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sexta-feira, 22 de outubro de 2021
sábado, 6 de fevereiro de 2016
esboço do OE2016 (para mais tarde recordar) II
Na Imprensa nacional, diga-se que no
'Diário de Notícias' sobressai a ideia de que são as empresas as mais penalizadas. De acordo com o jornal, o IMI sobe para comércio, serviços
e indústria ao passo que o IRC e a TSU não baixam. Curioso é o facto, também
noticiado pelo 'DN' de o acordo do brexit ter beneficiado
Portugal. O 'Negócios' segue o mesmo caminho e diz que os grupos
económicos vão pagar mais IRC. Na primeira página, com fotografia, o homem do
FMI para Portugal,Subir Lall diz (numa entrevista no interior do jornal)
que o estímulo ao consumo terá impacto mínimo e mantém que o aumento
do salário mínimo pode ser prejudicial para o emprego. Já o 'I' diz que há um "colossal"
aumento de impostos para os condutores. E exemplifica: Imposto Único de Circulação, Imposto
Automóvel e imposto sobre os combustíveis disparam. O 'Público', embora
referindo o Orçamento (diz que o Governo está confiante que já satisfez
exigências da Comissão)puxa pelo encontro entre Costa e Merkel,
afirmando que o PM português oferece à congénere duas mil vagas no ensino
superior para refugiados. Resta o 'Correio da Manhã' onde se afirma que o "IRS castiga 'ricos' acima de 1700
euros brutos". (por Henrique Monteiro no Expresso Curto)
quarta-feira, 27 de janeiro de 2016
O virar de página de que Costa tanto fala está longe do fim do capítulo…
“…agora que as presidenciais estão
resolvidas, o Orçamento do Estado tornou-se a coqueluche da política
portuguesa. O Governo apresenta um documento onde já cede aBruxelas, fazendo
descer o défice. Mas aComissão Europeia, a exemplo do Conselho de Finanças
Públicas liderado por Teodora Cardoso, não está muito convencida. Para já,
enquanto só têm o rascunho do documento, existe aquele silêncio que pode
anteceder tempestades ou… nada. Ao mesmo tempo, otribunal de contas europeu diz
que a crise foi mal combatida em países como a Irlanda ePortugal.
Diferente são as velhas senhoras, as agências
de rating. A Moody’s não vai no nosso otimismo e a Fitch ameaça mesmo cortar orating da República o que pode
ter consequências se a DBRS, a agência canadiana que nos mantém em nível
BBB (acima de lixo), decidir baixar também a nossa classificação. Nesse caso, o BCE não
poderia continuar a financiar os bancos portugueses, o que teria consequências
graves na economia. E ainda hoje chega a troika para mais uma
avaliação que levará em conta o muito que foi revertido, diz o 'Diário
Económico' enquanto o 'Público' elenca nove temas em que pode haver discussão.
Suspense...
Se não está a perceber bem o que se
passa, não se preocupe demasiado, é o que acontece a quase todos, economistas
e técnicos incluídos. Se acha que nos estão a tramar, leia o que diz João Galamba do PS ou os dirigentes do PCP e veja se concorda com eles. Caso
pense que o Governo está a dar cabo de tudo, junte-se aMaria Luís ao PSD e ao CDS e faça coro (Assunção
Cristas, candidata à liderança do CDS em périplo pelo país, propôs, em Leiria,
umOscar de melhor ficção para Costa e Centeno).. Se é
tão desconfiado quanto eu, saiba que este Governo, a exemplo de todos os
anteriores neste século, se propõe cortar 600 milhões de euros em…
gorduras do Estado. E, como se sabe, alguns impostos (combustíveis, tabaco,
selo) vão aumentar, tal e qual como fizeram todos os Governos que prometeram
não os aumentar – que foram mesmo todos. O último Executivo, que tinha
quase prometido devolver uma parte cobrada, também não devolve. A ex-ministra Maria Luís lamenta.
A este respeito, destaque para a manchete do 'Público': "Multas e taxas
cobradas pelo Estado cresceram 50% nos últimos 5 anos". Seria um excelente
número se não fosse o facto de serem os contribuintes a pagá-las. (por Henrique Monteiro no Expresso
Curto)
O certo, certinho é ainda termos crise e austeridade para uns tempos largos. O virar de página de que Costa tanto fala está longe do fim do capítulo.
quarta-feira, 31 de março de 2010
a verdade do nosso primeiro
A propósito de um falso desmentido de Sócrates no Expresso.pt
uma tristeza de país de bananas...
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
e assim se volta ao inicio...
"Na noite de uma quinta para sexta-feira o senhor primeiro-ministro telefonou-me e pediu-me por tudo para não publicar uma notícia sobre a sua licenciatura", contou o director do Expresso, acrescentando que estiveram "mais de uma hora ao telefone", e que o questionou várias vezes "se queria fazer algum desmentido ou correcção".
Mas não, o primeiro-ministro pedia apenas, e reiteradamente, para que o texto não "fosse publicado".
"Antes disso", contou ainda Henrique Monteiro, "já várias pessoas, políticos e não políticos me tinham manifestado incomodidade ou estranheza por notícias que tinham saído, mas por notícias que ainda não tinham saído foi a primeira vez". Henrique Monteiro na Comissão de Ética
ao que parece o "face oculta" secou... volta-se ao "diploma"?
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