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sábado, 26 de maio de 2018

o PS tornou-se instrumento de “corruptos e criminosos” ?

A eurodeputada socialista Ana Gomes afirmou sábado, 21 de Abril, através do Twitter que “o PS não pode continuar a esconder a cabeça na carapaça da tartaruga“ e diz que o “próximo Congresso” do PS, que se realiza de 25 a 27 de Maio, é uma “oportunidade para escalpelizar como [o PS] se prestou a ser instrumento de corruptos e criminosos.
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VAI FICAR A FALAR SOZINHA
Ou então colocam-lhe as malas à porta num convite aberto para desamparar a loja.
Uma coisa é certa: o PS não está interessado em debate algum sobre a sua regeneração. Basta, aliás, ver como José Sócrates continua a ser protegido com silêncios e omissões, ou mesmo por palavras e actos. (Paulo Gorjão)
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fiquei à espera...

domingo, 10 de abril de 2011

dois em um...

O Congresso do PS é uma espécie de dois em um. Para os eleitores e país através de uma Comunicação Social dócil porque amarrada e infiltrada durante anos e para os dirigentes e militantes socialistas que vão ser induzidos a acertar discursos e cerrar fileiras em torno do primeiro-ministro demissionário.
É o lançar a campanha eleitoral que terá como ideia base o PS ter sido impedido pelo PSD de evitar a intervenção financeira do FMI.
Mas a concordância, forçada pelo que há de mais moderno em propaganda, o unanimísmo oficial em torno do líder agora chamado Zé, será real ou servira apenas eleitor ver?
Os mais atentos apercebem-se que o que conta no campeonato socialista nacional é o próximo congresso em especial se se confirmarem os estudos de opinião que, apesar das amarras, a Comunicação Social tem pago e divulgado.
E para isso começam a aparecer, pré-candidatos e respectivos aios, ainda que timidamente não vá o diabo tecê-las.
A táctica são os pequenos ataques a ministros ou a opções deste ainda governo:
Ana Gomes discorda de Teixeira dos Santos “Acho que o senhor ministro está cansado e exprimiu-se mal, como já aconteceu noutras vezes";
Guilherme Pinto apela ao "inconformismo" dos socialistas contra a coligação negativa que derrubou o Governo e ninguém lhe disse antecipadamente que a propaganda nacional socialista tinha proibido o uso da frase “coligação negativa”;
Ferro Rodrigues, o desajustado imigrante, desajustadamente veio defender que os socialistas só devem manifestar disponibilidade para o diálogo depois das eleições;
Ricardo Rodrigues afirma que prefere aliar-se ao CDS do que ao PSD. Os exemplos são muitos. Mais tarde poderão defender os seus desacordos.
Aguarda-se que o próximo congresso esteja para breve.

sábado, 13 de novembro de 2010

governo em plano inclinado?

É sabido que são socialistas de aquisição recente, mas, lá longe, na escura Bruxelas, Vital Moreira deu o mote e ainda a maior distancia Ana Gomes, na Tailândia, seguiu-o. Parecia que iriam cair no esquecimento quando, seguindo Paulo Portas, Luís Amado, cá no burgo, nos informa que Portugal precisa de um governo de coligação e manifestou-se disponível para deixar o seu cargo governamental em nome da estabilidade. As leis da física vão seguramente aplicar -se. Estamos em Plano Inclinado e o Principio da Inércia começa a impor-se ao Partido Socialista. Sabemos que Newton nos deu três leis que vão da inércia, a primeira, á acção-reacção, a terceira, passando pela mecânica, a segunda e mais importante. A primeira foi usada por Moreira, Gomes e Amado. Pinto de Sousa já avançou com a terceira. Cabe-nos, a todos nós ainda portugueses, fazer correr a segunda lei.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

do "mal visto" ao "bem visto"

A socialista Ana Gomes, que está na Tailândia – e isto de falar mal do Governo, na estranja, é socialisticamente mal visto - defende esta remodelação do governo, considerando que depois da votação do Orçamento na especialidade, onde espera que sejam “corrigidos desequilíbrios e distribuídos sacrifícios”, é precisa uma “estratégia que apoie as empresas e a inovação, de forma a criar emprego e a diminuir a nossa dependência dos mercados internacionais”. Vital Moreira, há alguns dias nas páginas do PÚBLICO, emitiu idêntico parecer. público
A socialista Edite Estrela, que está em Bruxelas – e isto de falar bem do Governo, na estranja, é socialisticamente bem visto - diz que continua a «confiar em Teixeira dos Santos» apesar das críticas que têm subido de tom. Para a eurodeputada, a maior preocupação no futuro próximo é a estabilidade política. Fazer cálculos eleitoralistas hoje é «criminoso». … Deve haver sentido de Estado por parte de todos. É preciso dizer claramente que a estabilidade política é essencial para acalmar os mercados. Culpar apenas o Governo é fácil, mas não é justo, acrescenta. … sol
mas uma coisa é certa: cada vez mais, menos elas se entendem...

terça-feira, 7 de julho de 2009

(a)trapalhadas

Alegre lança desafio a Ana Gomes e Elisa Ferreira : Ou abandonam o Parlamento Europeu, ou retiram as candidaturas às câmaras municipais. Para Manuel Alegre, esta é uma questão de «transparência para que os eleitores saibam em quem estão a votar» Esta posição, de acordo com o oficioso DN, terá sido decisiva para que a direcção do PS optasse pela proibição das duplas candidaturas. é bom saber que Manuel Alegre "ainda existe" e é uma das poucas vozes onde ainda podemos reconhecer que a doente verticalidade ainda poderá ter cura!

sábado, 30 de maio de 2009

Temas Europeus em discussão na campanha para o PE : - dúvidas políticas e de legalidade sobre “negócios” realizados na compra de submarinos na privatização das Oficinas Gerais de Material Aeronáutico (OGMA), - negócio ruinoso dos submarinos, ainda envolto em fumos de corrupção, que não estão esclarecidos - cozinhados tóxicos da ministra da Finanças de Durão Barroso com o Citigroup feitos à custa do erário público e à custa dos contribuintes portugueses - criminalidade financeira organizada e institucionalizada nos bancos Português de Negócios (BPN) e Privado Português (BPP)