Mostrar mensagens com a etiqueta isabelmoreira. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta isabelmoreira. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 10 de maio de 2024

os portugueses votaram!

 O que é que os portugueses disseram desta e de similares no Observador!



sábado, 15 de fevereiro de 2020

Antes a Morte que tal Sorte!


Em Portugal, já tivemos sucessivas questões “fracturantes”, que se dão a conhecer através de berreiros nos “telejornais”, no “Prós e Contras” e nos programas matinais para donas de casa e vítimas do rendimento mínimo. É curioso observar que, independentemente das “fracturas”, os paladinos do progresso são quase sempre os mesmos, profissionais do chinfrim e especialistas em vencer o adversário mediante danos nos tímpanos e na paciência. [...]
Agora a questão é a eutanásia e a dra. Isabel Moreira, que encomendou o cérebro nos saldos do AliExpress.com, desdobra-se em variedades televisivas a explicar que a vida humana não é, ao contrário do aborto, dos lavabos sem sexo e da penugem nas axilas, um direito absoluto. Como se nota, o nível da argumentação tem sido elevadíssimo, e assaz apropriado a uma matéria particularmente difícil de caber em generalizações. (in “Antes a morte que tal sorte” por Alberto Gonçalves)

domingo, 4 de novembro de 2018

Imprensa antidemocrática...

Estamos a viver um momento dramático. Há órgãos de comunicação social com enorme projecção que se dedicam a condicionar a formação da opinião pública num sentido antidemocrático (e há financiamento para isso).
.Antigamente apenas o “UM1” (e os seus “jornalistas”) dedicava tempo a fomentar o populismo, o ódio à classe política, a normalização do crime da quebra do segredo de justiça, o sexismo, os vários “ismos”. 
.Não-notícias são partilhadas pelo “UM1”  e imediatamente pela SIC, TVI, JN, DN e por aí fora, num concurso desesperado pelo número de visualizações da “notícia”, enquanto que a democracia passa ao lado, enquanto que o ódio se espalha, enquanto a livre formação da opinião pública para, desejavelmente, uma boa participação democrática, seja uma palavra: alienação.
.O “DOIS2”  dedica-se a destruir a direita democrática e razoável portuguesa e não hesita em fazer de “UM1” quando lhe convém. O “DOIS2”  tem um projecto político claríssimo e está lá o reacionarismo que quer ver sentado na AR.
.Precisamos, urgentemente, de apoiar o jornalismo sério, independente e comprometido com o Estado de direito. Ainda o há. (in “Imprensa antidemocrática” por Isabel Moreira)

quinta-feira, 7 de junho de 2018

e um dia o "nacional" junta-se ao "socialismo" ou o regresso à ditadura do pensamento...

só quem não conhece a história dos anos 30 do século passado é que não percebe que, após a censura à palavra e aos costumes, vem a queima de livros seguida do “internamento” e do muito mais que nos contaram e não contaram...
pelo meio talvez nos coloquem, ao peito, um "emblema"
.
“... esta pequena elite que pratica o ultra-feminismo semântico não pode ser menosprezada, porque tem uma influência significativa junto do poder político.

O clube de Isabel Moreira, da CIG, das Capazes, mais respectivos amigos e amigas, tem uma presença parlamentar e mediática de peso, e está sustentada numa poderosa moda internacional que passa os dias em universidades e jornais a colocar cordões sanitários à volta do vocabulário de cada um, com o mesmo desvelo com que a Santa Inquisição escrutinava os sussurros dos cristãos-novos.” (in “e as princesas viveram infelizes para sempre”por João Miguel Tavares)

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Para memória futura: Bustos de Carmona e Américo Tomás provocam reunião de emergência

A confusão em torno dos bustos, que esta quarta-feira foram o centro das atenções no Parlamento, instalou-se durante a reunião da comissão parlamentar dos Assuntos Constitucionais, quando, de acordo com o Expresso, o comunista António Filipe, que é também vice-presidente do Parlamento, abordou o tema para se mostrar “indignado” e “insultado”. “Isto não é uma qualquer galeria de exposições privadas, isto é um órgão de soberania da democracia”, atirou.
O protesto de António Filipe fez-se acompanhar pelas vozes dos socialistas Isabel Moreira e Jorge Lacão, e por Cecília Honório, do Bloco de Esquerda. 
Carlos Abreu Amorim (PSD) e Teresa Anjinho (CDS) contra-argumentaram que “não podemos apagar nem reescrever a História”. 

Mas a explicação de Abreu Amorim não convenceu Jorge Lacão, que se exaltou e disse que esta exposição é o mesmo que se o Parlamento alemão ou italiano expusessem bustos de Hitler e Mussolini. (in Observador )
Isto é,
por vontade dos deputados do PCP e do BE, a Assembleia da República deveria ter imposto a Portugal uma história alternativa, onde Carmona, Craveiro Lopes e Américo Tomás nunca teriam sido presidentes da república. A ambição parlamentar de corrigir o passado seria risível, se também não fosse contraditória. Estes deputados representam correntes de opinião em geral muito zelosas da memória do “fascismo”. Aparentemente, os mesmos que não nos deixam esquecer que a PIDE existiu, não querem que se saiba que o presidente Carmona também existiu. 

A propósito… houve em 1834 um episódio parecido com o dos bustos presidenciais. O arquitecto que então preparou a câmara dos deputados em São Bento resolveu decorar as paredes com nomes de figuras históricas, em letras douradas. Entre esses nomes, pôs o de Pombal.
Grande burburinho, como agora. Ainda por cima, Pombal era antepassado do general Saldanha, então na oposição. Não houve conselho parlamentar, mas conselho de ministros.
Decidiu-se apagar o nome com uma aguada. Mas, como conta Oliveira Martins, nos dias chuvosos, distinguia-se perfeitamente o nome de Pombal.

A história vem sempre ao de cima. Às vezes, basta um pouco de humidade. (Rui Ramos in Observador)

quarta-feira, 4 de abril de 2012

em estado de clarificação perfeita ?

Pedro Nuno Santos, actual líder do PS/Aveiro e ex-líder da JS, demitiu-se da vice-presidência do Grupo Parlamentar socialista, cargo em que tinha a coordenação da área financeira, devido às várias decisões tomadas pelo partido e nas quais não se revê. O deputado Santos coordenou a acção da bancada durante a discussão do OE-2012. dn 

Depois da demissão de ontem do Nuno Santos, hoje foi a vez de um outro vice-presidente, Horta da Franca, admitir um cenário da sua própria demissão. Entretanto, a Isabel Moreira não se vergava à advertência disciplinar decidida contra ela e o José Lello afirma que quem devia demitir-se era o Zorrinho que recusa a existência de uma crise do PS, considerando que o que está a acontecer na bancada é um processo de clarificação, normal nos partidos, quando há alterações políticas

Crise? ...estão em clarificação perfeita...