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sábado, 12 de outubro de 2013

para “idiota útil” consumir!


Os valores, “10,6 milhões de euros para 400 ex-políticos”, indicados no DN devem estar errados!


Isso significaria que, em média, cada ex-“trabalhador da política” receberia mensalmente quase quatro vezes mais que os trabalhadores a sério e a vencimento mínimo (e continuava a laborar naquele, noutro oficio e noutra pensão ou reforma).
...o Manuel Alegre tem razão: isto poderá ser um ataque do governo aos políticos,
o que significa que a medida  do “corte total” dificilmente poderá passar na votação dos “políticos” que acabarão por votar um outro “corte” para “idiota útil” consumir!

sexta-feira, 6 de abril de 2012

a fazer tudo errado para que tudo dê certo...


Entrevistada pela à TSF, Teresa Ter-Minassian, acredita que a partir do próximo ano, Portugal pode esperar os primeiros sinais de recuperação da economia, mas até lá sugere capacidade de resistência. Para a economista, que, em 1983, tutelou o governo do Mário Soares aquando do penúltimo “resgate” às finanças nacionais, é importante não perder a paciência e não ter medo de implementar as medidas de austeridade, não criar falsas esperanças e gerir bem as expectativas dos portugueses.

Ter-Minassian, que há dois anos aconselhava o governo do Pinto de Sousa a recorrer ao FMI e à EU, conhece-nos bem e sabe que conseguimos fazer tudo errado para que tudo dê certo...

O mesmo não se poderá dizer do Manuel Alegre que esqueceu os tempos difíceis que passámos na intervenção de 83-84 e vem agora confessar-se satisfeito por não ter sido eleito como Presidente da República para não ter de passar pela «humilhação» de ver «três homens de pasta na mão a dizer a este velho país o que tem de fazer».
…devia estar de férias quando nós, o povo, passámos pela “humilhação” dos anos 80!

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

a “escola” Pinto de Sousa para deputados NO

Zorrinho, o líder da bancada socialista, considera que o deputado Pedro Nuno Santos continua a merecer a sua confiança política mesmo depois de ter sugerido que Portugal deve suspender pagamento da dívida mas reconhece que esta imagética foi «provavelmente excessiva» (curiosamente a isenta TSF classifica-a de “animada”).
"Nós temos uma bomba atómica que podemos usar na cara dos alemães e franceses - ou os senhores se põem finos ou nós não pagamos. As pernas dos banqueiros alemães até tremem", avançou o jovem deputado, que além de estudioso da fisica nuclear também se mostrou admirador do póquer, à Rádio Paivense. expresso

O PS parece ter regressado aos idos 79/80 do século passado...mas quem é que ainda se lembra desses tempos onde pontificava, por exemplo, o poeta Alegre

domingo, 23 de janeiro de 2011

Pergunto ao vento que passa notícias do meu país e o vento cala a desgraça o vento nada me diz. o vento nada me diz.

por aquilo que foi, pós 25 de Abril, Manuel Alegre não merecia este enxovalho. uma enorme vitória para o actual secretario-geral do Partido Socialista que, com a derrota do poeta, afasta mais umas dezenas de adversários.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

e Quarta-Feira cada vez mais próxima...

Teodora Cardoso, administradora do Banco de Portugal,. defendeu hoje que Portugal precisa de apoio externo a curto prazo, seja do Fundo Monetário Internacional ou do Fundo Europeu de Estabilização Financeira de modo a recuperar a confiança dos mercados. «É mais fácil se tivermos um apoio externo, desde logo porque isso permite que o ajustamento não seja tão abrupto, mas feito sozinho, para os mercados acreditarem nele, teria que ser brutal», disse à margem da 1ª Conferência da Central de Balanços do Banco de Portugal. sol Manuel Alegre, em declarações aos jornalistas, foi contundente: «Os defensores do FMI são o núcleo central da campanha de Cavaco Silva» e criticou o chefe de Estado que acha que está a ter uma «atitude excessivamente passiva e muito próxima daqueles que até sorriem quando se fala da entrada do FMI em Portugal». sol tsf Cavaco Silva, em entrevista à RTP, admitiu que «está preparado» para a hipótese de o FMI entrar em Portugal, no mesmo dia em que Teodora Cardoso defendeu as virtudes da ajuda externa, mas sublinhou as desvantagens referindo que «o FMI não conhece a realidade social portuguesa» e sugeriu ao Governo uma «alternativa»: a venda de activos, para pagar dívidas contraídas pelo Estado e deu como exemplo a recente alienação do fundo de pensões da PT para propor ao Governo que estude a hipótese. sol expresso O primeiro-ministro e o ministro das Finanças vão fazer hoje, terça-feira, uma declaração conjunta à imprensa, cujo tema principal será a execução orçamental de 2010. "Podemos garantir que a meta dos 7,3% foi alcançada, todos os sinais que temos apontam nesse sentido", afirmou, na altura, o secretário de Estado do Orçamento, Emanuel dos Santos, no "briefing" após a reunião do Conselho de Ministros. No entanto, na quinta-feira passada, o Governo não avançou com os números finais da execução orçamental de 2010, garantindo apenas que a meta do défice foi cumprida. jn Será que esta declaração chegará para acalmar os mercados e a UE? Duvido mas vamos ver o que acontece na Quarta Feira e esperar, como dizia Jacinto Nunes, “um milagre da Senhora de Fátima”...

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

explorar a ignorância


A afirmação mais estúpida dos últimos anos é: “ ele tem que explicar a quem é que as vendeu! ”
No tempo em que me sobrava dinheiro e, em simultâneo, os governos andaram a desnacionalizar, os civis “capitalistas” começaram a criar empresas e a Bolsa ficou animada, pareceu-me uma boa ideia ir aplicando as minhas sobras em acções.
Comprava “barato”. Com as sobras ia às “emissões” e adquiria o que aparecia sempre a menos de 100 ou duzentos escudos. Estávamos no tempo que a Senhora Tatcher chamou de “capitalismo popular”, algo que realmente nunca chegámos a ter cá pelo burgo.
Durante um tempo, infelizmente curto, o valor das minhas aquisições foi subindo e quando entendia que já tinha acumulado o suficiente ou a desgraça nacional me fazia deixar de ter sobras, dava “ordem de venda”.
Porra! Sei lá a quem é que “eles” foram vender as minhas acções!
Por minha sorte não sou candidato a nada! Sei lá quem é comprou "minhas acções-sobras"!

Mas o que me mais me incomoda é o “ele tem que explicar” replicado em tudo quanto ainda é comunicante.
Uma enorme demonstração de ignorância do funcionamento do sistema bolsista, porque não acredito que seja má fé…

para mim este assunto termina  aqui e fica demonstrada a inacreditável ignorancia daqueles que nos “informam”

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

O FMI chega com a Primavera ?

Para o ainda primeiro-ministro o FMI não é uma possibilidade, já que Portugal está «a fazer o que deve» para cumprir as metas do défice a que se comprometeu com Bruxelas. «Não temos nenhum problema que exija recorrer ao Fundo Monetário Internacional. O nosso problema é apenas um problema orçamental que temos de corrigir, tal como outros países têm! Quem não percebe que o que estamos a viver é uma questão sistémica, que diz respeito ao euro, não percebeu nada desta crise», disse-o numa entrevista, publicada em 11 de Dezembro no Diário de Notícias. agencia financeira Fazendo-lhe eco o candidato presidencial apoiado pelo PS e Bloco de Esquerda, Manuel Alegre, veio-lhe em auxilio e, no mesmo dia, destacou «a determinação do primeiro-ministro de querer resolver os problemas do país sem recurso ao FMI». «É uma posição correcta e que merece o apoio de todos os que preservam a autonomia e a dignidade do país», considerou o poeta. sol ~
Cavaco Silva, candidato à reeleição nas presidenciais de Janeiro, disse, uma dezena de dias depois, durante um debate na TVI que «se o Fundo Monetário Internacional entrar no país isso significará que o governo deste ainda primeiro-ministro falhou». portugal digital
Nada que não fosse previsível! Hoje a agência de notação financeira Fitch cortou o rating de Portugal de AA- para A+, justificando-o com maiores dificuldades de financiamento tanto do Estado como dos bancos desde a última revisão publicada. A Fitch sublinha que o objectivo do défice orçamental de 7,3 por cento este ano irá ser atingido, mas apenas com recurso a medidas extraordinárias que equivalem a um por cento do PIB, referindo-se às transferências dos fundos de pensões da Portugal Telecom, o que irá tornar ainda mais difícil o ajustamento do défice estrutural previsto a realizar em 2011. Por outro lado, a Fitch entende que a pressionar a consolidação que o Governo pretende fazer estará o facto de a economia entrar em recessão no próximo ano. tsf O "nosso primeiro" virá dizer-nos que a Fitch realça que "o objectivo do défice orçamental de 7,3 por cento este ano irá ser atingido" e prepara a sua antecipada reforma sem deduções.
Passos Coelho, o lider do auto nomeado maior partido da oposição, já veio hoje informar-nos que "se todos são responsáveis, o governo é-o ainda mais", usando aquele "ar importante" de futuro primeiro e executor do programa do FMI.
Alegre vai ficar calado ou dizer que a culpa é do candidato Cavaco Silva e este, já eleito, vai esquecer-se que disse "que o governo deste ainda primeiro-ministro falhou".
O FMI chegará com a Primavera do nosso descontentamento. Talvez seja a salvação do país e, se sairmos do marasmo que nos é genético, poderá abrir as portas para que se acabe com o moribundo sistema que, com 37 anos, será quase tão velho como aquele com que acabou...
Ou iremos integrar aquilo que a Isabel Católica iniciou.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Um homem de convicções alheias

Se perguntam a Manuel Alegre pelo Orçamento, ele responde que o grave é que Cavaco Silva não se pronuncie a respeito. Se perguntam a Manuel Alegre pelos juros da dívida pública, ele responde que o grave é que Cavaco Silva não tome uma posição. Se perguntam a Manuel Alegre pelas horas, ele responde que o grave é Cavaco Silva não usar relógio a pilhas. O grave, digo eu, é semelhante deserto opinativo ser candidato à presidência da República. É verdade que, numa rara aceitação dos seus limites, ele já avisou que um mandato basta para fazer o que quer. Acho que bastaria um dia. texto completo de Alberto Gonçalves no DN “Quando o sonho comanda a vida”

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Austeridade deverá levar à recessão

A economia portuguesa deverá sofrer uma contracção de 1,4% em 2011, caso sejam levadas em conta as novas medidas de austeridade anunciadas pelo Governo na semana passada, afirmou hoje o director adjunto do FMI. Sol O ainda primeiro-ministro, depois de ontem, inaugurar uma Igreja em Alfragide e um hotel no Vidago, hoje, num armazém de de vinhos em Sabrosa, evitou responder às perguntas dos jornalistas sobre aquelas previsões do FMI. publico
Já Manuel Alegre alertou que “com uma política de congelamento de salários e pensões há grande risco de recessão”, defendendo que “sem crescimento da economia Portugal dificilmente se libertará da dependência da dívida”.“O caminho porque vai a Europa é mau”, afirmou, lamentando que “a Alemanha esteja a arrastar a União Europeia para a austeridade”. publico
sinais de que alguém já começa a estar preparado para a chegada do fmi...

terça-feira, 1 de junho de 2010

e agora Zézito?

Ao vir anunciar o apoio do PS à candidatura presidencial de Manuel Alegre, “no actual contexto político-partidário, julgo que cometeu um erro grave, que porventura mesmo lhe poderá ser fatal e ao PS”. “Como socialista, e pensando como sempre e só pela minha cabeça, entendo ter a obrigação de dar a conhecer de novo aos meus camaradas e ao secretário-geral aquilo que penso”. escreve Mário Soares no DN. Ora Bem, preocupa-me pouco que o venerando ex-Chefe de Estado tenha passado a "certidão de óbito" a JSPinto de Sousa. Grave é que seja a "velha raposa" a constatar que o Partido Socialista caminha para o abismo. O PS tem sido o suporte fiável da Democracia pós 25A. Enquanto todos os partidos iam, descendo e subindo, na crista da onda dos interesses dos seus barões, o Partido Socialista ia mantendo um eleitorado estável que permitia as maiores loucuras de governação, as próprias e as alheias, para surgir como refúgio aos eleitores. Agora, cheio de baronetes de novas oportunides e independentes universidades, o partido que Soares fundou, segue como ele a lei da vida e aproxima-se do fim. E nós, eu também, ir-me-ei sentir orfão...

quarta-feira, 19 de maio de 2010

o menor “impacto recessivo”

O primeiro-ministro na entrevista à RTP, afirmou,que recusou aprovar medidas que considerou, erradas, por exemplo, sobre cortes no 13.º mês, «não seguimos esse modelo, porque era errado e muitos o sugeriram». Negou que tenha tentado amarrar o PSD às medidas de austeridade, afirmou que não precisa de ajuda para governar Portugal e considerou que a redução dos salários dos políticos proposta pelo PSD pode contribuir para enfraquecer a democracia e também Reafirmou que mantém «o mesmo cenário macroeconómico» para 2010, considerando que a «pequena quebra» no desemprego constitui «um momento de viragem». sol À direita e á esquerda teceram-se os habituais comentários que, cada vez mais, se aproximam dos do cidadão comum pagante, que não é boy, nem espera receber nenhum lugarzito em empresa publica. Já o candidato presidencial do BE, que espera ser o do PS, aproveitou o oportunidade para afirmar que o primeiro-ministro surgiu «em forma e convicto» salientando que a actual situação do país exige a «responsabilidade de todos». Mas, estranhamente ou talvez não, o porta-voz do PSD seu par de dança, considerou que o presidente do conselho, na entrevista que deu á televisão do governo, mostrou ser um primeiro-ministro que ainda não aprendeu a lição, porque, .segundo Relvas, «o Governo vai ter de corrigir a sua política», incluindo no que respeita à rede ferroviária de alta velocidade (TGV) e à terceira ponte sobre o Tejo, e «vai ter de cortar na despesa» ainda mais. Aguardo as cenas do próximo capitulo em que tudo quanto foi ouvido será esquecido, alterado e desdito... Já agora alguém sabe o que quer dizer “impacto recessivo”?

sábado, 1 de maio de 2010

Livro do Português Errante

O Presidente da República reafirmou, após o Governo ter confirmado que a maior parte dos grandes projectos vão avançar, a ideia que todos os investimentos públicos ou privados devem ser reponderados: «Sem comentar decisões específicas do Governo, entendo que faz sentido reponderar todos os investimentos públicos ou privados na área dos bens não transaccionáveis, que tenham uma grande componente importada, ou seja, que utilizem pouca produção nacional e que sejam capital intensivo, ou seja, que usem pouca mão-de-obra portuguesa». tsf
mas,
O candidato Manuel Alegre de Melo Duarte considerou incorrecto que Cavaco Silva, perante o ataque especulativo contra Portugal, faça afirmações que possam ser interpretadas como interferência nas opções do Executivo e como uma oposição ao investimento público. tsf e, Vários antigos ministros das Finanças querem ser recebidos pelo Presidente da República para falar sobre a actual situação do país. O promotor da iniciativa foi Medina Carreira. O grupo reúne nomes como os de Luís Campos e Cunha, Pina Moura, Miguel Beleza, Manuela Ferreira Leite, Eduardo Catroga e Bagão Félix. TSF
aos, mais de meio milhão de desempregados, ninguém ouviu...

quarta-feira, 14 de abril de 2010

trapalhadas presidenciais

- o socialista José Lello revelou que abstém em relação ao apoio que o PS vier a dar a Manuel Alegre. - o socialista Paulo Pedroso considerou que o apoio a Alegre é a decisão natural do PS. - socialistas do Secretariado Nacional do PS disseram à agência Lusa, que o PS vai manifesar apoio a Manuel Alegre, logo após a formalização da candidatura. - o socialista Francisco Assis, líder parlamentar, garantiu que se a proposta for de José Sócrates, o apoio a Manuel Alegre está assegurado. TSF - o socialista secretário-geral afirmou, esta quarta-feira, que ainda não chegou o tempo de o PS tomar decisões sobre as eleições presidenciais. tsf - o socialista Manuel Alegre recusou-se a discutir o facto do socialista José Sócrates ter dito que ainda é cedo para o PS tomar decisões sobre as presidenciais, considerando que cada um tem os seus calendários. TSF perceberam?

segunda-feira, 22 de março de 2010

Manuel Alegre: um SENHOR!

"Um presidente da República não deve ter uma agenda de governação e eu não tenho. Não sou candidato nem para derrubar governos nem para governar por interposta pessoa, mas isso não quer dizer que um candidato ou um presidente não tenha opinião sobre os grandes problemas nacionais" Manuel Alegre na TSF

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

o primeiro candidato.

«Estou disponível para esse combate com todos vós, com todos os portugueses que já estão connosco e com todos os que a seu tempo virão ajudar para mudar e para vencer, pela República e por Portugal». e assim, aos 74 anos, Manuel Alegre, parte para mais um combate...

terça-feira, 7 de julho de 2009

(a)trapalhadas

Alegre lança desafio a Ana Gomes e Elisa Ferreira : Ou abandonam o Parlamento Europeu, ou retiram as candidaturas às câmaras municipais. Para Manuel Alegre, esta é uma questão de «transparência para que os eleitores saibam em quem estão a votar» Esta posição, de acordo com o oficioso DN, terá sido decisiva para que a direcção do PS optasse pela proibição das duplas candidaturas. é bom saber que Manuel Alegre "ainda existe" e é uma das poucas vozes onde ainda podemos reconhecer que a doente verticalidade ainda poderá ter cura!