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terça-feira, 21 de setembro de 2021
cuide-se Senhor Almirante !
paara os tótós que afrmam que a vacinação correu bem porque os enfermeiros Costa & Temido não tiraram férias e correram o País a vacinar-nos!
domingo, 7 de junho de 2020
Os portugueses são racistas?
Nunca corremos a tiro as
populações indígenas, como fizeram os colonos europeus quando ocuparam as
terras do Tio Sam. Nunca tivemos apartheid, ao contrário do que aconteceu na
África do Sul ou na Rodésia. Cruzámo-nos em África e na Ásia com as populações
autóctones, tivemos filhos e muitas vezes assumimo-los.
«Durante décadas, apregoar a
inexistência de fenómenos racistas na sociedade portuguesa tornou-se um quase
lugar-comum. A repetição incessante da ideia não teve, contudo, a virtualidade
de a converter em verdadeira. A maior expressão de preconceito racial consiste,
precisamente, na negação deste preconceito» - disse a ministra.
Terá razão?
Confesso que, até há bem
pouco tempo, não dava pela existência de racismo em Portugal.
Vivi a juventude no tempo do
Estado Novo, e nunca senti que esse fosse um problema.
Sempre joguei à bola com
negros, aplaudi os feitos de jogadores africanos.
O próprio facto de um dos
grandes ídolos nacionais ser Eusébio era um travão contra o racismo: não fazia
sentido idolatrarmos a sua figura e aplaudirmos os seus feitos… e depois
dizermos mal dos ‘pretos’.
E a história da colonização
portuguesa aponta no mesmo sentido.
Há quem diga que ela foi
igual a outras.
Não foi.
Nunca corremos a tiro as
populações indígenas, como fizeram os colonos europeus quando ocuparam as
terras do Tio Sam.
Nunca tivemos apartheid, ao
contrário do que aconteceu na África do Sul ou na Rodésia.
Cruzámo-nos em África e na
Ásia com as populações autóctones, tivemos filhos e muitas vezes assumimo-los.
E no tempo de Salazar houve
uma política de integração progressiva dos negros nas colónias africanas (aliás
muito criticada), criando-se o estatuto dos ‘assimilados’ - nativos que já
partilhavam a cultura europeia.
Houve actos racistas?Claro
que houve - e muitos.
Mas isso decorria da evidência
de uns serem colonizadores (e supostos portadores de um estádio de civilização
‘superior’) e os outros serem colonizados.
A regra, porém, era a
convivência mais ou menos pacífica.
Basta ir hoje a Angola ou
Moçambique para o constatarmos: os negros gostam dos portugueses, enquanto
detestam os russos e os cubanos - apesar de estes lá terem estado muito menos
tempo.
Mas então por que é que, de
repente, se passou a falar tanto de racismo em Portugal?
A responsabilidade foi,
sobretudo, do Bloco de Esquerda - que tem a capacidade de ir colocando
sucessivos temas na ‘agenda’.
Esgotada uma ‘causa’, vem
logo outra a seguir.
Depois de lançadas as
‘causas’ da legalização do aborto, da despenalização das drogas leves, das
salas de chuto, dos direitos dos homossexuais, da mudança de sexo aos 16 anos,
da igualdade de género, da contestação dos Descobrimentos, etc., que têm
ocupado a agenda mediática nos últimos anos, há que inventar outras.
O racismo está nessa linha.
Foram os dirigentes do BE
que começaram insistentemente a falar da existência de racismo em Portugal.
E a afirmação contagiou
outros partidos de esquerda, como o PS.
Ora, de tanto se falar dos
assuntos, eles transformam-se em realidades.
Há quem pense, como a
ministra, que os problemas se resolvem por se falar muito deles.
Discordo completamente: o
discurso anti-racista, repetido a propósito e a despropósito, acabou por
acordar demónios adormecidos.
O racismo, que há muito
tempo estava em estado de hibernação em Portugal, veio à superfície.
A discussão instalou-se, os
ânimos exaltaram-se, as posições extremaram-se - e aquilo que não constituía um
problema tornou-se de repetente uma questão gravíssima.
Veja-se o que aconteceu com
o artigo de Fátima Bonifácio.
Se não fosse o alarido feito
à sua volta, passaria sem grandes ondas.
Mas a atitude da direcção do
Público, fazendo mea culpa por publicar o texto, chamou brutalmente a atenção
para ele.
Atrevo-me a dizer que a
insólita reacção da direcção do jornal fez mais pelo racismo em Portugal do que
100 artigos como aquele ou piores.
Aliás, a ministra da
Justiça, ela própria, é o exemplo vivo da inexistência de racismo em Portugal.
E o primeiro-ministro é
outro.
Há uns bons anos, uma pessoa
das minhas relações - essa sim racista - disse-me que António Costa nunca chegaria
a líder do PS por ser «monhé». E acrescentou: «Os portugueses não gostam de
monhés».
Ora, António Costa não só
chegou a líder do PS como chegou a primeiro-ministro, cumpriu uma legislatura e
será com certeza reeleito.
Num país racista, isto não
seria possível.
Dir-se-á que aqui e ali há
referências à cor da sua pele.
Mas são raras - e têm muito
mais que ver com o facto de ser de esquerda do que com a sua ascendência goesa.
Os ataques que Costa sofre,
mesmo aqueles que têm aparentemente um cunho racista, são mais devidos a
questões políticas do que a questões raciais.
Nesta medida, remexendo uma
vez mais na ferida do ‘racismo’, Francisca Van Dunem prestou um mau serviço à
causa anti-racista.
Repito: na minha juventude,
ninguém via o racismo como um problema; hoje enche páginas de jornais.
De quem é a culpa?
Dos que querem à força
provar que o racismo existe - e fazem um alarido quando alguém tem uma opinião
diferente da deles.
Dos que propagam aos quatro
ventos as suas teorias - mas que calam os outros quando estes se querem
manifestar.
Depois das campanhas
anti-racistas que o BE lançou, a sociedade portuguesa é hoje muito mais racista
do que era antes.
Os conflitos raciais tendem
a multiplicar-se.
Mas não era isso mesmo que o
BE queria?
Acho que sim.
O BE quer ter ‘causas’ para
fundamentar as suas lutas, desestabilizar a sociedade e criar um permanente
ambiente de guerra.
É esse o seu objetivo. (in “Os
portugueses são racistas? “ por José António Saraiva)
quinta-feira, 21 de novembro de 2019
um acto "vergonhoso....
Grades metálicas cercam já todos os acessos à Assembleia da República e estão também a ser colocadas barreiras de betão com mais de uma tonelada para reforçar esta protecção.
"A casa da Democracia está a ser cercada. Para além das grades que já nos habituaram, agora também, imagine-se, com blocos de cimento de quase uma tonelada cada. Mas em que país estamos em que os maus da fita, afinal, são aqueles que todos os dias são o garante da segurança e do Estado de Direito Democrático?!!! Que país é este que menospreza as suas forças de segurança?". (César Nogueira, dirigente associativo)
"Este é o cenário que está a ser montado junto à casa da democracia, para receber amanhã os polícias. O Governo não tem que ter medo, o Governo deve é ter vergonha na forma como tem tratado as forças de segurança, com as suas múltiplas promessas, com a ausência de condições de trabalho, salário digno, entre outros"
Esta "medida de segurança" surge depois do comando da PSP de Lisboa ter proibido que os seis agentes marcassem o gozo de folgas ou dias de férias para esta quinta-feira, o que para as associações sindicais se trata de uma tentativa de condicionar a participação dos polícias na manifestação.
sexta-feira, 7 de março de 2014
uma manifestação “à séria” e de gente séria!
quem ganhou?
Tenho a vantagem de estar “fora do
futebol” e, por tal, não entendo a política ou os movimentos sociais como: “ganhou”,
“perdeu” ou “empatou”.
Mas rendo-me por momentos e entendo
que
- na “maior manifestação de sempre”
das forças de segurança ganharam todos e
- perdemos nós, quando milhares de
agentes de autoridade deixaram os seus postos e consequentemente, durante
horas, abandonaram a nossa segurança de pessoas e bens.
Por isso, uns e outros deverão ter consciência
das suas vitórias e dai tirar necessárias ilações.
Verdadeiramente quem perdeu foi
- a “imprensa a que temos direito”, vampirescamente
sedenta do sangue que não houve e
- o recém-ressuscitado “reviralho”
politico,
duas velharias, esquecidas que já não
volta aquele “estado novo” que gostavam trazer de novo às suas escritas e tertúlias
pseudo-intelectuais …
(a modernidade das técnicas de
contenção de manifestantes usada pela PSP convenceu-me. Temos uma polícia que
tem muito para ensinar àquilo que nos mostram das congéneres por esse mundo fora! Um case-study
para os especialistas de segurança.)
sábado, 23 de novembro de 2013
da Lógica
O matemático que está ministro quer reintroduzir
o estudo da Lógica e das suas específicas divisões: teoria dos conjuntos, de
modelos, da recursão e da prova.
Vem isto a propósito da manifestação
das polícias e da invasão da Casa da Democracia - mesmo que parada no topo das
escadarias - e dos comentários na “opinião publicada” que tudo misturam.
Se os nossos “especialistas em
generalidades” alguma vez tivessem estudado Lógica, saberiam que o “conjunto manifestação
A” não se pode confundir com o “conjunto invasão B”. São
diferentes, porque a diferença entre dois conjuntos (A e B) é o
conjunto dos elementos que pertencem a A mas que não pertencem a B.
Ai vai um
exemplo:
Um determinado cidadão vai clamando
por acções violenta anti-governo (e disso dá como exemplo o “conjunto invasão B”),
de imediato os “idiotas úteis” referem, usando o “conjunto intersecção A∩B”
que para eles é a liberdade de expressão.
(até aqui evitei chamar aos “especialistas”
um “conjunto vazio”…)
Poderia continuar a apresentar ligações
aos modelos, à recursividade e, claro, à prova. Deixo aos meus leitores a
liberdade de fazerem tal conectividade.
O efeito do estudo da Lógica vai
demorar gerações a produzir efeitos mas, apesar disso vejo-o como positivo, apesar
de ter a esperança que os vindouros sejam poupados a ler, ouvir ou ver “especialistas
em generalidades”.
(a imagem é de um “conjunto impróprio”)
domingo, 27 de outubro de 2013
a bota não joga com a... manif
(e, talvez para não cair no
ridiculo, a Euronews informava que teriam sido vinte mil em Lisboa e cinco mil
no Porto!)
sábado, 26 de outubro de 2013
Estou preocupado!
Com excepção do tablóide sulista e
do quase tablóide nortista a imprensa a que temos direito está, pé ante pé, a
tratar Governo e governantes com luvas de pelica e até enorme amabilidade.
Curiosamente a “direita bloguista”, onde
me incluo, vai “malhando” nos “escuteiros-mirins” que nos governam, aponta-lhes
todas as falhas e, quiçá, a falta do chá que não tomaram em pequeninos. É,
nesta última, que assenta a minha preocupação: de tanto chá que bebemos, os “escritos”
que produzimos arriscam-se a não produzir efeito e serem apenas chazadas!
Hoje há manif dos “que se lixe a
troika” (um nome, que por ser demasiado ordinário para cativar aqueles que “estando
de acordo” conheceram as chávenas em pequeninos, cada vez mais, se fica pelos idiotas-úteis
e pelo pior do reviralho)
Amanhã, se aos "manifestantes" não for acrescentado o estranho zero "à direita" poderemos ter a confirmação se
o “novo” tratamento jornalístico é para ficar ou se apenas reflecte o passo à retaguarda
dos trotski-maoistas que por ai andam a escrever e comentar… ao que parece por
lhes ter sido negado lugar no governo ou na Comissão Europeia!
quinta-feira, 28 de março de 2013
juros a acrescentar à divida...
O PSI20 fechou a
perder 0,02% para 5.822,09 pontos terminando o mês com uma
desvalorização de 2,77%.
Após a entrega da moção
de censura do PS as “yields” das
obrigações portuguesas sobem 4,6 pontos base para 3,082%, no prazo a dois anos,
5,7 pontos para 5,105% a cinco anos e 5,7 pontos para 6,429% a 10 anos.
Sgundo o Relatório Anual de Segurança Interna
(RASI) de 2012, realizaram-se 3.012 manifestações, envolvendo 16.672 elementos
policiais, para regularização do trânsito, prevenção geral e manutenção da
ordem pública,
A taxa de poupança das
famílias aumentou dos 9,1% em 2011 para os 11,6% em 2012.
O Instituto
Nacional de Estatística apurou um défice orçamental equivalente a 6,4% do PIB
em 2012, ligeiramente inferior aos 6,6% que foram assumidos pelo Governo e pela
тройка
O preço da gasolina
deverá continuar a subir na próxima semana, entre dois e três cêntimos por
litro, enquanto o preço do gasóleo deverá ficar inalterado.
As
exportações portuguesas de bens alimentares para Angola estão a ficar retidas
no porto de Luanda, devido às inspecções laboratoriais que passaram a ser
exigidas pelas autoridades daquele país.
Os bancos do
Chipre, que estavam fechados há duas semanas, abriram portas esta manhã.
Após seis dias de intensas consultas, na
sequência das inconclusivas eleições gerais de Fevereiro, o ex-responsável do
Partido Comunista Italiano não conseguiu garantir uma maioria estável no
hemiciclo
A dívida pública do Japão é equivalente ao dobro do Produto
Interno Bruto (PIB) e é a maior entre as economias industrializadas (a divida
pública portuguesa foi em 2012 120,3% do PIB).
sábado, 2 de março de 2013
eram muitos...
Eram muitos, muitos, da classe média empobrecida
ou reformados a quem roubaram o final digno que sonharam. Eram também muitos os
que, passada a casa dos 50, dificilmente voltarão a ter emprego nestes tempos
de mudança.
Desiludidos, traídos, mostraram o que sentem e
esperam que a tutoria, nacional e estrangeira, que nos rege assim o perceba.
Não lhes interessava a “guerra dos milhões” da opinião publicada que apenas os
usa para vender papel (cada vez menos!).
Também houve o “folclore dos espontâneos” que um
dia, independentemente da sua actual idade, irão crescer e ficar adultos.
O bom povo veio à rua e espera que os que fazem
a democracia o percebam...antes que lhes acabem com os partidos ou, pior, lhes apareça alguém
que lhes tire a democracia!
(No
final “os de um partido” apoderam-se do palco e da “grandola”.
Ninguém vira “os do costume” na marcha, excepto na combinada “entrevista” para os
noticiários da noite...e logo saiam para longe!
Punhos ao alto, desafinaram
e julgaram-se em 75, esquecendo o resultado do acto de cidadania do 25 de Abril
desse ano.
Continuam a olhar
apenas para os seus umbigos e para as tv´s que lhes dão publicidade!
Mas estes nunca
aprendem, nem percebem!)
domingo, 24 de fevereiro de 2013
o fim das Democracias como nós as conhecemos?
«No espaço de uma
semana o grau de ameaça subiu de nível. Numa escala de 5 (o menor grau) a 1 (o
mais elevado), o grau de ameaça ao Executivo está a agora a meio da tabela:
grau 3, o que equivale a uma ameaça significativa.
É o resultado da
recente onda de protestos que tem seguido os membros do Governo por todo o país.
Nesta fase as
autoridades têm informações que apontam para protestos mais organizados e com
maiores recursos técnicos e humanos. A operação já pode envolver o Gabinete
Coordenador de Segurança e um maior número de efectivos. Este nível de alerta
pode ser designado de «Zulu», isto porque a partir de agora é considerado provável
que os membros do Governo possam ser atingidos por objectos ou até empurrados.
A segurança às altas
figuras do Estado foi reforçada. Noventa por cento dos guarda-costas da PSP estão
destacados para esta operação, na sequência dos recentes protestos que têm
acompanhado todas as deslocações de membros do Governo pelo país. (no tvi24)»
Quando a minha geração cortou com a geração dos
nossos pais, lutou para que Portugal tivesse uma “democracia”. Uns mais à
inglesa, outros mais à soviética. Seria o nosso legado para filhos e netos.
Hoje isto começa a estar alterado!
Não interessam as razões, que as há e bem fortes, mas
tudo leva a acreditar que se caminha para a geração dos nossos avós que cortou
com a Monarquia e, pouco depois, com a Republica. Sabemos qual foi o resultado!
Com outra sequencia e/ou outros motivos é TVisível
que noutros países e culturas se passam situações similares.
Onde é que nós errámos?
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
reformados e trabalhadores disponiveis da Carris protestam no Camões
Parece que os Trabalhadores da Carris protestam na quinta-feira contra cortes salariais e para exigir o cumprimento do Acordo de Empresa com uma concentração no Largo Camões em Lisboa, disse hoje à Lusa fonte sindical.
O Manuel Leal, dirigente sindical da FECTRANS, filiada CGTP-IN, disse que os trabalhadores contestam as reduções salariais decorrentes do acordo com a ‘troika’ e a redução para metade do pagamento das horas extraordinárias e dos feriados, mas que “não afetará a circulação de autocarros porque não será uma mobilização geral de trabalhadores da Carris, mas sim dos trabalhadores disponíveis e dos reformados”.
A pequena adesão dos trabalhadores da Carris nas manifs e greves terá alguma coisa a ver com esta nova "forma de luta"?
Um dia, mantenho essa esperança, o sindicalismo português irá perceber que o erro não está nas Associações de Classe mas na eternização dos seus dirigentes face à "mais classificada geração de sempre" que neles já não se filia!
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
princípio de Arquimedes aplicado à política
Os juros da dívida portuguesa a dez anos negociaram, esta terça-feira, abaixo dos seis por cento quando ainda há um ano ultrapassavam os 23 por cento. tsf
O PSI 20 fechou a ganhar 1,11%, para 6232,95 pontos, renovando máximos de mais de um ano.
de imediato:
Seguro: “Havia menos dor” se pedido de extensão dos prazos fosse feito há um ano… Jornal de Negocios
Arménio: “esta solicitação feita aos parceiros europeus "demonstra que as políticas do Governo falharam", tal como tem vindo a ser defendido pela central sindical. Publico
e coincidências “à rasca”:
O movimento "Que se lixe a troika", que convocou a manifestação de 15 de Setembro, vai realizar a 2 de Março um protesto para contestar as medidas de austeridade do Governo. tsf
sábado, 15 de dezembro de 2012
a caminho de Belém…
Em declarações à agência Lusa, Arménio
Carlos, o secretário-geral da Confederação Geral de Trabalhadores
Portugueses/Intersindical Nacional, disse esperar "uma participação muito
significativa" na manifestação de hoje, que acontece junto ao Palácio de
Belém. ND
(DP/JF) // VC.
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
juros a acrescentar ao empréstimo...
O PSI20 fechou a perder 0,46% para 5273,90 pontos.
A produção industrial recuou 2,5% na zona euro
e 12% em Portugal, a segunda maior descida na União Europeia.
O PIB português recuou 0,8% no terceiro
trimestre face aos três meses anteriores e 3,4% face ao período homólogo.
A taxa de desemprego subiu no terceiro
trimestre para 15,8%, um novo recorde, face aos 15% observados no trimestre
anterior.
A poupança das famílias
atingiu os 114,1% do Produto Interno Bruto (PIB) em Outubro, uma descida face
aos 116,4% de Setembro. De acordo com a APFIPP/Universidade Católica, o
indicador da poupança teve em Outubro o valor mais baixo de 2012 a seguir a Janeiro,
altura em que o indicador esteve nos 112,5%.
O ministro dos Negócios Estrangeiros sugeriu hoje
que há "egoísmo" na sucessão de greves convocadas pelos trabalhadores
portuários e advertiu que o Governo assumirá responsabilidades em defesa das
exportações e em nome do interesse nacional. lusa
Também o
primeiro-ministro admitiu vir a impor serviços mínimos na greve dos estivadores
para garantir o funcionamento dos portos.
As exportações das
fábricas de carros em Portugal estão a diminuir a um ritmo de 10,7% desde
Janeiro até Outubro.
O índice de custo do
trabalho em Portugal, excluindo a agricultura e pescas, aumentou 1,1% no terceiro
trimestre de 2012, em relação ao mesmo período do ano passado.
O Brent subiu 0,78%, negociando nos 109,10
dólares por barril.
A Comissão Europeia
concluiu hoje que a Espanha tomou "acções efetcivas" para reduzir o
défice em 2012 e 2013.
O Tesouro italiano
colocou hoje 4.998,5 milhões de euros em dívida a três, quinze e trinta anos a
juros mais baixos que em acções anteriores.
Manif pós Greve quase Geral:
Os incidentes ficaram a dever-se "a um
comportamento de meia dúzia de profissionais da desordem e da provocação que
têm de ser travados", afirmou o Ministro da Administração Interna. Também o
líder da CGTP considerou hoje "lamentáveis" os confrontos entre
polícia e manifestantes que aconteceram junto ao parlamento.
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
juros a acrescentar ao empréstimo... após “saída” do PS do memorando que contratou
O PSI20
fechou a perder 0,31% para 5.307,36 pontos.
As
exportações de bens portugueses para a Alemanha caíram 1,3% até Setembro, face
a igual período do ano passado.
A
"yield" implícita da dívida portuguesa a dois anos voltou hoje a
superar fasquia dos 6%, um nível em que já não se encontrava desde o início de
Agosto, após a
retirada de apoio do PS à execução do “memorando de entendimento” pelo Governo.
O
Movimento Nacional de Empresários da Restauração (MNER) anunciou hoje a
realização do "Dia Nacional Sem Restaurantes" para 19 deste mês, como
forma de pressionar o Governo a reduzir o IVA para a "taxa mínima"...
A carga
movimentada nos portos portugueses sofreu uma queda de 10% em Setembro sobre o
homólogo de 2011.
Apesar
da União Geral dos Trabalhadores (UGT) não ter aderido à greve, de 14 de
Novembro, convocada pela CGTP, há cerca de 30 sindicatos afectos à UGT que vão
envolver-se na paralisação. Jornalistas e similares, como é habitual, não farão
greve.
Sábado inicia-se um período de “protestos” que
poderá vir a influenciar as cotações do mercado secundário, aguardemos!
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
vinte anos depois em São Bento...
Nunca
te foram ao cu,
nem nas perninhas, aposto!
Mas um homem como tu,
lavadinho, todo nu, gosto!
Sem ter pentelho nenhum,
com certeza, não desgosto,
até gosto!
Mas... gosto mais de fedelhos.
Vou-lhes ao cu
dou-lhes conselhos,
enfim... gosto!
nem nas perninhas, aposto!
Mas um homem como tu,
lavadinho, todo nu, gosto!
Sem ter pentelho nenhum,
com certeza, não desgosto,
até gosto!
Mas... gosto mais de fedelhos.
Vou-lhes ao cu
dou-lhes conselhos,
enfim... gosto!
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
sábado, 13 de outubro de 2012
para todos os gostos...contra o desemprego, pela cultura e pelo medicamento
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
oportuno apoio aos que nos tutelam...
Há quinze dias a comunicação
social estrangeira avançava com a notícia da maior manifestação alguma vez se tinha
realizado no nosso país e que silenciosa ou ruidosamente gritara: “que se lixe
a тройка! estamos fartos disto e deles!”.
A manchete que amanhã, nos
jornais, radio e tv’s do estrangeiro, abrirá porventura a única notícia sobre
Portugal será: “moção de Censura ao
Governo foi rejeitada”.
...
e a mensagem que, para dentro e para fora, quisemos transmitir será apagada!
Um "bom" trabalho da esquerda
fora da тройка no apoio aos mercados que nos tutelam!
domingo, 30 de setembro de 2012
imbecis!
Se lhe retirarmos o conteúdo dos mais de 500 autocarros
que avançaram para a Capital a “grande” manifestação de ontem conseguiu juntar pouco
mais gente que aquela que quinze dias antes se realizou no Porto. E, se à da
capital do Norte, juntarmos as de Coimbra e Braga fica à mostra o
ridículo em que se transformou a capacidade de intervenção mobilizadora de sindicatos
e partidos.
Nas concentrações do Quinze de Setembro, por todo o
país e em especial em Lisboa, não uma centena de milhar, mas talvez mais de um
milhão de manifestantes com uma enorme vontade de mudança, marcando porventura,
após quase quarto décadas, o fim deste regime.
Agarrados à teta dos sindicatos, dos partidos e das quase
5000 autarquias, muitos perceberam-no mas, politicamente ou salariamente correctos, não
quiseram entender o que, nesse 15 de Setembro, lhes disse um décimo da
população do País, mais que o número de votantes oficialmente registados.
Imbecis!
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