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sexta-feira, 26 de abril de 2019

Nós é para dar, a Emel é para ele entrar e os Cemitérios é ele para sair?

Repare nestes exemplos (e podia dar-lhe muitos mais) de “idas” a locais onde actualmente e por regra a dificuldade de estacionar é mínima:


Imagine que precisa de ir ao Centro de Saúde (pex.: a USF Rodrigues Migueis) mas o seu “selo de estacionamento” não é da zona, nem da zona contigua, daquela unidade de saúde. Claro que neste caso pode usar os autocarros da Carris.

Já agora imagine-se a residir na Gomes Pereira e pretende ir ao Mercado de Benfica ou a qualquer dos Supermercados que daquele estão próximos. E se, por mero acaso, praticar desporto no nosso Fófó, nele tiver que treinar para as Marchas Populares ou ir ver um bom jogo de futebol. Acontece que nestes casos terá que “ir a pé” porque, directamente, não tem os autocarros da Carris. 

E, se por acaso viver na zona do Cemitério vai ter dificuldade em ir às “feiras” do largo da Igreja e aos belos espectáculos de musica e similares que a sua presidenta lhe oferece naquele espaço a que pirosamente chamam “baldaya”..
ps: a propósito, sabe onde vive a sua presidenta?

quarta-feira, 4 de julho de 2018

o caso Medina/Madonna

na sequência do "affaire" outras coisa se começam a descobrir:
O MNAA está num local de difícil estacionamento.
As ruas circundantes têm muitos carros e poucos lugares, há um minúsculo largo à frente de uma das entradas sempre apinhado de carros de visitantes.
Não é um local prático para visitar, sobretudo com crianças ou pessoas com dificuldade de locomoção. Não há estacionamento, não há metro (a parte ocidental da cidade não tem), os passeios são estreitos (e com a maldita calçada portuguesa).
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Mas também ficámos a saber que a CML tem um terreiro perto do museu, onde cabem pelo menos quinze carros, e que nunca se lembrou de disponibilizar o acesso aos visitantes do MNAA.
...nem aos moradores da zona, de resto.