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quarta-feira, 1 de março de 2017

Je suis “transferência para offshore”

A esquerda que aprovou a publicação das listas de devedores ao fisco e à Segurança Social, porque são os empresários amigos dos governos PS, recusa agora informar quem deve aos contribuintes, via CGD.
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Políticos de esquerda não quiseram que uns poucos jornalistas fizessem más figuras sem companhia, e comentaram o dinheiro que saiu como se, em vez de dinheiro de privados, fosse dinheiro tirado às contas do Estado.
O sempre infeliz (e desleixado com a verdade) Costa também falou em milhões que ‘fugiram’.

É que nem é necessário, para estes lunáticos, verificar se as transações são legais. É dar ideia de que é mesmo dinheiro tirado aos serviços à população carenciada, para engrossar contas anafadas de corruptos de direita. Vergonha na cara e medo do ridículo, RIP. (in Je suis transferência para offshore por Maria João Marques )

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Auto-ajuda para decidir sentido do voto. Precisa-se…

…há que dizer que as editoras e livrarias nacionais deviam alargar, com urgência, os assuntos dos livros de autoajuda ao discernimento do sentido de voto dos eleitores nacionais. …
Sem dúvida, necessitamos de livros de autoajuda para identificarmos os políticos problemáticos.
Como alguém comentava há tempos no Facebook, se no Porto um lisboeta fizesse o que o portuense Medina está a fazer em Lisboa, haveria uma revolução.
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é ajuizado ser bairrista na hora de eleger o presidente de câmara. É votar num rebento garboso da terra, se faz favor.
Ilustro esta necessidade com Fernando Medina, presidente da Câmara de Lisboa. Quando for a votos (desta vez, fica bem dizer em defesa dos lisboetas, que não foi eleito).
Talvez seja útil lembrarmo-nos que o “candidato” é do Porto e claramente não gosta de Lisboa nem percebe a cidade. Lisboa é para Medina apenas uns degraus no escadote que quer subir dentro do PS.
Se votarem em alguém com ligações difusas ao município, já sabem, correm o risco de lhes sair um Fernando Medina.
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Lisboa está disfarçada de estaleiro de obras – e agora acabou o verão e para a semana começam as aulas da criançada.
Temos de reconhecer: só algum louco ou uma pessoa que quer mal à cidade e aos lisboetas faz, ao mesmo tempo, obras por todo o lado, sem discriminar entre vielas ou artérias daquelas capazes de parar uma cidade. A azáfama é tanta que já há obras à noite, sem respeito pelo descanso dos moradores.
Tenho para mim que Medina percebeu que vai ser castigado (em votos) pelas horas a mais no trânsito que nos próximos meses vai impor aos lisboetas, tanto que encontrou um legalismo para parar as calamitosas obras da Segunda Circular. Obras incompreensíveis, essas – excepto se Medina inscreveu Lisboa num qualquer estudo psicológico internacional para medir, nas populações, o aumento da toma de ansiolíticos provocado por políticos sádicos.
E no fim das obras continuaremos a ter maiores filas de trânsito (é esse o objectivo, com menos vias nas ruas e mais estreitas), horas perdidas dentro dos carros e transportes, passeios largos em zonas de pouco fluxo pedonal e desagradáveis para esplanadas, ciclovias sem ciclistas (ofereço generosamente o meu testemunho: das muitas vezes que passei pela ciclovia da Avenida Duque D’Ávila, vi o total avassalador de zero ciclistas a usá-la). É para os lisboetas aprenderem, por não quererem pedalar por uma cidade cheia de colinas nem usarem apenas os transportes públicos incertos, sem cobertura em algumas zonas nem capacidade de responder a mais procura.

Pois é, necessitamos de livros de autoajuda para identificarmos os políticos problemáticos. Pelo menos em Lisboa. (in Observador por Maria João Marques)

quinta-feira, 21 de julho de 2016

perguntas politicamente incorrectas

É daquelas pessoas que dá palmadinhas compadecidas nas costas do muçulmano que violou a rapariga ocidental de mini-saia, afinal veio de uma cultural onde é normal maltratar mulheres, e por cá está desempregado?
Acha, como Ana Gomes, que a culpa dos atentados terroristas na Europa é da austeridade?
Defende que os pobres diabos, sejam violadores ou terroristas, têm de ser compreendidos, assimilados, receber muito dinheiro dos estados sociais europeus e, sobretudo, desculpados?
Considera que os vilões verdadeiros são os que denunciam que os costumes islâmicos são aberrantes, concretamente para a condição feminina, e não podem ser tolerados na Europa?
De cada vez que há denúncia de vilanias islâmicas, prefere escrutinar o mensageiro para tentar repudiar a mensagem?
Vê como de uma lógica cristalina clamar contra o patriarcado e o heteropatriarcado e, simultaneamente, recusar aceitar que as comunidades islâmicas na Europa têm propensão para violar e brutalizar mulheres, e acumular com defesa de regimes que enforcam ou afogam gays?
Repete vinte vezes por dia o mantra ‘o islão é uma religião de paz’?
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Pois bem, é conveniente reconhecer que as pessoas iluminadas que responderam sim a dez por cento destas questões são cúmplices do caldo culpabilizante das vítimas que propicia os crimes dos islâmicos. 
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