo Vox, o Chega quer promover a primeira federação sindical de direita em Portugal. Ventura espera que a Solidariedade entre no activo no final do ano, mas reza a História que o caminho não será fácil. O falhanço de movimentos sociais associados à direita radical na Europa e a actual crise no sindicalismo são obstáculos à vista.

Alheio às contrariedades, Ventura quer organizar “uma grande concentração de trabalhadores” já no início de 2023 e espera contar com aqueles que não se revêem nas centrais sindicais de esquerda: a CGTP e a UGT. Mas há quem veja nesta iniciativa do partido de extrema-direita um contra-senso. “O Chega, que tanto criticava insensibilidades no movimento sindical, agora acaba por lançar uma proposta que não é mais do que uma tentativa de instrumentalização do movimento sindical e dos legítimos descontentamentos face às políticas seguidas, com consequências face à redução do poder de compra e ao aumento da pobreza”, diz ao NOVO Arménio Carlos, antigo secretário-geral da CGTP.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2023

o CHEGA


conseguiram acabar com ele 
ou 
ele acabou com eles?

terça-feira, 6 de setembro de 2022

O mau jornalismos e a 1ª Academia do Partido Chega

 

 

Com infiltrações da extrema direita no início, Ventura quis fazer reset à 'jota' do partido e mantém rédea curta. Vergonha continua a ser apontada como principal bloqueio a entrada de novos elementos 05 set 2021,

A Primeira Academia de Verão do Chega tornou-se numa “terapia de grupo”. A necessidade de colocar os jovens do partido de André Ventura no divã foi levantada na abertura dos trabalhos pelo vice-presidente Gabriel Mithá Ribeiro, um nome recém-chegado, mas que teve já a responsabilidade de redesenhar o programa eleitoral. O cenário montado na Nazaré apela à calma e são raras as vezes em que alguém levanta a voz no púlpito. Da janela vê-se o mar e quando é feita uma pergunta retórica até é possível ouvir as ondas a bater nas rochas. Está tudo pronto para a primeira lição. “A não-vitimização é um dogma”. Mithá Ribeiro atira o mote para pedir aos jovens do Chega que sejam fortes, não se queixem das críticas que ouvem e que “respondam na mesma moeda” quando são chamados de “fascistas, neonazis, racistas ou homofóbicos”. O vice-presidente do partido assume que há “um problema de identidade”, mas a causa é externa: “O que fazem connosco é terrorismo identitário e violação mental”. Pede que se olhe para o Chega “como uma minoria” e quer intransigência na luta radical contra a “homogeneidade racial e étnica”. O discurso termina com cinco características que qualquer membro do Chega deve ter: “Nós somos de direita, liberais, nacionalistas, reformadores e conservadores”. Ser estas coisas é uma vergonha? A pergunta, como a “vitimização”, não pede resposta, mas há muitos que apesar de cumprirem todos os requisitos responderiam que sim. Nas primeiras subidas ao palco fala-se de coragem e de medo. Coragem dos que vieram e se assumem como apoiantes do Chega e medo dos que “votam em nós, mas não são capazes de vestir a camisola”. A maioria dos jovens do Chega garantem que não tinham interesse em política até ouvirem as ideias deste partido e do seu líder. É o caso de João Neves, filho de um autarca, que nunca se aproximou do partido do pai até ouvir o candidato do PSD à Câmara Municipal de Loures nas últimas autárquicas. Não se filiou no partido de Passos Coelho, mas esperou pela fundação de um partido à imagem de Ventura para meter os papéis. Neste momento é um dos que já terminaram a batalha para conseguir candidatos às juntas do concelho onde é líder regional, sem que arranjasse um cabeça de lista para as seis que tem em mãos. Diz que as pessoas têm medo de “represálias”, usando como exemplo empresários que “têm casas abertas e ficam com medo de perder clientes”. Leonardo Gil, de 19 anos, foi o responsável pela escolha do lugar onde se realizou a primeira Academia de Verão, sobe ao palco de olhos postos nas janelas da sala para garantir que só um partido como o de André Ventura é capaz de “aproveitar o mar”. Termina a dizer que o objetivo da Jota é garantir que “nenhum jovem tenha vergonha de dizer que é do Chega”. Com as eleições autárquicas à porta, o partido não conseguiu atingir o objetivo definido pelo líder de se candidatar a todas as autarquias e é na dificuldade de convencer quem vota a ser votado que tem residido o principal problema. O sítio escolhido para este encontro de jovens, a Nazaré, não tem candidato do Chega a concorrer à Junta de Freguesia. O líder da distrital de Leiria garante que tentou de tudo, mas ninguém se quis chegar à frente. A ideia que passa é que ser do Chega ajuda a criar anti-corpos e assumir o apoio ao partido pode trazer consequências. Rita Matias, um dos principais rostos da juventude que se tem destacado com discursos muito aplaudidos nos congressos do partido, vai deixar de ter trabalho no final do ano: “Já me foi dito que o meu contrato não vai ser renovado por causa da minha exposição política”, conta ao Observador. Quando pedimos para detalhar o que está em causa, explica que trabalha num centro de investigação “pago com os nossos impostos” e o processo de afastamento começou com bullying quando colegas de trabalho de lhe deixavam papéis na secretária a dizer que não podiam “partilhar o mesmo ar”. Mais tarde fala ainda na “criação de um código de ética” que tem um ponto onde se conclui que “as posições ideológicas do investigador influenciam a investigação”: “Não deixa de ser preocupante que este centro de investigação público não acredite nas metodologias objetivas da ciência”, diz. Vacinação: esperar por mais dados ou pelo Papa Se fossem levados a exame, a maioria dos alunos da Academia de Verão do Chega reprovariam no segundo módulo, o da vacinação. Jerónimo Fernandes, médico, líder da concelhia do Porto e militante muito ativo nos eventos do partido (esteve com Ventura em praticamente todas as ações de campanha nas presidenciais e marcou presença em todos os congressos), foi chamado a garantir que “a vacinação contra a Covid-19 é a melhor alternativa”. Quando questionado por um dos jovens sobre as motivações “ocultas” de governos e farmacêuticas a nível mundial, garante que não acredita numa “congeminação porque há vários países, de várias orientações, a tomarem medidas iguais no combate à pandemia”. No intervalo, com o ar do mar, as reticências com que chegaram não se dissiparam e a maioria prefere seguir as cautelas de André Ventura. É o caso de Rita Matias, um dos rostos mais conhecidos dentro do partido – é vogal na direção e assume-se como o braço de Ventura na Jota. “Não estou vacinada”. Teve Covid-19 há menos de três meses e esse é o motivo principal para ainda não ter sido imunizada, mas, se não fosse assim, também ainda não tinha avançado para um centro de vacinação. “Quero esperar para conhecer os efeitos da vacina, estou num processo de reflexão como o presidente do meu partido”. A filha de Manuel Matias, presidente do movimento Pró-Vida – que foi absorvido pelo Chega na segunda convenção – e atual candidato à Câmara Municipal de Almada, recusa o rótulo de negacionista, assumindo-se como uma “mulher da ciência” que conhece os tempos necessários para produzir uma vacina e diz que “apressá-los pode levar-nos a tomar uma decisão errada”. O irmão de Rita Matias, José Maria Matias, está no partido há menos tempo do que o pai e a irmã, mas conseguiu fazer uma das intervenções mais aplaudidas do primeiro dia deste encontro que juntou cerca de 40 jovens do Chega, junto à praia da Nazaré. Recebeu da plateia a confiança para ser “um dos próximos deputados da nação”, mas diz que mantém o foco na carreira de professor de música que quer construir nos próximos tempos. É também nos próximos tempos que assume que se vai vacinar. Aos 24 anos, ainda não tomou a vacina contra a Covid-19 e assume “algumas dúvidas”, mas diz que a decisão está tomada: “A partir do momento em que o Santo Padre tomou a vacina, a questão ficou mais simples para mim”. Aos 32 anos, João Neves foi um dos membros mais ativos deste evento. Tinha perguntas para todos os oradores, às vezes mais do que uma. No final da apresentação de Jerónimo Fernandes sugeriu mesmo um diálogo com o orador que se transformou num debate, mesmo depois de ser anunciado o intervalo da sessão. A vacinação não lhe parece a melhor alternativa e assume que não está vacinado “por opção”. Ao Observador diz que trabalha com análises de risco no setor empresarial e que o hábito dos prós e contras fê-lo perceber que ainda não há dados suficientes que lhe garantam que a vacina não vai “trazer problemas daqui a uns anos”, apesar das instituições internacionais com essa competência terem assegurado a sua segurança e eficácia. Refugiados: os responsáveis pela revolta dos portugueses Bruno Martins, de 25 anos, é um dos jovens do Chega que vai concorrer às eleições autárquicas, é candidato à Junta de Freguesia de Vila Franca de Xira. A tradição tauromáquica é uma das suas bandeiras porque acredita que se há menos gente nas praças de touros “é por causa das taxas”. Fala na festa brava como “parte da identidade portuguesa” que é preciso “fazer com que os outros aceitem, mesmo que não gostem”. A identidade é uma das principais preocupações dos jovens do Chega e os estrangeiros são olhados como a principal ameaça. O aspirante a autarca pede que se façam perguntas: “Quem se sente posto de parte deve perguntar porque é que é posto de parte” e recusando responder à questão que deixa no ar, olha para a aglomeração de pessoas com as mesmas origens em bairros ou regiões próximas como um dos principais problemas, explicando que “se há determinado tipo de práticas onde vivem determinado tipo de pessoas, é normal que haja estigma”. A permissão de entrada de estrangeiros em Portugal não é recusada, mas “têm de ser precisos para fazer alguma coisa”. O exemplo mais usado é o do trabalho e aplica-se aos imigrantes: “Portugal só deve aceitar pessoas com visto de trabalho, se isso não acontecer vamos fazer aumentar a taxa de desemprego”, explica João Neves. No que diz respeito aos refugiados, é mais difícil encontrar uma resposta clara. À pergunta ‘Refugiados em Portugal: sim ou não?’, Rita Matias responde ‘nim’. O primeiro argumento é o da discriminação positiva que ajuda a perpetuar o “discurso do nós e do eles”. Os jovens do Chega têm dificuldade em perceber porque é que quando estas pessoas chegam têm direito a uma “série de regalias que são recusadas aos portugueses, como é o caso dos médicos de família”. Em segundo plano surge “o problema da islamização”. A vogal de André Ventura diz que quando vai a uma país árabe é “convidada a usar uma burca”, por isso diz que é evidente que “eles têm que cumprir as regras do nosso país”: “Precisamos de preservar a cultura da Europa e temos que olhar mais para Espanha e França”. Juventude Chega: liberdade com Ventura sempre atento Rita Matias tem ganho relevância no partido e aos 24 anos já conseguiu ser uma das mulheres de confiança de André Ventura, com um lugar na mesa dos vogais da direção. A Juventude Chega está em fase de implementação, há uma comissão instaladora da qual a filha de Manuel Matias não faz parte, mas claramente é a líder de facto desta estrutura. Ao longo de todo o fim de semana foi a responsável por fazer a ponte com a imprensa, apresentou várias sessões no palco e num dos momentos até assumiu que não devia ser ela a estar com o microfone na mão, mas sempre esteve. Recusa a ideia de polícia a mando do líder, garantindo que “a Academia de Verão, os temas e oradores escolhidos são da responsabilidade da comissão instaladora”, e assegura que só está muito presente porque quer garantir que todas as condições de que os jovens precisam estão asseguradas. Mas André Ventura falhou na primeira tentativa de criar uma ‘jota’ do Chega e agora quer garantir que não há mais extremistas nestas fileiras. “Nem tudo correu bem no início”, assume, para logo a seguir justificar que isso é normal nos partidos recém-chegados à política nacional. E o que não correu bem foi a entrada de membros radicais na Juventude Chega, que André Ventura acreditava que lhe podiam colocar pedras no caminho. Para evitar tropeções, apagou o que já estava escrito, voltou ao início e mandou que o caminho se fizesse mais devagar. O líder do partido aconselha o seu braço junto dos jovens a “estar próximo das pessoas”, revela Rita Matias ao Observador, explicando que está a ser feito um trabalho “porta-a-porta, pessoa a pessoa” para garantir que só as pessoas de bem entram na Juventude Chega”. De acordo com o rosto da juventude, a estrutura tem 500 membros, mas ainda vai precisar de muito tempo para voar sozinha. No Conselho Nacional de julho ficou definido que o presidente seria eleito daqui a dois anos, com a possibilidade de este período se prolongar por mais dois. Ainda falta muito tempo, mas Rita Matias não vê a autonomia a chegar antes das próximas eleições para a direção, daqui a quatro anos. “Percebemos que há uma grande dificuldade logística, precisamos de tempo”. 
Declarações de Gabriel Mitha Ribeiro corrigidas às 5:00 com referência à luta radical contra a “homogeneidade racial e étnica”

quinta-feira, 29 de julho de 2021

o partido Chega em Santarém?

Santarém apoia uma "extrema direita"? Duvido!
mas
Por acaso repararam que, pelo menos em três, após a passagem da deputada da extrema-esquerda Catarina Martins, uma a uma as autarquias escalabitanas vão apontando mais uma candidatura e mais candidatos do Partido Chega às Eleições Autárquicas de Setembro ?

quinta-feira, 28 de janeiro de 2021

a distribuição geográfica dos apoios do candidato. Os Pobres

“localidades rurais, do interior, menos afluentes e mais distantes dos centros de decisão nacional. Existe um verdadeiro cluster de concelhos no interior alentejano, junto à fronteira com Espanha, Uma das particularidades da votação do Chega, até ao momento, consiste na sua dificuldade relativa de implementação eleitoral nos subúrbios das grandes cidades, o que terá implicações na sua estratégia eleitoral nas legislativas.

O partido de André Ventura para ter sucesso, necessitará de subir fortemente na votação nos círculos grandes (Lisboa, Porto, Braga, Aveiro) e estes resultados das presidenciais não auguram um futuro tão risonho ao Chega como a votação global em Ventura faz prever.”
(Jorge M. Fernandes e Mafalda Pratas em analise às Presidenciais no Observador)

sábado, 19 de dezembro de 2020

as Boas Festas de 2019...


Marcelo Rebelo de Sousa afirmou que o novo ano parlamentar vai ser "muito exigente". O presidente esteve com parlamentares de todos os partidos à excepção do "Chega" na cerimónia de Boas Festas no Palácio de Belém.

Marcelo Rebelo de Sousa manifestou preocupação com o elevado nível de abstenção nas últimas Legislativas, mas elogiou a nova composição parlamentar.


domingo, 6 de dezembro de 2020

os piores cegos !

Ninguém deveria surpreender-se por Ventura e o Chega ocuparem o vazio da revolta inorgânica anti-elites, sobretudo quando exploram ressentimentos e preconceitos

Se formos rigorosos, em muitas frentes André Ventura não faz nada que já não tenha sido feito por outros. Ataques à comunidade cigana por causa do rendimento mínimo? Basta recordar Paulo Portas em 2002.

Só que Portas vinha das boas famílias de Lisboa e o CDS era já uma velho partido com pergaminhos. Fundar uma IV República? Alberto João Jardim há muitos anos que defende o mesmo, mas se o desconsiderarmos como figura algo folclórica, então é bom recordar que Rui Rio se apresentou como candidato à liderança do PSD dizendo que “precisamos de um novo 25 de Abril” e que a Constituição de 1976 estava velha. 
É capaz de não ser menos revolucionário. E algumas das propostas do Chega – que eu abertamente repudio –, como a castração química ou a prisão perpétua, são prática comum em muitos países europeus.
E depois será possível continuar a dizer que não, não há
nenhum problema com a comunidade cigana quando no mais recente 
Estudo Nacional sobre as Comunidades Ciganas, publicado em 2015, se refere que a idade média do casamento das raparigas é aos 16 anos, sendo que mais de 15% casam com menos de 15 anos e que mais de 80% assumem casar pela “lei cigana”?

Mas não, a realidade não interessa e por isso há por aí muita gente a achar que com Ventura vem aí o fascismo e, por isso, pedem a rápida ilegalização do partido pelo Tribunal Constitucional. A estupidez é evidente e só mostra a tacanhez de certos espíritos. Só falta mesmo sugerirem que prendam André Ventura para o impedirem de falar – pior do que um demagogo, só um demagogo mártir.


… há um ano eu já previa “maiorias plurais” à direita, só não imaginava que elas viriam tão cedo. É caso para dizer: habituem-se e, sobretudo, trabalhem melhor, pois não será nos tribunais que derrotarão o Chega.

queria deixar bem claro que também para mim esta posição é apartidária, sem qualquer interesse pessoal ou politico

segunda-feira, 13 de julho de 2020

O discurso de ódio ao Chega


Público de ontem [Sábado 11 de Julho de 2020], à guisa de resposta a uma entrevista de há uns dias, a Riccardo Marchi em que dizia que o Chega não parecia ser um partido fascista, racista ou xenófobo.
Para estes subscritores de abaixo-assinados, porém, o Chega é tudo isso e muito mais e só falta ser proscrito do panorama político nacional, por advogar o famigerado "discurso de ódio", nova fórmula de censurar ideias adversas às da esquerda politicamente dominante.
Os nomes dos subscritores são todo um programa. Para além do celebérrimo e ilustrérrimo professor Buonaventura, estão representadas todas as madrassas do país, com destaque para a daquele ai-a-tola, de Coimbra, a do CES e, claro, o ISCTE.

Ninguém se ri com estes pândegos que deviam ter lugar num jardim zoológico de aberrações sociológicas ou num circo do sol que agora se pôs. (no Porta da Loja )

domingo, 14 de junho de 2020

petição: Abolição do Partido Chega por ideologia fascista

Para: Ex.mo Presidente da República e Primeiro Ministro 
Como consta na Constituição Portuguesa de 1976, o Fascismo é criminoso em Portugal. No entanto, no presente momento, senta -se na Assembleia da República um seguidor e disseminador dessa mesma ideologia, fomentando-a com técnicas baratas de populismo.
Como é possível, tendo em conta a lei patente na Constituição vigente, o Partido Chega e o seu deputado André Ventura permanecerem na Assembleia da República?
É preciso mudar, é preciso reconhecer os crimes e os nefastos acontecimentos do passado para que não se repitam no futuro próximo ou longínquo.
O neofascismo, que se tem afirmado nos últimos anos em muitas partes do mundo, é, também, um problema em Portugal. Um problema que é necessário parar antes que se deixe desenvolver.

petição: Pelo fim do Bloco de Esquerda


Para: Exmo Sr Presidente da Assembleia da República 
Pelo fim do bloco esquerda por ser de extrema esquerda, anarquista, contra a ordem e a lei, por promover a violência, discriminar os policias e a nação, por ser um partido xenófobo, anti democrático e defender criminosos. 
"O direito à segurança implica que os cidadãos devem poder viver de forma segura e tranquila, livres de ameaças ou agressões por parte dos poderes públicos e dos outros cidadãos. 
Quando a coordenadora nacional do bloco de esquerda, deputada na Assembleia da República, e seu staff, vão para a rua durante uma manifestação com cartazes a incentivar claramente a actos de violência contra essas mesmas forças de segurança e contra o cidadão comum. 
Não podemos aceitar que elementos que foram candidatos pelo bloco cometam actos de vandalismo contra a propriedade privada e contra a propriedade pública. 
Não podemos desprezar a nossa história nem a nossa identidade enquanto nação, não temos que pedir desculpa por sermos Portugueses, são vocês que se aproveitam das minorias e dos mais fracos para obterem divididos políticos e ganharem protagonismo. Nós dizemos não existem cores ou raças, só seres humanos, e por isso "todas as vidas contam", mas todas mesmo!

sábado, 25 de abril de 2020

o "Chega" no 25 de Abril !

Tenho resistido a partilhar posts politicamente diferentes daquilo que considero ser “a minha direita” mas, 
a censura que começa a ser praticada na imprensa a que temos direito vai “obriga-me” a alterar aquela minha posição!


sábado, 4 de janeiro de 2020

o regresso dos "Vira-Casacas"!

... só passaram dois meses e os comentadores já começaram a ir ao alfaiate!